Sacrifício não global
1. A discutível base científica do aquecimento global
2. A vulgata do aquecimento global
3. Que pensar, que fazer?
4. A base religiosa do aquecimento global
5. O aquecimento global e a política
1. A discutível base científica do aquecimento global
Como é do conhecimento público, o fundamento científico da
tese do aquecimento global no planeta Terra (a tese diz que o mesmo vem
ocorrendo por causa do aumento do teor de dióxido de carbono
antropogénico na atmosfera terrestre) está, no mínimo,
sujeito a enorme controvérsia.
Os seus defensores invocam o
"consenso científico"
entre
"a maior parte dos cientistas",
nestes incluindo os cerca de mil membros integrantes do Painel
Intergovernamental sobre a Mudança Climática
[1]
, organismo da ONU também composto, porém, por muitas pessoas
licenciadas em disciplinas científicas alheias à climatologia.
Propõem-nos, assim, que a ciência (pelo menos esta ciência)
se constrói sob consenso (Galileu esquecido?) e apelidam de
negacionistas os climatologistas que dela discordam, acentuando tratar-se
alegadamente de uma minoria.
Minoria que não atribui importância ao chamado efeito de estufa
adicional que o dióxido de carbono antropogénico
desempenhará.
Os defensores do aquecimento global insistem em que partem do tratamento de
muitos milhares de dados em modelos computadorizados do clima e proclamam que a
temperatura da atmosfera subiu cerca de 1ºC desde o início da
revolução industrial, acompanhando a subida do teor de
dióxido de carbono na atmosfera, aumento que atribuem à queima de
combustíveis ditos fósseis: carvão, petróleo,
gás natural.
Proclamam, ainda, que, mantendo-se o consumo de combustíveis
fósseis, o aumento de mais de 1ºC ditará enormes
catástrofes atmosféricas, isto porque o clima ficará
substancialmente modificado.
Mas não são poucos os climatologistas que discordam da mencionada
tese do aquecimento global. Porque a mesma não é
consentânea com muitos factos: existência da Gronelândia
(terra verde) no tempo dos Vikings (a temperatura no hemisfério norte
era seguramente superior à actual, mas muito menor o teor de
dióxido de carbono antropogénico na atmosfera), abaixamento da
temperatura nas três décadas após o fim da Segunda Grande
Guerra apesar de nesse período a concentração de
dióxido de carbono antropogénico na atmosfera ter continuado a
crescer, etc.
Da parte destes climatologistas há quem aponte o dedo: os defensores do
aquecimento global esquecem a influência no clima terrestre do que se
passa com o Sol, enquanto estrela pulsante, e, além disso, reduzem o
Planeta ao território emerso, quando os oceanos ocupam 71% da
superfície terrestre. Assim, dentre eles há quem observe: teremos
que inverter a proclamação da tese do aquecimento global, pelo
que, quando os oceanos arrefecem, baixa o teor do dióxido de carbono na
atmosfera, quando os oceanos aquecem, aumenta em seguida o teor do
dióxido de carbono na atmosfera. Considerando a influência do Sol,
há quem afirme estar já em marcha um arrefecimento global durante
as próximas décadas.
Enfim, o climatologista Marcel Leroux não hesitou em escrever que o
aquecimento global é uma "
impostura científica
"
[2]
.
Convenhamos em que as perspectivas em presença são diversas e as
previsões que geram são claramente antagónicas.
2. A vulgata do aquecimento global
Todos a conhecemos.
O dióxido de carbono (gás da vida, no sentido em que, com a
água e a fossíntese, gera o amido e as oses, fundamento da
alimentação de animais e de humanos) passou a gás "
poluente
", mesmo "
tóxico
", explorando-se a fraca difusão da ciência química.
Como "
prova
" do aquecimento global, todas as catástrofes servem, sejam
ciclones, tsunamis, vagas de calor (as de frio são tendencialmente
ignoradas), como se antes não tivessem existido. E se tal é
observado, logo se proclama: sim, dantes houve, mas agora cresce a
frequência de tais fenómenos, quando não também a
sua intensidade.
