Como os EUA e a UE manipulam a consciência pública
O caso de Montenegro
por Ion Todescu
Trabalhei neste texto durante longo tempo, coleccionando meticulosamente
bocados de informação peça por peça a fim de
apresentar um quadro abrangente.
É bem sabido que os EUA utilizam uma rede complexa de
organizações não governamentais para manipular a
consciência pública em múltiplos países por todo o
mundo. As ONGs também desempenham um papel chave na
preparação de revoluções coloridas.
Nestes últimos meses acompanhei de perto os acontecimentos no
Montenegro, um pequeno país apreensivo quanto aos esforços que
fazem os seus "parceiros" da NATO para integrar aquele estado
balcânico na aliança. Bem, ficará muito surpreendido ao
descobrir a escala desses esforços.
Seria insuficiente dizer que uma rede de organizações controladas
do estrangeiro está activa no Montenegro. Não se trata apenas de
uma rede, é um sistema por si próprio, uma "rede de
redes".
Este esquema ilustra a ligações estruturais entre os agentes de
influência que tentam manipular e lavar os cérebros dos
cidadãos montenegrinos:
Como pode ver, estruturas governamentais, ONGs, media e entidades comerciais
estão envolvidas no processo contra natura de puxar o Montenegro para
dentro da NATO.
O processo é coordenado pelo Congresso dos EUA e pelo Departamento de
Estado através da USAID, NED, NDI, Open Society Foundation, companhias
consultoras Orion Strategies e RIF Group, enquanto a NATO utiliza a sua
Divisão de Diplomacia Pública e os países europeus actuam
através das suas embaixadas.
O organismo coordenador sobre o terreno é representado pelo Conselho
para o Ingresso na NATO do Parlamento com o conselheiro do primeiro-ministro
para Assuntos Estrangeiros, Vesko Garcevic, como Coordenador Nacional para a
NATO.
O Conselho estabeleceu um grupo de comunicação de 12 membros
directamente responsável por criar apoio público do Montenegro
para o acesso à NATO. Os membros chave são os seguintes:
-Olivera Dukanovic, coordenador de relações com os media
-Ana Dragic, administrador do sector ONGs
-Valentina Radulovic Scepanovic, administrador de partidos políticos e
administração local
O grupo de comunicação assinou um memorando com mais de 60 ONGs
montenegrinas para impulsionar suas iniciativas e criar ferramentas para
manipular a opinião pública. Portanto, criou uma rede em grande
escala e em desenvolvimento constante. Ele continua a atrair novos membros e a
constituir unidades para atingir as mentes do público montenegrino a
partir de múltiplos ângulos sob a cobertura de actividades
sociais. Isto resultou numa complexa estrutura hierárquica com grandes
ONGs a distribuírem tarefas entre organizações mais
pequenas.
Eis as maiores ONGs no Montenegro:
-Network for Affirmation of the NGO Sector (MANS), director executivo
Vanja Calovic
-Atlantic Council of Montenegro, presidente Savo Kentera
-Youth Atlantic Treaty Association (YATA) in Montenegro, presidente Vladan
Balaban
-Center for Democratic Transition, director executivo Dragan Koprivica
-Center for Monitoring and Research
-Alfa Center
-Foundation for the Development of Northern Montenegro
Naturalmente, nenhuma campanha de informação pode ter êxito
sem os media. A cada dia as cabeças dos montenegrinos são lavadas
a fundo com programas de entrevistas, vídeos promocionais, artigos de
jornais e mensagens na net advogando a ideia da adesão à NATO.
A opinião pública é trapaceada pelos canais nacionais de
TV, TVCG 1 e TVCG 2, Pink Media Group, TV Vijesti, Prva crnogorska televizija,
MBC, RTV Atlas, NTV Montena; pelos jornais
Dan, Vijesti, Pobjeda, Dnevne Novine, Blic Montenegro, Informer;
pelos sítios web de notícias Cafe Del Montenegro, Vijesti, Radio
and Television of Montenegro, etc.
Mensalmente, o conjunto dos canais de TV apresenta 15 a 25 programas de apoio
à NATO e o conjunto de todos os jornais publicam não menos do que
40-50 editoriais por mês.
O dinheiro vem das embaixadas dos EUA e de países europeus
(especificamente do Reino Unido, Holanda e Noruega), USAID, NED, NDI, Konrad
Adenauer Foundation, Marshall Foundation, Rockefeller Foundation, Open Society
Foundation, Balkan Trust for Democracy, ONGs globais tais como Transparency
International, etc.
O acesso do Montenegro à NATO também é considerado
benéfico pelas corporações multinacionais. Esta é a
razão porque a Coca-Cola, Microsoft, Diners Club, T-mobile and Media
Developmetn Loan Fund estão a financiar agressivamente o sector
não-governamental do país e as campanhas de publicidade da NATO.
