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LANÇAMENTO DE "ASCENSÃO E QUEDA DO EURO"
Lançamento de 'Ascensão e queda do euro'.
"Ascensão e queda do euro" será lançado dia 26 de Maio, sábado, às 21h00, na Livraria Barata (Av. de Roma, 11, Lisboa).   A apresentação está a cargo do escritor e jornalista Miguel Urbano Rodrigues.
Este novo livro reune trabalhos de um conjunto de investigadores que expõem as causas reais da crise da moeda comum europeia e da própria UE.   São eles: Rudo de Ruijter, Yannis Varoufakis, Costas Lapavitsas, James K. Galbraith, Gerard Duménil, Michael Hudson, Ed Dolan, Jacques Nikonoff, Jean-Claude Paye, Eugénio Rosa e Jorge Figueiredo.
O livro pode ser adquirido na própria Barata ou nos sítios web da Bertrand , Wook e Chiado


Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL
A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme "La memoria del saqueo" , de Fernando Pino Solanas.
Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento.
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Edição especial de Imprensa Popular, no 90º aniversário do PCB
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REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS
A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da "Aliança Esquerda Unida" e alguns independentes.
Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios .
MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE
Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente .
Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para "salvar" a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto.
De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro.
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Acção colectiva contra o
Mecanismo Europeu de Estabilidade,
o novo ditador europeu

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OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA
A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma "reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia" [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de "uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida". E acrescenta que "Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível".
A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE.
A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca.
A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO
Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ?
A DEMOCRACIA COMO FARSA
A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia.
Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok).
Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la.
Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum.
MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE
Abaixo a ditadura da União Europeia dos monopólios.
LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA
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http://www.areitoimagen.blogspot.com/
EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO
"O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa" (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz.

Assine a petição:
Parar os preparativos de guerra!
Acabar com o embargo!
Solidariedade com os povos iraniano e sírio!

PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE
Rendimento familiar disponível em países submetidos a medidas de austeridade.
De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco" (sic).
Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries , publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia.

A ESTRATÉGIA DA TENSÃO
A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos "de referência". Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira "bomba atómica" do Irão:   a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial.

Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes.

Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra.
NOVA CARTA DE INTENÇÕES AO FMI
Os submissos confirmaram a sua submissão com nova carta de intenções enviada ao FMI. A carta, datada de 9 de Dezembro, é assinada pelo ministro das Finanças e o governador do Banco de Portugal. Vale a pena lê-la para avaliar o tom geral de servilismo e os compromissos a que pretendem submeter o país até 2013. Se o povo português os deixar executar este programa ruinoso e de aniquilação do que resta das forças produtivas do país, Portugal chegará ao nível de desenvolvimento da Guiné-Bissau.
EUA: OS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DO FEMA
(legendado em português)



DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE
A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.
O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.
A VIDA APÓS O EURO
Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal .
A IMPOSTURA CONTINUA EM DURBAN
Em meio à crise capitalista, que ameaça ruir tanto o dólar como o euro, continuam as manobras diversionistas para distrair o mundo do que é essencial. Uma delas está a decorrer agora em Durban, uma conferência acerca do mítico aquecimento global . Absurdamente, continua-se a diabolizar o CO2 – que está presente no ar que respiramos – e a confundir clima com ambiente. Seria mais útil que os bem pagos participantes em conferências desse jaez estimassem quanto de poluição tem sido emitida pelas guerras desencadeadas pelo imperialismo americano e o sub-imperialismo europeu. Mas no jornalismo que se auto-intiula como "referência", expressões como urânio empobrecido (depleted uranium, DU) são tabu.
O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL
Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos "salvadores" será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida.
A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro.
A GREVE GERAL, UMA AFIRMAÇÃO DE LUCIDEZ
O enorme êxito da Greve Geral de 24 de Outubro é um facto que só os tolos tentam negar. Foi uma afirmação lúcida, importante e corajosa de quem realmente cria a riqueza. Ela verifica-se num momento de transe. O capitalismo europeu está em convulsões. Não se pode sequer ter a certeza de que ainda haverá euro e UE no futuro próximo. O capital financeiro pretende descarregar todos os custos da crise sobre os trabalhadores, quer retroceder ao século XIX. A ditadura da Troika é a sua expressão em Portugal. As suas medidas provocarão crescimentos negativos do PIB a partir de agora, conduzindo o país a uma espiral de afundamento tal como na Grécia. Há que por cobro a esta gente e esta política. As alternativas existem.
A RECEITA TERCEIRO-MUNDISTA APLICADA A PORTUGAL
"Na generalidade, o programa teve um bom começo. Contudo, o seu êxito depende crucialmente da implementação continuada de um vasto conjunto de reformas estruturais que removerão as rigidezes e estrangulamentos por trás da estagnação de Portugal durante uma década. A fim de melhorar a competitividade do custo do trabalho, os salários no sector privado deveriam seguir a direcção tomada pelo sector público e implementar cortes de pagamentos sustentados. O programa encara medidas para reduzir custos de demissões e aumentar a flexibilidade salarial ao nível da firma. Ao enfrentar práticas arraigadas que distorcem a competição, um fortalecimento do quadro de competição está a caminho e tem havido progresso em liberalizar os mercados de telecomunicações. No entanto, é necessário mais progresso em reprimir os que procuram rendas em sectores abrigados, particularmente na energia e profissões regulamentadas. A missão concorda com as autoridades em que um esforço novo e determinado é exigido para revigorar a agenda de reforma estrutural no seu âmbito, foco e especificidade".
Esta prosa faz parte da declaração emitida pela última missão da Troika em Portugal e pode ser vista na íntegra no sítio web do FMI: http://www.imf.org/external/np/sec/pr/2011/pr11416.htm .
Com tais "progressos", se continuarem, dentro em breve Portugal chegará à situação grega.
NOVOS NEGÓCIOS GREGOS
O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE.
LÍBIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA
O martírio de Khadafi alvoroça os carrascos do povo líbio:   NATO, Klinton, Sarkozy, Cameron & transnacionais do petróleo, além dos seus serviçais locais, os bandos do CNT-Al Qaeda. O facto de se regozijarem com um assassinato mostra o nível ético a que chegaram. No plano moral já perderam a guerra há muito. A resistência de Sirte, sob os caça-bombardeiros da NATO, ficará como uma das páginas épicas da História. O heroísmo do povo de Sirte compara-se com o de Faluja, no Iraque, em ambos os casos submetidos à selvajaria fascista.
Mas o contentamento dos abutres poderá ser sol de pouca dura. A resistência do povo líbio à guerra neocolonial continua. A História da Líbia não acabou. Continua a haver um governo legítimo e uma resistência valorosa – tal como no Iraque, no Afeganistão e em todos os países sob a bota da ocupação imperialista.
  • http://lavoixdelalibye.com/
  • http://www.resistencialibia.org/es/portada.aspx
  • http://leonorenlibia.blogspot.com/
  • http://www.algeria-isp.com/
  • http://libyasos.blogspot.com/
    A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL
    Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios:   existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma.
    Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia.
    UM DISCURSO TERRORISTA
    A declaração sobre o Orçamento de Estado para 2012 do sr. Passo Coelho mais parece um discurso do sr. Papandreu há dois anos atrás. As medidas anunciadas são uma declaração de guerra contra o povo português. Em ambos os casos, no do 1º ministro português e grego, os sacrifícios exigidos são inúteis e só agravarão os problemas já existentes. Este governo português actua como capataz da troika FMI/BCE/CE. Nada do que ele propõe terá o condão de recuperar a economia portuguesa e restabelecer o crescimento. A ruína actual da economia portuguesa é a consequência da vitória da contra-revolução ao longo das últimas décadas, que desindustrializou o país, destruiu o Sector Empresarial do Estado, a agricultura, as pescas e a frota mercante nacional, restabeleceu o capital monopolista, atrelou o país à UE, desbaratou as reservas ouro do banco central, abdicou da soberania monetária e, em conluio com o capital financeiro, instalou a corrupção nos mais altos níveis do aparelho de Estado. Resistir a tais medidas é um imperativo de sobrevivência do povo português.
    PORTUGAL ENREDADO
    "O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?
    À BEIRA DO COLAPSO
    O ministro das Finanças da Grécia, sr. Venizelos, diz que o seu país "está à beira do colapso" . A sua solução: "medidas de austeridade adicionais" (ainda mais!).   Se o programa da troika para Portugal for cumprido, daqui a um par de anos quem poderá estar a fazer afirmações e propostas de "solução" semelhantes é o ministro Vitor Gaspar.
    REDUÇÃO DAS DESPESAS DO ESTADO
    O primeiro-ministro Passos Coelho deu entrevista dia 20 à RTP1 em que reiterou a necessidade de cortes nas despesas do Estado a fim de cumprir os compromissos com a troika FMI/UE/BCE. Assim, para colaborar com Passos Coelho, alinham-se algumas sugestões de cortes:   retirar a tropa portuguesa que está no Afeganistão e outros lados ao serviço da NATO;   determinar a não entrega de quaisquer garantias ou dinheiros públicos para o novo aeroporto de Lisboa (o que certamente levará ao cancelamento definitivo do projecto);   adiar sine die o projecto de uma terceira ponte sobre o Tejo;   cancelar (e não apenas suspender) o projecto do TGV;   rescindir os contratos de PPPs sem indemnizações aos rentistas que exploram estradas e hospitais.
    "O COLAPSO DA EUROZONA É QUASE CERTO"
    "A menos que haja uma mudança dramática e simultânea na política da Itália, da Alemanha e do Banco Central Europeu, o colapso da eurozona é quase certo. Nem a Itália, nem a Espanha, Portugal, Irlanda ou Grécia serão capazes de manter a sua condição de membros da eurozona e manter a sustentabilidade da sua dívida soberana com os spreads actuais da taxa de juro. Alguma coisa terá de ceder".   Quem afirma isto é um editor do Finantial Times, Wolfgang Munchau. O seu artigo pode ser lido em Eurointelligence .
    Face a isto, cabe perguntar para onde nos leva a subserviência do governo PSD/CDS aos ditames da troika FMI/UE/BCE. O desligamento de Portugal da eurozona é inevitável e os sacrifícios agora impostos aos portugueses são inúteis. No fim do programa da troika Portugal estará numa situação económica pior do que agora. Não há luz no fundo deste túnel.
    11/SET DEZ ANOS DEPOIS

    As demolições controladas do WTC e o ataque – com míssil – ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de "século americano". Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam.

    Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao "incidente do Golfo de Tonquim", uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname.

    Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem "referência" (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen).

    OS ABUTRES REPARTEM O BOTIM
    Estão reunidos em Paris, numa cimeira convocada por Sarkozy & Cameron , os países que participaram da agressão contra a Líbia. Consideram eles que chegou o momento de repartir os despojos. E cada um deles quer garantir o seu naco o mais depressa possível, antes que o vizinho o tome. Falam em "ajuda" à Líbia, mas o que querem é saqueá-la – inclusive os activos do seu banco central e do seu Fundo Soberano congelados no estrangeiro.
    SACRIFÍCIOS INÚTEIS
    Multiplicam-se as declarações acerca do fim do euro. Um importante dirigente da indústria alemã defende que a Alemanha, Áustria, Holanda e Finlândia saiam do euro . O conhecido historiador Hans-Joachim Voth afirma que "O euro não pode sobreviver na sua forma actual" . O economista liberal Charles Gave considera que "o euro é um Frankenstein que não pode funcionar" . Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas.
    Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter (v. Sair do euro – e depois? ). Esta deveria ser a perspectiva também das forças progressistas. Propor o aumento da produção nacional é um objectivo louvável, mas de duvidosa factibilidade sob o euro e a ditadura da troika. Tal proposta traz implícita a ideia (errada) de que poderia haver soluções dentro do sistema actual.
    NÃO HÁ ALEGRIA E SIM TERROR
    NÃO HÁ LIBERDADE E SIM OCUPAÇÃO ESTRANGEIRA

    A agressão imperialista contra a Líbia consumou-se com a tomada de Tripoli.
    Os bandos de "rebeldes" do Conselho Nacional de Transição, arvorando a bandeira da defunta monarquia líbia, serviram apenas como encobrimento da intervenção activa da NATO. Os seus bombardeamentos selvagens contra alvos civis e os seus helicópteros artilhados é que decidiram esta guerra não declarada.
    Milhares de líbios morreram sob a agressão da NATO, mandatada pela ONU para "salvar vidas". Registe-se a bravura e coragem do governo Kadafi, que aguentou durante seis meses uma guerra impiedosa promovida pelas maiores potências do planeta. A ficção de que se tratava de uma guerra "civil" foi completamente desmentida pelos factos. Foram precisos 8000 raids de caças-bombardeiros da NATO para decidir esta guerra neocolonial.
    O futuro próximo da Líbia é negro. As suas reservas monetárias e financeiras – depositadas em bancos ocidentais – foram roubadas pelas potências imperiais (tal como aconteceu com as do Iraque). E os abutres vão agora à caça dos despojos, à repartição do botim, aos contratos polpudos. Os bandos do CNT, uma vez findo o enquadramento de mercenários, podem começar digladiar-se entre si.
    A desinformação sobre a Líbia foi e é gritante em todos os media ditos "de referência". Eles foram coniventes activos da agressão imperialista contra o povo líbio. Hoje, a generalidade dos media já não serve para o esclarecimento e sim para o encobrimento e a mistificação.
    O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER
    Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição.
    AS CONVULSÕES DO CAPITALISMO
    Na civilizada Grã-Bretanha acontecem motins de rua. Os EUA são degradados pelas agências de classificação de crédito. O pânico atinge bolsas de valores de todo o mundo. A Espanha e a Itália ameaçam ser os próximos países insolventes (a seguir, na fila, está a Bélgica). O mundo já está em recessão e no limiar de uma depressão. Milhões perdem o emprego e as casas no centro do império. E este intensifica o seu belicismo, com agressões contra tudo e contra todos (Líbia, Afeganistão, Iraque, Somália, Colômbia, ...). O grande beneficiário, o capital financeiro, vive à custa dos erários públicos. O capitalismo está podre. Entrou numa fase autofágica e já não é "consertável". Há que substituí-lo.
    O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL
    Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são.

    A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas.

    Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades...
    DESCOBERTAS DE CAVACO
    O Presidente Cavaco e Silva agora descobriu que a agricultura existe e é importante. No seu discurso de sabor salazarista feito em Castelo Branco recomendou o desenvolvimento das actividades agrícolas. Há algum tempo atrás o Presidente também fez a descoberta tardia de que o mar era importante e que o país devia desenvolver a sua vocação marítima – quando há mais de um quarto de século o PCP fartou-se de denunciar a absurda destruição da frota pesqueira nacional. Como se recorda a CEE chegou a financiar o desmantelamento de traineiras (depois de ter financiado a construção de algumas). Nas cerimónias do 10 de Junho, o Presidente pregou ainda as virtudes da frugalidade e a contenção de despesas. Cabe perguntar quanto custou toda essa deslocação de tropas e aviões para a parada militar em Castelo Branco.
    O VERDADEIRO PROGRAMA
    O FMI divulgou dia 7 de Junho o programa do governo português para os próximos três anos. Os documentos, num total de 121 páginas, podem ser descarregados em http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=24908.0 (alguns deles já haviam sido divulgados anteriormente). A confrontar com as declarações do sr. Passo Coelho de que pretende ultrapassar (!) as metas ditadas pelo FMI...
    TEIA DE ENGANOS
    A democracia portuguesa saiu pouco dignificada das eleições de 5 de Junho. A abstenção foi de 41,1%. A campanha eleitoral do PSD, PS e CDS primou pela camuflagem do verdadeiro programa de governo: o pacote ditado pelo FMI/BCE/UE. Os media ditos "de referência" cumpriram a sua missão de desinformar, encobrir e silenciar as consequências do pacote. As questões sérias e graves não foram tratados pelos três partidos da direita e os seus acólitos nos media. O cumprimento do cronograma de três anos ditado pela troika, prometido pelo líder do PSD, não levará a qualquer saída do tunel. Resitir é preciso.
    DA ESTAGNAÇÃO À CONTRACÇÃO, PREVÊ A OCDE
    Previsões da OCDE para Portugal.
    As previsões da OCDE para 2011 e 2012 relativas a Portugal indicam crescimentos negativos do PIB, diminuição do investimento, contracção da procura interna, aumento da taxa de desemprego e continuação dos défices crónicos da balança de transacções correntes. Tais previsões são feitas dando como certa a aplicação do pacote imposto pela troika FMI/BCE/UE. Nada garante que as malfeitorias fiquem "apenas" aí e nem tão pouco que a partir de 2013 as coisas possam melhorar – seria até mais provável que piorassem dados os efeitos acumulativos das receitas da troika.
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    O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP
    Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro).
    Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores?
    NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS
    Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER , a empresa pública responsável por este elefante branco.
    Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração.
    Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros.
    É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração.
    Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto .
    IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO
    Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser "queimados" (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo.
    "Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada", informa o Independent. .
    MAGNÍFICA VITÓRIA DO POVO ISLANDÊS !
    No referendo de 9 de Abril de 2011 o povo islandês deu uma magnífica prova de lucidez, consciência e civismo ao votar "Não" ao pagamento das dívidas dos banqueiros corruptos do Icesave. Trata-se de uma vitória memorável que ficará registada na história económica mundial.
    Apesar das pressões brutais feitas em favor do "Sim", com ameaças de toda espécie por parte da União Europeia, do FMI, das agências de classificação, dos governos britânico e holandês e dos políticos locais que dominam o parlamento e cozinharam um acordo dito "menos mau" que o anterior (rejeitado num primeiro referendo), o povo islandês soube ver onde estavam os seus verdadeiros interesses.
    Contados 90% dos votos, os resultados mostram que o campo do "Não" tem 59,1 por cento e o do "Sim" apenas 40,9 por cento .
    Deve-se louvar a dignidade e coragem do Presidente da República da Islândia, que soube enfrentar pressões a favor do acordo cozinhado pelo parlamento e exigiu a sua ratificação em referendo popular.
    Ver também:
  • A crise económica na Islândia: o remédio do FMI não é a solução , de Michael Hudson
  • Islândia: a chantagem odiosa , de Jean Tosti
    OS 80 MIL MILHÕES DO "VAMOS VER"
    As pressões da UE e do capital financeiro para que Portugal pedisse o "resgate" foram enormes. Eles acenavam com um empréstimo de 80 mil milhões de euros ao longo de três anos (para salvar os bancos credores, não Portugal). Mas quando o governo português capitulou, na quinta-feira, e pediu ajuda ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira /FMI verificou-se que os ditos 80 mil milhões ainda estão no "vamos ver". Eles vão impor as condições. Na Irlanda, a condição foi de que 80% da arrecadação fiscal será para pagar os credores e o restante para todas as necessidades do povo e do Estado irlandês.
    Sugerir renegociação/reestruturação da dívida portuguesa é uma ilusão perigosa. Para já, o outro lado não quer renegociar e sim ditar condições. E mesmo que se dispusesse a isso Portugal compareceria à mesa de negociações numa posição de fraqueza. A alternativa real que deve ser examinada é de Portugal retirar-se da zona euro. Ela poderia ser subscrita por um amplo espectro político no país, da esquerda à direita.
    Libertem Bradley Manning. OS DIREITOS HUMANOS NOS EUA
    O soldado Bradley Manning — acusado de transmitir documentos à WikiLeaks — foi declarado "inimigo" dos Estados Unidos.
    As altas patentes americanas consideram um crime denunciar os crimes da sua tropa e ele será submetido a julgamento em tribunal militar.
    Desde Agosto de 2010 está encerrado numa cela de 3 x 2 metros, sem luz natural, durante 23 horas por dia.
    Até agora podia estar vestido na sua cela, mas o regime foi agravado e doravante tem permanecer nu.
    O fascismo estado-unidense tem desses requintes.