A televisão é imparável na mistificação:
exibe há anos imagens de "
chaminés"
industriais com fumos esbranquiçados, passando a ideia de que tais
fumos são sempre poluentes, não cuidando de saber quantas vezes o
fumo exibido mais não será do que vapor de água,
escondendo ainda que o tal
horrível
dióxido de carbono é um gás incolor. Mas o seu supra-sumo
será a insistência aparentemente na imagem do degelo de um
icebergue como "prova" de que, assim, o nível da água
do mar irá subir por efeito do aquecimento global; ora, se tal se
tratar, de facto, de um icebergue, isso só prova que já
esqueceram o Princípio de Arquimedes (tivessem-no em conta,
lembrar-se-iam que o degelo do icebergue não altera o nível da
água líquida).
Não se ficam por aqui as "
consequências
" do aquecimento global, porque não só o dióxido de
carbono é apontado como "
poluente
". Outros gases o são, como o metano, esse ainda mais
horrível
gás gerado pela decomposição do estrume do gado, motivo
pelo qual, além de termos que deixar de consumir combustíveis
ditos fósseis, teremos de deixar de comer carne, a começar pela
de vaca.
Porque, atenção, se o não fizermos, não vamos "
salvar o Planeta
", diz-se. Ou seja, afinal os humanos são poderosos. No
mínimo, seremos capazes de regular o clima, não apenas nas nossas
casas, ou nas nossas cidades com muitos carros a circular e condicionadores de
ar instalados, mas também ao nível global do Planeta.
3. Que pensar, que fazer?
A síntese apresentada anteriormente induz-nos a pensar que, do ponto de
vista científico, está por aperfeiçoar a tese do
aquecimento global com base no aumento do dióxido de carbono
antropogénico, na hipótese de a mesma persistir.
Estamos, porém, muito longe de vivermos num profícuo ambiente de
discussão científica.
Em seu lugar, vimos assistindo há anos à
intensificação da disseminação da vulgata do
aquecimento global, com atropelo de verdades científicas tidas como
válidas desde há muito, como referimos acima.
Como é isto possível, neste século XXI, em que, note-se,
se produz tanta ciência em tantos e variados campos do saber?
Como é possível que tantas pessoas adiram à tese do
aquecimento global, sendo que de parte delas se não pode dizer que
desconheçam os princípios do método científico, as
limitações da ciência, mas, também, a sua
força?
Há que procurar explicação mais convincente para a base do
êxito social da tese do aquecimento global. Se a base científica
da tese do aquecimento global é, no mínimo, duvidosa, vejamos o
que nos oferece a perspectiva religiosa.
4. A base religiosa do aquecimento global
Considere-se a seguinte citação, inspiradora no contexto. Em
excelente obra a vários títulos, Fernand Braudel, referindo-se
à Cartago do século V a.C., ilustra a possibilidade da
ocorrência simultânea de uma religião retrógrada e de
uma economia virada para o futuro.
(
)
é o peso obsessivo da religião cartaginesa que causa problemas,
uma religião tenaz, vinda das profundezas do passado
pré-histórico, terrível, dominadora. Os sacrifícios
humanos acusação muitas vezes repetida pelos Latinos
são demasiado reais: o tofet
de Salambo pôs a descoberto milhares de peças de olaria contendo
ossadas calcinadas de crianças. Quando queria exorcizar um perigo,
Cartago imolava aos deuses os filhos dos seus mais distintos cidadãos.
Foi o que aconteceu quando Agátocles, ao serviço de Siracusa,
lançou a guerra no próprio solo de Cartago. Como cidadãos
ilustres cometeram então o sacrilégio de substituir os filhos por
crianças compradas, foi ordenado um sacrifício expiatório
de duzentas crianças. O zelo religioso ofereceu trezentas...Os
prisioneiros de guerra também eram imolados, por vezes aos milhares.
O sangue destas vítimas mancha o nome de Cartago?
