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O DESCALABRO E AS NACIONALIZAÇÕES NECESSÁRIAS
A insolvência agora revelada do mais poderoso grupo financeiro português , o Espírito Santo, ficará na História Económica de Portugal.   O mito da gestão privada vem à luz do dia de forma gritante.   O descalabro do grupo Espírito Santos é a sequência de uma longa sucessão de escândalos (BPN, BPP, BANIF, BCP, ...) e de conivências numa trama de interesses com os partidos da burguesia, PSD & PS, que têm governado. A contra-revolução por eles promovida resultou nisso:   no descalabro geral e na ruína do país — mas seria inútil esperar qualquer auto-crítica da parte dessa gente.
Grande General Vasco Gonçalves, que em 1975 fez o que era necessário: a nacionalização da banca e dos grupos monopolistas.   Aqueles que destruíram a sua obra e depois disso a Lei de Delimitação dos Sectores têm contas a prestar. Refazer o que foi criminosamente desfeito é uma condição de sobrevivência nacional. Portugal é hoje um "protetorado" (palavra utilizada pelo ministro P. Portas, em tom conformista). Para libertar-se, será preciso também recuperar a soberania monetária e romper com a UE.

GENOCÍDIO NA EUROPA
O governo neo-nazi de Kiev deu, dia 12 de Junho, um novo passo na escalada genocida contra o seu próprio povo:   a utilização de bombas incendiárias de fósforo contra a população civil de Slavyansk . Os media corporativos, ditos de "referência", calam-se. Ocultam deliberadamente este novo acto de barbárie dos fascistas ucranianos patrocinados pelo governo Obama. E a União Europeia permanece de cócoras, também calada, subserviente aos EUA e conivente com os seus crimes.
AINDA AS ELEIÇÕES PARA O PE
Todos falam da ascensão da extrema-direita nas eleições para essa instituição de fachada que é o Parlamento Europeu, nomeadamente dos 25% obtidos em França pela sra. Le Pen.   No entanto, há duas coisas que devem ser precisadas:
1) Ainda que a referida senhora (ou o pai dela) sejam de extrema-direita, o programa que a Frente Nacional apresentou ao povo francês não era de extrema-direita. Muitas das suas propostas eram perfeitamente razoáveis, corajosas e até meritórias, como a saída do euro e da UE, a defesa de indústria nacional, a ruptura com a globalização, a independência frente aos ditames estado-unidenses. Teses como essas não são de extrema-direita. São, sim, progressistas. O fracasso de forças de esquerda francesas em assumirem a sua defesa é uma mancha que ficará na sua história.
2) A verdadeira ascensão da extrema-direita na Europa está a verificar-se neste momento, de uma forma brutal e criminosa, mas na Ucrânia. Ali, uma junta neo-nazista , com o apoio dos Estados Unidos e a conivência da UE, desencadeia uma sangrenta guerra genocida contra o seu próprio povo, inclusive com bombardeamentos de populações civis. Os media corporativos omitem tais informações, desinformam ou procuram branquear as acções do governo de Kiev.

400 MERCENÁRIOS DA BLACKWATER NA UCRÂNIA
A junta neo-nazi de Kiev tem agora 400 mercenários da Blackwater e Greystone a operarem no terreno, anunciam os media alemães . São eles que conduzem os massacres de populações civis no leste da Ucrânia, enquadrando a tropa regular e os paramilitares neo-nazis (Svoboda e Right Sector). A contratação de mercenários estrangeiros constitui uma escalada para uma guerra civil generalizada e uma provocação contra uma potência nuclear. O jogo do imperialismo, ao animar os seus títeres de Kiev, é insano. Registe-se o papel subalterno e servil da UE, caudatária dos EUA mesmo contra os seus próprios interesses.
"EM DEFESA DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL"
O novo livro do Prof. João Ferreira do Amaral, "Em defesa da independência nacional", pode ser adquirido aqui .
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"A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB.
Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas".
Em Defesa da Independência Nacional é o manifesto patriótico de um professor de Economia. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável – mas não é inevitável a permanência na zona euro. Viver num mundo globalizado pode ser uma oportunidade – mas enquanto nação soberana e não como uma junta de freguesia da UE.

O SCRIPT UCRANIANO NA VENEZUELA BOLIVARIANA
Três generais da Força Aérea Venezuelana acabam de ser detidos por conspirarem um golpe de estado. Foram entregues a Tribunais Militares, nos termos da lei e da Constituição Bolivariana. Este episódio significa que o imperialismo conseguiu comprar alguns militares de alta patente. Mas significa também que a Revolução Bolivariana e suas Forças Armadas estão vigilantes, pois os conspiradores foram denunciados por outros oficiais. Na Ucrânia o imperialismo gastou (confessadamente) cinco mil milhões de dólares para desestabilizar o país e promover o golpe de estado. Quanto não terá gasto já na Venezuela? O script da desestabilização da Ucrânia está a ser seguido ao pé da letra na Venezuela Bolivariana. Contratação de mercenários, sabotagem económica, destruição de bens públicos, utilização de marginais, grupos fascistas e terrorismo. O assassinato de 35 soldados da Guarda Nacional Bolivariana, 21 deles por armas de fogo, mostra que – tal como na Ucrânia – o imperialismo já recorre a franco-atiradores (snipers). Há uma tentativa clara das agências imperialistas (CIA, NDE, etc) de levar o país à guerra civil. O espectro da intervenção militar directa do imperialismo é uma realidade. A Revolução Bolivariana terá de defender-se com mão dura se não quiser ter o mesmo destino da Ucrânia. A diferença entre a Venezuela e a Ucrânia é que a primeira tem um governo digno, patriota, revolucionário e com apoio do povo, ao passo que a Ucrânia não tinha. Por isso a Venezuela Bolivariana tem condições de vencer.
A VORACIDADE DO FISCO CONTRA OS AGRICULTORES
A "anulação das novas imposições sobre os pequenos e médios agricultores" é uma causa que merece apoio. Estas novas imposições fiscais vão provocar a ruína de dezenas de milhares de pequenas e médias explorações agro-alimentares familiares. Elas devem ser preservadas pois contribuem para a produção de alimentos de elevada qualidade, são indispensáveis para garantir rendimentos aos agricultores afectados e às suas famílias e para proporcionar coesão territorial.
Assine a petição lançada pela Confederação Nacional da Agricultura .
ESPANHA REVOLTA-SE
As "Marchas da dignidade" convergiram hoje 22/Março em Madrid. Vindas de toda Espanha, dela participaram centenas de milhares de espanhóis de todas as nacionalidades.

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UE, CAUDATÁRIA DOS EUA
A crise da Ucrânia degradou ainda mais o papel da União Europeia. Antes a UE podia ser classificada como um sub-imperialismo, ou seja, um imperialismo de segunda categoria subordinado ao principal. Mas a partir de agora a Comissão Europeia tornou-se uma simples caudatária do governo americano. Passou a ser um moço de recados tão obediente ao seu patrão americano que até abdica dos seus próprios interesses. A subordinação é total e incondicional. Atiçada pelo governo de Washington, a UE alinhou-se completamente no apoio ao golpe de estado em Kiev e não teve pejo em utilizar os neo-nazis, que agora no governo interino ucraniano dirigem os Ministérios da Defesa, da Segurança Interna e outros mais. Ao embarcar no maximalismo de Washington e na sua geopolítica belicista, a Europa feriu profundamente os seus próprios interesses – que poderiam ter sido melhor atendidos através de um acordo razoável com a Ucrânia e a Rússia. A baronesa Ashton é a alter ego europeia da neocon Nuland.
Quanto à Ucrânia, o seu problema não é a separação da Criméia. O problema verdadeiro é a situação económica terrífica do país e no lado financeiro a perspectiva do incumprimento. Os milhares de milhões prometidos pela UE ainda estão no vamos ver. Se a ajuda da UE for como em Chipre e na Grécia, pobres ucranianos. Quanto aos 5 mil milhões de dólares que o imperialismo confessadamente gastou para derrubar o governo ucraniano, o seu reembolso começou de modo relâmpago: Foi o roubo das 40 toneladas de ouro do Banco Central da Ucrânia , agora "guardadas" nos EUA. Por que é que os media que se auto-proclamam como "referência" e padrão de "bom jornalismo" não mencionam o roubo do ouro ucraniano?
A TROIKA, AS FAMÍLIAS E A PRIVAÇÃO DE ÁGUA
Em 2013 a EPAL cortou o abastecimento de água 11.836 famílias. Este número representa um acréscimo de 15,41% em relação aos cortes verificados em 2012 e de 17,8% em relação aos de 2011. Assim, a pauperização do povo português imposta pelos serviçais da troika, o governo PSD-CDS, já atinge o bem mais vital de todos: a água. A ditadura do capital financeiro sobre Portugal assume aspectos cada vez mais perversos.
A notícia está aqui .
UCRÂNIA: IMPERIALISMO SAQUEIA 40 TONELADAS DE OURO
A pilhagem da Ucrânia intensifica-se em ritmo alucinante. Sexta-feira à noite, dia 7 de Março, um avião misterioso decolou do aeroporto de Boryspil com 40 toneladas de ouro. Essa quantidade corresponde às reservas do Banco Central da Ucrânia. Do golpe de estado em Kiev saiu um governo apoiado pelos EUA e integrado por neo-nazis. Ele está agora a pagar a factura ao imperialismo. Está-se a ver a "libertação" que as potências ocidentais oferecem ao povo ucraniano.
A notícia está aqui .
VITÓRIA DO POVO CIPRIOTA
Chipre derrotou as privatizações imposta pela UE. Sexta-feira, 28 de Fevereiro, o Parlamento de Chipre – após enormes manifestações populares – recusou-se a autorizar as privatizações selvagens impostas pela Troika. O plano de privatizações de três grandes empresas públicas teve 25 votos contra dos comunistas (AKEL) e outros partidos democráticos, 25 votos a favor e 5 abstenções. O plano de privatizações era um elemento chave do acordo com o FMI e a UE. Em consequência, após a rejeição do plano, o governo reaccionário local pediu a demissão. "Não aceitaremos a dilapidação do património nacional" , declara o AKEL. O AKEL recusa com firmeza as privatizações, defende a saída de Chipre do Euro e o abandono da UE.
Notícias como esta não são divulgadas na TV portuguesa...
A ARTE DO ENGANO DOS SUCESSORES DE GOEBBELS
"A arte do engano: treino para uma nova geração de operações encobertas online" é o título de um estudo secreto destinado apenas ao grupo de cinco países que participa em conjunto da operações de espionagem dos EUA (Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá). O dito estudo foi preparado pelo Government Communications Headquarters (GCHQ), o serviço de inteligência britânico. Ele pode ser apreciado aqui .
UCRÂNIA E VENEZUELA, DOIS CASOS ANÁLOGOS
Tanto na Ucrânia como na Venezuela as perturbações que estão a decorrer têm as mesmas raízes: as actividades deliberadamente provocatórias dos EUA para desestabilizar esses países. Através de suas organizações especializadas, como a NED , a fundação do sr. Soros e outras, o imperialismo procura activamente não só derrubar os respectivos governos como mudar o regime. Foi o que fez em 1973 no Chile, em 1964 no Brasil e em muitos outros países. No caso da Ucrânia, os EUA agem (ou agiam?) em colaboração com a UE. A sra. Noland, da Secretaria de Estado dos EUA, reconheceu que chegaram a gastar US$5 mil milhões para promover as actuais perturbações na Ucrânia, as quais fazem parte do desígnio estratégico de cercar a Rússia. No caso da Venezuela, algum dia se saberá quanto o imperialismo tem gasto para derrubar o governo constitucional de Nicolas Maduro por meio de grupos paramilitares e grupos fascistas, agentes pagos que executam acções de violência.
A diferença entre a Ucrânia e a Venezuela é que a primeira tem um governo reaccionário e indeciso, ao passo que a Venezuela tem um governo bolivariano comprometido com o socialismo. O governo e o povo venezuelano têm portanto melhores condições para defender o seu país do que o governo e o povo ucraniano.
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ESTIVADORES: SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA
A solidariedade internacionalista dos estivadores europeus manifesta-se de modo concreto. No dia 4 de Fevereiro estivadores de portos dinamarqueses, suecos, espanhóis e franceses paralisaram actividades em apoio aos seus colegas portugueses que resistem à ofensiva do patronato e do governo PSD-CDS.