    750 MIL MANIFESTANTES EM LONDRES
    Mais de 750 mil pessoas participaram sábado passado, 26, na "Manifestação pela alternativa" organizada pela central sindical Trade Union Congress. Os manifestantes advertiram o governo Cameron de que o movimento sindical não ficará de braços cruzados enquanto milhões de pessoas são postas no desemprego e os serviços públicos são desmantelados.
    Que se saiba nenhuma estação de TV portuguesa, ou dos jornais que se auto-apregoam como "referência", deu esta notícia.
    A QUEDA DO GOVERNO E A PIRUETA DO PSD
    Durante anos a fio o PSD foi conivente com todas as malfeitorias do governo Sócrates. Aprovou tudo o que este quis, orçamentos, PECs e tudo o mais. Deixou, aquiescentemente, que o governo PS fizesse o trabalho sujo. O PSD e o patronato estavam satisfeitos com as medidas anti-populares e ruinosas do governo do sr. Sócrates. Agora, 23 de Março, o PSD abandona a atitude de oposição fingida e dá mostras de virtuosa indignação – mas não com a sua política:  reclama apenas por não ter sido previamente consultado quanto ao PEC 4...
    Entre Sócrates e Passos Coelho há a mesma diferença que entre os inspectores Dupont e Dupond, personagens da banda desenhada do Tin-Tin Milou. "Eu ainda diria mais", corroborava Dupond ao que dizia Dupont.
    OS PRECÁRIOS MOVEM-SE
    Na Av. da Liberdade, Lisboa.
    Mesmo com pouco organização, as manifestações dos precários em 12 de Março foram um êxito: mais de 200 mil em Lisboa e 80 mil no Porto. É o começo de uma luta que será longa. Até agora atomizados, os trabalhadores em recibos verdes pela primeira vez actuam num grande movimento colectivo de protesto.
    SACRIFÍCIOS INÚTEIS
    As medidas de austeridade anunciadas 6ª feira 11 de Março pelo governo do sr. Sócrates nada podem fazer quanto ao principal problema económico que pesa sobre Portugal: o da dívida externa . Estes cortes nas pensões de reforma e as demais medidas divulgadas afectam apenas a dívida pública, embora gerando efeitos perversos e recessivos. É espantoso que um governo que insiste em projectos megalómanos como o do novo aeroporto e do TGV (e que há três meses aprovou um Orçamento Geral do Estado que se dizia "equilibrado") venha agora, e de surpresa, impor cortes nas pensões dos aposentados.
    Este governo não passa de um serviçal do BCE e da Comissão Europeia e só existe porque o PSD, conivente, o deixa existir.
    SERVILISMO INFAME E HIPÓCRITA
    O ministro português da Defesa, sr. Santos Silva, acaba de anunciar que Portugal destacará um avião para servir os EUA-NATO na agressao contra a Líbia . Trata-se da operação "Esforço activo" (Active Endeavour") que o imperialismo desencadeou sob o pretexto hipócrita de "missão humanitária". Mas o objectivo real da geopolítica estado-unidense é apossar-se das reservas de petróleo da Líbia Oriental . O governo do sr. Sócrates prossegue assim a sua política servilismo frente ao império, tal como já o faz na infame guerra do Afeganistão.
    PRODUÇÃO LÍBIA CAIU 60 A 90 POR CENTO
    Desde o início da guerra civil, em meados de Fevereiro, a produção de petróleo da Líbia caiu de 60 a 90 por cento , afirma o Departamento da Energia dos EUA. "Apesar de a Líbia representar apenas cerca de 2 por cento da oferta global de petróleo, o impacto no mercado desta interrupção pode ir além da perda volumétrica", acrescenta o Departamento.
    Enquanto isso, o governo Sócrates toca violino e nada faz para reduzir as consequências dos choques petrolíferos que se avizinham. Conluiado com o PSD e grandes empreiteiros, este governo nem sequer enterra o projecto insano de um novo aeroporto em Portugal .
    A LÍBIA, O MERCADO DE PETRÓLEO E O FANTASMA DO PEAK OIL

    As recentes revoltas populares na Tunísia e no Egipto pouco afectaram o mercado de petróleo (a primeira nunca foi exportadora e o Egipto havia deixado de sê-lo pois o seu petróleo esgotara-se há vários anos). Mas o mesmo não se passa em relação à Líbia. A redução das exportações líbias (1,6 milhão de barris/dia) pode ter um impacto significativo. O facto de as empresas petrolíferas que operam na Líbia estarem a retirar o seu pessoal do país sugere que a redução poderá prolongar-se no tempo.

    No imediato, os stocks armazenados na Europa asseguram o abastecimento. A questão crucial é se, após o consumo dos stocks existentes, haverá suficiente capacidade de reserva no resto do mundo para produzir o petróleo adicional necessário — por um período que pode durar semanas ou meses. Pode-se por um ponto de interrogação às declarações tranquilizadoras da OPEP. E falta saber se a Arábia Saudita tem toda a capacidade de reserva que diz ter e em que medida quer utilizá-la.

    Em Julho de 2008 o preço do barril atingiu os US$147,27. Se algo semelhante acontecer outra vez é mais que certo um agravamento imediato da recessão mundial. O não reconhecimento do Pico Petrolífero pelos governos da UE e dos EUA tem efeitos perversos.
    BARRIL DE PETRÓLEO A QUASE US$120
    Dia 24 de Fevereiro o preço do Brent , a referência europeia, chegou a atingir quase US$120 . As importações portuguesas de petróleo costumam ser da ordem dos 15 milhões de toneladas por ano. Mas o governo Sócrates continua a acenar com as suas ridículas demagogias acerca de veículos eléctricos.
    TRABALHADORES AMERICANOS OCUPAM O CAPITÓLIO !
    Milhares de sindicalistas e trabalhadores do estado americano de Wisconsin ocuparam o edifício do Capitólio, onde funciona o parlamento estadual. É um acto de protesto contra o governador do estado, alcunhado de "Hosni Walker", numa comparação directa com o deposto ditador egípcio. Os trabalhadores protestam contra a tentativa de eliminação dos seus direitos adquiridos na proposta do orçamento estadual. Os media que se auto-apregoam como "referência" procuram ocultar esta movimentação da classe operária dos EUA. A notícia está em http://www.peoplesworld.org/angry-wisconsin-workers-occupy-capitol/ .
    OPEP REDUZ EXPORTAÇÕES
    As exportações da OPEP caíram 2% no mês de Dezembro, anuncia agora a Bloomberg . Nesse mês, as exportações da Arábia Saudita – o maior produtor mundial – diminuíram 4,9%. O total exportado pela OPEP (excluindo Argélia e Emirados) caiu em 387 mil barris/dia (para 19,4 milhões de barris/dia). Neste momento, a cotação de referência (Brent) continua nos três algarismos.
    Governos que sabem do Pico Petrolífero e nada fazem são criminosos. Isto é o equivalente, em termos de Código da Estrada, ao crime de omissão de socorro capitulado no Código Penal. A afirmação é verdadeira para o governo Sócrates.
    ARÁBIA SAUDITA ATINGIU O PICO, CONFIRMA A WIKILEAKS
    A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção , diz telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks. Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert) . A fuga deste telegrama de Riad serve no entanto para confirmar que as autoridades dos EUA: 1) sabem muito bem que o mundo atingiu o Pico Petrolífero e que entramos agora na fase do declínio da produção; 2) adoptam uma política deliberada de silenciamento quanto a este problema crucial para os destinos humanos.
    O SORVEDOURO DO BPN
    O governo injectará mais 500 milhões de euros no BPN, anuncia o Público . Eles somam-se aos 4,8 mil milhões de euros já ali despejados após a sua nacionalização. O caso merece algumas observações:   1) O mesmo governo que deixou/deixa afundar centenas de empresas produtivas pelo país afora encontrou recursos vultuosos para salvar um banco insolvente – o contraste é chocante;   2) A nacionalização foi cuidadosamente circunscrita apenas ao próprio banco e não à sociedade que era sua proprietária (a qual supõe-se ainda ter património);   3) Os accionistas da holding proprietária do BPN (quem são?) foram assim poupados à nacionalização;   4) É lícito supor que esta nacionalização foi feita para evitar que o assunto fosse a tribunal, pois um processo de falência poderia tornar-se demasiado público para os interesses envolvidos;   5) O BPN ainda poderá exigir mais recursos do que os 5,3 mil milhões já recebidos, pois ninguém garante qual a dimensão do seu buraco.
    OS 1289 MIRRORS DO WIKILEAKS
    No dia 8 de Dezembro de 2010 o WikiLeaks já tinha 1289 mirrors na Internet .
    Quem dispuser de um servidor e quiser acrescentar mais um, tem aqui as instruções:
    Mass-mirroring Wikileaks .
    O império não conseguirá silenciar o WikiLeaks.
    RUPTURA COM A AMAZON.FR
    Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.

    Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.

    Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA.

    Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.

    IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL
    Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
    A manobra decorreu em vários passos:  1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);  2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;  3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".  4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).
    Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:  1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;  2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;  3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;  4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;  5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.   6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.
    TRÊS MILHÕES MOSTRARAM O CARTÃO VERMELHO AO GOVERNO
    Em benefício do capital financeiro o governo do sr. Sócrates está disposto a sacrificar até o último dos trabalhadores. Mas esta política neoliberal foi ontem 24 repudiada por três milhões de trabalhadores portugueses. É o primeiro passo de uma luta que se adivinha longa.
    O balanço da jornada de ontem está em http://www.grevegeral.net/ .
    MAIS DE 30 MIL NA MANIFESTAÇÃO CONTRA A NATO
    .
    BOLÍVIA REDUZ A IDADE DE REFORMA!
    Enquanto na Europa tentam aumentar a idade de reforma e reduzir as pensões, na Bolívia o governo de Evo Morales lança um projecto de lei que reduz a idade da jubilação de 65 para 58 anos para os homens e de 62 para 56 anos para as mulheres.
    "Esta mudança é necessária. Nosso povo foi durante anos agravado. O tipo de trabalho que a maioria da população realiza é muito pesado. A diminuição da idade de reforma para os mineiros deve ser maior, para os 56 anos, e para os que vão ao fundo das minas deve diminuir para os 51 anos", afirmou o presidente Evo Morales.
    O vice-presidente, Álvaro García Linera, ressaltou qu o projecto rompe com o processo neoliberal engendrado pela lei de 1996. O novo sistema boliviano abolirá as Administradoras de Fundos de Pensões (AFP), que agora são dirigidas pelo grupo suíço Zurich e pelo banco espanhol BBV.
    A MONSTRUOSIDADE DESTA PROPOSTA DE OE
    Se a Constituição da República Portuguesa fosse cumprida o país não estaria agora a discutir o Orçamento de Estado de 2011 e sim um orçamento plurienal acompanhado do respectivo plano. A proposta de orçamento para 2011 ontem apresentada pelo governo à Assembleia da República é uma monstruosidade. Não há nela qualquer indício de desígnio estratégico ou indicação de caminho para sair da estagnação económica em que Portugal vive há mais de dez anos, um caminho de retomada do crescimento económico. Este orçamento é uma peça construída de forma atabalhoada para tapar buracos e encobrir a verdadeira dimensão do endividamento do Estado – mas esforçando-se por não prejudicar as clientelas do governo Sócrates. É assim que, mesmo em meio à crise, são mantidos intactos projectos aberrantes como o do novo e inútil aeroporto de Lisboa , o do TGV, o da terceira ponte sobre o Tejo, o do Hospital de Todos os Santos, etc. No exacto momento em que se corta brutalmente no rendimento disponível dos trabalhadores, em que o IVA é aumentado para a mais elevada taxa de toda a Europa, em que se retiram regalias sociais imensas, em que se provoca um aumento do desemprego ainda maior, o governo do sr. Sócrates insiste nos projectos megalómanos dos seus amigos empreiteiros. E isto sem falar nas parcerias público-privadas (PPP), que estão fora do OE e continuam de vento em popa.
    Um país que quer se desenvolver deve desonerar tributariamente aqueles que criam riqueza – a começar pelos trabalhadores – e financiar o Estado através da tributação dos sectores que não a criam, ou seja, os sectores rentistas (finanças, imobiliário e PPPs). Em Portugal os governos têm feito exactamente ao contrário: para a banca e os rentistas das auto-estradas, todos os benfícios fiscais possíveis e até salvamentos ruinososos (como no caso do BPN e do BPP); para os trabalhadores e empresários produtivos, o agravamento fiscal extorsivo.
    Aprovar esta proposta de OE é apenas adiar uma ruptura que se verificará dentro em breve, deixando o governo Sócrates continuar a endividar o país e a gastar desbragadamente por mais alguns meses. Se aprovados, os aumentos de impostos propostos serão devorados no sorvedouro do governo Sócrates. As soluções terão de ser outras e para alcançá-las Portugal terá de recuperar a sua soberania monetária. O abandono do Euro deveria começar a ser discutido.
    EM MEIO A CRISE, UM PERDÃO FISCAL
    A falência da Grécia foi conduzida pela sua classe dominante & o capital financeiro. Mas o governo Papandreu descarrega todo o ónus da crise sobre os trabalhadores gregos, através de medidas bárbaras : cortes de serviços públicos essenciais, cortes pensões, salários e subsídios, aumento de impostos sobre o consumo, etc. Tudo como manda o figurino da UE, do BCE e do FMI.
    Agora, em meio a essas medidas de pauperização, o governo do sr. Papandreu saiu-se com um gigantesco perdão fiscal! As autoridades resolveram perdoar dívidas dos gregos ricos que nos últimos dez anos deixaram de pagar impostos cujo montante é estimado em 35 mil milhões de euros. O governo liberta-os da carga dessa dívida: basta que paguem uma pequena multa, de valor simbólico, e estarão OK.
    Trata-se, como se vê, de uma austeridade selectiva. Para a sua clientela, tudo.
    MANIFESTAÇÕES DE 29 DE SETEMBRO:
    50 MIL EM LISBOA, 20 MIL NO PORTO

    'Clique a imagem para ceder a CGTP.
    SÓ AGORA
    Só agora, 17 de Setembro, o governo do sr. Sócrates resolveu anular o concurso internacional do troço Lisboa-Poceirão do TGV . Mas a insania continua e neste momento falam em trajectos alternativos "mais baratos". Mas não é só o troço Lisboa-Poceirão que tem de ser anulado. É todo o projecto do TGV que tem de ser enterrado definitivamente, assim como o projecto do novo e inútil aeroporto de Lisboa . O país está arruinado, com uma dívida do Estado português que só nos primeiros sete meses de 2010 agravou-se ao ritmo de 2,65 milhões de euros por hora! E essa gente do governo ainda insiste em avançar com os seus elefantes brancos.

    VERTIGINOSO E ALUCINANTE
    Nos primeiros sete meses de 2010 a Dívida Directa do Estado português sofreu um acréscimo de 2,65 milhões de euros por hora (ver tabela).
    Stock de Dívida Directa do Estado.
    O jornal Público informa agora (3/Setembro) que em Agosto o governo Sócrates efectuou mais seis emissões de títulos da dívida pública, que perfazem um montante total de 5.272 milhões de euros . O ritmo do endividamento continua, portanto, em ritmo alucinante e vertiginoso — enquanto a economia portuguesa passa da estagnação ao declínio.
    Para onde vamos? Até quando pode durar esta orgia de endividamento? Quais as suas consequências para a geração presente e as futuras? Quando é que se põe cobro a esta selvageria económica? Por que é que o economista que preside a República não se manifesta? Por que é que quase ninguém fala no assunto? A austeridade do PEC é só para os assalariados? As despesas desbragadas do governo Sócrates podem continuar até arrebentar o país? Por que é que ninguém ousa defender o cancelamento de projectos ruinosos como o novo aeroporto, o TGV, a terceira ponte sobre o Tejo, o novo Hospital de Todos os Santos, obras rodoviárias inúteis e tantos outros? Por que é que os media corporativos, que se comprazem em fait divers abjectos, não falam das coisas sérias? Por que não há uma reacção nacional para por cobro a esta destruição da economia portuguesa?
    Perguntas angustiantes que continuam sem resposta.

    O DESEMPREGO E A INSÂNIA
    O desemprego em Portugal atingiu o recorde histórico de 10,8% da população activa , segundo informa o Eurostat. A situação é de alerta vermelho, como classifica a CGTP-IN . Entretanto, o governo comporta-se business as usual. Ainda ontem, 31, o sr. Sócrates inaugurava tranquilamente uma creche privada (co-financiada por dinheiros públicos). A insânia é tamanha que este governo sequer fala em cancelar projectos faraônicos como o do aeroporto novo e inútil ou o do TGV, que em nada beneficiam o tecido produtivo nacional e nem o nível de emprego permanente. No dito TGV, a única incorporação nacional que haveria seria a da pedra britada que vai como lastro entre os carris. O país está a saque com este governo servil aos grandes empreiteiros de obras públicas.
    Estatísticas do Eurostat.


    CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES SELVAGENS DO GOVERNO SÓCRATES
    Assina. O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) e o "Plano de Austeridade" incluem um enorme pacote de privatizações, quantificado em 6 mil milhões de euros, o que pode levar à quase liquidação do que resta do Sector Empresarial do Estado (SEE). São abrangidas empresas nos sectores da energia (GALP, REN e EDP), financeiro (BPN e CGD Seguros), transportes (TAP, ANA CP e EMEF) e outras, incluindo os Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
    A par destas privatizações, há a intenção de prosseguir o ataque à Administração Pública pondo em causa ou fragilizando a prestação de serviços públicos, nomeadamente com o encerramento de escolas e unidades de prestação de cuidados de saúde.
    Os signatários estão particularmente preocupados com as consequências a longo prazo que tais medidas poderiam ter considerando os fins de natureza política (subordinação do poder económico ao político), económica (concretização de uma estratégia de desenvolvimento) e social (prestação de serviços essenciais às populações).
    Esta preocupação ancora-se na experiência de privatizações que: enfraqueceram a capacidade do Estado de realizar uma política de desenvolvimento; conduziram à perda dos centros de decisão nacionais a favor do capital estrangeiro; transferiram a posse de sectores e empresas que são monopólios naturais para privados; debilitaram o serviço público; reduziram a mobilidade das populações, por via da privatização de empresas de transportes; destruíram postos de trabalho, precarizaram o emprego.
    Assina a petição: http://www.cgtp.pt/peticoes/2010/privatiza/index.php
    Clique a imagem para aceder ao movimento Boicote, Desinvestimento, Sanções
    A NOVA INFÃMIA DO ESTADO NAZI-SIONISTA
    O assassinato de 19 inocentes que iam levar socorro à população sitiada de Gaza é mais um crime do estado nazi-sionista.
    O regime do apartheid imposto pelo estado judeu ao martirizado povo palestino é um crime continuado no tempo.
    A impunidade com que o estado judeu comete as suas infâmias só acontece devido ao beneplácito dos governos ocidentais.
    Os crimes destes judeus hitlerianos verificam-se porque contam com o apoio do imperialismo americano e do sub-imperialismo europeu.
    É um dever dos cidadãos dignos do mundo todo levantar um brado de protesto contra tais atentados de lesa humanidade.
    Assine a petição do Tribunal BRussells
    MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA EM LISBOA
    Com uma participação esmagadora de 300 mil pessoas – um recorde histórico – a manifestaçao nacional da CGTP-IN contra o PEC e a política de regressão social constituiu um protesto gigantesco contra o governo conluiado Sócrates-Passos Coelho, ao serviço da UE, do FMI, dos banqueiros e do capital monopolista. Os planos sinistros que eles tramam não serão aceites passivamente. Trabalhadores de todos os sectores, assim como desempregados e imigrantes, fizeram o seu primeiro e veemente protesto contra a marcha-atrás que lhes querem impor.
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    OPÇÕES FISCAIS E AUTOFAGIA
    Tributar a propriedade e a riqueza é o caminho para uma sociedade menos injusta. Tributar o trabalho e as actividades produtivas é o caminho para a recessão. Foi esta última a opção adoptada pelo governo conjunto Sócrates-Passos Coelho. Os aumentos de impostos (IVA, IRS, IRC) anunciados a 12 de Maio resultam de um Estado que continua a desbaratar recursos em obras inúteis e gasta a mãos-cheias em coisas de duvidosa utilidade. Trata-se de um Estado autofágico, que destrói património público (exemplo: demolições de edifícios escolares em bom estado) só para dar contratos a empreiteiros de construção civil. Do ponto de vista simbólico, seria mais decente que os ministros do governo Sócrates começassem por cortar os seus próprios salários.
    Em tempo: quanto está a custar ao erário público esta recepção ao papa?
    É PRECISO O CANCELAMENTO, NÃO O ADIAMENTO
    O primeiro-ministro anunciou dia 7 de Março o adiamento dos projectos do novo aeroporto e da terceira ponte sobre o Tejo . Trata-se de um recuo táctico do governo, motivado pelas más razões: a situação económica do país. Mesmo que a situação económica portuguesa fosse pujante, com o país a nadar em riqueza e superávites, ainda assim seria um erro monstruoso avançar com estes projectos ruinosos. Portugal precisa de investimento público, sim, mas investimentos rentáveis, com pay-back, investimentos que aumentem a capacidade produtiva do país, disseminados por todo o seu território, que utilizem inputs nacionais, que criem empregos permanentes, que preencham janelas vazias no tecido produtivo nacional e – sobretudo – que reduzam rapidamente o consumo de refinados de petróleo (ex.: massificar a utilização de veículos a gás natural).

    Por outro lado, o simples adiamento de tais projectos vem criar ainda mais problemas para os municípios envolvidos. Neste momento eles estão tolhidos por restrições de ordem urbanística, como as zonas non aedificandi, com numerosos projectos locais paralizados. O adiamento vem perenizar os problemas que já os afligem.

    A única solução justa é o cancelamento definitivo do projecto do novo aeroporto e da nova ponte rodoviária sobre o Tejo. No mundo pós Pico Petrolífero, as gerações vindouras ficarão gratas se não tiverem de arcar com tais elefantes brancos.
    POVOS DA EUROPA: LEVANTEM-SE
    Clique a imagem para ampliar .
    A Acrópole amanheceu com este apelo do Partido Comunista Grego.

    "CITAM-SE A PAR, GRÉCIA E PORTUGAL"
    "Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá... vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".

    Eça de Queirós, 1872, in "As Farpas"

    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS
    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.
    EM DEFESA DE CUBA
    Apenas durante o mês de Março foram assassinados cinco jornalistas na Honduras sob a pata dos gorilas golpistas & do US Army. Mas ninguém diz nada nos media nem neste excelso Parlamento Europeu que, na Europa dos desempregados e em crise, pretende dar lições acerca de direitos humanos. A campanha contra Cuba recrudesce e tudo serve de pretexto. A morte voluntária de um criminoso de direito comum fez gastar rios de tinta na imprensa corporativa portuguesa. A desinformação vai de vento em popa. Trata-se de uma campanha sórdida, mais uma, articulada pelo imperialismo e com a participação activa do próprio Obama.
    Agora mais do que nunca é preciso denunciar a hipocrisia desta gente e declarar alto e bom som a nossa solidariedade com Cuba.
    Assina o manifesto EM DEFESA DE CUBA .
    UMA EUROPA ASQUEROSA
    A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas.
    Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise.
    Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários.
    Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave.
    PETRÓLEO: RASPAR O FUNDO DO TACHO
    Cerca de 57% do petróleo consumido pelos EUA é importado e a produção mundial, como se sabe, está estagnada em torno dos 85 milhões de barris/dia. O seu declínio terá início após o fim do actual "plateau" (ver o gráfico de Hirsch, nesta coluna mais abaixo). O anúncio do presidente Obama de que irá abrir à perfuração novas zonas no offshore da costa Oeste e do Alasca tem tudo a ver com isso. Eles estão a raspar o fundo do tacho, numa tentativa de adiar as consequências do Pico Petrolífero. Segundo o secretário do Interior, Ken Salazar, nas zonas agora abertas à exploração haverá 39 a 63 mil milhões de barris de petróleo recuperável. Admitindo que isto seja verdade e que se possa realmente recuperar este petróleo até à última gota (e sem considerar os custos de extracção), estas reservas seriam suficientes para 459 a 741 dias do consumo mundial. E depois?
    VITÓRIA ESMAGADORA DO POVO ISLANDÊS
    Numa vitória esmagadora, 93% dos eleitores da Islândia disseram "Não" ao pagamento de prejuízos provocados pela falência de um banco privado. O referendo foi realizado no sábado, 6, e é o segundo da história do país. O povo islandês rejeitou assim as pressões impostas pelos governos britânico e holandês, bem como a atitude servil do seu governo e do seu parlamento que em Dezembro último assinaram um acordo comprometendo-se a pagar 3,9 mil milhões de euros aos credores do banco falido. Assim, a falência da ideologia neoliberal concretiza-se também no terreno prático. A pequena Islândia dá um exemplo a todos os países do mundo submetidos à extorsão. As vítimas da sanha do capital financeiro e imperialista começam a reagir.
    Ver "O esquema de reembolso é chantagem"
    A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA
    A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez.
    REPÚDIO À PRESENÇA DA TROPA PORTUGUESA NO AFEGANISTÃO
    Recolha de assinaturas on line em
    http://www.petitiononline.com/otanitna/petition.html

    "PORTUGAL ENFRENTA RISCO DE MORTE LENTA"
    Diz a Moody's, agência de classificação de crédito, que "Portugal e Grécia enfrentam risco de morte lenta" . Depois da Islândia, eles estão assustados. Mas o susto deles não é com o destino dos povos português ou grego. O susto deles é um susto de credores: especuladores que querem recuperar o seu dinheiro. Mas a desmoralização das agências de classificação de crédito é mais do que muita. Elas não foram sequer capazes de prever o afundamento da Islândia, nem dos países bálticos e nem dos próprios Estados Unidos. Na realidade, a verdadeira morte lenta é a progressiva desindustrialização de Portugal, o encerramento de sectores inteiros da economia nacional, o desemprego crescente, a falta de perspectivas para a juventude, a ausência de política energética, os investimentos ruinosos – como o novo aeroporto – programados pelo governo do sr. Sócrates. Todo esse panorama sombrio foi preparado pelo PS & PPD, quando mancomunados destruíram o Sector Empresarial do Estado. Só com um novo programa de nacionalizações, a principiar pela banca privada, será possível escapar a isso.
    .
    Assine a petição online: http://petition.stopsoftwarepatents.eu/
    APAGÕES: DESINFORMAÇÃO POR OMISSÃO
    O ocultamento das realidades nos media que se dizem "referência" faz-se também por omissões e eufemismos. É exemplar este título do Público: Investimento feito pela EDP em nova rede e na conservação da existente tem vindo a abrandar . Fosse esse um jornal honesto e desejoso de esclarecer os seus leitores deveria titular: "Após a privatização a EDP cortou drasticamente os custos de manutenção e conservação da rede". E poderia acrescentar que assim é para aumentar a cotação das acções da EDP na bolsa e para permitir que a mesma faça investimentos de milhares de milhões de euros em centrais eólicas nos... Estados Unidos. E finalmente poderia chegar à conclusão de ordem geral de que as privatizações dos serviços públicos conduziram e conduzem a uma pioria da qualidade de serviço e a um agravamento dos custos para os seus clientes. Será esperar demais uma notícia assim?
    ASSINE A PETIÇÃO DA CGTP-IN:
    http://www.cgtp.pt/peticoes/2009/sociais/index.php

  • PELO ALARGAMENTO DA PROTECÇÃO NO DESEMPREGO
  • PELA REVOGAÇÃO DO FACTOR DE SUSTENTABILIDADE
  • PELA ALTERAÇÃO DAS REGRAS DE ACTUALIZAÇÃO DAS PENSÕES E PRESTAÇÕES

    PORTUGAL: RECORDISTA NA DESIGUALDADE
    Na lista dos países com maior fosso entre ricos e pobres Portugal vem em 5º lugar. A classificação é feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Do ponto de vista da desigualdade só Hong Kong (1º), Singapura (2º), EUA (3º) e Israel (4º) estão em situação pior do que Portugal.
    O coeficiente de Gini que o PNUD atribuiu a Portugal foi de 38,5 (numa escala em que zero representa a igualdade absoluta e 100 a desigualdade absoluta). O PNUD afirma que os 10% mais pobres da população portuguêsa detêm apenas 2% do rendimento nacional, ao passo que os 10% mais ricos detêm 29,8% do mesmo.
    A notícia está em Yahoo Finance .
    PETRÓLEO: PRODUÇÃO JÁ NÃO CRESCE
    Produção estagnou.
    A imagem acima está contida na apresentação Power Point do Dr. Robert L. Hirsch, divulgada este mês na conferência da ASPO-USA. Para descarregar a apresentação completa clique com o botão direito do rato em for_peak_oil_trainers.pptx (270 kB).

    É mais válido do que nunca assinar a petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal . A ignorância energética do governo português – e também dos partidos da oposição – deve ser combatida agora. Há que evitar um investimento ruinoso. No ano previsto para a inauguração deste aeroporto o mundo já estará em plena penúria petrolífera.
    CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA
    Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto:  a neurotoxicologia (!).
    CHIP, MEDIDA PIDESCA
    A deriva policialesca do governo Sócrates agrava-se à medida que se agrava a crise social. A última novidade é a tentativa de instalar, a partir de 2010, chips electrónicos nos cinco milhões de veículos existentes em Portugal. Eles querem o big brother, para espiolhar electronicamente o comportamento de cada um.
    Manifeste o seu protesto em Automóveis online e assine a Petição contra a colocação obrigatória de chips de vigilância nas matrículas dos veículos automóveis .
    PS & PPD, OS CONTINUADORES
    "A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo. Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar. É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza".
    Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, As Farpas, Agosto-Setembro de 1877.
    RETRATO NEGRO SEM MEA CULPA
    O ministro das Finanças acaba de reconhecer a situação negra da economia portuguesa . No seu discurso de 15 de Maio prevê uma queda do PIB de -3,4% em 2009, uma taxa de desemprego de 8,8%, uma queda do investimento de 12%, uma queda das exportações de 14%. Para não reconhecer que há deflação (o que introduz um risco sistémico), o ministro ridiculamente previu uma inflação de 0,1% em 2009.
    Nada disto é novidade. Muitos observadores isentos já haviam feito tais previsões há mais de um ano. A novidade está mais naquilo que o ministro não disse do que naquilo que disse.
    O ministro Teixeira dos Santos não disse, por exemplo, que: 1) A destruição do Sector Empresarial do Estado, efectuada pelo PS e PPD, deixou Portugal indefeso face à crise; 2) A perda de soberania monetária, com a adesão ao Euro, deixa Portugal inerme, de pés e mãos atados; 3) A situação negra por ele descrita não o levou à conclusão lógica de cancelar o programa de investimentos ruinosos promovidos por este governo (novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, super-Hospital de Todos os Santos em Lisboa); 4) A necessidade imperiosa de aumentar o Rendimento Disponível do povo português, modificando drasticamente a repartição do Rendimento Nacional em favor dos trabalhadores; 5) A necessidade imperiosa de reduzir a enorme factura petrolífera do país.
    Em resumo: trata-se de um discurso pífio em que o ministro apenas reconhece o óbvio, sem tirar as devidas consequências do quadro negro que apresenta. O autismo deste governo será sem dúvida um factor de agravamento da crise. Se Portugal fosse uma aldeia deveríamos tocar os sinos a rebate.
    PAÍS A SAQUE E A CAMINHO DA RUÍNA
    A depressão económica que agora se inicia no mundo capitalista pode ser agravada ou amenizada pelas políticas dos governos nacionais. No caso português, o governo do sr. Sócrates parece apostado em agravá-la ao máximo. Fecham empresas todas as semanas, aumenta o desemprego, os défices tornam-se assustadores, a dívida externa agrava-se a níveis monstruosos, mas ele permanece impávido nos seus projectos ruinosos – como o novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, o super-hospital de Todos os Santos, etc, etc. Enquanto isso, as universidades vivem à míngua, maternidades e centros de saúde são encerrados, as pensões de reforma são uma miséria, a repartição do rendimento é a pior de todos os países da Europa (a do Leste inclusive).

    O custo do novo aeroporto está agora orçamentado em €5 mil milhões. E, como toda a gente sabe, os orçamentos têm o hábito de fazer derrapagens da ordem dos 40, 50 ou mais por cento. Ao mesmo tempo, este governo autista e de lesa economia nacional ignora deliberadamente a realidade do Pico Petrolífero. Como se os preços momentaneamente baixos do barril – devido em parte à recessão económica – pudessem perdurar para sempre (o banqueiro M. Simmons prevê uma alta significativa dentro de seis a nove meses). E mesmo com os actuais preços baixos do barril, a TAP acaba de anunciar que foi obrigada a cancelar 2400 voos no 2º semestre de 2009. Hoje, até mesmo altos dirigentes de companhias de petróleo recomendam "poupar, poupar, poupar" . Mas governos ao serviço dos grandes empreiteiros fazem orelhas moucas.
    Quem porá cobro a isto?
    Continua a ser mais válido do que nunca assinar a Petição contra o novo aeroporto .
    . ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS

    Uma t-shirt ostentando uma palestina grávida sob uma alça de mira e a inscrição "Um tiro duas mortes". Foi a imagem escolhida por snipers (atiradores de elite) da infantaria israelense. Outras t-shirts exibem bebés mortos, mães a chorarem sobre os túmulos dos seus filhos, armas apontadas a crianças e mesquitas bombardeadas. Há uma loja em Tel Aviv especializada em imprimir as ditas t-shirts e cada pelotão escolhe a imagem que vai usar. As atrocidades praticadas pela entidade nazi-sionista já não são escondidas – são mesmo exibidas.
    200 MIL MANIFESTANTES EM LISBOA Clique a imagem para pormenores.
    KEYNESIANISMO COXO
    Falar em medidas para a "saída da crise" no âmbito do capitalismo é um erro, pois elas não existem. A verdadeira saída é transcender o modo de produção capitalista. Entretanto, pode-se falar em medidas que amenizariam a crise para os trabalhadores. Estas resolvem-se a favor de umas classes e contra outras. As medidas de amenização nunca são neutras.
    Em Portugal, o governo do sr. Sócrates já começou a tomá-las. Concedeu ajudas elevadas aos banqueiros e, para a economia real, fala em reactivar o investimento público. Trata-se de um keynesianismo bastardo adoptado à última hora por um governo que desde sempre praticou uma política neoliberal.
    A tradução de "investimento público" para o sr. Sócrates é lançar mega-projectos absurdos como o do novo aeroporto, TGV e terceira ponte sobre o Tejo. É um programa ruinoso porque no caso de Portugal um eventual aumento do PIB não se traduziria no bem estar do seu povo. Encareceria o crédito para as PMEs, aumentaria brutalmente o nível já elevado da dívida externa do país e não activaria o debilitado tecido produtivo nacional (quase tudo nesses projectos seria importado).
    Além disso, não se pode esquecer que aquilo que realmente importa para o bem estar do povo português não é o PIB e sim o Rendimento Nacional Bruto a preços de mercado. Por outras palavras, o Produto Nacional Bruto. A equação é PNB = RNBpm = PIB + Balança de Rendimentos. Esta última tem-se tornado cada vez mais deficitária a cada ano que passa e os tais "grandes projectos" do sr. Sócrates agravariam ainda mais esta situação. Assim, um crescimento do PIB português poderia resultar num crescimento negativo do RNB.
    O que fazer então para amenizar a crise? A resposta correcta é um aumento imediato e significativo do Rendimento Disponível do povo português. Isto significa aumento imediato dos salários e pensões de reforma, assim como o desagravamento da carga fiscal que pesa sobre o trabalho. Contribuiria para desagravar a dívida interna das famílias, além de reforçar o mercado interno e a produção interna de bens e serviços. No imediato, e para começar, é isto que há a fazer.
    COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
    A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
    MAIS ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS
    'Flechette'. Além de munições com urânio empobrecido e armas de fósforo, proibidas pelas Convenções de Genebra, revela-se agora que o exército israelense utilizou um novo tipo de armamento em áreas civis densamente povoadas: "flechettes".
    Trata-se de dardos de metal com 4 cm de comprimento com quatro aletas atrás. São acondicionadas 5000 a 8000 "flechettes" em cada bomba de 120mm, as quais costumam ser disparadas por tanques. A bomba explode no ar e dispersa as "flechettes" numa área de aproximadamente 300m por 100m.
    A notícia está em Uruknet .
    LISBOA SOLIDÁRIA COM O POVO PALESTINO
    Manifestação de sábado, 24 de Janeiro.

    Milhares de manifestantes concentraram-se dia 24 de Janeiro no Largo Camões, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestino. Nas intervenções ali efectuadas foi condenado o banditismo do Estado israelense, a sua política genocida, a sua utilização de armas ilegais como urânio e fósforo branco em Gaza e o cinismo do governo português que equipara os criminosos às suas vítimas. Um dos oradores anunciou que a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou dia 20, por maioria, a geminação da Cidade de Lisboa com Gaza.
    Após a concentração no Largo Camões os manifestantes desceram a Rua do Alecrim em direcção à Câmara Municipal de Lisboa, com palavras de ordem defendendo o fim dos massacres do Povo Palestiniano, a investigação e processo dos responsáveis israelenses pelos crimes de guerra e contra a Humanidade; o fim ao Bloqueio a Gaza; o fim à Ocupação da Palestina; e uma Paz Justa e duradoura no Médio Oriente

    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
    .
    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    LISBOA: A MAIOR MANIFESTAÇÃO DE SEMPRE
    .
    Mais de dois terços dos 150 mil professores portugueses manifestaram-se em Lisboa dia 8 de Novembro. Foi a maior manifestação nacional de sempre dos professores, ultrapassando a de 8 de Março deste ano. Ao longo de todo o percurso, desde o Terreiro do Paço até o Marquês de Pombal, a multidão foi compacta desde as 15 até às 19 horas.
    A arrogância e a intransigência do governo Sócrates e da sua ministra da educação tiveram uma resposta à altura.