(
)
o que surpreende é que, em Cartago, a vida económica caminha para
o futuro, enquanto a vida religiosa se detém séculos e
séculos atrás
(
)
uma intensa vida de negócios, de espírito "capitalista"
(
)
alia-se a uma mentalidade religiosa retrógrada
[3]
.
Assim, em Cartago, quando se queria exorcizar um perigo, imolavam-se
"aos deuses os filhos dos seus mais distintos cidadãos",
em sacrifício de humanos.
Tal a desumanidade a que a crença religiosa já chegou
[4]
. Consta que a prática ainda não terá sido de todo
abandonada, mas a sua expressão será hoje incomensuravelmente
menor, desde logo porque as religiões cristãs vigentes, pelo
menos oficialmente, parecem não a apoiar.
Outra referência inspiradora da perspectiva religiosa reside na obra
Año 303/Inventan El Cristianismo
, de Fernando Conde Torrens
[5]
.
O autor, inicialmente crente, desatou a partir de certa altura a estudar os
documentos mais antigos existentes, tendo chegado à conclusão de
que terá sido apenas em 303 que o futuro imperador Constantino organizou
aquilo a que hoje chamaríamos uma comissão redactorial para
redigir os quatro evangelhos, as epístolas de Paulo, etc., ou seja, os
documentos fundadores do cristianismo. O autor aponta para duas personagens
principais de tal
comissão
: Lactâncio, o fanático, e Eusébio, de Cesareia, o erudito
historiador, que muito bem terá sabido condensar nos documentos
cristãos bastante da sabedoria da Humanidade acumulada à
época, incluindo a da tradição faraónica.
Constantino terá dado toda a atenção à tese de
Lactâncio, antes apresentada a Diocleciano (o imperador romano da
tetrarquia, o qual, após 20 anos de governo, se retirou para o
palácio da actual Split), de que o império só resistiria
se se acabasse com a imensa profusão de crenças e deuses
existentes na vastidão das suas regiões, sob pena de o fim do
mundo se perfilar. Diocleciano rejeitou a tese da necessidade da
criação de uma nova religião. Constantino, porém,
terá entendido que isso ajudaria a manter a unidade do império,
parecendo certo que a aposta na implantação do cristianismo o
serviu como via para se tornar imperador único.
Segundo Torrens, o cristianismo foi disseminado através da
criação da Igreja, entenda-se uma vasta rede de bispos espalhados
pelos principais aglomerados populacionais do império.
Porém, nem tudo correu bem a Constantino no plano pessoal e familiar, e,
segundo Torrens, por causa disso ele próprio ter-se-á inclinado
para uma concepção menos fundamentalista (dogmática) do
cristianismo aquando do Concílio de Niceia.
De qualquer modo, a marcha da nova religião foi muito irregular
após a morte de Constantino, até que, perto do final do
século IV, aparece Teodósio e, a ferro e fogo, o cristianismo
dogmático é instalado para não mais findar. Segundo
Torrens, vai a caminho de 17 séculos, um notável êxito
histórico, portanto, ainda que hoje se defronte com a séria
expansão do islamismo.
Trago esta contribuição interpretativa da criação e
implantação do cristianismo da responsabilidade de um doutorado
em engenharia industrial (obviamente que o mesmo e a sua
contribuição hão-de ser largamente ostracizados, desde
logo porque lhe falta a
medalha oficial
de historiador) pelas semelhanças que vejo no processo que o mesmo
descreve na sua volumosa obra e o que vem ocorrendo com a
propagação da tese do aquecimento global.
Da mesma forma que o cristianismo assenta em muitos aspectos na fé,
assim vemos que a tese do aquecimento global é difundida sem
escrúpulos científicos, mas não lhe faltam
demonstrações de adesão de recorte claramente religioso.
Pois, na prática, a tese já é apresentada como uma teoria
cheia de interpenetrações.