Visite www.facebook.com/pages/Estivadores-Solidariedade/198798363619535
O ESMAGAMENTO DAS FAMÍLIAS PELO IRS
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A arrecadação de IRS em 2013 foi de 12,3 mil milhões de euros, um aumento de 35,5% em relação ao ano anterior. Trata-se da maior arrecadação de sempre em sede de IRS. Ele se verifica no mesmo momento em que o governo determina a redução do imposto sobre as empresas, o IRC. O agravamento do IRS reduz o rendimento disponível dos portugueses. Mas a redução do IRC não aumenta o investimento porque este é determinado pela taxa de lucro e não por isenções fiscais.
A DENÚNCIA, O SILÊNCIO E A INFÂMIA
A revelação de Manuela Ferreira Leite, em programa televisivo na 5ª feira à noite, foi seguida por um silêncio quase sepulcral. Nenhum dos jornais que se auto-proclamam como "referência" mencionou o assunto. A excepção honrosa foi o jornal i .
Pela boca da ex-ministra das Finanças e antiga dirigente do PSD ficou-se a saber que:   1) o governo P.Coelho-P.Portas fez uma reserva oculta de 533 milhões no Orçamento de Estado de 2014;   2) que tal reserva daria para cobrir folgadamente as consequências do chumbo no Tribunal Constitucional – "ainda sobrariam 200 milhões", disse ela;   3) que portanto a sanha persecutória do governo contra os reformados, com cortes drásticos nas pensões, não tem qualquer razão de ser;   4) que desconhece a que se destina o enorme "fundo de maneio" de 533 milhões à disposição da actual ministra das Finanças – "no meu tempo este fundo era apenas de 150 milhões", disse Ferreira Leite.
Verifica-se assim que a infâmia do governo Coelho-Portas é ainda maior do que se pensava. Há recursos orçamentais vultosos que são sonegados, reservados a finalidades desconhecidas do público. E, apesar disso, o governo pratica uma nova e brutal punção sobre os magros rendimentos dos pensionistas.
GOVERNO PORTUGUÊS SUBSIDIA CASINOS
As contas da "Estoril Sol" (Casinos do Estoril, de Lisboa-Expo e da Póvoa de Varzim) respeitantes a 30/Set/2013 foram publicadas no sítio web da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Como pouca gente vê esse sítio e como os media "de referência" não as divulgaram, tais contas são praticamente desconhecidas do público.   Verifica-se ali que: 1) A empresa fechou o 3º trimestre com lucros de 1.258.281 €; 2) As receitas diminuíram 5% em relação às da mesma data de 2012. E, numa análise mais fina, constata-se que caíram 7% as receitas das slot machines mas subiram 2% aquelas do jogo bancado (bacará, gamão, etc).   No total de 137.771.294€ de receitas contabilizadas, 42% respeitam ao Casino de Lisboa-Expo, 37% ao do Estoril e 21% ao da Póvoa.   Por sua vez, os benefícios fiscais recebidos ascenderam a 2.736.516 €, ou seja, 2% do total das receitas e mais do dobro do lucro registado!   Os referidos benefícios foram atribuídos como apoio do Estado à "renovação de equipamentos" (2.331.516€) e à "animação realizada" (405.000€).
Aqui, mais uma vez, se vê o despudor deste governo.   No momento em que corta em pensões de poucas centenas de euros de viúvas e viúvos, assim como nas remunerações dos funcionários públicos, concede benefícios de milhões para a renovação de slot machines e de espectáculos nos casinos!
ECOSSISTEMA POLÍTICO-EMPRESARIAL
Uma aplicação interactiva permite examinar o ecossistema político-empresarial português. Foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra e mostra o transito frenético entre os políticos da burguesia e o tecido empresarial, desde 1975 até 2013. Pode-se apreciá-la aqui:
http://pmcruz.com/eco/
O BOM EXEMPLO DA ISLÂNDIA
O governo da Islândia anunciou que cancelará 24 mil euros de cada hipoteca familiar, cumprindo a sua promessa eleitoral, apesar da crítica esmagadora das instituições financeiras internacionais. A medida foi apresentada pelo primeiro-ministro Sigmundur David Gunnlaugsson, do Partido Progressista (conservador) que ganhou as eleições de Abril deste ano com a promessa de aliviar a dívida familiar. Segundo a sítio web do governo islandês, a dívida familiar será reduzida uma média de 13 por cento. "Esta medida promoverá o rendimento disponível das famílias e estimulará as poupanças", afirma o governo. A notícia está em Russia Today .
Enquanto isso, em Portugal, há 636 mil portugueses em situação de incumprimento com o crédito bancário. Deste total, segundo o Banco de Portugal, 128 mil referem-se ao crédito à habitação.
A TEIMOSIA NO FRACASSO
A carta de demissão do ex-ministro das Finanças, Vitor Gaspar, era uma confissão do fracasso da política que seguira sob o diktat da troika. No entanto, apesar daquela confissão, manteve-se a mesma política como se nada se tivesse passado. E agora as troikas, nacional e estrangeira, anunciam que têm a intenção de continuar exactamente a mesma política, como se verifica na nova carta de intenções subscrita por P. Portas, M. L. Albuquerque e C. S. Costa. Estes três capatazes nacionais dos três funcionários da troika estrangeira cometem assim um acto de traição nacional:   esforçam-se por eternizar a servidão do país aos ditames do capital financeiro internacional.
O restabelecimento de um governo digno em Portugal é a condição prévia necessária para que o povo recupere a soberania nacional, com a ruptura em relação à zona euro, à UE, ao FMI, ao BCE, à NATO, à OMC. Retomar o destino nas suas mãos é a tarefa histórica que se depara ao povo português e a todos os povos oprimidos da Europa.
NOVO LIVRO DE EDMILSON COSTA
Resistir.info dispõe de alguns exemplares de "A crise económica mundial, a globalização e o Brasil", o novo livro de Edmilson Costa (287 pg., ed. ICP).   Custa 15 euros (porte incluido).   Os interessados poderão transferir essa quantia para o NIB 003601689910004600741 e a seguir informar (com nome/morada) para o email resistir[arroba]resistir.info.
ALEMANHA EXPORTA BANCARROTA E DESEMPREGO
"Mas um grande país [a Alemanha] com um enorme excedente estrutural de transacções correntes não exporta apenas produtos. Exporta também bancarrota e desemprego, particularmente se o fluxo de capital correspondente consiste em dívida a curto prazo". Quem o diz é Martin Wolf, colunista do Financial Times, a propósito da política económica do sr. Schäuble, ministro das Finanças alemão. Ver o seu artigo "O estranho universo paralelo da Alemanha – Plano de Merkel para a zona Euro é profundamente depressivo" .
Com tal política a sobrevivência da zona Euro é impossível. Donde se conclui que, para os países do Sul da Europa, o melhor caminho para evitar serem arrastados no naufrágio do Euro (e da UE) é a saída unilateral. Quanto mais cedo melhor.
FORAM OS SAUDITAS QUE ENTREGARAM ARMAS QUÍMICAS
Foram os serviços secretos da Arábia Saudita, dirigidos pelo príncipe Bandar, que entregaram armas químicas ao grupo "Jabhat al-Nusra", ligado à Al-Qaeda. Este bando terrorista actua na Síria por conta da Arábia Saudita e com salários pagos pelos seus serviços secretos.
A revelação está no sítio web da jornalista Silvia Cattori .