    HISTERIA & IMBECILIDADE, C/ COPYRIGHT QUERCUS
    A campanha histérica acerca do suposto aquecimento global ganhou uma peça sinistra preparada pela agência de publicidade McCann. Temos agora um macaco que se enforca, um urso que se despenha num abismo e um cangurú que se deita sobre carris à espera de ser trucidado por um comboio. Tudo isso num cenário de pesadêlo. Tais aberrações são pagas pela Quercus, organização que se pretende ambientalista mas mais parece uma organização terrorista. Com esta campanha os aquecimentistas atingem um novo patamar na escalada da desinformação e da mentira.
    Para ter o desprazer de ver o vídeo com estas abencerragens clique aqui .
    AVAL: ESTÍMULO AO AUMENTO DA DÍVIDA EXTERNA
    A dívida externa bruta de Portugal era de 343,97 milhões de euros em Junho de 2008. Com o aval de 20 mil milhões de euros que o Estado agora concedeu aos banqueiros portugueses, pode-se dizer que a dívida externa do país irá aumentar no mesmo montante.
    A banca portuguesa é a principal responsável pelo endividamento externo do país. Ela tem exercido um papel de intermediário:   toma empréstimos no estrangeiro e concede-os a retalho no mercado interno português, a taxas mais elevadas. Com a garantia agora oferecida pelo Estado, os banqueiros locais serão estimulados a incrementar esta prática.
    As condições do aval não estão claras. Será que esta medida extraordinária beneficiará alguma coisa os 1.310.000 mutuários do crédito à habitação? Ou as PMEs? Irá o governo fixar um spread máximo como contrapartida a este aval? Exigirá o governo que o Estado receba acções ordinárias dos bancos caso tenha de dispender recursos financeiros em decorrência desta garantia?
    MOVIMENTO IVA COM RECIBO
    IVA com recibo é um movimento justo. É uma iniquidade que as PMEs portuguesas sejam obrigadas a pagar o IVA a partir do momento que emitem uma factura. Sabendo-se do problema crónico dos atrasos de pagamentos em Portugal (inclusive os do próprio Estado), verifica-se que as PMEs estão de facto a financiar o erário público com os seus magros fundos de maneio. Assim, muito mais correcto é que o pagamento do IVA seja devido a partir do momento em que as facturas são efectivamente recebidas. Mais vale ajudar as PMEs portuguesas – as principais empregadoras do país – do que banqueiros em bancarrota. Neste momento de crise financeira mundial, esta reivindicação adquire ainda maior relevância.
    Se concorda com isso, assine a petição on line:
    http://www.pnetpetições.pt/ivacomrecibo/
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    DEPUTADOS BRITÂNICOS DÃO O BOM EXEMPLO
    Na Casa dos Comuns, em Londres, deputados britânicos deram um bom exemplo aos parlamentos de todo o mundo: constituíram o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos sobre o Pico Petrolífero (All Party Parliamentary Group on Peak Oil, APPGOPO). Este grupo parlamentar acaba de divulgar um importante relatório que merece atenção. Nas suas 21 páginas analisam-se os impactos políticos e económicos do Pico Petrolífero, o impacto da escassez de energia nos assuntos humanos, soluções possíveis, sistemas de energia alternativos, produção alimentar e a concepção de comunidades preparadas para a nova realidade energética. Vale a pena ler este documento.
    Quando a Assembleia da República portuguesa tomará consciência do Pico Petrolífero? Tal como o governo Sócrates, até agora a AR tem assobiado para o lado. O projecto sobre o Protocolo de Esgotamento (Projecto de Resolução Nº 164/X), apresentado pelo PCP, arrasta-se nos meandros do palácio de S. Bento desde Dezembro de 2006 e nunca mais chega a plenário.
    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
    Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
    Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .
    "DEIXE O PETRÓLEO ANTES QUE ELE NOS DEIXE"
    O director da Agência Internacional de Energia (AIE) da OCDE, Fatih Birol, declarou que "O mundo pode ficar desprovido de petróleo mais rapidamente do que o esperado – o perigo de uma escassez de oferta está a aumentar", afirmou.
    O director da AIE considerou que neste momento estão a faltar 12,5 milhões de barris por dia, cerca de 15% da procura global de petróleo. "Este fosso significa que poderíamos enfrentar uma escassez de oferta e preços muito altos durante os próximos anos", explicou.
    A edição do World Energy Outlook, publicada em Novembro de 2007, prevê que o declínio rápido da produção de petróleo será a taxas entre 3,7 e 4,2 por cento ao ano.
    A entrevista de Fatih Birol está em Energy Bulletin .

    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    100 MIL PROFESSORES MANIFESTAM-SE
    CONTRA O GOVERNO SÓCRATES

    Terreiro do Paço, 8 de Março.
    OBSCENIDADE
    Tony Blair, o criminoso que foi co-responsável pela morte de um milhão de pessoas no Iraque, irá ensinar religião na Universidade de Yale. O ex primeiro-ministro britânico aguarda nomeação. O presidente daquela universidade estado-unidense, sr. Levin, assevera ser "essencial que exploremos como os valores religiosos podem ser canalizados para a reconciliação e não para a polarização".
    A notícia está no Guardian .
    "SOMOS MUITOS, MUITO MAIS DE CINCO MIL"
    Pelo menos 60 mil pessoas participaram da Marcha pela Liberdade e a Democracia, em Lisboa, dia 1 de Março. A cabeça da manifestação entrou na Rua de O Século às 15h00 e até às 16h20, durante uma hora e 20 minutos, os manifestantes estiveram a passar por ali. Em frente ao Tribunal Constitucional, na R. de O Século, os militantes do PCP exibiram os seus cartões do Partido e clamaram em uníssono: "Somos muitos, muitos mil, muito mais de cinco mil". Foi uma contestação frontal à política pidesca do governo Sócrates, que tem a pretensão de fazer com que o ministério da polícia vasculhe os ficheiros do Partido a fim de verificar se tem o número mínimo de cinco mil inscritos.
    Chegada ao Rossio.
    Clique aqui para ver mais fotos da manifestação.

  • 11/SET: COSSIGA NÃO TEM DÚVIDA QUANTO AOS AUTORES
    "Fazem-nos crer que Bin Laden teria confessado o ataque do 11 de Setembro 2001 às duas torres em Nova York – quando de facto os serviços secretos americanos e europeus sabem perfeitamente que este ataque desastroso foi planificado e executado pela CIA e pelo Mossad, a fim de acusar os países árabes de terrorismo e poder assim atacar o Iraque e o Afeganistão", afirmou Francesco Cossiga, ex-Presidente da Republica Italiana, em declarações ao Corriere Della Sera.
    In Voltaire Net.
    UMA REACÇÃO SAUDÁVEL
    A comunidade científica portuguesa começa a reagir ao embuste do chamado "aquecimento global de origem antropogénica". Primeiro foi o Prof. Delgado Domingos , cientista com um curriculum vitae impressionante, que se distanciou dos alarmistas do clima. O Power Point da sua mais recente intervenção pode ser descarregado aqui .
    Agora é o Prof. Corte Real, o decano dos climatologistas portugueses, que em entrevista ao Expresso afirma sem rodeios: "Não estamos à beira de qualquer catástrofe".
    Trata-se de reacções saudáveis e corajosas de dois cientistas eminentes que se dispuseram a arrostar a ira dos fanáticos do "aquecimentismo". Esta ideologia, endossada pelo governo Sócrates, já ganhou foros de verdade científica nos meios de desinformação portugueses.
    DIRECTOR DA CIA DEFENDE SIMULAÇÃO DA ASFIXIA PARA INTERROGAR
    O director dos serviços secretos estado-unidenses (CIA), Michael Hayden, defendeu no Congresso dos EUA a utilização do waterboarding, denominação em inglês da simulação de asfixia por meio de água. O sr. Hayden considerou esta técnica de interrogatório como "necessária, ainda que provavelmente não seja legal" (sic).
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    PETRÓLEO IRAQUIANO PARA REFUGIADOS IRAQUIANOS
    Iniciativa Iraquiana Internacional sobre Refugiados. As receitas do petróleo iraquiano devem ser destinadas aos refugiados iraquianos. Mais de 4,5 milhões de iraquianos – um quinto da população – foi deslocada dentro e fora do país devido à ocupação e aos governos ali instalados desde a invasão ilegal em 2003.
    A comunidade internacional, os poderes ocupantes e o governo no Iraque devem legalmente apoiar e proteger os refugiados iraquianos. Os refugiados são cidadãos iraquianos iguais aos outros e têm o pleno direito de viver com dignidade, de beneficiar igualmente dos recursos nacionais e de retornar aos seus lares.
    O Conselho de Segurança das Nações Unidas tem o poder e o dever legal de assegurar que as necessidades dos refugiados iraquianos sejam atendidas. Basta aprovar uma resolução a exigir que o estado iraquiano destine receitas a agências responsáveis e aos países que abrigam os refugiados.
    Assine a petição on line.
    A HISTÓRIA SECRETA DO MERCADO "LIVRE"
    Para assistir "The Schock Doctrine", baseado no livro de Naomi Klein, clique
    http://www.youtube.com/watch?v=cvG0gbvZ4tY
    (legendas em castelhano).


    DECLÍNIO DA AVIAÇÃO APÓS O PICO PETROLÍFERO
    Clique a imagem para ver o documento completo.
    Após o Pico Petrolífero é expectável um declínio da ordem dos 25% a 50% na aviação mundial, segundo a intervenção de Roger Bezdek na conferência da ASPO-USA em Outubro p.p.
    Clique a imagem para ver esta comunicação.
    É necessário impedir o projecto ruinoso do novo aeroporto em Portugal.

    GOVERNO DOS EUA RECONHECE O PICO PETROLÍFERO
    Numa série de posters agora publicados, o Departamento da Energia (DOE) dos EUA reconhece finalmente a realidade do Pico Petrolífero. Eles podem ser descarregados aqui .

    O poster referente ao pico – Peak Oil-The Turning Point – menciona as datas previstas por diversos peritos, sem que o DOE endosse qualquer delas.

    Agora só falta o governo português reconhecer a existência do Pico. A autorização de Washington já foi dada. Será preciso também uma autorização de Bruxelas?

    Por outro lado, os media portugueses que omitem sistematicamente a expressão "Pico Petrolífero" – ou seja, escondem do público a sua existência – agora talvez comecem a utilizar tal expressão. Veremos até onde vai a política da desinformação por eles praticada.

    MAIS DE 200 MIL MANIFESTANTES EM LISBOA
    A manifestação nacional da CGTP-IN foi um êxito. Mais de 200 mil trabalhadores concentraram-se em Lisboa para protestar contra a política social do governo.
    Clique aqui para ver o vídeo da manifestação e aqui para ver a foto-reportagem .

    ENDIVIDAMENTO E PROJECTOS MEGALÓMANOS
    Portugal vive sob o signo do endividamento geral.   Endividamento externo (€ 307,67 mil milhões) , endividamento do Estado, endividamento das famílias, endividamento das empresas, endividamento das municipalidades (e agora querem que também os estudantes universitários fiquem endividados junto à banca).
    Por outro lado, inicia-se agora no centro do império uma crise financeira de proporções globais. E, tal como previsto, inicia-se também a primeira fase (ainda suave) do mundo pós Pico Petrolífero.
    Contudo, apesar deste panorama sombrio, o governo Sócrates insiste em lançar os projectos megalómanos e desnecessários do novo aeroporto e do TGV. Tais projectos deveriam ser enterrados definitivamente.
    O investimento público continua a ser necessário e importante, mas há que haver selectividade na escolha dos projectos. O país precisa de investimentos reprodutivos e deveria esgotar o seu potencial hidroeléctrico o mais rapidamente possível — antes que se aprofundem demasiado as consequências do Pico Petrolífero. É imperioso racionalizar com urgência o energívoro sector dos transportes.   Mas aparentemente este governo só se preocupa com efeitos mediáticos, obras de fachada e projectos megalómanos.
    Lucidez, precisa-se.
    DO FRACASSO IDEOLÓGICO AO FRACASSO FACTUAL
    O neoliberalismo fracassou há muito no plano ideológico. A prova disso é que as políticas económicas neoliberais têm de ser impostas aos povos através das artes do engano e da mentira. Basta ver o caso português, onde uma feroz política anti-trabalho está a ser aplicada pelo governo de um partido que se diz socialista. Mais flagrante ainda é o caso do Brasil, onde a aplicar a política económica imposta pelos credores da Wall Street está um presidente que até já foi operário. Quando eles têm de usar máscaras 'de esquerda' para executar políticas de direita estão a passar um atestado de falência à ideologia que realmente aplicam.
    Entretanto, nada disto é grande novidade. A novidade está em que as políticas neoliberais agora começam a estalar também no plano factual. A gigantesca ruína do sistema financeiro dos EUA é uma consequência directa das políticas de desregulação iniciadas pelo governo Reagan. Elas conduziram o sistema financeiro estado-unidense ao desastre, além de muitas estruturas sociais ali existentes (saúde, educação, transportes, infraestruturas, etc). Esta crise sistémica – intrínseca ao capitalismo neoliberal – contagia agora os sistemas financeiros de todo o mundo, com pesadas consequências para todos o povos. Ela mal acaba de começar. Nos próximos tempos veremos os seus desenvolvimentos.
    A terceira crise anunciada é a do mundo pós Pico Petrolífero. O Pico já terá sido atingido ou está a sê-lo agora (antes de 2009 ou 2010, seguramente). Como será a conjugação das duas crises? Que consequências trará para a humanidade? Tudo indica que é o momento de tocar todas as campainhas de alarme. Enterrar o neoliberalismo e com ele o capitalismo é uma condição imperiosa de sobrevivência.
    GOVERNO DOS EUA:   BURNING PLATFORM
    Num discurso sombrio, o contabilista geral dos EUA, David M. Walker, afirmou que o governo federal se encontra numa "plataforma a arder" e que o modo actual de conduzir os seus assuntos é inaceitável por muitas razões.
    O General Comptroller destacou as seguintes:
    "-Tendências fiscais passadas e desafios de grande amplitude
    "-Tendências escolhidas e desafios que não têm fronteiras
    "-Exigências de recursos adicionais devido ao Iraque, Afeganistão, necessidades acrescidas de segurança interna e desastres naturais verificados nos EUA
    "-Numerosos desafios de alto risco quanto ao desempenho/contabilidade do governo
    "-Estruturas, políticas e práticas ultrapassadas do governo federal ".
    O seu discurso está em http://www.gao.gov/cghome/d071189cg.pdf .
    BÉLGICA PROÍBE MUNIÇÕES E BLINDAGENS DE URÂNIO
    A Bélgica foi o primeiro país do mundo a banir as armas de urânio empobrecido!
    A Comissão de Defesa Nacional da Câmara belga votou por unanimidade, a 7 de Março, a proibição da utilização de "munições inertes e placas de blindagem" de urânio empobrecido no território belga. Em 22 de Março a lei foi aprovada pelo Parlamento, com o voto unânime de todo o espectro político.
    Os deputados concordaram em que a fabricação, utilização, armazenagem, venda, aquisição, fornecimento e trânsito destes sistemas de armas convencionais deveria ser proibido. No último minuto a palavra "armas" foi apagada para garantir que a proposta de lei não abrangesse as bombas termonucleares estado-unidenses armazenadas na base da Força Aérea de Kleine Brogel.
    A Assembleia da República e o governo português, que está sempre a louvar as realizações europeias, têm aqui um excelente exemplo a seguir.
    A notícia está em Belgium Bans Uranium Weapons and Armour . A imprensa portuguesa que se diz "de referência" ignorou-a.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    IMPOSTURA E MISTIFICAÇÃO
    O imperialismo agita falsos problemas para esconder os verdadeiros, por ele próprio provocados. O envenenamento do planeta com urânio empobrecido caminha a passos largos. Centenas de toneladas deste veneno químico, físico e radiológico já foram ou continuam a ser espalhados no Iraque, Afeganistão, Líbano e antiga Jugoslávia. O urânio empobrecido tem uma semi-vida de muitos milhões de anos e não será possível limpá-lo da face da Terra. O dano é irreversível. O imperialismo e os seus acólitos, como Israel e a Grã-Bretanha, estão a praticar uma política de extermínio da vida no Planeta Terra. Como afirma Leuren Moret , basta uma tempestade de areia no Iraque para que num par de dias esse pó com efeitos teratogénicos esteja na estratosfera, sobre a Europa e os Estados Unidos.
    Contudo, este problema vital para os destinos de todas as espécies existentes no nosso planeta está absolutamente ausente dos medias corporativos que se proclamam "de referência". É como se não existisse. Eles mentem-nos por omissão. O silenciamento é deliberado. São cúmplices da catástrofe ecológica e biológica agora em curso, provocada pelo militarismo ensandecido dos EUA.
    Mas o que nos diz a desinformação praticada pelos tais medias auto-proclamados "de referência"? Entretem-nos com tretas, enganam-nos com mistificações em escala maciça. É o caso da impostura do aquecimento global , de que nos despejam doses cavalares. Fazem terrorismo com um problema inventado e escondem aqueles realmente existentes, e gravíssimos, como o envenenamento planetário pelo depleted uranium. Por sua vez, políticos tão ignorantes quanto os jornalistas que escrevem tais estórias, fartam-se de repetir as ladainhas do International Panel of Climate Change (IPCC).
    Ainda agora, o sr. Al Gore produziu um filme a propagandear o dito "aquecimento global" (confundindo problemas climatológicos com problemas ambientais). Mas este senhor – que posa como progressista e foi candidato à presidência dos Estados Unidos – nunca abriu a boca contra as invasões do Iraque, do Afeganistão, do Líbano, da ex-Jugoslávia, com todo o seu cortejo de crimes de lesa humanidade.
    A barragem avassaladora da desinformação provoca um défice de consciência quanto aos problemas reais que estão em causa. Não é nada fácil combate-lo.
    NÃO AO SILENCIAMENTO DO MASSACRE
    .
    Os crimes da entidade sionista contra o povo palestino continuam. E os media que se dizem "de referência" continuam a silenciá-los. Ou, pior ainda, a apresentar como uma guerra legítima aquilo que é um massacre unilateral contra um povo desarmado. O Centro Palestino pelos Direitos Humanos relata hora a hora a ofensiva assassina da tropa israelense, efectuada com o apoio do governo bushista. Ver em
    http://www.pchrgaza.org/

    OS ESQUADRÕES DA MORTE NO IRAQUE
    Quem está por trás dos esquadrões da morte no Iraque? Este flash movie mostra quem são os seus autores intelectuais e como a sua experiência ganha na América Central foi transportada para aquele martirizado país:
    http://www.cryingwolf.deconstructingiraq.org.uk/index.html
    BOMBAS NUCLEARES
    Clique aqui para assistir à simulação das consequências de um ataque ao Irão com bombas nucleares anti-bunker (Nuclear Bunker Buster Bomb), feita pela Union of Concerned Scientists.