Tudo indica que a
igreja
do aquecimento global está em propagação, não lhe
faltando a sua já imponente rede de
bispos
. Só que, desta vez, o âmbito inicial da implantação
da nova religião não se confinou às adjacências do
Mediterrâneo, antes logo se apontou para o carácter global que
importa que tenha. Talvez por isso, e diferentemente da igreja cristã,
que arrancou sem papa, não dispensou a escolha precoce deste, na figura
do secretário-geral da ONU.
Outra manifesta semelhança entre os dois processos reside na ideia do
fim do mundo. Ou seja, a concepção é a de que os homens
são intrinsecamente maus, pelo que, ou aderem e cumprem os preceitos
ditados pela igreja, ou contribuirão para o fim do mundo, agora a
pressuposta morte do Planeta (decerto que querem dizer morte da vida no
Planeta, mas o tremendismo que se impõe apela a fórmulas de
linguagem tão terrorista quanto possível), daí a
proclamada salvação do Planeta através da chamada
descarbonização da economia.
O paralelismo que vimos fazendo leva-nos à pergunta inevitável:
se o cristianismo, segundo Torrens, foi concebido e implantado para servir
interesses políticos, que interesses políticos se ligarão
ao (ou porventura estarão na base do) aquecimento global?
5. O aquecimento global e a política
Notemos:
Quem decidiu marcar o limite dito tolerável do aquecimento global de
2ºC em 2050? Ninguém se espante, essa meta foi fixada pelo Conselho
da União Europeia!
[6]
E por que razão tal órgão político (agora
já todos os outros da UE estão envolvidos) se envolve nesta nova
cruzada
da indispensabilidade do abandono do consumo de combustíveis
fósseis? A resposta parece óbvia: a União Europeia
vê-se crescentemente carente de combustíveis fósseis, cada
vez mais dependente, portanto, dos oriundos de outras paragens. Logo, há
que poupar aquilo que tem sido fundamental para o seu desenvolvimento
capitalista desde há dois séculos. E se outros querem
desenvolver-se, que escolham outras vias ditas "
não poluentes
", a UE tem tecnologia "
verde
" para lhes vender.
A esta luz, é perfeitamente compreensível que a UE se tenha
distinguido na caminhada que levou à aceitação pela ONU da
afirmação da premente importância do aquecimento global. E
se não for possível encontrar base científica para o
mesmo, paciência, faça-se dele, na essência, uma nova
religião. Que é bem difícil de desmontar, como sabemos.
Importa assegurar é que, também por esta via, os países
menos desenvolvidos se mantenham dependentes. Mais, se se abstiverem de
desenvolver (de poluir, diz-se amiúde), até podem receber
dinheiro dos países desenvolvidos que mantenham, porventura aumentem, o
consumo de combustíveis fósseis. Analise-se o Protocolo de
Quioto, e veja-se como, sob o manto diáfano da
litania
ambientalista, se tem procurado perpetuar, ou renovar, a fase imperialista do
capitalismo vigente.
Propagandeia-se, então, o advento de uma nova era, assente em "
economia verde
": muitos mais computadores,
robots
, painéis fotovoltaicos, automóveis eléctricos, etc., e a
maioria das pessoas acreditará facilmente que tudo isso será
possível sem combustíveis fósseis, porque, diz a nova
religião, se trata de "
tecnologias limpas
".
E aqui temos a explicação principal pela qual haverá
países, como os EUA de Obama, que aderiram à tese do aquecimento
global, apesar de disporem de combustíveis fósseis e de os
consumirem em grande proporção. Mas, como se ensina com especial
ênfase nas Escolas de Gestão, o capitalismo das últimas
décadas tem necessidade de retomar a proposta de Schumpeter, da
destruição criativa, como trampolim para a
renovação do sistema.
Está claro que se escamoteia que a produção daquelas tais
novas tecnologias vai carecendo, além de combustíveis
fósseis, de metais raros (em processos de facto poluentes e com recurso
a combustíveis fósseis), de facto também não
uniformemente distribuídos no Planeta. Aqui é a China que
dá cartas e não é preciso ser comunista para perceber como
o acesso fácil a esses indispensáveis materiais poderá
implicar uma nova guerra
[7]
.