Acerca da Organização da ONU para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), ver em resistir.info:
  • O Brasil, os EUA, a OPAQ e Bustani , 27/Abril/2002
  • Como Washington destruiu a OPAQ , 28/Maio/2004
    A HISTERIA BELICISTA CONTRA A SÍRIA
    Em 2003 o imperialismo promoveu uma campanha histérica acerca de supostas armas de destruição maciça possuídas pelo Iraque. Como se viu, aquela mentira flagrante, cínica e deliberada do governo dos EUA destinou-se a justificar a invasão e ocupação daquele país. Hoje, mais uma vez, o imperialismo encena uma campanha mundial acerca de supostas "armas químicas" que teriam sido utilizadas pelas Forças Armadas sírias. Obama não apresentou uma única prova que corroborasse tal afirmação, mas a campanha prossegue. Destina-se a preparar a opinião pública para uma eventual agressão directa contra a República Síria à semelhança daquela desencadeada contra a Líbia. Diz-se a agressão directa porque a indirecta começou há vários anos com o armamento, treino e incentivo a bandos terroristas, os quais estão a ser derrotados pela Forças Armadas sírias. Tal como em 2003, os cães amestrados de Londres, Paris e Ancara ladram furiosamente a atiçar.
    Por outro lado, a crise financeira capitalista intensifica-se. O seu sistema bancário está em ruínas, tanto nos EUA como na Europa. Os monstruosos resgates governamentais com o dinheiro dos contribuintes e com emissões monetárias (bail-outs) fracassaram, tendo desaparecido no buraco negro da banca – agora já planeiam resgates internos (bail-ins) com o dinheiro dos depositantes. O que tem isto a ver com uma eventual agressão à Síria? Muito. Historicamente o imperialismo sempre procurou na guerra a saída para as suas crises.

    SWAPS: UM CASO DE POLÍCIA
    Destruir provas é crime. Pode-se presumir que os mandantes de uma destruição são presumíveis criminosos que procuram apagar o seu rastro. Assim, se a ministra das Finanças manda destruir documentos relativos aos swaps da Refer, Metro de Lisboa, Metro do Porto e TAP é lícito considerar que tais documentos a incriminariam. O agente que efectuou a destruição, sr. Heitor Agrochão, inspector geral da IGF, é um mero executor. Os/as responsáveis têm de ser procurados/as mais acima na hierarquia do governo PSD/CDS.
    A impudência desta gente não tem limites.
    O ÚLTIMO ACTO DE V. GASPAR FOI UM ROUBO
    O último acto de Vitor Gaspar como ministro das Finanças foi um roubo a todos os trabalhadores portugueses. A Portaria 216/A/2013 foi publicada em 2 de Julho, no mesmo dia em que V. Gaspar se demitiu do Ministério das Finanças. É assinada tanto por ele como por Mota Soares, que na altura também considerava demitir-se. Essa portaria passou quase desapercebida em meio a crise política que se seguiu. No entanto, é gravíssima pois concretiza as ameaças do governo ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS). O referido diploma ordena ao Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo. Ou seja, o dinheiro pertencente aos trabalhadores, acumulado naquele Fundo para servir a Segurança Social, será lançado à voragem do financiamento da impagável dívida pública portuguesa. Este governo moribundo até o último minuto cumpre as imposições da Troika. E o governo recauchutado que eles pretendem seria a continuação deste.
    PORTUGAL, UM POVO ESPOLIADO E SAQUEADO
    Não há dinheiro? Mas o rombo fraudulento do BPN está a custar 9 mil milhões de euros ao erário público; o défice da Madeira mais 5,8 mil milhões; o escândalo dos swaps monta a 3 mil milhões; e as PPPs rodoviárias a bagatela de 9 mil milhões de euros. Só estas quatro coisas significam um prejuízo de 26,8 mil milhões de euros para o Estado português – sem falar nas muitas outras que pejam a vida pública do país. Mas não passa pela cabeça deste serviçal da troika, o governo P.Coelho/P.Portas cortar em nada disso. O que eles querem é cortar mais 4,0 a 4,8 mil milhões de euros, até 15 de Julho próximo, nas pensões de reforma e nas remunerações de funcionários públicos.
    Por este governo na rua é um imperativo de sobrevivência nacional.

    UM TROCA-TINTAS "DE ESQUERDA"
    Francisco Louçã, ex-líder do Bloco de Esquerda, alardeia que a saída de Portugal do Euro significaria "sacrifícios equivalentes aos da II Guerra Mundial" . O sr. Louçã tenta assim influenciar a opinião pública através do terrorismo psicológico. O seu objectivo é levar a água ao moinho europeísta pois está comprometido com os europeístas do chamado Partido de Esquerda Europeu (PEE). A especialidade do referido PEE é dar um verniz "progressista q.b." à Europa dos monopólios e do capital financeiro, tornando-a mais respeitável. Trata-se do partido que assumiu o compromisso de jamais por em causa o capitalismo e as instituições da UE, uma "esquerda" palatável para banqueiros... Em Portugal essa gente exerce o mesmo papel deletério do SYRIZA na Grécia, um partido social-democrata que se auto-intitula "esquerda radical". A sua missão é confundir.
    OS COMPROMISSOS DELES
    Os compromissos assumidos pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal estão aqui exarados: Letter of Intent, June 12, 2013 e memorandos que a acompanham.
    Mais vale ler a carta deles, com os compromissos reais, do que ouvir os discursos públicos em que frequentemente se contradizem ou dão o dito por não dito. Dentre outras coisas, no ponto 5 afirmam que "no fim da sessão legislativa (15/Julho/2013), finalizaremos todas as mudanças chave exigidas para implementar a revisão da despesa pública, através de aprovação pelo Conselho de Ministro ou submissão ao Parlamento se necessário, como especificado no anexo MEFP".   Recorde-se que a 8ª missão de revisão da Troika está prevista para meados de Julho.
    A carta conclui a afirmar que "Estamos prontos a tomar medidas adicionais se forem necessárias para atender aos objectivos do programa económico e consultaremos o FMI, a Comissão Europeia e o BCE antes de quaisquer revisões necessárias às políticas contidas nesta carta e no Memorando anexo". Servilismo q.b.

    DEMAGOGIA E REALIDADE
    Subitamente o governo Coelho-Portas descobriu que era preciso desenvolver a economia do país. Assim, no dia 23 de Abril, apregoou mais um pacote demagógico de medidas destinadas a incentivar os empresários a investirem e com isso aumentar o nível de emprego. É claro que já poucos acreditam nisso, mas sempre fica bem aos prepostos da troika fingirem que, além das finanças, também se interessam pela economia real. Mas a realidade desmente tais fantasias incentivadoras. Agora anuncia-se que a Salvador Caetano inaugura uma nova fábrica de carrocerias para autocarros, a qual criará 300 novos empregos.
    Onde será ela? Na China!
    MAIS UM CRIME DE LESA ECONOMIA NACIONAL
    O governo Coelho-Troika-Portas acaba de cometer mais um crime de lesa economia nacional com a extinção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, agora anunciada . As conversas balofas do Presidente República acerca de uma "economia do mar" resultam nisso, num país em que a marinha mercante está de rastros e a frota pesqueira mal consegue sobreviver. Os crimes de lesa economia nacional deste governo sucedem-se em catadupa. Agora é o semanário Expresso que anuncia a intenção de fechar a Siderurgia Nacional e mudar as suas fábricas da Maia e do Seixal para Espanha . O que está a suceder no país é um genocídio industrial, um genocídio da sua economia real. O famoso "consenso" com o PS que tanto desejam deve ser para melhor destruir a economia portuguesa. Um consenso na traição.
    IMPÉRIO PROMOVE A DESESTABILIZAÇÃO DA VENEZUELA
    Inconformadas com a derrota eleitoral, as agências do governo estado-unidense trabalham agora a todo o vapor para desestabilizar a situação na Venezuela. O objectivo último é desencadear um golpe fascista, como já tentaram antes. A situação evolui hora a hora. Ela pode ser acompanhada em:
  • Venezuelana de Televisão (VTV), canal estatal: www.vtv.gob.ve/en-vivo
  • Telesur: www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo
  • Ciudad de Caracas, jornal: www.ciudadccs.info/
  • Correo del Orinoco, jornal: www.correodelorinoco.gob.ve/
  • APORREA, sítio web: www.aporrea.org/
  • Resumen, sítio web: www.resumenlatinoamericano.org/
    AGENDA OCULTA E DESINFORMAÇÃO
    A campanha de desinformação acerca da Coreia continua intensa nos media que se auto-proclamam como "referência". A generalidade deles recorre a explicações do foro psico-patológico para definir o comportamento do governo norte coreano. Contudo, nenhum deles sequer aflora a agenda oculta do imperialismo. O objectivo não confessado do governo Obama é efectuar uma mudança de regime na Coreia do Norte – tal como as mudanças de regime que os EUA efectuaram no Iraque, na Líbia e na Jugoslávia e tal como as que está a tentar efectuar na Síria, Irão e Venezuela. Daí toda a série de provocações deliberadas, cuidadosamente medidas e calculadas, efectuadas pelo governo Obama. Elas estão a ser feitas nos planos económico, bancário, diplomático e militar. O objectivo é arruinar a economia coreana e fazer sofrer o seu povo a fim de gerar insatisfação contra o regime. Recorde-se que no momento da criminosa invasão do Iraque, em 2003, aquele país já havia sofrido dez anos de sanções económicas que o debilitara profundamente. Já não tinha meios nem forças para resistir. Por isso foi invadido e ocupado. Assim, o comportamento corajoso e combativo do governo e do povo norte-coreano tem lógica e racionalidade. Eles estão a lutar pela sobrevivência. Os coreanos sabem bem das atrocidades de que foi capaz de cometer o imperialismo na década de 1950, quando aviões da USAF espalhavam tapetes de napalm sobre aldeias camponesas, quando as cidades coreanas foram arrasadas, quando efectuaram ensaios de guerra bacteriológica e quando o general MacArthur ameaçou recorrer à bomba atómica para vencer a guerra (só por isso é que foi demitido por Truman, não pelos crimes anteriores).
    A solidariedade para com os países agredidos pelos imperialismo é um dever.
    O REEMBOLSO ADIADO
    Vai um grande alarido nos media porque o sr. Olli Rehn defende o adiamento dos reembolsos da dívida portuguesa . Manifestam-se exultantes e aliviados. Mas é preciso que se diga:   1) O Sr. Rehn não podia fazer outra coisa senão defender o adiamento dos reembolsos pois a perspectiva de um incumprimento seria muito pior para a UE;  2) Nenhum dos problemas portugueses fica sanado com tal adiamento e a dívida até é agravada;   3) O que o capital financeiro europeu pretende é transformar Portugal num eterno escravo da dívida;   4) Não existe qualquer solução real para os problemas económicos portugueses enquanto o país não recuperar a sua soberania monetária – a saída do euro é a condição necessária e indispensável, além obviamente do repúdio ao memorando de entendimento com a Troika.
    GOVERNO SABOTA A ECONOMIA NACIONAL
    Só a ligação ferroviária para um futuro terminal de contentores na Trafaria custaria 150 milhões de euros , anunciou o presidente da Refer. Além disso há que contabilizar o custo de construção do futuro porto (que ainda não existe) e do próprio terminal a ser construído. Por outro lado, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) estão a pedir emprestado ao governo modestos 14 milhões de euros para poder efectuar a construção de um navio já encomendado.
    Destes dois episódios podem-se tirar algumas conclusões:
    1) Com este governo, tal como no socratismo, continua a mania dos projectos gigantes, de rentabilidade duvidosa e, em caso afirmativo, só a longo prazo.
    2) A opção pelos projectos gigantes prejudica as PMEs, que asseguram o maior número de postos de trabalho em Portugal. Tal como num jogo de soma zero, se há financiamento para projectos gigantes deixa de haver para o tecido de industrial e comercial português constituído por micros, pequenas e médias empresas.
    3) O fanatismo ideológico deste governo prejudica a economia nacional. O caso dos ENVC é exemplar:   a empresa é sabotada por este governo por ser estatal (ainda). O governo prejudica assim o nível geral de emprego e até mesmo as exportações nacionais (o cliente que encomendou o navio é estrangeiro).
    4) Factos como estes aparentemente não preocupam os comentaristas que peroram na TV acerca da situação económica portuguesa.
    DESEMPREGO NA EUROPA TENDE A CRESCER
    .
    "Nada se pode fazer sem a aprovação da Alemanha. E, francamente, a Alemanha seria insana se alterasse o status quo actual que a faz funcionar melhor que o resto da Eurozona. Simplesmente insana". Quem diz isto é o Dansk Bank . "Quem mais pode jactar-se de a sua taxa de desemprego ser significativamente inferior àquela de antes da crise financeira?", pergunta o banco dinamarquês. E conclui: "Portanto, aperto monetário, baixa inflação, austeridade. Isso está a funcionar em grande para o país que tem o poder".
    Está tudo dito. A saída da zona euro é uma necessidade objectiva para os países da Europa do Sul.
    UM MILHÃO E MEIO NAS RUAS, 800 MIL EM LISBOA
    As manifestações do dia 2 de Março mobilizaram 1,5 milhão de portugueses contra o governo PSD-CDS, contra o FMI, o BCE e a UE. Dados relativos a manifestações em 25 cidades revelam os seguintes números: Angra do Heroismo 50 | Barcelona 30 | Beja 1000 | Braga 7000 | Caldas da Rainha 3000 | Castelo Branco 1000 | Chaves 200 | Coimbra 20000 | Entroncamento 300 | Estocolmo 15 | Guarda 500 | Horta 160 | Lisboa 800 mil | Londres 100 | Marinha Grande 3000 | Paris 100 | Portimão 5000 | Porto 400 mil | Santarém 500 | Setúbal 7000 | Sines 120 | Tomar 200 | Torres Novas 250 | Viana do Castelo 1000 | Vila Real 1800 (em actualização).