    OS MEDIA DELES NÃO MOSTRAM ESTAS IMAGENS
    Já há cerca de 17 mil mutilados estadunidenses da guerra do Iraque. No entanto, os media corporativos não os mostram. Nos EUA, ou em Portugal, é como se não existissem. Os media pasteurizados da classe dominante esmeram-se na arte da desinformação e do encobrimento da realidade.
    As imagens destes pobres mutilados, recrutados entre as classes sociais baixas dos EUA, são chocantes. Elas mostram o custo humano da guerra bárbara que o imperialismo desencadeou no Iraque. Mas, ao serem vistas, não se deverá esquecer que as principais vítimas destes três anos de guerra estão entre o heróico povo iraquiano e não na tropa agressora. As imagens estão em:
    http://www.voltairenet.org/article136827.html
    (impróprio para pessoas sensíveis).
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


    Clique a imagem para assinar.
    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".

    NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO
    As últimas notícias do Iraque estão no
    Iraqi Resistance Report e em
    Link para a Uruknet.
    Clique a imagem abaixo para assinar a mailing list da Uruknet:
    Email para o webmaster da Uruknet.

    CRIMES NEFANDOS DE LESA-HUMANIDADE
    As imagens apresentadas nesta video-animação são chocantes. Elas mostram os crimes de guerra cometidos no Iraque, no Kosovo e no Afeganistão por meio de munições fabricadas com urânio empobrecido (depleted uranium). O encobrimento destes factos tem sido uma política sistemática por parte dos medias do mundo ocidental, portugueses inclusive. Por sua vez, a chamada 'comunidade internacional' finge ignorar os crimes do governo dos EUA tal como no passado fingiu ignorar os crimes da Alemanha hitleriana.
    http://www.bushflash.com/pl_lo.html


    A CONTAGEM
    Clique aqui para ver o calendário oficial das mortes de militares americanos no Iraque .
    Quanto aos mortos iraquianos, os invasores não se dão ao trabalho de contar. Os criminosos não se importam com as suas vítimas.
    http://icasualties.org/oif/


    Saque a descoberto sobre o resto do mundo.

    EUA: UMA ECONOMIA COM PÉS DE BARRO
    Para saber o montante da (colossal) dívida pública americana neste exacto instante, clique aqui .




    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    São cada vez maiores os activos que se esfumam...

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


    Porque resistir.info
    (documento de posição)

    Email: resistir[arroba]resistir.info

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    LIVROS A ENCOMENDAR
  • Vários autores, Ascensão e queda do euro , Chiado, Lisboa, 2012, ISBN: 978-989-697-548-7
  • Jean Salem, Élections, Piège À Cons? , Flammarion/Antidote, Paris, 2012, 104 pgs., ISBN: 978-2-08-124879-3
  • Carlos Gomes, A nacionalização da banca em Portugal , UNICEPE, Porto, 2011, 192 pgs., 8 euros.
  • Yannis Varoufakis, The Global Minotaur – America, The True Origins of the Financial Crisis and the Future of the World Economy , Zed Books, Londres, 2011, 252 pgs., ISBN 978178032014.
  • João Varela Gomes, Memória Ideológica no Centenário da República , 2011, 225 pgs.
  • Robert L. Hirsch, The Impending World Energy Mess , 2010, 256 pgs.
  • Michel Chossudovsky, The Global Economic Crisis – The Great Depression of the XXI Century , 2010, 416 pgs., ISBN 978-0-9737147-3-9
  • Jacques Gouverneur, Compreender a Economia: Introdução à análise económica marxista do capitalismo contemporâneo , Edições Avante!, 2010,
  • Roger Keeran e Thomas Kenny, O Socialismo Traído. Por trás do colapso da União Soviética , Editorial Avante, Lisboa, 2008, 283 pgs. ISBN 978-972-550-336-2
  • Vicente Romano, A intoxicação linguística , Deriva Editores, Porto, 2008, 206 pgs., ISBN 978-972-9250-45-3
  • Georges Labica e Gérard Bensussan, Dictionnaire critique du marxisme , Quadrige/PUF, Paris, 1999, 1240 pgs, ISBN 2130498728


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    Estatísticas
  • A actuação sem princípios do PcdoB , Paulo Schueler, 17/Mai

    Irlanda: Abaixo o Tratado de austeridade permanente! Vota Não , EMC, 16/Mai

    A cólera quando conduzida ao longo de caminhos militantes sempre proporciona algo melhor , KKE, 15/Mai

    Actualidade de Marx num mundo caótico à beira da barbárie

    , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Mai

    Grécia: O chefe do SYRIZA oferece-se para colaborar com a UE , AC, 14/Mai

    Quase a metade dos fundos do QREN ficou por utilizar , Eugénio Rosa, 13/Mai

    O que é o factor limitativo? , Herman Daly, 12/Mai

    A divergência crescente das taxas aplicadas prenuncia a explosão monetária , François Asselineau, 11/Mai

    Um governo "de esquerda" é um bote furado para o povo que sofre , KKE, 10/Mai

    Acerca do resultado eleitoral de 6 de Maio de 2012 , KKE, 09/Mai

    Austeridade ou crescimento, a alternativa que não resolve os problemas da Europa , Juan Torres López, 08/Mai

    Acerca dos resultados das eleições de 6 de Maio de 2012 , Aleka Papariga, 07/Mai

    Quem foi Osama? Quem é Obama? , Michel Chossudovsky, 07/Mai

    Governo & troika dizem-se "surpreendidos" com o aumento do desemprego , Eugénio Rosa, 06/Mai

    CO2: O novo tráfico de indulgências , Umberto Mazzei, 05/Mai

    FMI & Banco Mundial não pedem perdão , Rubens Ricupero, 04/Mai

    A crise recorrente da dívida europeia , Satyajit Das, 03/Mai

    Entrevista ao Diário Liberdade , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Mai

    As alterações das leis da administração pública e a destruição das funções sociais do estado , Eugénio Rosa, 02/Mai

    Nação valente e imortal , António Lobo Antunes, 01/Mai

    A colónia Europa submete-se às vontades de Washington , Capitaine Martin, 30/Abr

    Sem mais cartas na manga, Santos! , Timoleón Jiménez, 30/Abr

    Brasil: Estado máximo, só para os bancos , Maria Lucia Fattorelli, 29/Abr

    Protesto gigantesco na República Checa , 28/Abr

    O resto do que resta , Demétrio Alves, 27/Abr

    Agora todos vocês são suspeitos , John Pilger, 27/Abr

    O que o capitalismo proporciona , Richard D. Wolff, 26/Abr

    Preservativo económico aprisiona jornalistas , Soares Novais, 25/Abr

    Sobre as eleições presidenciais francesas , Aleka Papariga, 24/Abr

    Crise da eurozona 2.0 , C. J. Polychroniou, 24/Abr

    Dívidas à Segurança Social , Eugénio Rosa, 24/Abr

    Os desafios da nova YPF , Claudio Katz, 23/Abr

    Sobre os 90 anos do Partido Comunista Brasileiro , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Abr

    Como se calcula a pensão de reforma da Segurança Social e a reforma antecipada no caso de desemprego de longa duração , Eugénio Rosa, 22/Abr

    O Mecanismo Europeu de Estabilização, ou como a Goldman Sachs capturou a Europa , Ellen Brown, 21/Abr

    Os preços voláteis do petróleo , Ali Kadri, 20/Abr

    Crónica de um naufrágio anunciado , Octávio Teixeira, 19/Abr

    França 2012-2014: O grande sismo republicano e o seu impacto internacional , GEAB, 19/Abr

    O mundo é finito, não é? , Tadeusz Patzek, 18/Abr

    Brasil redescoberto , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Abr

    Já é tempo de abrir as caixas negras , Yanis Varoufakis, 16/Abr

    A traição , Juan Torres López, 15/Abr

    Ascensão e morte do capitalismo extractivista , James Petras e Henry Veltmeyer, 14/Abr

    Porque estou contra a proposta de revisão dos estatutos do Montepio apresentada pelo presidente do Conselho de Administração , Eugénio Rosa, 13/Abr

    Tratado estúpido , Octávio Teixeira, 12/Abr

    Governo de "esquerda plural": Uma perspectiva perigosa para o povo grego , KKE, 12/Abr

    Para Portugal, o tempo está a esgotar-se , Costas Lapavitsas e Nuno Teles, 11/Abr

    Os atingidos pela austeridade são os que menos têm , Eugénio Rosa, 10/Abr

    Os movimentos sociais e os processos revolucionários na América Latina: Uma crítica aos pós-modernistas , Edmilson Costa, 10/Abr

    Petróleo: Riscos globais no início do século XXI , Dean Fantazzini; Mikael Höök; André Angelantoni, 09/Abr

    A guerra dos EUA-Israel ao Irão: O mito de uma campanha limitada , James Petras, 08/Abr

    Obama prepara os EUA para uma nova guerra , Atilio A. Boron, 07/Abr

    Carta a um senador do PcdoB , Anita Leocádia Prestes, 06/Abr

    Timor Leste: porque o mais pobre é ameaça para o poderoso , John Pilger, 06/Abr

    O que há a dizer , Günter Grass, 05/Abr

    Prioridades de crédito , Octávio Teixeira, 05/Abr

    A tendência para a estagnação no capitalismo monopolista , Monthly Review, 04/Abr

    ONU desmente troika e retira credibilidade às suas exigências , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Abr

    Nao ao tratado fiscal , 03/Abr

    O primeiro orçamento rectificativo de 2012 , Eugénio Rosa, 02/Abr

    Uma crise estrutural exige uma mudança estrutural , István Mészáros, 02/Abr

    Acerca da criação de campos de concentração para imigrantes , KKE, 01/Abr

    Os problemas da zona euro e a dificuldade de saída , Arturo Huerta González, 31/Mar

    O arrumar de poltronas no tombadilho do Titanic , ASPO-USA, 30/Mar

    Portugal a saque e a saldo , Eugénio Rosa, 29/Mar

    A centralidade ignorada do Pico Petrolífero , Jorge Figueiredo, 28/Mar

    Viva os 90 anos do PCB! , 28/Mar

    Custos do trabalho e produtividade em Portugal e nos países da UE , Eugénio Rosa, 19/Mar

    Austeridade automática , Corporate Europe Observatory, 19/Mar

    Os cinco furacões devastadores do Verão de 2012 , GEAB, 19/Mar

    Da utopia à revolta, da indignação à revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 18/Mar

    A cortina de fumo do FMI para esconder mais um fracasso previsível , Yannis Varoufakis, 18/Mar

    O império mundial da violência contra-insurgente , Gilberto Lopez y Rivas, 17/Mar

    A crise económica da Europa , Bob Chapman, 16/Mar

    Travar a desastrosa política energética em curso desde há 30 anos , Agostinho Lopes, 15/Mar

    A UE assume o malthusianismo como política central , Daniel Vaz de Carvalho, 15/Mar

    Crise global: no olho do furacão , Alejandro Nadal, 15/Mar

    Um mundo de petróleo cada vez mais difícil , Michael T. Klare, 14/Mar

    O Tratado da austeridade da UE , Yiorgos Vassalos, 13/Mar

    A campanha de desinformação sobre a dívida grega e o plano de salvamento dos credores privados , CADTM, 12/Mar

    A sangrenta estrada para Damasco:   A guerra da tripla aliança contra um Estado soberano , James Petras, 11/Mar

    A destruição dos estabilizadores sociais automáticos pelo governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 10/Mar

    A suspeita seriedade desta auditoria às PPPs , Iniciativa Cidadã de Auditoria à Dívida Pública, 10/Mar

    As lágrimas de crocodilo devem parar! , KKE, 09/Mar

    Colômbia procura paz e justiça: O contexto internacional e nacional , James Petras, 08/Mar

    Duas previsões relativas ao futuro pós-petróleo , Peter Goodchild, 07/Mar

    Conversa$ sobre dinheiro , Yanis Varoufakis, 06/Mar

    "Portugal está a ser assassinado, como muitos países do terceiro mundo já foram" , John Perkins, 06/Mar

    A fusão destrutiva das freguesias em Portugal , Demétrio Alves, 05/Mar

    Brasil: Manifesto pela Reforma Agrária , MST, 05/Mar

    Acção colectiva europeia contra o MEE , Rudo de Ruijter, 04/Mar

    Até 2011 ficaram por utilizar 6120 milhões € de fundos comunitários do QREN , Eugénio Rosa, 03/Mar

    Sobre a economia política dos salvamentos na eurozona , Yannis Varoufakis, 02/Mar

    Lições do Sul para uma Europa em crise? , Rémy Herrera, 01/Mar

    FARC – A luta continua , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Fev

    Chegou um e-mail da WikiLeaks , Santiago O'Donnell, 29/Fev

    Os ficheiros da Stratfor: 'The Global Intelligence' , WikiLeaks, 28/Fev

    Sobre prisioneiros e reféns , FARC-EP, 28/Fev

    Por que razão a retenção do IRS aos trabalhadores, aos reformados e aos aposentados, nomeadamente com baixos rendimentos, aumentou tanto em 2012? , Eugénio Rosa, 27/Fev

    Espionagem e propaganda utilizando o Facebook e o Twitter , Julie Lévesque, 27/Fev

    A desmontagem da "Democracia Representativa" , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Fev

    Eurolândia 2012-2016 , GEAB, 26/Fev

    Os islandeses colhem os benefícios da sua revolta , Omar R. Valdimarsson, 25/Fev

    Colômbia: Dez anos depois , FARC-EP, 25/Fev

    Como se fica a saber que o debate do Pico Petrolífero já está (quase) ultrapassado , Kurt Cobb, 24/Fev

    O novo salvamento grego: apenas um apaziguamento da Crise , Yannis Varoufakis, 23/Fev

    A "crise do capitalismo global" – Crise de quem? Quem lucra? , James Petras, 22/Fev

    Acerca das manifestações de solidariedade com o povo grego , KKE, 21/Fev

    "Sinto-me ludibriado quanto à mudança climática" , Fritz Vahrenholt, 21/Fev

    MEE: A ilegalidade da emenda do artigo 136 , Rudo de Ruijter, 20/Fev

    O incumprimento grego NÃO equivale à saída grega , Yannis Varoufakis, 20/Fev

    Governo intensificou destruição do emprego e aumento do desemprego , Eugénio Rosa, 19/Fev

    Síria: O fiasco dos agentes secretos franceses em Homs , Boris Vian, 18/Fev

    O verdadeiro significado dos resultados negativos da banca , Honório Novo, 17/Fev

    O novo Plano A da Alemanha:   Amputar a Grécia e Portugal, cauterizar e imprimir dinheiro , Yannis Varoufakis, 16/Fev

    França acelera ratificação do MEE , Rudo de Ruijter, 15/Fev

    A cólera do povo estilhaçará a coligação governamental PASOK-ND , KKE, 14/Fev

    Síria, a nova Líbia , Pepe Escobar, 14/Fev

    Polícia grega quer prender responsáveis da UE e do FMI , 13/Fev

    Não à exploração, às desigualdades e ao empobrecimento , Arménio Carlos, 12/Fev

    Primeiro dia da greve de 48 horas, com ocupação do Ministério do Trabalho – Abaixo o governo e a plutocracia, desligamento da UE com poder popular , KKE, 12/Fev

    Síria: mais um passo na escalada , Ardeshir Ommani, 11/Fev

    Revelações da WikiLeaks sobre a actuação dos EUA na Síria , 10/Fev

    Carta aberta a Sua Exª o Ministro da Defesa Nacional , Manuel Martins Pereira Cracel, 10/Fev

    Sem crescimento económico o problema da divida portuguesa é irresolúvel – e não é possível ter crescimento com esta politica de austeridade , Eugénio Rosa, 10/Fev

    Primeira resposta: Manifestação do KKE e Greve Geral do PAME , Aleka Papariga, 09/Fev

    Síria: guerra por procuração , M.K. Bhadrakumar, 08/Fev

    Como os bancos romperam o contrato social ao promoverem os seus interesses particulares , Michael Hudson, 08/Fev

    Será a Grécia ainda viável? (E a Europa ainda é?) , Yannis Varoufakis, 07/Fev

    Os jornalistas e a reportagem da crise da eurozona: Lições da frente grega , Yannis Varoufakis, 06/Fev

    Alexandr Yakovlev e o anti-comunismo cavernícola , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Fev

    Governo e "troika" põem em perigo o funcionamento do SNS em 2012 , Eugénio Rosa, 05/Fev

    O que os jornalistas precisam saber sobre o SOPA , Tracie Powell, 04/Fev

    A redução brutal das remunerações da função pública , Eugénio Rosa, 03/Fev

    "A economia americana está morta" , Paul Craig Roberts, 02/Fev

    Fúria sem sentido: Porque tanto os políticos alemães como os gregos cometem um erro ao ficarem raivosos , Yannis Varoufakis, 01/Fev

    J. Edgar e o terrorismo do filme , Jared Ball, 31/Jan

    Acerca da guarda armada em navios , Giorgos Marinos, 30/Jan

    Greve geral de toda a Ática – A agudização decisiva da luta , KKE, 29/Jan

    Irão corta petróleo à UE , 29/Jan

    Novos aumentos nos preços dos transportes e um plano estratégico do governo PSD/CDS que só agrava os problemas do sector e dos portugueses , Eugénio Rosa, 28/Jan

    Riscos da expansão de empresas não estatais na economia cubana e recomendações para os evitar , Camila Piñeiro Harnecker, 27/Jan

    Eutanásia económica , Robert Kurz, 26/Jan

    Davos e o futuro distópico , Octávio Teixeira, 26/Jan

    Censura no Facebook , Atilio A. Boron, 26/Jan

    Acerca do peso do Estado em Portugal , Daniel Vaz de Carvalho, 25/Jan

    A Carta Secreta de Obama para Teerão , Mahdi Darius Nazemroaya, 24/Jan

    O "acordo UGT/patrões/governo" não vai aumentar nem a competitividade nem o emprego mas apenas as desigualdades e a pobreza, agravando a crise , Eugénio Rosa, 23/Jan

    Um bloqueio à fraude do diálogo , KKE, 23/Jan

    As consequências da assimetria nuclear , Sued Lima, 22/Jan

    Um olhar resoluto sobre uma catástrofe nacional e a possível dissolução da Zona Euro: A crise da dívida grega no seu contexto , C. J. Polychroniou, 21/Jan

    Não ao retrocesso social! , CGTP-IN, 20/Jan

    Parar os preparativos de guerra! Acabar com o embargo! Solidariedade com os povos iraniano e sírio! , 20/Jan

    O que acontecerá à UE? , Wim Dierckxsens, 19/Jan

    2012: O ano da grande perturbação geopolítica mundial , GEAB, 18/Jan

    Sobre as verdadeiras causas do rebaixamento da França , Yannis Varoufakis, 17/Jan

    Capacidades militares do Irão , Russia Today, 16/Jan

    Parecer: O Orçamento do Estado para 2012 e os trabalhadores do sector público , Guilherme Fonseca, 16/Jan

    Rússia considera que Médio Oriente resvala para a guerra , M.K. Bhadrakumar, 15/Jan

    O imperialismo e o "anti-imperialismo" dos tolos , James Petras, 14/Jan

    Política de austeridade atinge principalmente as famílias com rendimentos mais baixos e com filhos , Eugénio Rosa, 13/Jan