Para entender o papel dos investimentos estrangeiros na propaganda do ingresso
na NATO pode-se dar uma olhadela à escala de financiamento estrangeiro
de uma das ONGs montenegrinas, como o Center for Democratic Transition. Obtive
os dados para 2009. Apenas oito mil euros, do total de 160 mil, foram
concedidos pelas estruturas governamentais do Montenegro.
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Fonte de financiamento
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Montante
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National Democratic Institute
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US$60.000
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Embaixada da Holanda
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36.140
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Foundation Open Society in Montenegro
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12.000
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OSCE mission to Montenegro
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16.000
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NATO Public Diplomacy Division
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8.000
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USAID
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US$30.000
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Governo do Montenegro
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3.000
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Parlamento do Montenegro
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5.000
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Companhias privadas
|
20.000
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Total
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Cerca de 160.000
|
As campanhas publicitárias contínuas louvando a NATO e ignorando
os bombardeamentos do Montenegro em 1999 não são a única
coisa em que investidores estrangeiros gastam dinheiro. Os manipuladores não
receiam jogar sujo.
A ONG MANS colecciona informação que compromete
responsáveis do governo e autoridades. Assim, o interesse de governos
ocidentais e europeus e de estruturas não governamentais no
funcionamento desta organização poderia ser explicado pelo seu
desejo de obter informação que lhes permita influenciar a
liderança do Montenegro.
Além disso, este ano vídeos de eminente figuras públicas
montenegrinas a apelarem à adesão à NATO foram difundidas
na TV e distribuídas na web. Posteriormente muitos dos que falaram
retrataram-se das suas palavras, declarando que estavam desinformados acerca do
objectivo real dos vídeos. Aqui está um trecho da
retratação feito pelo conhecido dono de restaurantes Krsto
Niklanovic:
https://www.youtube.com/watch?v=I90nWUuWY6U
As autoridades do Montenegro perseguem aqueles que se opõem à
orientação pró NATO e pune os dissidentes. Em Abril
último, Marko Milacic, um activista do Movimento pela Neutralidade do
Montenegro, foi preso. Os que se opõem à adesão à
NATO vivem sob constante supervisão da polícia e são
detidos periodicamente.
Entretanto, protestos em massa na capital montenegrina mostram que o processo
de remoldagem da opinião pública no sentido de apagar
estereótipos anti-NATO não é tão simples.
Isso é confirmado pelos inquéritos de opinião efectuados
pela companhia de internacional de pesquisa IPSOS Strategic Marketing no
período de Fevereiro de 2013 a Outubro de 2015. Quando indagada,
"se efectuado hoje, como votaria num referendo sobre a adesão
à NATO", a maioria dos montenegrinos manifestou-se contra a
adesão.
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Dez 2013
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Jan 2014
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Fev 2014
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Mar 2014
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Abr 2014
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Mai 2014
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Jun 2014
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Jul 2014
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Ago 2014
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Set 2014
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Por
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36%
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37%
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41%
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42%
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43%
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39%
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39%
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37%
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36%
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33%
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|
Contra
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46%
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43%
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42%
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45%
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44%
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47%
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43%
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44%
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46%
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50%
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Abst.
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18%
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20%
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17%
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13%
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13%
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14%
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18%
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19%
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18%
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17%
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Out 2014
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Nov 2014
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Dez 2014
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Jan 2015
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Fev 2015
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Mar 2015
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Abr 2015
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Mai 2015
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Jun 2015
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Jul 2015
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Por
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32%
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35%
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34%
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32%
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37%
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32%
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36%
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36%
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47%
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52%
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Contra
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50%
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48%
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51%
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49%
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48%
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54%
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53%
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53%
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41%
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46%
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Abst.
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18%
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17%
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15%
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19%
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15%
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14%
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11%
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11%
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12%
|
2%
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Deve-se prestar atenção às medidas tomadas pelo IPSOS
antes da reunião de ministros de Negócios Estrangeiros da NATO,
em 1 de Dezembro, quando o Montenegro foi oficialmente convidado a aderir
à NATO. Os dados do IPSOS afirmam que o número de votos pela
adesão à NATO subiu drasticamente em Outubro, ao passo que o
número de abstenções declinou. Tudo aponta para uma fraude.
Desde que o Montenegro recuperou sua independência os EUA e a UE criaram
um sistema hierárquico de camadas múltiplas que compreende
estruturas e organizações múltiplas a fim de reformular a
consciência pública dos montenegrinos e garantir que o país
adira à NATO. Esta complexa "rede de redes" engolfou
estruturas governamentais, ONGs e companhias comercial a trabalharem para um
objectivo único. Este método demonstrou ter êxito na
Ucrânia, onde os EUA e a UE alcançaram seus objectivos. Quanto ao
Montenegro, só o tempo dirá.
12/Dezembro/2015
O original encontra-se em
thesaker.is/how-u-s-and-eu-manipulate-public-consciousness-montenegro/
Este artigo encontra-se em
http://resistir.info/
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