    A PAUPERIZAÇÃO DOS TRABALHADORES PORTUGUESES

    No 4º trimestre de 2012 o Índice do Custo de Trabalho (ICT) diminuiu 14,9% e os custos salariais diminuiram 16,1% em relação ao mesmo período do ano anterior , revelou o INE em 15/Fev/2013. No trimestre anterior, a variação homóloga do ICT fora de -14,2%.
    Confirma-se assim, a nível estatístico, a degradação das condições dos trabalhadores portugueses que continuam empregados. A troika rejubila com isso. A sua política de desvalorização interna está a provocar os efeitos que ela desejava. Com esta troika e sob a ditadura do euro o país está num processo, perverso e cumulativo, de ruína.

    OPERAÇÃO SECRETA: UE PROMOVE A PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA

    (legendado em português)
    Favor assinar esta petição: http://right2water.eu/
    52 FALÊNCIAS POR DIA EM 2012
    Em Portugal verificaram-se 52 falências por dia ao longo de 2012, um aumento de 62% em relação a 2011. Ao mesmo tempo, denuncia a CGTP, "A dívida aos trabalhadores que perderam os postos de trabalho em resultado do encerramento ou falência das empresas ultrapassa os 316 milhões de euros, afectando mais de 43 mil trabalhadores do sector público e privado, segundo dados apurados pela CGTP-IN. Na realidade o valor é muito superior, uma vez que este levantamento não abrange todos os distritos nem todos os sectores de actividade" . E com o Orçamento de Estado (inconstitucional) de 2013 é mais que certo que não haverá qualquer recuperação económica no próximo ano. A economia real portuguesa continuará nesse caminho para o abismo. Os aumentos na electricidade, gás, combustíveis, transportes, já anunciados para Janeiro, destinam-se a retirar ainda mais rendimento disponível dos trabalhadores e das PMEs (reduzindo-lhes a competitividade) e engordar o capital oligopolista.
    É preciso entender o que está realmente a acontecer: 1) A prioridade deste governo não é recuperar a economia real e sim satisfazer os credores externos de Portugal;   2) Com esse objectivo procura extorquir o máximo que pode do povo português, a qualquer custo e utilizando todas as manigâncias possíveis;   3) A lealdade do ministro das Finanças, Vitor Gaspar, é para com o capital financeiro e não para com o país que o viu nascer;   4) Ao "diluir" ao longo do ano os subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores o plano não confessado do governo é vir a extingui-los.
    Correr com esta gente, recuperar a soberania monetária e romper as amarras com a UE é um imperativo de sobrevivência nacional.
    O DESCALABRO
    O descalabro das finanças públicas continua. Revela-se agora que a arrecadação fiscal caiu 5,8% entre Janeiro e Novembro de 2012 – consequência inelutável do pacote da troika. Além de levar o país à ruína, este governo de traição nacional continua o seu programa de privatizações selvagens. O cancelamento da venda da TAP a um suspeitíssimo sionista-colombiano constitui uma vitória parcial dos trabalhadores e da maioria do povo português. Mas a intenção de privatizá-la ainda continua de pé, assim como de privatizar a ANA, ENVC, RTP, as Águas de Portugal e o pouco que resta do sector empresarial do Estado. Um tal governo compromete não só as gerações presentes como também as futuras. Deitá-lo abaixo, com o seu Orçamento de 2013, é uma tarefa urgente. Figurinhas como o sr. Relvas, P. Coelho, António Borges e quejandos não são próprias de um país decente.
    SOLIDARIEDADE COM O POVO DE GAZA
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    Notícias em:
  • Maan News Agency
  • Press TV
  • Resumen
  • FDLP
  • Electronic Intifada
  • Guerra e gás natural
    A MAIOR MANIFESTAÇÃO DOS ÚLTIMOS ANOS
    Clique a foto para ampliá-la.
    (Clique a foto para ampliá-la)
    A grande manifestação nacional de 29 de Setembro da CGTP-IN foi uma jornada grandiosa. A entrada em cena dos trabalhadores organizados marca uma evolução qualitativa na luta contra a política imposta pela troika e executada pelo governo do sr. P. Coelho.
    Ver mais imagens da jornada do dia 29, a intervenção do secretário-geral da CGTP-IN e os próximos passos da luta em http://www.cgtp.pt/index.php
    SÚPLICA INDIGNA
    O primeiro-ministro grego, sr. Samaras, suplica de joelhos às potências europeias que lhe concedam mais prazo para pauperizar o seu próprio povo. Promete fazer um corte adicional de 11,5 mil milhões de euros nas despesas do estado grego. E isto num país em que a sua população activa já tem mais desempregados do que empregados. Além de indigno, o comportamento servil do sr. Samaras é catastrófico para o povo grego. Tais súplicas, se atendidas, só serviriam para prolongar ainda mais a agonia da Grécia sob a bota da troika. A única atitude correcta que atende aos interesses do povo grego é aquela defendida pelo KKE :   a ruptura com a UE, o BCE e demais organizações imperialistas, com recuperação da soberania monetária e independência nacional.
    Enquanto isso, os sociais-democratas do Syriza (os amigos do Bloco de Esquerda português), que tentam a viva-força uma conciliação com a UE, receberam esta semana a resposta que mereciam do presidente do Eurogrupo. Pediram uma audiência ao sr. Juncker e este bateu-lhes com a porta na cara. A UE não quer conciliação. Que isto sirva de lição aos conciliadores em terras lusitanas.
    O FIM DO EURO E AS NOVAS PRIVATIZAÇÕES
    Este governo ao serviço da troika anuncia novas privatizações. Trata-se de vender a preço vil o que resta do sector empresarial do Estado (ANA, TAP, etc). Tudo é efectuado de forma altamente opaca, com tramas nos bastidores e em meio a negociatas suspeitas (exemplo: a mal explicada venda pela Câmara Municipal de Lisboa dos terrenos do aeroporto da Portela).
    Deve-se registar que isto ocorre no momento em que já se antevê o fim do euro e, talvez antes disso, o fim da presença de Portugal na zona euro. Assim, as novas privatizações agora em curso resultam na alienação de activos que serão preciosos quando o país estiver fora do euro. Sendo a dívida externa bruta portuguesa de mais de 200% do PIB, é ridículo dizer que os encaixes destas privatizações permitiriam reduzi-la qualquer coisa que se visse e tivesse algum significado.
    Estamos na fase em que o país é sugado ao máximo. Depois, quando não restar senão bagaço, será relegado ao seu destino. De pés e mãos atados, com a propriedade dos seus activos entregue aos novos rentistas que agora os compram ao desbarato.
    O TERRORISMO CLIMÁTICO CONTINUA
    Acaba de ser lançado em Lisboa o filme "4:44 Último Dia na Terra" , dirigido pelo sr. Abel Ferrara. Trata-se de mais uma obra mistificatória construída para espalhar o pânico com o mítico aquecimento global. No momento em que o modo de produção de capitalista estala por todas as juntas, a classe dominante tem de inventar terrores fictícios a fim de disfarçar aqueles que são bem reais. A arte da desinformação tem muitas facetas.
    Mais esclarecimentos em:
  • Acerca da impostura global
  • Aquecimento global: uma impostura científica
    INCÊNDIOS FLORESTAIS
    Nos primeiros sete meses de 2012 houve 14 mil incêndios em Portugal nos quais arderam 67.052 hectares, informa o Público . Passam-se os anos e é sempre o mesmo. Este ano a área ardida foi o triplo da que se verificou no mesmo período de 2011, segundo informa a Autoridade Florestal Nacional.
    Seria curial que, além de fazer estatísticas, os governos tomassem medidas para evitar estas tragédias repetidas. No ano de 2005 resistir.info publicou uma proposta de plano nesse sentido: Como evitar incêndios florestais e produzir energia .
    Mas nos sete anos desde então decorridos, nada se fez nas linhas descritas no artigo. A proposta do Eng. António Lopes – que incide na prevenção – mereceu um silêncio total que perdura até hoje. Aparentemente, os governos consideram mais fácil comprar carros de bombeiros & aviões para combater os incêndios florestais.
    "ASCENSÃO E QUEDA DO EURO"
    'Ascensão e queda do euro'.
    Ascensão e queda do euro pode ser adquirido na Livraria Barata (Av. Roma, 11, Lisboa) ou encomendado on line à Bertrand , Wook , FNAC ou Chiado . A Bertrand, a Wook e a FNAC fazem desconto sobre o preço de capa (€14) mas cobram portes, a Chiado não cobra portes mas não faz desconto.
    No Brasil, pode-se adquiri-lo on line junto à Livraria Cultura .
    A edição electrónica pode ser adquirida em:
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    www.smashwords.com/...
    www.barnesandnoble.com/...
    www.diesel-ebooks.com/...
    ebookstore.sony.com/