    Crise do capitalismo , C. J. Polychroniou, 12/Jan

    Saudação aos povos do mundo , FARC-EP, 11/Jan

    A crise do pico petrolífero: balanço de 2011 , Tom Whipple, 10/Jan

    Os EUA a caminho de um estado totalitário e militar , Miguel Urbano Rodrigues, 09/Jan

    Dentro do sistema capitalista não há saídas da crise favoráveis ao povo , Aleka Papariga, 08/Jan

    Governo Passos Coelho vende EDP a preço de saldo , Eugénio Rosa, 07/Jan

    "Liquidar o monopólio ocidental da tecnologia é também luta revolucionária" , Domenico Losurdo, 06/Jan

    Ao povo colombiano , FARC-EP, 05/Jan

    Sobre o dilema que a coligação governamental e a plutocracia estão a colocar ao povo: Novos sacrifícios ou bancarrota e retorno ao dracma , KKE, 04/Jan

    O papel das CC OO em Espanha , 04/Jan

    "O BCE não é a solução mágica para a crise da eurozona" , Costas Lapavitsas, 03/Jan

    A inexorável crise económica global: Uma visão apocalíptica de 2012 , James Petras, 02/Jan

    A nova façanha da Wikileaks:  Identificar as empresas que vigiam o mundo , Ciper, 01/Jan/2012

    Será um ano novo? , Cid Simões, 31/Dez

    Respondendo a Ricardo Torres , Richards Levins e Aurora Levins Morales, 30/Dez

    "A saída da zona euro deve ser feita" , João Ferreira do Amaral, 30/Dez

    O défice orçamental fictício de 2011 , Eugénio Rosa, 29/Dez

    José Dias Coelho, 50 anos depois da sua morte , Margarida Tengarrinha, 29/Dez

    Uma fábula para os nossos tempos na conclusão de 2011 , Yannis Varoufakis, 28/Dez

    Saída do euro, mas com cancelamento da dívida , Gérard Duménil, 27/Dez

    A metade pobre dos EUA , Fred Goldstein, 26/Dez

    Aprofunda-se a crise da dívida da Europa , Richard D. Wolff, 24/Dez

    Sobre a cimeira da UE , KKE, 23/Dez

    Homenagem a José Morgado , César Príncipe, 22/Dez

    EUA 2012/2016: Um país insolvente e ingovernável , GEAB, 20/Dez

    O projecto do governo de aumento do horário de trabalho , Eugénio Rosa, 19/Dez

    Obama eleva as apostas militares:  Confrontação nas fronteiras com a China e a Rússia , James Petras, 19/Dez

    Revisitando a Venezuela (2):   Sobre a ideologia da Revolução Bolivariana , Miguel Urbano Rodrigues, 18/Dez

    Bancos apossam-se da Europa , Adriano Benayon, 18/Dez

    As cigarras e as formigas da Europa , Yannis Varoufakis, 17/Dez

    Revisitando a Venezuela (1):  A transição dificil , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Dez

    Mensagem ao general Valencia Tovar , Timoleón Jiménez, 16/Dez

    Armas nucleares, robôs militares e guerra , Frederico Gama Carvalho, 15/Dez

    "Não há mais espaço para soluções reformistas" , Ivan Pinheiro, 13/Dez

    Keynes e a crise , Henri Houben, 12/Dez

    Governo francês recusa nacionalidade ao jornalista Hernando Calvo Ospina , 12/Dez

    Luta pelo derrube do capitalismo, não pelo seu branqueamento , KKE, 10/Dez

    Com o primado da guerra, a função do jornalismo torna-se tabu , John Pilger, 09/Dez

    Ficar ou sair da zona euro? , Vaz de Carvalho, 08/Dez

    Passos Coelho mentiu ao afirmar que os banqueiros haviam entregue a mais 2.000 milhões € de fundos de pensões , Eugénio Rosa, 07/Dez

    Saudação à constituição da CELAC , FARC, 06/Dez

    Golpe de Estado contra a democracia , Jérome Duval, 05/Dez

    A escravidão da dívida – Porque ela destruiu Roma e porque nos destruirá se não for travada , Michael Hudson, 04/Dez

    Pensão média da Segurança Social em 2011 é apenas de 409 € , Eugénio Rosa, 02/Dez

    Orçamento do Estado 2012: Um passo em frente no afundamento do país , Francisco Lopes, 01/Dez

    Carta à ministra francesa do Orçamento , Michel Cialdella, 01/Dez

    Recapitalizar a banca sim, favorecer os banqueiros não , Octávio Teixeira, 01/Dez

    Oposição social na era da Internet , James Petras, 30/Nov

    Abandonar um navio que afunda? Um plano para sair do euro , Yannis Varoufakis, 29/Nov

    Das dívidas de Estado à moeda de Estado , Rudo de Ruijter, 28/Nov

    A importância das funções sociais do Estado e dos trabalhadores da função pública para a população , Eugénio Rosa, 28/Nov

    A intervenção imperialista na Síria , KKE, 27/Nov

    A ninhada do ovo de serpente na grande depressão grega , Yannis Varoufakis, 26/Nov

    Acabem com o jogo europeu da culpa! , Yannis Varoufakis, 25/Nov

    Podemos ter uma greve histórica , Paulo Raimundo, 24/Nov

    Acerca das barreiras técnicas para o abandono do euro , Ed Dolan, 23/Nov

    A escolha dos camaradas , Loïc Ramirez, 22/Nov

    Capitalismo abutre: O novo desastre bancário da Islândia , Olafur Arnarson, Michael Hudson e Gunnar Tomasson, 21/Nov

    US$30x1012 de activos fantasmas desaparecerão daqui até o início de 2013 , GEAB, 19/Nov

    Recessão económica dispara taxa de desemprego efectivo , Eugénio Rosa, 18/Nov

    Fantasmas do Centenário , César Príncipe, 17/Nov

    Enfim uma luz? , Octávio Teixeira, 17/Nov

    O euro e as escolhas , Daniel Vaz de Carvalho, 16/Nov

    Obrigado pela tua vida camarada Alfonso Cano , Pável Blanco Cabrera, 16/Nov

    A crise na eurozona , James K. Galbraith, 15/Nov

    Se os povos da Europa não se levantarem, os bancos trarão o fascismo de volta , Mikis Theodorakis, 14/Nov

    Sobre o Acordo de Bruxelas: Alquimia invertida na Europa a todo vapor , Yanis Varoufakis, 13/Nov

    Grécia: A primeira resposta do povo ao novo governo , KKE, 12/Nov

    Ruptura – Uma via para sair da crise da Eurozona , C.Lapavitsas, A.Kaltenbrunner, D.Lindo, J.Meadway, J.Michell, J.P.Painceira, E.Pires, J.Powell, A.Stenfors, N.Teles, L.Vatikiotis, 11/Nov

    "Ruptura com a UE do capital e o seu instrumento, o euro" , Dominique Negri, 10/Nov

    Impor-se-ia um mínimo de senso , Octávio Teixeira, 10/Nov

    Capitalismo & crises econômicas , Jacques Gouverneur e Marcel Roelandts, 09/Nov

    O fim de Alfonso Cano não é o fim da insurgência , PCB, 09/Nov

    Acerca da negociação em curso para um governo de coligação PASOK-ND , KKE, 08/Nov

    Alfonso Cano, Herói da Colômbia , Miguel Urbano Rodrigues, 08/Nov

    Reconstruir o partido comunista, unir a esquerda, bater a direita , Domenico Losurdo, 07/Nov

    Declaração pública , FARC-EP, 06/Nov

    O ministro das Finanças engana os portugueses , Eugénio Rosa, 06/Nov

    Sem Alfonso Cano as FARC-EP continuam o combate , Marcelo Sepúlveda Araujo, 05/Nov

    Pela protecção dos direitos individuais e comuns à água – Iniciativa Legislativa de Cidadãos está em curso , Luisa Tovar, 05/Nov

    Não ao haircut de 50%, não à nova Ocupação , Comissão Grega de Auditoria da Dívida Pública, 04/Nov

    Agravamento selvagem da injustiça fiscal em 2012 , Eugénio Rosa, 04/Nov

    O povo deve provocar um boomerang à chantagem , KKE, 03/Nov

    É tempo de demitir-se sr. Papandreu , Yanis Varoufakis, 03/Nov

    Um referendo enviesado visando intimidar o povo grego , KKE, 02/Nov

    Grécia: Agora o povo tem de intervir mais decisivamente , KKE, 02/Nov

    Os dois pólos da acumulação , Monthly Review, 02/Nov

    Acerca do "haircut" da dívida e suas consequências para o povo grego , KKE, 01/Nov

    Compradores de CDS, feministas e Marx:   Estranhos companheiros de cama na era da euro crise , Yanis Varoufakis, 31/Out

    A vida entre os 1% , Michael Moore, 29/Out

    Imperialismo e democracia: Casa Branca ou Liberty Square? , James Petras, 28/Out

    Outro não-acontecimento emblemático na UE:   O novo "acordo" da UE, uma primeira reacção , Yanis Varoufakis, 27/Out

    A propaganda enganosa e o reformismo , PCB, 27/Out

    Golpe de estado anti-constitucional , César Príncipe, 26/Out

    O "Filho de África" reclama as jóias da coroa de todo um continente , John Pilger, 26/Out

    Das guerras do ópio às guerras do petróleo , Domenico Losurdo, 25/Out

    Agora que o bando ao serviço da CIA assassinou Kadafi, que país se seguirá à Líbia? , Paul Craig Roberts, 24/Out

    Um governo e uma "troika" sem credibilidade , Eugénio Rosa, 23/Out

    MEE, um golpe de estado em 17 países , Rudo de Ruijter, 22/Out

    Grécia: 2º dia da greve geral à escala nacional , KKE, 21/Out

    Khadafi morreu combatendo com dignidade e coerência , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Out

    Greve Geral contra a exploração e o empobrecimento , CGTP-IN, 20/Out

    Um mar de povo sem precedentes no majestoso comício de greve do PAME em Atenas e em outras 70 cidades por toda a Grécia , KKE, 20/Out

    A caminho do desastre grego , Octávio Teixeira, 20/Out

    Primeiro semestre de 2012: Dizimação dos bancos ocidentais , GEAB, 19/Out

    Escalada de greves na Grécia , KKE, 18/Out

    Wall Street como inimigo público nº 1 , Glen Ford, 17/Out

    MEE, o novo ditador europeu , Rudo de Ruijter e Jozeph Muntenbergh, 16/Out

    Passos Coelho anuncia austeridade só para os trabalhadores , Eugénio Rosa, 15/Out

    Lições da América Latina para os EUA e a UE , James Petras, 14/Out

    Neolíngua , Luis Britto Garcia, 13/Out

    O fraco crescimento do PIB mundial e o Pico Petrolífero , Robert L. Hirsch, 12/Out

    Os protestos de Wall Street e as lutas em Portugal , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Out

    Declaração da Conferência europeia contra a austeridade e a privatização , 11/Out

    Polarização financeira e corrupção: A política do engano de Obama , Michael Hudson, 10/Out

    Guerras benditas , Manlio Dinucci, 10/Out

    Brasil: Sem pressão das forças progressistas, Comissão da Verdade não irá além da mera encenação , Valéria Nader e Gabriel Brito, 09/Out

    A "obtenção" de Assange e o enlamear de uma revolução , John Pilger, 08/Out

    Estratégia e Tática: as mediações táticas da estratégia socialista , PCB, 07/Out

    A arte de ignorar os pobres , John Kenneth Galbraith, 06/Out

    Uma história da complexidade energética , Gail Tverberg, 05/Out

    Uma breve explicação económica do Pico Petrolífero , Chris Skrebowski, 04/Out

    Mudar de política para um Portugal com futuro , CGTP-IN, 03/Out

    A venda das empresas públicas a estrangeiros, como é intenção do governo, agravará ainda mais o défice e o endividamento externo , Eugénio Rosa, 02/Out

    A guerra ao terror é uma falsificação , Paul Craig Roberts, 01/Out

    Desafio popular em massa e organizado ao imposto de capitação , KKE, 30/Set

    Travar a queda livre ao invés de um plano para a "Boa Europa" , Yanis Varoufakis, 29/Set

    A crise atingiu o seu apogeu? , Eric Toussaint, 28/Set

    Guerra e compras – um extremismo que nunca diz o seu nome , John Pilger, 27/Set

    Lições da Argentina para a Grécia (e para Portugal também) , Claudio Katz, 26/Set

    Quase 2 milhões de portugueses vivem em situação de pobreza e 2,7 milhões só ainda não estão porque recebem prestações sociais que o governo está a cortar , Eugénio Rosa, 25/Set

    Discurso na 65ª sessão da assembleia-geral da ONU , Mahmoud Ahmadinejad, 24/Set

    Grécia: "Nós podemos travá-los! Não devemos nada – Não pagaremos o imposto de capitação!" , KKE, 23/Set

    O Povo da Grécia luta pela construção do futuro , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Set

    O fracasso do Euro , Pedro Carvalho, 22/Set

    Grécia: Não se passa nada , Octávio Teixeira, 22/Set

    Chávez vs. Obama: Enfrentando as eleições presidenciais , James Petras, 21/Set

    Banco Central independente de quem? , Mark Weisbrot, 20/Set

    4º trimestre/2011: Fusão implosiva dos activos financeiros mundiais , GEAB, 19/Set

    Sobre a crise económica capitalista e a dívida , KKE, 12/Set

    Aprofunda-se a crise para os trabalhadores – Momento de revidar , Fred Goldstein, 12/Set

    Aclamação para os verdadeiros vitoriosos da revolução de Rupert , John Pilger, 11/Set

    11/Set: Demolições controladas , Manlio Dinucci, 10/Set

    NATO resgata o euro na Líbia , Xander Meyer, 09/Set

    A crise e a luta anticapitalista , PCB, 09/Set

    A solução islandesa , Eduardo Lucita, 08/Set

    Barreto e a universidade abécula , Fernando Campos, 07/Set

    "O sucesso do Governo do PSD/CDS será a tragédia do país" , Jerónimo de Sousa, 06/Set

    "Deixem os bancos pagarem as suas próprias contas" , Mike Whitney, 06/Set

    A estratégia orçamental do PSD/CDS , Eugénio Rosa, 05/Set

    Cuba não reconhece o Conselho Nacional de Transição , MINREX, 05/Set

    O Clube dos Abutres de Paris e a guerra de emancipação nacional , Carlos Aznárez, 05/Set

    O Peak Oil chegou ao mundo não-OPEP? , Christopher Helman, 04/Set

    O 11 de Setembro dez anos depois , Paul Craig Roberts, 03/Set

    O "Passe social +": incompetência ou intenção de agravar a injustiça social e enganar a opinião pública para aumentar ainda mais os preços dos transportes? , Eugénio Rosa, 02/Set

    Comandante das FARC responde a jornalista espanhol , Alfonso Cano, 01/Set

    Euro, a máquina de engendrar estagnação , Charles Gave, 31/Ago

    Como a al-Qaeda ganhou o domínio de Tripoli , Pepe Escobar, 30/Ago

    A Líbia, a África e a Nova Ordem Mundial , 29/Ago

    KKE reafirma a necessidade de retirar a Grécia da NATO , KKE, 29/Ago

    Sete pontos acerca da Líbia , Domenico Losurdo, 28/Ago

    O mundo à beira do caos , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Ago

    Os "rebeldes" das forças especiais da NATO, agora em Tripoli , Manlio Dinucci, 26/Ago

    O capitalismo do desastre lança-se sobre a Líbia , Pepe Escobar, 25/Ago

    Mahdi Nazemroaya ameaçado pelos rebeldes ao serviço da NATO , Michel Chossudovsky, 24/Ago

    É a NATO que está à conquista de Tripoli , Manlio Dinucci, 24/Ago

    Cenas de regozijo e euforia na Praça Verde foram fabricadas , Metro Gael, 23/Ago

    É a NATO que faz todo o trabalho militar, não os rebeldes , Thierry Meyssan, 23/Ago

    Líbia: a intervenção dita "humanitária" da NATO , Viktor Dedaj, 22/Ago

    Carnificina da NATO em Trípoli , Thierry Meyssan, 22/Ago

    Discurso de Francis Drake , César Príncipe, 22/Ago

    Défices, dívidas e aprofundamento da crise , Richard D. Wolff, 22/Ago

    Apesar de existir outra solução, o governo prefere aumentar o IVA sobre o gás e a electricidade penalizando as famílias de médios e baixos rendimentos , Eugénio Rosa, 21/Ago

    O terrorismo de estado americano ameaça a humanidade e impede a paz , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Ago

    Quem salva a Líbia dos seus salvadores ocidentais? , Jean Bricmont, Diana Johnstone, 20/Ago

    Como nasceu e como morreu o "marxismo ocidental" , Domenico Losurdo, 19/Ago

    "O capitalismo pode auto destruir-se" , Nouriel Roubini, 18/Ago

    Uma "guerra humanitária à Síria? Escalada militar. Rumo a uma guerra mais vasta no Médio Oriente-Ásia Central? , Michel Chossudovsky, 17/Ago

    Saudação ao Encontro Nacional pela Paz , FARC-EP, 16/Ago

    Sumbe: preservar a memória do sacrifício , Susana Mendez, 16/Ago

    Quando David Cameron partia vitrinas , Marco D'Eramo, 15/Ago

    Mészáros: "É necessária a erradicação do capitalismo" , Ana Maria Amorim, 14/Ago

    Grécia, Irlanda e Portugal: Porque os acordos com a Troika são odiosos , Renaud Vivien, Eric Toussaint, 13/Ago

    Redução do TSU das empresas: Impacto nulo nas exportações e aumento de lucros do patronato , Eugénio Rosa, 12/Ago

    O tecto da dívida vai sendo progressivamente revogado , Michael Hudson, 11/Ago

    Até quando a irresponsabilidade , Octávio Teixeira, 11/Ago

    Por que a Itália? Por que a Espanha? E porque a dimensão do EFSF não importa , Yanis Varoufakis, 10/Ago

    Colômbia: Pilhagem, esperança e paz , James Petras, 09/Ago

    Liberalização dos preços da electricidade e do gás , Eugénio Rosa, 08/Ago

    A fronteira da cultura , Mia Couto, 07/Ago

    Um roubo de US$16 milhões de milhões , Atilio A. Boron, 06/Ago

    Aumento dos transportes: cruel e criminoso , Plataforma das Comissões de Utentes da Carris, 05/Ago

    Guerra e dívida , Michael Hudson, 04/Ago

    BPN: negócios das arábias , Octávio Teixeira, 04/Ago

    Sermão do bom ladrão , César Príncipe, 03/Ago

    Bengazi: A insurreição colorida desagrega-se , Thierry Meyssan, 03/Ago

    A estrada para a guerra , Paul Craig Roberts, 02/Ago

    Terrorismo político organizado:  O massacre norueguês, o Estado, os media e Israel , James Petras, 01/Ago

    Está em curso em Portugal uma gigantesca redistribuição do rendimento em benefício dos que já mais têm , Eugénio Rosa, 01/Ago

    Os banqueiros aceleram a marcha para o saqueio da Grécia , Michael Hudson, 07/Jul