Ou seja, a luta de classes tende, de novo, a agudizar-se. Seja no plano interno
da maioria dos Estados em resultado das crescentes desigualdades sociais, seja
no plano do confronto dos países capitalistas desenvolvidos com os
países subdesenvolvidos.
A Rússia é rica em combustíveis fósseis,
além de em vários metais. A China é particularmente rica
em metais raros. Trata-se de materiais estratégicos, como vimos de
referir. Basta isto para percebermos as tensões existentes com a
tríade capitalista dominante das últimas décadas do
século XX: EUA, UE, Japão.
A guerra das últimas décadas em torno do petróleo
ameaça alastrar aos metais, em particular, aos raros. Só que a
religião
do aquecimento global está muito bem concebida para dissimular os
objectivos reais dessa guerra, que mais não será do que uma nova
tentativa de prolongar, ou renovar, o capitalismo. A guerra parecerá
aceitável a muitos milhões de pessoas, porque, através de
tal
cruzada
, se salvará o Planeta, eis a nova crença legitimadora de novas
atrocidades.
E se estas se concretizarem, ocorrerá, de facto, o sacrifício de
muitos milhões, porventura, de milhares de milhões de pessoas.
Porque lhes faltará o conforto ligado à disponibilidade
energética, porque lhes faltará mais alimentos e comodidades que
o capitalismo não assegura a todos, porque muitos serão
condenados a morte precoce, mas, atenção, o provável
é que o sacrifício não será global, porque
há e haverá países ganhadores e classes privilegiadas.
Eis como a tese do aquecimento global pode ajudar a descambar no
sacrifício não global. O que será muito mais grave do que
o efeito anestesiante que o aquecimento global vem lançando sobre a
poluição, problema real que o capitalismo, em rigor, nunca foi
capaz de resolver a contento e que, eventualmente, nunca resolverá.
Ou seja, estamos numa época de agudização da luta de
classes e do agravamento das tensões imperialistas. Não se diga
que a luta está antecipadamente perdida. Mas há que ter em conta
o aparecimento de novos meios guerreiros e comunicacionais e de novas ideias do
arsenal ao dispor da actual fase imperialista do capitalismo (hoje ao
serviço da alta finança e de grandes empresas transnacionais com
vocação globalizadora).
Equivale a reconhecer a actualidade de Marx e de Lenin. E atente-se em
Álvaro Cunhal, que, contra ventos e marés, sempre se bateu pela
proximidade aos respectivos legados, em particular, na análise dos novos
problemas.
[1] IPCC, Intergovernmental Panel on Climate Change.
[2] Ver "
Aquecimento global: uma impostura científica
",
resistir.info/climatologia/impostura_cientifica.html
.
[3] BRAUDEL, Fernand (1998),
Memórias do Mediterrâneo/Pré-História e Antiguidade
, Terramar, Lisboa, em 2001, pp. 226/7.
[4] Note-se que no passivo das religiões outros
sacrifícios
pesam. "...
segundo Arquimedes,
[Aristarco, 310-230 a.C.]
teria afirmado que a Terra gira em torno de si mesma num dia e em volta do Sol
num ano
". Há relato de que Aristarco sofreu as maiores
humilhações. Resultado no plano científico:
"a concepção heliocêntrica do mundo foi abandonada por
ferir
as concepções religiosas da época",
ver BRAUDEL, obra citada, p. 293.
[5] TORRENS, Fernando Conde,
Año 303/Inventan El Cristianismo,
Ediciones Alta Andrómeda, S.L., 2017, España.
[6] Ver
"A Encruzilhada de Quioto",
abemdanacao.blogs.sapo.pt
[7] Ver "
A guerra dos metais raros
", inserção de 24/Nov/18,
resistir.info/crise/metais_raros_22nov18.html
.
[*]
Engenheiro.
Este artigo encontra-se em
http://resistir.info/
.
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