    O livro reune trabalhos de um conjunto de investigadores que expõem as causas reais da crise da moeda comum europeia e da própria UE. Esta obra é uma tentativa de relançar as discussões que realmente importam – ultrapassando a desinformação dos media, com os seus economistas vulgares formatados na ideologia neoliberal.

    DONOS DE PORTUGAL
    Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
    Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
    ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL
    A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme "La memoria del saqueo" , de Fernando Pino Solanas.
    Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento.
    REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS
    A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da "Aliança Esquerda Unida" e alguns independentes.
    Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios .
    MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE
    Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente .
    Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para "salvar" a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto.
    De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro.
    Subscreva a
    Acção colectiva contra o
    Mecanismo Europeu de Estabilidade,
    o novo ditador europeu

    Clique para assinar.

    OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA
    A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma "reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia" [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de "uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida". E acrescenta que "Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível".
    A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE.
    A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca.
    A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO
    Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ?
    A DEMOCRACIA COMO FARSA
    A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia.
    Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok).
    Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la.
    Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum.
    MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE
    Abaixo a ditadura da União Europeia dos monopólios.
    LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA
    .
    http://www.areitoimagen.blogspot.com/
    EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO
    "O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa" (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz.

    Assine a petição:
    Parar os preparativos de guerra!
    Acabar com o embargo!
    Solidariedade com os povos iraniano e sírio!

    PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE
    Rendimento familiar disponível em países submetidos a medidas de austeridade.
    De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco" (sic).
    Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries , publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia.

    A ESTRATÉGIA DA TENSÃO
    A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos "de referência". Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira "bomba atómica" do Irão:   a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial.

    Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes.

    Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra.
    NOVA CARTA DE INTENÇÕES AO FMI
    Os submissos confirmaram a sua submissão com nova carta de intenções enviada ao FMI. A carta, datada de 9 de Dezembro, é assinada pelo ministro das Finanças e o governador do Banco de Portugal. Vale a pena lê-la para avaliar o tom geral de servilismo e os compromissos a que pretendem submeter o país até 2013. Se o povo português os deixar executar este programa ruinoso e de aniquilação do que resta das forças produtivas do país, Portugal chegará ao nível de desenvolvimento da Guiné-Bissau.
    EUA: OS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DO FEMA
    (legendado em português)



    DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE
    A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.
    O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.
    A VIDA APÓS O EURO
    Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal .
    O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL
    Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos "salvadores" será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida.
    A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro.
    A GREVE GERAL, UMA AFIRMAÇÃO DE LUCIDEZ
    O enorme êxito da Greve Geral de 24 de Outubro é um facto que só os tolos tentam negar. Foi uma afirmação lúcida, importante e corajosa de quem realmente cria a riqueza. Ela verifica-se num momento de transe. O capitalismo europeu está em convulsões. Não se pode sequer ter a certeza de que ainda haverá euro e UE no futuro próximo. O capital financeiro pretende descarregar todos os custos da crise sobre os trabalhadores, quer retroceder ao século XIX. A ditadura da Troika é a sua expressão em Portugal. As suas medidas provocarão crescimentos negativos do PIB a partir de agora, conduzindo o país a uma espiral de afundamento tal como na Grécia. Há que por cobro a esta gente e esta política. As alternativas existem.
    A RECEITA TERCEIRO-MUNDISTA APLICADA A PORTUGAL
    "Na generalidade, o programa teve um bom começo. Contudo, o seu êxito depende crucialmente da implementação continuada de um vasto conjunto de reformas estruturais que removerão as rigidezes e estrangulamentos por trás da estagnação de Portugal durante uma década. A fim de melhorar a competitividade do custo do trabalho, os salários no sector privado deveriam seguir a direcção tomada pelo sector público e implementar cortes de pagamentos sustentados. O programa encara medidas para reduzir custos de demissões e aumentar a flexibilidade salarial ao nível da firma. Ao enfrentar práticas arraigadas que distorcem a competição, um fortalecimento do quadro de competição está a caminho e tem havido progresso em liberalizar os mercados de telecomunicações. No entanto, é necessário mais progresso em reprimir os que procuram rendas em sectores abrigados, particularmente na energia e profissões regulamentadas. A missão concorda com as autoridades em que um esforço novo e determinado é exigido para revigorar a agenda de reforma estrutural no seu âmbito, foco e especificidade".
    Esta prosa faz parte da declaração emitida pela última missão da Troika em Portugal e pode ser vista na íntegra no sítio web do FMI: http://www.imf.org/external/np/sec/pr/2011/pr11416.htm .
    Com tais "progressos", se continuarem, dentro em breve Portugal chegará à situação grega.
    NOVOS NEGÓCIOS GREGOS
    O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE.
    LÍBIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA
    O martírio de Khadafi alvoroça os carrascos do povo líbio:   NATO, Klinton, Sarkozy, Cameron & transnacionais do petróleo, além dos seus serviçais locais, os bandos do CNT-Al Qaeda. O facto de se regozijarem com um assassinato mostra o nível ético a que chegaram. No plano moral já perderam a guerra há muito. A resistência de Sirte, sob os caça-bombardeiros da NATO, ficará como uma das páginas épicas da História. O heroísmo do povo de Sirte compara-se com o de Faluja, no Iraque, em ambos os casos submetidos à selvajaria fascista.
    Mas o contentamento dos abutres poderá ser sol de pouca dura. A resistência do povo líbio à guerra neocolonial continua. A História da Líbia não acabou. Continua a haver um governo legítimo e uma resistência valorosa – tal como no Iraque, no Afeganistão e em todos os países sob a bota da ocupação imperialista.
  • http://lavoixdelalibye.com/
  • http://www.resistencialibia.org/es/portada.aspx
  • http://leonorenlibia.blogspot.com/
  • http://www.algeria-isp.com/
  • http://libyasos.blogspot.com/
    A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL
    Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios:   existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma.
    Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia.
    UM DISCURSO TERRORISTA
    A declaração sobre o Orçamento de Estado para 2012 do sr. Passo Coelho mais parece um discurso do sr. Papandreu há dois anos atrás. As medidas anunciadas são uma declaração de guerra contra o povo português. Em ambos os casos, no do 1º ministro português e grego, os sacrifícios exigidos são inúteis e só agravarão os problemas já existentes. Este governo português actua como capataz da troika FMI/BCE/CE. Nada do que ele propõe terá o condão de recuperar a economia portuguesa e restabelecer o crescimento. A ruína actual da economia portuguesa é a consequência da vitória da contra-revolução ao longo das últimas décadas, que desindustrializou o país, destruiu o Sector Empresarial do Estado, a agricultura, as pescas e a frota mercante nacional, restabeleceu o capital monopolista, atrelou o país à UE, desbaratou as reservas ouro do banco central, abdicou da soberania monetária e, em conluio com o capital financeiro, instalou a corrupção nos mais altos níveis do aparelho de Estado. Resistir a tais medidas é um imperativo de sobrevivência do povo português.
    PORTUGAL ENREDADO
    "O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?
    À BEIRA DO COLAPSO
    O ministro das Finanças da Grécia, sr. Venizelos, diz que o seu país "está à beira do colapso" . A sua solução: "medidas de austeridade adicionais" (ainda mais!).   Se o programa da troika para Portugal for cumprido, daqui a um par de anos quem poderá estar a fazer afirmações e propostas de "solução" semelhantes é o ministro Vitor Gaspar.
    REDUÇÃO DAS DESPESAS DO ESTADO
    O primeiro-ministro Passos Coelho deu entrevista dia 20 à RTP1 em que reiterou a necessidade de cortes nas despesas do Estado a fim de cumprir os compromissos com a troika FMI/UE/BCE. Assim, para colaborar com Passos Coelho, alinham-se algumas sugestões de cortes:   retirar a tropa portuguesa que está no Afeganistão e outros lados ao serviço da NATO;   determinar a não entrega de quaisquer garantias ou dinheiros públicos para o novo aeroporto de Lisboa (o que certamente levará ao cancelamento definitivo do projecto);   adiar sine die o projecto de uma terceira ponte sobre o Tejo;   cancelar (e não apenas suspender) o projecto do TGV;   rescindir os contratos de PPPs sem indemnizações aos rentistas que exploram estradas e hospitais.
    "O COLAPSO DA EUROZONA É QUASE CERTO"
    "A menos que haja uma mudança dramática e simultânea na política da Itália, da Alemanha e do Banco Central Europeu, o colapso da eurozona é quase certo. Nem a Itália, nem a Espanha, Portugal, Irlanda ou Grécia serão capazes de manter a sua condição de membros da eurozona e manter a sustentabilidade da sua dívida soberana com os spreads actuais da taxa de juro. Alguma coisa terá de ceder".   Quem afirma isto é um editor do Finantial Times, Wolfgang Munchau. O seu artigo pode ser lido em Eurointelligence .
    Face a isto, cabe perguntar para onde nos leva a subserviência do governo PSD/CDS aos ditames da troika FMI/UE/BCE. O desligamento de Portugal da eurozona é inevitável e os sacrifícios agora impostos aos portugueses são inúteis. No fim do programa da troika Portugal estará numa situação económica pior do que agora. Não há luz no fundo deste túnel.
    11/SET DEZ ANOS DEPOIS

    As demolições controladas do WTC e o ataque – com míssil – ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de "século americano". Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam.

    Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao "incidente do Golfo de Tonquim", uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname.

    Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem "referência" (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen).

    OS ABUTRES REPARTEM O BOTIM
    Estão reunidos em Paris, numa cimeira convocada por Sarkozy & Cameron , os países que participaram da agressão contra a Líbia. Consideram eles que chegou o momento de repartir os despojos. E cada um deles quer garantir o seu naco o mais depressa possível, antes que o vizinho o tome. Falam em "ajuda" à Líbia, mas o que querem é saqueá-la – inclusive os activos do seu banco central e do seu Fundo Soberano congelados no estrangeiro.
    SACRIFÍCIOS INÚTEIS
    Multiplicam-se as declarações acerca do fim do euro. Um importante dirigente da indústria alemã defende que a Alemanha, Áustria, Holanda e Finlândia saiam do euro . O conhecido historiador Hans-Joachim Voth afirma que "O euro não pode sobreviver na sua forma actual" . O economista liberal Charles Gave considera que "o euro é um Frankenstein que não pode funcionar" . Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas.
    Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter (v. Sair do euro – e depois? ). Esta deveria ser a perspectiva também das forças progressistas. Propor o aumento da produção nacional é um objectivo louvável, mas de duvidosa factibilidade sob o euro e a ditadura da troika. Tal proposta traz implícita a ideia (errada) de que poderia haver soluções dentro do sistema actual.
    O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER
    Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição.
    AS CONVULSÕES DO CAPITALISMO
    Na civilizada Grã-Bretanha acontecem motins de rua. Os EUA são degradados pelas agências de classificação de crédito. O pânico atinge bolsas de valores de todo o mundo. A Espanha e a Itália ameaçam ser os próximos países insolventes (a seguir, na fila, está a Bélgica). O mundo já está em recessão e no limiar de uma depressão. Milhões perdem o emprego e as casas no centro do império. E este intensifica o seu belicismo, com agressões contra tudo e contra todos (Líbia, Afeganistão, Iraque, Somália, Colômbia, ...). O grande beneficiário, o capital financeiro, vive à custa dos erários públicos. O capitalismo está podre. Entrou numa fase autofágica e já não é "consertável". Há que substituí-lo.
    O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL
    Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são.

    A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas.

    Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades...
    DESCOBERTAS DE CAVACO
    O Presidente Cavaco e Silva agora descobriu que a agricultura existe e é importante. No seu discurso de sabor salazarista feito em Castelo Branco recomendou o desenvolvimento das actividades agrícolas. Há algum tempo atrás o Presidente também fez a descoberta tardia de que o mar era importante e que o país devia desenvolver a sua vocação marítima – quando há mais de um quarto de século o PCP fartou-se de denunciar a absurda destruição da frota pesqueira nacional. Como se recorda a CEE chegou a financiar o desmantelamento de traineiras (depois de ter financiado a construção de algumas). Nas cerimónias do 10 de Junho, o Presidente pregou ainda as virtudes da frugalidade e a contenção de despesas. Cabe perguntar quanto custou toda essa deslocação de tropas e aviões para a parada militar em Castelo Branco.
    O VERDADEIRO PROGRAMA
    O FMI divulgou dia 7 de Junho o programa do governo português para os próximos três anos. Os documentos, num total de 121 páginas, podem ser descarregados em http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=24908.0 (alguns deles já haviam sido divulgados anteriormente). A confrontar com as declarações do sr. Passo Coelho de que pretende ultrapassar (!) as metas ditadas pelo FMI...
    TEIA DE ENGANOS
    A democracia portuguesa saiu pouco dignificada das eleições de 5 de Junho. A abstenção foi de 41,1%. A campanha eleitoral do PSD, PS e CDS primou pela camuflagem do verdadeiro programa de governo: o pacote ditado pelo FMI/BCE/UE. Os media ditos "de referência" cumpriram a sua missão de desinformar, encobrir e silenciar as consequências do pacote. As questões sérias e graves não foram tratados pelos três partidos da direita e os seus acólitos nos media. O cumprimento do cronograma de três anos ditado pela troika, prometido pelo líder do PSD, não levará a qualquer saída do tunel. Resitir é preciso.

    O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP
    Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro).
    Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores?
    NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS
    Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER , a empresa pública responsável por este elefante branco.
    Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração.
    Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros.
    É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração.
    Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto .
    IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO
    Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser "queimados" (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo.
    "Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada", informa o Independent. .
    MAGNÍFICA VITÓRIA DO POVO ISLANDÊS !
    No referendo de 9 de Abril de 2011 o povo islandês deu uma magnífica prova de lucidez, consciência e civismo ao votar "Não" ao pagamento das dívidas dos banqueiros corruptos do Icesave. Trata-se de uma vitória memorável que ficará registada na história económica mundial.
    Apesar das pressões brutais feitas em favor do "Sim", com ameaças de toda espécie por parte da União Europeia, do FMI, das agências de classificação, dos governos britânico e holandês e dos políticos locais que dominam o parlamento e cozinharam um acordo dito "menos mau" que o anterior (rejeitado num primeiro referendo), o povo islandês soube ver onde estavam os seus verdadeiros interesses.
    Contados 90% dos votos, os resultados mostram que o campo do "Não" tem 59,1 por cento e o do "Sim" apenas 40,9 por cento .
    Deve-se louvar a dignidade e coragem do Presidente da República da Islândia, que soube enfrentar pressões a favor do acordo cozinhado pelo parlamento e exigiu a sua ratificação em referendo popular.
    Ver também:
  • A crise económica na Islândia: o remédio do FMI não é a solução , de Michael Hudson
  • Islândia: a chantagem odiosa , de Jean Tosti
    A QUEDA DO GOVERNO E A PIRUETA DO PSD
    Durante anos a fio o PSD foi conivente com todas as malfeitorias do governo Sócrates. Aprovou tudo o que este quis, orçamentos, PECs e tudo o mais. Deixou, aquiescentemente, que o governo PS fizesse o trabalho sujo. O PSD e o patronato estavam satisfeitos com as medidas anti-populares e ruinosas do governo do sr. Sócrates. Agora, 23 de Março, o PSD abandona a atitude de oposição fingida e dá mostras de virtuosa indignação – mas não com a sua política:  reclama apenas por não ter sido previamente consultado quanto ao PEC 4...
    Entre Sócrates e Passos Coelho há a mesma diferença que entre os inspectores Dupont e Dupond, personagens da banda desenhada do Tin-Tin Milou. "Eu ainda diria mais", corroborava Dupond ao que dizia Dupont.
    ARÁBIA SAUDITA ATINGIU O PICO, CONFIRMA A WIKILEAKS
    A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção , diz telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks. Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert) . A fuga deste telegrama de Riad serve no entanto para confirmar que as autoridades dos EUA: 1) sabem muito bem que o mundo atingiu o Pico Petrolífero e que entramos agora na fase do declínio da produção; 2) adoptam uma política deliberada de silenciamento quanto a este problema crucial para os destinos humanos.
    O SORVEDOURO DO BPN
    O governo injectará mais 500 milhões de euros no BPN, anuncia o Público . Eles somam-se aos 4,8 mil milhões de euros já ali despejados após a sua nacionalização. O caso merece algumas observações:   1) O mesmo governo que deixou/deixa afundar centenas de empresas produtivas pelo país afora encontrou recursos vultuosos para salvar um banco insolvente – o contraste é chocante;   2) A nacionalização foi cuidadosamente circunscrita apenas ao próprio banco e não à sociedade que era sua proprietária (a qual supõe-se ainda ter património);   3) Os accionistas da holding proprietária do BPN (quem são?) foram assim poupados à nacionalização;   4) É lícito supor que esta nacionalização foi feita para evitar que o assunto fosse a tribunal, pois um processo de falência poderia tornar-se demasiado público para os interesses envolvidos;   5) O BPN ainda poderá exigir mais recursos do que os 5,3 mil milhões já recebidos, pois ninguém garante qual a dimensão do seu buraco.
    RUPTURA COM A AMAZON.FR
    Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.

    Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.

    Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA.

    Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.

    IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL
    Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
    A manobra decorreu em vários passos:  1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);  2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;  3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".  4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).
    Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:  1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;  2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;  3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;  4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;  5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.   6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.
    TRÊS MILHÕES MOSTRARAM O CARTÃO VERMELHO AO GOVERNO
    Em benefício do capital financeiro o governo do sr. Sócrates está disposto a sacrificar até o último dos trabalhadores. Mas esta política neoliberal foi ontem 24 repudiada por três milhões de trabalhadores portugueses. É o primeiro passo de uma luta que se adivinha longa.
    O balanço da jornada de ontem está em http://www.grevegeral.net/ .
    BOLÍVIA REDUZ A IDADE DE REFORMA!
    Enquanto na Europa tentam aumentar a idade de reforma e reduzir as pensões, na Bolívia o governo de Evo Morales lança um projecto de lei que reduz a idade da jubilação de 65 para 58 anos para os homens e de 62 para 56 anos para as mulheres.
    "Esta mudança é necessária. Nosso povo foi durante anos agravado. O tipo de trabalho que a maioria da população realiza é muito pesado. A diminuição da idade de reforma para os mineiros deve ser maior, para os 56 anos, e para os que vão ao fundo das minas deve diminuir para os 51 anos", afirmou o presidente Evo Morales.
    O vice-presidente, Álvaro García Linera, ressaltou qu o projecto rompe com o processo neoliberal engendrado pela lei de 1996. O novo sistema boliviano abolirá as Administradoras de Fundos de Pensões (AFP), que agora são dirigidas pelo grupo suíço Zurich e pelo banco espanhol BBV.
    A MONSTRUOSIDADE DESTA PROPOSTA DE OE
    Se a Constituição da República Portuguesa fosse cumprida o país não estaria agora a discutir o Orçamento de Estado de 2011 e sim um orçamento plurienal acompanhado do respectivo plano. A proposta de orçamento para 2011 ontem apresentada pelo governo à Assembleia da República é uma monstruosidade. Não há nela qualquer indício de desígnio estratégico ou indicação de caminho para sair da estagnação económica em que Portugal vive há mais de dez anos, um caminho de retomada do crescimento económico. Este orçamento é uma peça construída de forma atabalhoada para tapar buracos e encobrir a verdadeira dimensão do endividamento do Estado – mas esforçando-se por não prejudicar as clientelas do governo Sócrates. É assim que, mesmo em meio à crise, são mantidos intactos projectos aberrantes como o do novo e inútil aeroporto de Lisboa , o do TGV, o da terceira ponte sobre o Tejo, o do Hospital de Todos os Santos, etc. No exacto momento em que se corta brutalmente no rendimento disponível dos trabalhadores, em que o IVA é aumentado para a mais elevada taxa de toda a Europa, em que se retiram regalias sociais imensas, em que se provoca um aumento do desemprego ainda maior, o governo do sr. Sócrates insiste nos projectos megalómanos dos seus amigos empreiteiros. E isto sem falar nas parcerias público-privadas (PPP), que estão fora do OE e continuam de vento em popa.
    Um país que quer se desenvolver deve desonerar tributariamente aqueles que criam riqueza – a começar pelos trabalhadores – e financiar o Estado através da tributação dos sectores que não a criam, ou seja, os sectores rentistas (finanças, imobiliário e PPPs). Em Portugal os governos têm feito exactamente ao contrário: para a banca e os rentistas das auto-estradas, todos os benfícios fiscais possíveis e até salvamentos ruinososos (como no caso do BPN e do BPP); para os trabalhadores e empresários produtivos, o agravamento fiscal extorsivo.
    Aprovar esta proposta de OE é apenas adiar uma ruptura que se verificará dentro em breve, deixando o governo Sócrates continuar a endividar o país e a gastar desbragadamente por mais alguns meses. Se aprovados, os aumentos de impostos propostos serão devorados no sorvedouro do governo Sócrates. As soluções terão de ser outras e para alcançá-las Portugal terá de recuperar a sua soberania monetária. O abandono do Euro deveria começar a ser discutido.
    EM MEIO A CRISE, UM PERDÃO FISCAL
    A falência da Grécia foi conduzida pela sua classe dominante & o capital financeiro. Mas o governo Papandreu descarrega todo o ónus da crise sobre os trabalhadores gregos, através de medidas bárbaras : cortes de serviços públicos essenciais, cortes pensões, salários e subsídios, aumento de impostos sobre o consumo, etc. Tudo como manda o figurino da UE, do BCE e do FMI.
    Agora, em meio a essas medidas de pauperização, o governo do sr. Papandreu saiu-se com um gigantesco perdão fiscal! As autoridades resolveram perdoar dívidas dos gregos ricos que nos últimos dez anos deixaram de pagar impostos cujo montante é estimado em 35 mil milhões de euros. O governo liberta-os da carga dessa dívida: basta que paguem uma pequena multa, de valor simbólico, e estarão OK.
    Trata-se, como se vê, de uma austeridade selectiva. Para a sua clientela, tudo.

    Clique a imagem para aceder ao movimento Boicote, Desinvestimento, Sanções
    A NOVA INFÃMIA DO ESTADO NAZI-SIONISTA
    O assassinato de 19 inocentes que iam levar socorro à população sitiada de Gaza é mais um crime do estado nazi-sionista.
    O regime do apartheid imposto pelo estado judeu ao martirizado povo palestino é um crime continuado no tempo.
    A impunidade com que o estado judeu comete as suas infâmias só acontece devido ao beneplácito dos governos ocidentais.
    Os crimes destes judeus hitlerianos verificam-se porque contam com o apoio do imperialismo americano e do sub-imperialismo europeu.
    É um dever dos cidadãos dignos do mundo todo levantar um brado de protesto contra tais atentados de lesa humanidade.
    Assine a petição do Tribunal BRussells
    MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA EM LISBOA
    Com uma participação esmagadora de 300 mil pessoas – um recorde histórico – a manifestaçao nacional da CGTP-IN contra o PEC e a política de regressão social constituiu um protesto gigantesco contra o governo conluiado Sócrates-Passos Coelho, ao serviço da UE, do FMI, dos banqueiros e do capital monopolista. Os planos sinistros que eles tramam não serão aceites passivamente. Trabalhadores de todos os sectores, assim como desempregados e imigrantes, fizeram o seu primeiro e veemente protesto contra a marcha-atrás que lhes querem impor.
    .

    OPÇÕES FISCAIS E AUTOFAGIA
    Tributar a propriedade e a riqueza é o caminho para uma sociedade menos injusta. Tributar o trabalho e as actividades produtivas é o caminho para a recessão. Foi esta última a opção adoptada pelo governo conjunto Sócrates-Passos Coelho. Os aumentos de impostos (IVA, IRS, IRC) anunciados a 12 de Maio resultam de um Estado que continua a desbaratar recursos em obras inúteis e gasta a mãos-cheias em coisas de duvidosa utilidade. Trata-se de um Estado autofágico, que destrói património público (exemplo: demolições de edifícios escolares em bom estado) só para dar contratos a empreiteiros de construção civil. Do ponto de vista simbólico, seria mais decente que os ministros do governo Sócrates começassem por cortar os seus próprios salários.
    Em tempo: quanto está a custar ao erário público esta recepção ao papa?
    É PRECISO O CANCELAMENTO, NÃO O ADIAMENTO
    O primeiro-ministro anunciou dia 7 de Março o adiamento dos projectos do novo aeroporto e da terceira ponte sobre o Tejo . Trata-se de um recuo táctico do governo, motivado pelas más razões: a situação económica do país. Mesmo que a situação económica portuguesa fosse pujante, com o país a nadar em riqueza e superávites, ainda assim seria um erro monstruoso avançar com estes projectos ruinosos. Portugal precisa de investimento público, sim, mas investimentos rentáveis, com pay-back, investimentos que aumentem a capacidade produtiva do país, disseminados por todo o seu território, que utilizem inputs nacionais, que criem empregos permanentes, que preencham janelas vazias no tecido produtivo nacional e – sobretudo – que reduzam rapidamente o consumo de refinados de petróleo (ex.: massificar a utilização de veículos a gás natural).

    Por outro lado, o simples adiamento de tais projectos vem criar ainda mais problemas para os municípios envolvidos. Neste momento eles estão tolhidos por restrições de ordem urbanística, como as zonas non aedificandi, com numerosos projectos locais paralizados. O adiamento vem perenizar os problemas que já os afligem.

    A única solução justa é o cancelamento definitivo do projecto do novo aeroporto e da nova ponte rodoviária sobre o Tejo. No mundo pós Pico Petrolífero, as gerações vindouras ficarão gratas se não tiverem de arcar com tais elefantes brancos.
    POVOS DA EUROPA: LEVANTEM-SE
    Clique a imagem para ampliar .
    A Acrópole amanheceu com este apelo do Partido Comunista Grego.

    "CITAM-SE A PAR, GRÉCIA E PORTUGAL"
    "Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá... vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".

    Eça de Queirós, 1872, in "As Farpas"

    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS
    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.
    UMA EUROPA ASQUEROSA
    A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas.
    Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise.
    Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários.
    Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave.
    PETRÓLEO: RASPAR O FUNDO DO TACHO
    Cerca de 57% do petróleo consumido pelos EUA é importado e a produção mundial, como se sabe, está estagnada em torno dos 85 milhões de barris/dia. O seu declínio terá início após o fim do actual "plateau" (ver o gráfico de Hirsch, nesta coluna mais abaixo). O anúncio do presidente Obama de que irá abrir à perfuração novas zonas no offshore da costa Oeste e do Alasca tem tudo a ver com isso. Eles estão a raspar o fundo do tacho, numa tentativa de adiar as consequências do Pico Petrolífero. Segundo o secretário do Interior, Ken Salazar, nas zonas agora abertas à exploração haverá 39 a 63 mil milhões de barris de petróleo recuperável. Admitindo que isto seja verdade e que se possa realmente recuperar este petróleo até à última gota (e sem considerar os custos de extracção), estas reservas seriam suficientes para 459 a 741 dias do consumo mundial. E depois?
    VITÓRIA ESMAGADORA DO POVO ISLANDÊS
    Numa vitória esmagadora, 93% dos eleitores da Islândia disseram "Não" ao pagamento de prejuízos provocados pela falência de um banco privado. O referendo foi realizado no sábado, 6, e é o segundo da história do país. O povo islandês rejeitou assim as pressões impostas pelos governos britânico e holandês, bem como a atitude servil do seu governo e do seu parlamento que em Dezembro último assinaram um acordo comprometendo-se a pagar 3,9 mil milhões de euros aos credores do banco falido. Assim, a falência da ideologia neoliberal concretiza-se também no terreno prático. A pequena Islândia dá um exemplo a todos os países do mundo submetidos à extorsão. As vítimas da sanha do capital financeiro e imperialista começam a reagir.
    Ver "O esquema de reembolso é chantagem"
    A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA
    A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez.
    REPÚDIO À PRESENÇA DA TROPA PORTUGUESA NO AFEGANISTÃO
    Recolha de assinaturas on line em
    http://www.petitiononline.com/otanitna/petition.html