    Mais um bom aluno , Octávio Teixeira, 07/Jul

    Governo de scooter , César Príncipe, 06/Jul

    "Os gregos seriam sábios se saíssem da Eurozona" , Joachim Starbatty, 06/Jul

    Acerca da desregulamentação do sector eléctrico , Ferdinand E. Banks, 05/Jul

    Domenico Losurdo, revolucionário e marxista criador , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Jul

    Privatizações agravam défice externo e endividamento do país , Eugénio Rosa, 04/Jul

    Uma linha de luta pelo derrube do capitalismo , Elisseos Vagenas, 03/Jul

    FMI, gás natural e transportes , VGN, 02/Jul

    Um mundo esmagado pela hipocrisia ocidental , Paul Craig Roberts, 01/Jul

    Tempo de barbárie e luta , Cristina Nogueira, 30/Jun

    Portugal pode deixar de falhar? , Octávio Teixeira, 30/Jun

    A Líbia é o nosso futuro , Luís Britto Garcia, 29/Jun

    EUA: A classe trabalhadora contra a classe média , James Petras, 28/Jun

    Governo deixou de utilizar €7071 milhões de fundos comunitários no período Janeiro/2007 – Março/2011 , Eugénio Rosa, 27/Jun

    Greve de 48 horas na Grécia: resposta às novas intimidações do governo e da UE , KKE, 26/Jun

    A lavar cérebros de um modo polido e profissional , John Pilger, 25/Jun

    A responsabilidade dos banqueiros pela crise que Portugal enfrenta e pelo estrangulamento financeiro actual das empresas , Eugénio Rosa, 24/Jun

    A dialéctica da estrutura e da história: Uma introdução , István Mészáros, 23/Jun

    Brasil: "crescimento" econômico para quem? Em que condições? , Marco Antonio Villela dos Santos, 22/Jun

    Último alerta antes do choque do Outono de 2011:   Quando US$15 milhões de milhões de activos financeiros se desfarão em fumo , GEAB, 21/Jun

    Semiótica contra factos incontestáveis , Yanis Varoufakis, 20/Jun

    A crise está no DNA do sistema capitalista , George Mavrikos, 20/Jun

    "Ignoramos este remanejamento de opereta" (do governo grego) , Aleka Papariga, 19/Jun

    Líbia: Fazer a paz, defender os povos , CPPC, 18/Jun

    Grécia: Eles estão em vias de despedaçar o sector público e de servir em bocados os direitos políticos e sociais da população , Jean-Jacques Chavigné, 17/Jun

    Acerca das mobilizações dos "indignados" , Rizospastis, 16/Jun

    Bem prega frei Tomás… , Octávio Teixeira, 16/Jun

    Bem-vindo ao mundo violento do Sr. Hopey Changey , John Pilger, 15/Jun

    O cartel do Federal Reserve: As oito famílias , Dean Henderson, 14/Jun

    Brasil: Sionistas contra o PCB , PCB, 14/Jun

    A Grécia nas garras do FMI/BCE/UE , Jorge Figueiredo, 13/Jun

    Exportações portuguesas: O peso dos produtos industriais de alta e média-alta intensidade tecnológica tem diminuído , Eugénio Rosa, 12/Jun

    Portugal, espelho do funcionamento da engrenagem capitalista , por Miguel Urbano Rodrigues, 11/Jun

    Carta ao Presidente Hugo Chávez , por Ivan Pinheiro, 10/Jun

    Um mundo em guerra financeira , por Michael Hudson, 09/Jun

    Venezuela, país perigoso para lutadores sociais e revolucionários? , por Tribuna Popular , 08/Jun

    A crise em curso e a cegueira liberal , por Richard D. Wolff, 07/Jun

    É necessária uma luta popular organizada , por KKE, 06/Jun

    Dia de reflexão , por Fernão Campos, 04/Jun

    Protesto de intelectuais revolucionários contra a prisão na Venezuela e entrega ao governo colombiano do comandante Julián Conrado das FARC , 04/Jun

    Mentiras renováveis , Demétrio Alves, 04/Jun

    A guerra secreta em Portugal , Daniele Ganser, 03/Jun

    O Povo está farto de quê e de quem? , Cid Simões, 03/Jun

    A beligerância na Colômbia: Um povo que se defende , Javier Monagas Maita, 02/Jun

    O programa conjunto do PSD, PS e CDS para a privatização da água , Associação Água Pública, 01/Jun

    Sobre os acontecimentos em Espanha , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Mai

    Confirmação de alerta máximo para o 2º semestre de 2011:   Fusão explosiva entre a desarticulação geopolítica e a crise económica-financeira mundial , GEAB, 31/Mai

    No dia 5 de Junho, defender a água de todos com o voto , Associação Água Pública, 30/Mai

    Por que o desemprego em Portugal aumentou tanto no 1º trim/2011 – O ataque generalizado ao estado social , Eugénio Rosa, 30/Mai

    Como a imprensa Murdoch defende o segredo sujo da Austrália , John Pilger, 30/Mai

    Sobre a política económica de Dominique Strauss-Kahn e a sua morte política , Yanis Varoufakis, 19/Mai

    Grécia: A Greve Geral de 11 de Maio , KKE, 18/Mai

    Bancarrota ou democracia? , Nick Dearden, 17/Mai

    O que se paga e o que não se paga , Roberto Navarro, 16/Mai

    A Síria e o imperialismo dos EUA , Sara Flounders, 15/Mai

    A polémica entre o PS e o PSD sobre a redução da TSU , Eugénio Rosa, 13/Mai

    Deputado alemão envia carta a Sócrates a pedir que Portugal rejeite pacote de ajuda , 12/Mai

    Extradição , Luis Britto García, 12/Mai

    As ameaças dos negócios e o negócio das ameaças , Richard D. Wolff, 11/Mai

    As consequências de uma reunião não tão secreta , Euro Intelligence , 10/Mai

    O programa neoliberal da troika FMI-BCE-UE para Portugal:   Insensibilidade social e ausência total de objectivos de crescimento económico e de emprego , Eugénio Rosa, 09/Mai

    A verdadeira agenda por trás da notícia da Der Spiegel de que a Grécia pensa sair do euro , Yanis Varoufakis, 08/Mai

    A Grécia considera a saída da eurozona , Christian Reiermann, 07/Mai

    Pacto de submissão é ilegítimo , Jerónimo de Sousa, 06/Mai

    Poderá a Europa escapar à armadilha da dívida? Sim – e eis como , Costas Lapavitsas e Andy Storey, 06/Mai

    Oito propostas urgentes para uma outra Europa , Eric Toussaint, 05/Mai

    A história do dr. Yunus e do Grameen Bank , Badruddin Umar, 04/Mai

    A segunda morte de Osama bin Laden , Paul Craig Roberts, 03/Mai

    Política de alianças no interesse do povo e não para a perpetuação dos monopólios , Giorgos Marinos, 02/Mai

    O estado a que Portugal chegou, porque chegou e como sair dele (2) , Eugénio Rosa, 01/Mai

    Capitalismo e luta de classe , James Petras, 30/Abr

    O que se passa na Síria? , Domenico Losurdo, 29/Abr

    O problema da dívida do Brasil não foi resolvido:  no governo Lula agravou-se ainda mais , Maria Lucia Fattorelli, 28/Abr

    A marchar pelo Anzac no 51º estado dos EUA , John Pilger, 27/Abr

    Chávez entrega militante ao estado terrorista colombiano – perde a confiança da esquerda e não ganhará a da direita , PCB, 26/Abr

    Declaração Pública acerca da detenção de Joaquín Pérez Becerra , 26/Abr

    Sócrates bebeu a cicuta – mas as convulsões serão sentidas por toda a parte , Yanis Varoufakis, 26/Abr

    Rebelião na Amazónia brasileira , Raúl Zibechi, 25/Abr

    Um breve pano de fundo sobre a política europeia por trás do resgate português , Eurointelligence, 24/Abr

    "Portugal tem de sair da zona euro se quiser ser um país livre" , Nuno Aguiar, 24/Abr

    Cristo & os ladrões , César Príncipe, 23/Abr

    A rapina do século: O assalto aos fundos soberanos líbios , Manlio Dinucci, 23/Abr

    Face à dívida, vem a vontade de auditar! , Yorgos Mitralias, 22/Abr

    EUA: insolvente e a afundar-se cada vez mais , Chris Martenson, 21/Abr

    Outono de 2011: As três crises americanas que vão provocar a Enorme Ruptura do sistema económico, financeiro e monetário mundial , GEAB, 20/Abr

    O declínio do capitalismo , Jorge Beinstein, 19/Abr

    O estado a que Portugal chegou, porque chegou e como sair dele , Eugénio Rosa, 18/Abr

    Mísseis de cruzeiro com urânio empobrecido sobre a Líbia , Massimo Zucchetti, 18/Abr

    A adesão ao Euro revisitada:   as advertências premonitórias de 1997 , PCP, 17/Abr

    Mensagem da Islândia a Portugal , Nick Dearden, 16/Abr

    O ataque euro-americano à Líbia nada tem a ver com 'protecção de civis' , John Pilger, 15/Abr

    Estratégia de "correcção" ou de derrube do sistema? , KKE, 14/Abr

    Sobre o resultado do referendo do Icesave , Ólafur Ragnar Grímsson, 13/Abr

    O Brasil sob a presidência Dilma:  um governo ao serviço do capital , Ricardo Costa, 12/Abr

    O julgamento farsa de um terrorista , 12/Abr

    Islândia, combata esta injustiça , Eva Joly, 11/Abr

    Banqueiros obrigam Sócrates a pedir a intervenção estrangeira , Eugénio Rosa, 11/Abr

    ANA adia funeral da Portela , J. Martins Pereira Coutinho, 10/Abr

    A crise económica na Islândia:   o remédio do FMI não é a solução , Michael Hudson, 09/Abr

    Crimes económicos contra a humanidade , Lourdes Beneria / Carmen Sarasua, 08/Abr

    O país das oportunidades perdidas , Jorge Figueiredo, 07/Abr

    O BCE financia a especulação dos bancos , Eugénio Rosa, 06/Abr

    Líbia: Obama e a defesa da 'rebelião' , James Petras, 06/Abr

    O "nosso homem em Tripoli":  Oposição líbia inclui terroristas islâmicos , Michel Chossudovsky, 05/Abr

    Estes PECs não são nem necessários nem inevitáveis , Eugénio Rosa, 04/Abr

    A situação das mulheres e das crianças no Iraque ocupado , Haifa Zangana, 04/Abr

    Restrições à produção mundial de petróleo , Robert Hirsch, 03/Abr

    O lento despertar do povo marroquino , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Abr

    Outra vez o engano dos resgates:   agora Portugal? , Juan Torres López, 01/Abr

    O amor aos rebeldes líbios , Yoshie Furuhashi, 31/Mar

    Alternativas à crise na UE , Jerónimo de Sousa, 30/Mar

    Os super-ricos do mundo , James Petras, 30/Mar

    Um espectro assombra a Europa: a saída do euro! , Jacques Nikonoff, 29/Mar

    EUA e aliados cometem crimes monstruosos na Líbia , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Mar

    A dissolução do euro revisitada , Wolfgang Münchau, 27/Mar

    Sair do euro — e depois? , Rudo de Ruijter, 26/Mar

    Nova operação colonial contra a Líbia , Domenico Losurdo, 25/Mar

    Apelo a uma Comissão de Auditoria à dívida pública grega , 25/Mar

    Líbia: Uma impostura criminosa , Danilo Zolo, 24/Mar

    Líbia: Mantendo aparências , William Bowles, 23/Mar

    Governo brasileiro curva-se ao imperialismo , PCB, 23/Mar

    O novo programa dito de "estabilidade e crescimento", PEC 2011/2014 , Eugénio Rosa, 22/Mar

    Líbia: O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque – Rumo a uma operação militar prolongada , Michel Chossudovsky, 22/Mar

    Mobilizemo-nos contra a guerra da NATO na Líbia , Andrea Catone, 21/Mar

    O domínio dos transportes rodoviários de mercadorias pelos privados, o "lock-out" dos patrões, o preço do gasóleo e a manipulação da opinião pública , Eugénio Rosa, 21/Mar

    Crise sistémica global: Implosão do mercado dos Títulos do Tesouro dos EUA no 2º semestre de 2011 , GEAB, 19/Mar

    Não à agressão contra a Líbia! , CPPC, 18/Mar

    Radicalismo e Revolução na linguagem de Sócrates , Miguel Urbano Rodrigues, 18/Mar

    Encobrimento dos impactos devastadores da radiação nuclear:   Estabelecer uma rede para monitorar radiação formada por cidadãos de todo o mundo , Washington's Blog, 17/Mar

    Islândia: a chantagem odiosa , Jean Tosti, 16/Mar

    A Líbia, a esquerda europeia e o retorno do imperialismo humanitário , Jean Bricmont, 15/Mar

    O discurso de Cavaco Silva, as medidas anunciadas por Sócrates e a imposição de Passos Coelho para que "o PS faça o seu trabalho" , Eugénio Rosa, 14/Mar

    Como os chamados guardiões da liberdade de expressão estão a silenciar o mensageiro , John Pilger, 14/Mar

    Processos e impactos da (agro)pecuária , Rui Pedro Fonseca e Anabela Santos, 13/Mar

    Crise nuclear no Japão: O que sabemos , Union of Concerned Scientists, 12/Mar

    Não há que pagar esta dívida! , Guilherme Alves Coelho, 12/Mar

    A "operação Líbia" e a batalha pelo petróleo: Redesenhar o mapa da África (2) , Michel Chossudovsky, 11/Mar

    Os preços dos combustíveis líquidos em Portugal , Demétrio Alves, 10/Mar

    A Contra-Cultura na crise de Civilização , Miguel Urbano Rodrigues, 10/Mar

    Insurreição e intervenção militar na Líbia (1) , Michel Chossudovsky, 09/Mar

    A eurozona entre a austeridade e o incumprimento , Stephanie Jacquemont, 09/Mar

    O plano secreto de Obama para armar rebeldes da Líbia , Robert Fisk, 08/Mar

    A situação da mulher em Portugal , Eugénio Rosa, 07/Mar

    Aumenta o perigo de intervenção imperialista na Líbia , Sara Flounders, 06/Mar

    Aumento do custo de vida , CGTP-IN, 04/Mar

    As promessas dos veículos eléctricos e a realidade do Peak Oil , Jorge F. G. de Figueiredo, 03/Mar

    O petróleo envenena a humanidade , Jim Ash, 02/Mar

    A Líbia no grande jogo da nova partição da África , Manlio Dinucci, 01/Mar

    Líbia: O que os media escondem , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Fev

    A sustentabilidade do SNS e o "modelo" da presidente da ES Saúde , Eugénio Rosa, 28/Fev

    A palavra que não ousamos pronunciar por trás da revolta árabe , John Pilger, 28/Fev

    Crise financeira ou... de superprodução? , Paulo Nakatani e Rémy Herrera, 27/Fev

    Al Jazeera promove o "príncipe" da Líbia e este apela à intervenção militar no país , Yoshie Furuhashi, 26/Fev

    Irlanda: Repudiar a dívida! Exijamos um referendo já! , PCI, 26/Fev

    A Líbia e o imperialismo , Workers World , 25/Fev

    "Documentos Palestinos": Graves cedências palestinas deparam-se com a rejeição absoluta de Israel , BDS, 25/Fev

    Irlanda: Romper a conexão com o Euro! , Socialist Voice , 24/Fev

    Egipto: Movimentos sociais, a CIA e a Mossad , James Petras, 23/Fev

    Novo salário mínimo no Brasil:   A bofetada na cara dos trabalhadores , PCB, 22/Fev

    A terceira morte de Vlado Herzog , Ricardo Kotscho, 22/Fev

    A destruição da economia portuguesa continua , Eugénio Rosa, 21/Fev

    Wall Street contra os pobres e a classe média: O orçamento 2012 de Obama é uma ferramenta da guerra de classe , Paul Craig Roberts, 21/Fev

    Vida cotidiana e mercado mundial , Mônica Hallak Martins da Costa, 20/Fev

    Fim de 2011: Queda do "Muro dos petro-dólares" e choque monetário-petrolífero maior para os EUA , GEAB, 19/Fev

    "Saiamos do euro para conduzir verdadeiras políticas de esquerda" , Jacques Nikonoff, 18/Fev

    Um choque petrolífero em 2012? , Steven R. Kopits, 17/Fev

    Como a GALP conseguiu que os seus lucros disparassem , Eugénio Rosa, 16/Fev

    Uma revolução abortada ou a génese de uma revolução genuína? , Behzad Majdian, 15/Fev

    As contra-revoluções emergentes na Tunísia e no Egipto , Mahdi Darius Nazemroaya, 14/Fev

    "Celebração egípcia é prematura" , 13/Fev

    Eleições e ruptura , Miguel Urbano Rodrigues, 13/Fev

    Egipto: Tombando o autocrata , Tariq Ali, 12/Fev

    A revolta egípcia está a vir para casa , John Pilger, 11/Fev

    Em um mês Dilma já mostrou a que veio , Renato Nucci Junior, 10/Fev

    Décalogo de MuBarack Obama , César Príncipe, 09/Fev

    Washington e as revoltas árabes:   Sacrificar ditadores para salvar o estado , James Petras, 09/Fev

    Egipto: Operação de inteligência encoberta de Washington , Michel Chossudovsky, 08/Fev

    Crise social do Egipto:   Prosperidade financeira para investidores e especuladores da Wall Street , Michel Chossudovsky, 07/Fev

    Até 2010 ficaram por utilizar 6.439,6 milhões € de fundos comunitários do QREN , Eugénio Rosa, 07/Fev

    Istambul, o tempo parado e o tempo em movimento , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Fev

    Colômbia: Bananas sangrentas , Megan Felt, 05/Fev

    Egito, a aposta no leopardo , Atilio Boron, 04/Fev

    A Revolução prossegue até à realização das reivindicações populares , PCE, 04/Fev

    O Egipto à beira do sangue , Thierry Meyssan, 03/Fev

    Assalto ao "Santa Maria" há 50 anos , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Fev

    Pico petrolífero, o pano de fundo da crise egípcia , Gail Tverberg, 01/Fev

    O mito do Estado como "indutor do desenvolvimento" , Demetrio Cherobini, 31/Jan

    Graves assimetrias regionais eternizam-se em Portugal , Eugénio Rosa, 31/Jan

    Um povo desafia o seu ditador , Robert Fisk, 30/Jan

    O relato da bola , Cid Simões, 30/Jan

    O movimento de protesto no Egipto:  "Ditadores" não ditam, obedecem ordens , Michel Chossudovsky, 29/Jan

    Manifesto. A todos os que lutam por uma sociedade justa e livre de qualquer tipo de opressão , PCB, 28/Jan

    Tunísia constitui a Frente do 14 de Janeiro , 27/Jan

    Washington face à cólera do povo tunisino , por Thierry Meyssan, 26/Jan

    Corte abusivo nos vencimentos dos trabalhadores da AP (v.2) , por Eugénio Rosa, 25/Jan

    Para onde foram todos os comunistas? , por James Thompson, 25/Jan

    2011: o ano impiedoso , por GEAB, 24/Jan

    Em 2010 Centros de Emprego arranjaram trabalho só para 10% dos novos desempregados , por Eugénio Rosa, 24/Jan

    Biografia do candidato dos mercados , por César Príncipe, 20/Jan

    Redes do império e realinhamentos do poder mundial , por James Petras, 19/Jan

    Tunísia: A lógica da revolução , por Dyab Abou Jahjah, 18/Jan

    A guerra à WikiLeaks , por John Pilger, 17/Jan

    Trabalhadores a "recibos verdes":   Tratamento desigual, precariedade extrema e baixas remunerações , por Eugénio Rosa, 17/Jan

    Brasil: As chuvas e o proletariado , por Adolpho Ferreira, 16/Jan

    Notas sobre a Revolução Tunisina , por Dyab Abou Jahjah, 15/Jan

    Que a fagulha tunisina abrase todo o mundo árabe! , por Mohamed Belaali, 15/Jan

    A iminente desordem energética mundial , por Robert L. Hirsch, 14/Jan

    Quem tem medo do programa nuclear civil do Irão? , por Thierry Meyssan, 13/Jan

    Ou se trata seriamente a incitação ou haverá mais assassinatos , por WikiLeaks, 12/Jan

    Uma política energética irracional e suicida , por VGN, 10/Jan

    Um número que vale mil palavras , por Luís de Sousa, 09/Jan

    Os salários em Portugal e a competitividade das empresas , por Eugénio Rosa, 08/Jan

    A crise irlandesa: fracasso total do neoliberalismo , por Eric Toussaint, 07/Jan

    Brasil: governo Dilma anuncia ajuste fiscal drástico , por Auditoria Cidadã da Dívida, 06/Jan

    INE presta-se a ocultar os dados do desemprego, como quer o governo , por Eugénio Rosa, 06/Jan

    O novo aumento no IRS para muitos dos reformados e aposentados vai reduzir o seu rendimento em mais de 100 milhões € no ano de 2011 , por Eugénio Rosa, 05/Jan

    Um novo Tratado Versalhes assombra a Europa ou Furiosa Teutonicorum insania , por Yanis Varoufakis, 04/Jan

    A crise gaguejante do euro , por Jean-Claude Paye, 01/Jan/2011

    Rumores de recuperação e tabus políticos , por Richard D. Wolff, 31/Dez

    A crise económica na Irlanda , por PCI, 30/Dez

    Carta aberta vinda da Gaza sitiada , 29/Dez

    Defendam Assange, não o insultem , por John Pilger, 28/Dez

    Arrefecimento global , por Demétrio Alves, 27/Dez

    O programa do PCF: como é e como deveria ser , por Greg Oxley, 26/Dez

    Irlanda: Rejeitar a lei da austeridade e a União Europeia anti-democrática , por PCI e PCGB, 23/Dez

    Os balanços criativos , por Robert Kurz, 22/Dez

    Daniel Ellsberg: Precursor do WikiLeaks e inimigo da teoria económica neoliberal , por Yanis Varoufakis, 21/Dez

    Brasil: Negociatas à vista , por Correio da Cidadania , 21/Dez

    Segundo semestre de 2011: Explosão da bolha das dívidas públicas ocidentais , por GEAB, 20/Dez

    Conto de Natal:  Maria e José na Palestina em 2010 , por James Petras, 19/Dez

    Carta aberta ao Presidente da República , por Júlio Marques Mota, 18/Dez

    Grécia: Mobilização maciça na greve geral de 15 de Dezembro , por KKE, 17/Dez

    Declínio e queda do império americano , por Alfred W. McCoy, 14/Dez

    Por que as guerras não são relatadas honestamente? , por John Pilger, 13/Dez

    A reforma laboral de Zapatero em Espanha: Consequências se o exemplo for seguido em Portugal, como defende Vieira da Silva , por Eugénio Rosa, 13/Dez

    A crise do pico petrolífero e o futuro dos governos , por Tom Whipple, 11/Dez

    Roubos e silêncios clamorosos , por Juan Torres López, 11/Dez

    Acerca do Partido da Esquerda Europeia , por KKE, 10/Dez

    Homenagem da nova resistência à Comissão de Socorro aos ex-Presos Políticos , por César Príncipe, 09/Dez

    Não matem o mensageiro por revelar verdades incómodas , por Julian Assange, 08/Dez

    O declínio da qualidade da energia e a actual recessão , por ScienceDaily , 08/Dez

    Julian Assange: Procurado pelo império, morto ou vivo , por Alexander Cockburn, 07/Dez

    Fundos comunitários do QREN:   Até 30/09/2010 foram utilizados apenas 35,4% do valor programado;   ficaram por utilizar 7.221 milhões de euros , por Eugénio Rosa, 06/Dez

    Brasil: A manipulação da "vitoriosa guerra contra o tráfico" , por PCB, 04/Dez

    O estranho aumento da esperança de vida aos 65 anos em 2010 e a redução das pensões em 2011 dos trabalhadores que se reformarem ou aposentarem no próximo ano e futuros , por Eugénio Rosa, 03/Dez

    EUA: O fedor da decadência económica fica cada vez mais forte , por Paul Craig Roberts, 02/Dez

    Eurozona: Entre a austeridade e o incumprimento (sumário) , por C. Lapavitsas, 01/Dez

    A dimensão da recessão económica futura e a urgência de uma política de crescimento económico que faça Portugal sair do caminho para o abismo , por Eugénio Rosa, 29/Nov

    Brasil: A farsa e a geopolítica do crime , por José Claudio S. Alves, 28/Nov

    O espectro do incumprimento na Europa , por C. Lapavitsas, A. Kaltenbrunner, G. Lambrinidis, D. Lindo, J. Meadway, J.Michell, J.P. Painceira, E. Pires, J. Powell, A. Stenfors e N. Teles, 27/Nov

    Os bancos centrais e os seu governadores:   cegos, mas não mudos , por Juan Torres López, 25/Nov

    O PC da China e os seus diálogos estratégicos com o PASOK e a Internacional Socialista , por KKE, 24/Nov

    O rendimento salarial estagnado do trabalhador leva à super-capacidade , por Henry C.K. Liu, 23/Nov

    A ladainha da Brigada do Reumático , por Anselmo Dias, 22/Nov

    O Super-homem, a donzela e os danos colaterais , por Guilherme Alves Coelho, 21/Nov

    A destruição de emprego e o desemprego disparam em Portugal , por Eugénio Rosa, 20/Nov

    1º trimestre de 2011: Transposição do patamar crítico do deslocamento geopolítico mundial , por GEAB, 19/Nov

    O projecto de alteração das condições de acesso à ADSE e a estranha resposta de um secretário de Estado , por Eugénio Rosa, 18/Nov

    Proteger a água como bem público , por deputados do PE, 17/Nov

    O após Seul , por Wayne Madsen, 16/Nov

    Veículos eléctricos, o fetiche de Obama , por Robert Bryce, 15/Nov

    O capital-imperialismo: algumas características , por Virgínia Fontes, 12/Nov

    Reflexões sobre a situação da França , por Felisniger, 11/Nov

    Grécia: Os resultados das eleições , por Aleka Papariga, 10/Nov

    PT e accionistas não pagam impostos com a conivência do governo , por Eugénio Rosa, 09/Nov

    Uma modesta proposta para ultrapassar a crise do euro , por Yanis Varoufakis, 08/Nov

    Grécia: a batalha das eleições locais e regionais de 2010 , por KKE, 06/Nov

    Declaração final do III Encontro Civilização ou Barbárie , 05/Nov

    A fabricação da dissidência , por Michel Chossudovsky, 04/Nov

    Síndrome da turbina eólica , por Nina Pierpont, 03/Nov

    A estagnação pode perdurar décadas sob o regime do capital monopolista-financeiro , por Monthly Review, 02/Nov

    Brasil: A posição do PCB sobre o segundo turno , por Ivan Pinheiro, 29/Out

    Centrais sindicais: confrontarem-se ou acompanharem? , por Sandra Demarcq, 29/Out

    Mais uma razão para a direita odiar a ciência , por Too Much , 27/Out

    Apelo à solidariedade com o Irão! , por International Action Center, 26/Out

    As comemorações do centenário da República , por Varela Gomes, 25/Out

    Saturados de sarzokismo, continuemos o movimento e preparemos a alternativa! , por NPA, 24/Out

    França: Há que repetir que a aposentadoria aos 60 anos nunca existiu! , por André Martin, 22/Out

    Governo corta e congela remunerações da administração pública, mas aumenta em 205% a verba para tarefeiros e em 20% as despesas de representação dos governantes e chefias , por Eugénio Rosa, 21/Out

    A natureza parasitária do actual sistema monetário , por Amanda Morales, 21/Out

    "Proposta de Orçamento de Estado para 2011 confirma a natureza de classe da política do PS e PSD" , PCP, 20/Out

    Antecipação de 39 riscos de país em 2010-1014 , GEAB, 19/Out

    Grécia: Polícia de choque invade a Acrópole e ataca trabalhadores dos estaleiros navais , KKE, 18/Out

    Entre o seis ou a meia dúzia: os dilemas da esquerda brasileira , Justino de Sousa Junior e Antonio Julio de Menezes Neto, 16/Out

    Os fantasmas do Chile não estão a ser resgatados , John Pilger, 15/Out

    Derrotar Serra nas urnas e depois Dilma nas ruas , PCB, 14/Out

    Acerca do prémio de teoria económica em memória de Alfred Nobel atribuído em 2010 pelo Banco da Suécia , Yanis Varoufakis, 14/Out

    A propósito das "dez estratégias de manipulação de massa", atribuída a Noam Chomsky , Jean Bricmont, 13/Out

    Manifesto dos economistas aterrorizados , 12/Out

    Os acordos Grécia – China , por KKE, 11/Out

    O doutor Jekyll e o senhor Hyde na seita nobel , por Juan Gaudenzi, 10/Out

    A falsa divergência entre Serra e Dilma , por Valéria Nader e Gabriel Brito, 10/Out

    Para os pobres, mercado , por Atilio A. Boron, 09/Out

    O movimento pela verdade sobre o 11 de Setembro terá sido neutralizado? , por Pascal Sacre, 08/Out

    Mercados insaciáveis , por Juan Torres López, 07/Out

    Uma política absurda e irracional está a destruir o país , por Eugénio Rosa, 06/Out

    A frustração de Krugman , por Rick Wolff, 05/Out

    A BBC está do lado de Murdoch , por John Pilger, 04/Out

    O experimento neoliberal e as greves anti-austeridade na Europa , por Michael Hudson, 03/Out

    A pátria não é de todos , por Baptista Bastos, 02/Out

    Pretensões do Governo Sócrates para 2011 (II) , por Eugénio Rosa, 01/Out

    Brasil – Não vote inútil: Tome partido no primeiro turno , por PCB, 01/Out

    Pretensões do Governo Sócrates para 2011 , por Eugénio Rosa, 30/Set

    O presidente dos ricos , por Bernard Gensane, 30/Set

    Um revolucionário assassinado , por Miguel Urbano Rodrigues, 29/Set

    O discurso ocultado do presidente iraniano , por Mahmoud Ahmadinejad, 28/Set

    Carta ao Embaixador da Rússia , por Anita Leocádia Prestes, 28/Set

    As FARC dizem não à rendição e pedem oportunidade para a paz na Colômbia , 27/Set

    Os mercados financeiros e as medidas anunciadas pela CE , por João Ferreira, 27/Set

    A geopolítica da Internet , por Domenico Losurdo, 26/Set

    O Comandante Jorge Briceño e os falcões da morte , por Carlos Aznárez, 25/Set

    Cresce o risco sistémico para o sistema financeiro, pois este exige crescimento num mundo com oferta limitada de petróleo , por Gail Tverberg, 24/Set

    Apesar da crise, a parte da riqueza criada pelos trabalhadores em Portugal que não reverte para o trabalho continua a ser muito elevada , por Eugénio Rosa, 22/Set

    As medidas bárbaras já aprovadas e as que virão a seguir: O "memorando de actualização" imposto pelo FMI, UE, Pasok & plutocracia grega , por KKE, 21/Set

    A crise da dívida do Brasil , por Michael Hudson, 20/Set

    Primavera de 2011: Benvindo ao United States of Austerity , por GEAB, 19/Set

    Energia em Portugal custa mais que na média da UE27 , por Eugénio Rosa, 18/Set

    O Cavalo de Tróia colombiano , por Ivan Pinheiro, 18/Set

    A biografia oculta dos Obama: Uma família ao serviço da CIA (II) , por Wayne Madsen, 15/Set

    Dívidas e burros , por Insurgente , 14/Set

    A teoria marxista da crise e a severidade da crise económica actual , por David M. Kotz, 13/Set

    Governo é responsável pelos défices das EPs de transportes , por Eugénio Rosa, 11/Set

    Onde estava Osama bin Laden no dia 11 de Setembro de 2001 , por Michel Chossudovsky, 11/Set

    Desfraldando a bandeira, falsificando as notícias , por John Pilger, 10/Set

    A militarização da universidade em Israel , por PACBI, 09/Set

    A biografia oculta dos Obama: Uma família ao serviço da CIA (I) , por Wayne Madsen, 08/Set

    O embuste do NAL em Alcochete , por António Maria Cerveira Pinto, 07/Set

    Discurso de encerramento da Festa do Avante! , por Jerónimo de Sousa, 06/Set

    Os prejuízos acumulados dos hospitais públicos já atingem 1341 milhões €, estando a ser utilizados para reduzir o défice orçamental , por Eugénio Rosa, 06/Set

    A tendência à estagnação no capitalismo maduro , por Monthly Review , 05/Set

    O governo do PS participa activamente em guerras coloniais , por Miguel Urbano Rodrigues, 03/Set

    O Pico petrolífero e o governo alemão , por Stefan Schultz, 02/Set

    Quem será capaz de levar o Brasil adiante? , por Mark Weisbrot, 01/Set

    A arte pacheca , por Fernando Campos, 31/Ago

    Os judeus do Irão vivem muito melhor do que os palestinos de Gaza , por Mike Whitney, 30/Ago

    Portugal: Finalmente um candidato que defende a Revolução de Abril , por Francisco Lopes, 28/Ago

    Que recuperação? Uma dupla recaída em W? , por Rick Wolff, 28/Ago

    Que crise económica? Os lucros aumentam! , por James Petras, 27/Ago

    A tendência à barbárie e as perspectivas do socialismo , por James Petras, 24/Ago

    Uma aldeia andaluza , por Mohamed Belaali, 23/Ago

    Álvaro Uribe e os crimes de lesa humanidade , por Elaine Tavares, 23/Ago

    Destruição de emprego continua em Portugal , por Eugénio Rosa, 22/Ago

    Porque o Wikileaks deve ser protegido , por John Pilger, 21/Ago

    IEFP reduz o desemprego registado em Julho de 2010, mas aumenta para 49.106 os desempregados que são eliminados dos ficheiros dos Centros de Emprego , por Eugénio Rosa, 21/Ago

    Arriando a bandeira do século americano , por Chalmers Johnson, 20/Ago

    A África ainda está a ser saqueada , por Patrick Bond, 19/Ago

    Quão próxima da morte está a América? , por Paul Craig Roberts, 18/Ago

    Em defesa das FARC , por Miguel Urbano Rodrigues, 17/Ago

    Carta aberta ao presidente francês Nicolas Sarkozy , 17/Ago

    O papel de Israel no desencadear de um ataque ao Irão , por Michel Chossudovsky, 16/Ago

    Washington procura desestabilizar a Venezuela: O império revida (e perde) , por James Petras, 13/Ago

    Sonhos com a língua portuguesa , por Rodrigo Oliveira Fonseca, 12/Ago

    Com o US Army no Afeganistão , por Ann Jones, 11/Ago

    As mentiras sobre Hiroshima são as mentiras de hoje , por John Pilger, 10/Ago

    Crise, luta e esperança , por Miguel Urbano Rodrigues, 10/Ago

    Limiar da pobreza, desemprego e manipulação da opinião pública em Portugal , por Eugénio Rosa, 09/Ago

    Novas dimensões da decadência do capitalismo estado-unidense , por David Kerans, 09/Ago

    "O nosso século é fascista" , por Varela Gomes, 08/Ago

    Tony Blair deve ser processado , por John Pilger, 07/Ago

    Avança o monopólio da terra para produção de agrocombustíveis , por Maria Luisa Mendonça, 06/Ago

    Acerca das últimas decisões anti-populares do governo grego , por KKE, 05/Ago

    O movimento trabalhista e a luta socialista na Venezuela atual , por Pedro Eusse, 04/Ago

    Remendos na Wall Street e crise capitalista , por Rolando Astarita, 03/Ago

    Recuperação económica para poucos , por Rick Wolff, 02/Ago

    Entram em vigor hoje os Decretos-lei 70/2010 e 72/2010, que reduzem os apoios aos portugueses com rendimentos insuficientes e aos desempregados , por Eugénio Rosa, 01/Ago

    Nas montanhas da Colômbia , por Ivan Pinheiro, 30/Jul

    Pensar à esquerda, sem vacas sagradas , por Grazia Tanta, 29/Jul

    O ano da dissolução da América , por Paul Craig Roberts, 28/Jul

    A guerra do Afeganistão desmascarada , por Wiki Leaks, 27/Jul

    E se ele estiver certo? , por James Howard Kunstler, 26/Jul

    Uma decisão que lança mais combustível no incêndio das intervenções imperialistas , por KKE, 24/Jul

    Um programa anti-capitalista e anti-imperialista para o Brasil , por PCB, 23/Jul

    O povo que pode, o povo que constrói, tem a palavra! , por FARC-EP, 22/Jul

    A hegemonia do dólar e a ascensão da China , por Michael Hudson, 21/Jul

    Incoerência económica e duplo pensamento , por Caleb Irri, 20/Jul

    Boicote Acadêmico contra Israel? Umberto Eco não entendeu nada , por PACBI, 19/Jul

    O apoio à resistência iraquiana continua , por John Catalinotto, 19/Jul

    Impostos sobre trabalhadores disparam, mas sobre a banca diminuíram ainda mais , por Eugénio Rosa, 17/Jul

    A tirania dos títulos , por Zoltan Zigedy, 16/Jul

    Faluja: Anatomia de uma atrocidade , por David Rothscum, 15/Jul

    Teoria da política externa dos EUA – I , por Leo Huberman e Paul M. Sweezy, 14/Jul

    O combate das palavras: A nova propaganda , por Robert Fisk, 13/Jul

    Sistema bancário europeu em grande perturbação , por Mike Whitney, 12/Jul

    Catástrofe do Golfo: BP restringe o acesso dos media , por Dahr Jamail, 11/Jul

    Plano de austeridade agrava desigualdades em Portugal , por Eugénio Rosa, 10/Jul

    Vivemos acima das nossas possibilidades? , Vicenç Navarro, 08/Jul

    A saída do euro como solução para a crise da dívida pública , Costas Lapavitsas, 07/Jul

    Austeridade: Por que e para quem? , Rick Wolff, 06/Jul

    Golfo do México: A opção nuclear para a fuga da BP , Washington's Blog, 05/Jul

    Manifesto contra mudanças no Código Florestal Brasileiro , 03/Jul

    Estamos às portas de outro quatriênio de ofensiva oligárquica contra o povo , por FARC-EP, 02/Jul

    Unidos contra nós, divididos entre si:   Toronto e o assalto europeu aos padrões de vida , por Ben Hillier, 01/Jul/2010


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