    APAGÕES: DESINFORMAÇÃO POR OMISSÃO
    O ocultamento das realidades nos media que se dizem "referência" faz-se também por omissões e eufemismos. É exemplar este título do Público: Investimento feito pela EDP em nova rede e na conservação da existente tem vindo a abrandar . Fosse esse um jornal honesto e desejoso de esclarecer os seus leitores deveria titular: "Após a privatização a EDP cortou drasticamente os custos de manutenção e conservação da rede". E poderia acrescentar que assim é para aumentar a cotação das acções da EDP na bolsa e para permitir que a mesma faça investimentos de milhares de milhões de euros em centrais eólicas nos... Estados Unidos. E finalmente poderia chegar à conclusão de ordem geral de que as privatizações dos serviços públicos conduziram e conduzem a uma pioria da qualidade de serviço e a um agravamento dos custos para os seus clientes. Será esperar demais uma notícia assim?
    PORTUGAL: RECORDISTA NA DESIGUALDADE
    Na lista dos países com maior fosso entre ricos e pobres Portugal vem em 5º lugar. A classificação é feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Do ponto de vista da desigualdade só Hong Kong (1º), Singapura (2º), EUA (3º) e Israel (4º) estão em situação pior do que Portugal.
    O coeficiente de Gini que o PNUD atribuiu a Portugal foi de 38,5 (numa escala em que zero representa a igualdade absoluta e 100 a desigualdade absoluta). O PNUD afirma que os 10% mais pobres da população portuguêsa detêm apenas 2% do rendimento nacional, ao passo que os 10% mais ricos detêm 29,8% do mesmo.
    A notícia está em Yahoo Finance .
    PETRÓLEO: PRODUÇÃO JÁ NÃO CRESCE
    Produção estagnou.
    A imagem acima está contida na apresentação Power Point do Dr. Robert L. Hirsch, divulgada este mês na conferência da ASPO-USA. Para descarregar a apresentação completa clique com o botão direito do rato em for_peak_oil_trainers.pptx (270 kB).

    É mais válido do que nunca assinar a petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal . A ignorância energética do governo português – e também dos partidos da oposição – deve ser combatida agora. Há que evitar um investimento ruinoso. No ano previsto para a inauguração deste aeroporto o mundo já estará em plena penúria petrolífera.
    CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA
    Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto:  a neurotoxicologia (!).
    PS & PPD, OS CONTINUADORES
    "A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo. Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar. É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza".
    Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, As Farpas, Agosto-Setembro de 1877.
    RETRATO NEGRO SEM MEA CULPA
    O ministro das Finanças acaba de reconhecer a situação negra da economia portuguesa . No seu discurso de 15 de Maio prevê uma queda do PIB de -3,4% em 2009, uma taxa de desemprego de 8,8%, uma queda do investimento de 12%, uma queda das exportações de 14%. Para não reconhecer que há deflação (o que introduz um risco sistémico), o ministro ridiculamente previu uma inflação de 0,1% em 2009.
    Nada disto é novidade. Muitos observadores isentos já haviam feito tais previsões há mais de um ano. A novidade está mais naquilo que o ministro não disse do que naquilo que disse.
    O ministro Teixeira dos Santos não disse, por exemplo, que: 1) A destruição do Sector Empresarial do Estado, efectuada pelo PS e PPD, deixou Portugal indefeso face à crise; 2) A perda de soberania monetária, com a adesão ao Euro, deixa Portugal inerme, de pés e mãos atados; 3) A situação negra por ele descrita não o levou à conclusão lógica de cancelar o programa de investimentos ruinosos promovidos por este governo (novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, super-Hospital de Todos os Santos em Lisboa); 4) A necessidade imperiosa de aumentar o Rendimento Disponível do povo português, modificando drasticamente a repartição do Rendimento Nacional em favor dos trabalhadores; 5) A necessidade imperiosa de reduzir a enorme factura petrolífera do país.
    Em resumo: trata-se de um discurso pífio em que o ministro apenas reconhece o óbvio, sem tirar as devidas consequências do quadro negro que apresenta. O autismo deste governo será sem dúvida um factor de agravamento da crise. Se Portugal fosse uma aldeia deveríamos tocar os sinos a rebate.
    PAÍS A SAQUE E A CAMINHO DA RUÍNA
    A depressão económica que agora se inicia no mundo capitalista pode ser agravada ou amenizada pelas políticas dos governos nacionais. No caso português, o governo do sr. Sócrates parece apostado em agravá-la ao máximo. Fecham empresas todas as semanas, aumenta o desemprego, os défices tornam-se assustadores, a dívida externa agrava-se a níveis monstruosos, mas ele permanece impávido nos seus projectos ruinosos – como o novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, o super-hospital de Todos os Santos, etc, etc. Enquanto isso, as universidades vivem à míngua, maternidades e centros de saúde são encerrados, as pensões de reforma são uma miséria, a repartição do rendimento é a pior de todos os países da Europa (a do Leste inclusive).

    O custo do novo aeroporto está agora orçamentado em €5 mil milhões. E, como toda a gente sabe, os orçamentos têm o hábito de fazer derrapagens da ordem dos 40, 50 ou mais por cento. Ao mesmo tempo, este governo autista e de lesa economia nacional ignora deliberadamente a realidade do Pico Petrolífero. Como se os preços momentaneamente baixos do barril – devido em parte à recessão económica – pudessem perdurar para sempre (o banqueiro M. Simmons prevê uma alta significativa dentro de seis a nove meses). E mesmo com os actuais preços baixos do barril, a TAP acaba de anunciar que foi obrigada a cancelar 2400 voos no 2º semestre de 2009. Hoje, até mesmo altos dirigentes de companhias de petróleo recomendam "poupar, poupar, poupar" . Mas governos ao serviço dos grandes empreiteiros fazem orelhas moucas.
    Quem porá cobro a isto?
    Continua a ser mais válido do que nunca assinar a Petição contra o novo aeroporto .
    COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
    A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
    .
    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    HISTERIA & IMBECILIDADE, C/ COPYRIGHT QUERCUS
    A campanha histérica acerca do suposto aquecimento global ganhou uma peça sinistra preparada pela agência de publicidade McCann. Temos agora um macaco que se enforca, um urso que se despenha num abismo e um cangurú que se deita sobre carris à espera de ser trucidado por um comboio. Tudo isso num cenário de pesadêlo. Tais aberrações são pagas pela Quercus, organização que se pretende ambientalista mas mais parece uma organização terrorista. Com esta campanha os aquecimentistas atingem um novo patamar na escalada da desinformação e da mentira.
    Para ter o desprazer de ver o vídeo com estas abencerragens clique aqui .
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    DEPUTADOS BRITÂNICOS DÃO O BOM EXEMPLO
    Na Casa dos Comuns, em Londres, deputados britânicos deram um bom exemplo aos parlamentos de todo o mundo: constituíram o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos sobre o Pico Petrolífero (All Party Parliamentary Group on Peak Oil, APPGOPO). Este grupo parlamentar acaba de divulgar um importante relatório que merece atenção. Nas suas 21 páginas analisam-se os impactos políticos e económicos do Pico Petrolífero, o impacto da escassez de energia nos assuntos humanos, soluções possíveis, sistemas de energia alternativos, produção alimentar e a concepção de comunidades preparadas para a nova realidade energética. Vale a pena ler este documento.
    Quando a Assembleia da República portuguesa tomará consciência do Pico Petrolífero? Tal como o governo Sócrates, até agora a AR tem assobiado para o lado. O projecto sobre o Protocolo de Esgotamento (Projecto de Resolução Nº 164/X), apresentado pelo PCP, arrasta-se nos meandros do palácio de S. Bento desde Dezembro de 2006 e nunca mais chega a plenário.
    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
    Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
    Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .

    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    11/SET: COSSIGA NÃO TEM DÚVIDA QUANTO AOS AUTORES
    "Fazem-nos crer que Bin Laden teria confessado o ataque do 11 de Setembro 2001 às duas torres em Nova York – quando de facto os serviços secretos americanos e europeus sabem perfeitamente que este ataque desastroso foi planificado e executado pela CIA e pelo Mossad, a fim de acusar os países árabes de terrorismo e poder assim atacar o Iraque e o Afeganistão", afirmou Francesco Cossiga, ex-Presidente da Republica Italiana, em declarações ao Corriere Della Sera.
    In Voltaire Net.
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    A HISTÓRIA SECRETA DO MERCADO "LIVRE"
    Para assistir "The Schock Doctrine", baseado no livro de Naomi Klein, clique
    http://www.youtube.com/watch?v=cvG0gbvZ4tY
    (legendas em castelhano).


    DECLÍNIO DA AVIAÇÃO APÓS O PICO PETROLÍFERO
    Clique a imagem para ver o documento completo.
    Após o Pico Petrolífero é expectável um declínio da ordem dos 25% a 50% na aviação mundial, segundo a intervenção de Roger Bezdek na conferência da ASPO-USA em Outubro p.p.
    Clique a imagem para ver esta comunicação.
    É necessário impedir o projecto ruinoso do novo aeroporto em Portugal.

    DO FRACASSO IDEOLÓGICO AO FRACASSO FACTUAL
    O neoliberalismo fracassou há muito no plano ideológico. A prova disso é que as políticas económicas neoliberais têm de ser impostas aos povos através das artes do engano e da mentira. Basta ver o caso português, onde uma feroz política anti-trabalho está a ser aplicada pelo governo de um partido que se diz socialista. Mais flagrante ainda é o caso do Brasil, onde a aplicar a política económica imposta pelos credores da Wall Street está um presidente que até já foi operário. Quando eles têm de usar máscaras 'de esquerda' para executar políticas de direita estão a passar um atestado de falência à ideologia que realmente aplicam.
    Entretanto, nada disto é grande novidade. A novidade está em que as políticas neoliberais agora começam a estalar também no plano factual. A gigantesca ruína do sistema financeiro dos EUA é uma consequência directa das políticas de desregulação iniciadas pelo governo Reagan. Elas conduziram o sistema financeiro estado-unidense ao desastre, além de muitas estruturas sociais ali existentes (saúde, educação, transportes, infraestruturas, etc). Esta crise sistémica – intrínseca ao capitalismo neoliberal – contagia agora os sistemas financeiros de todo o mundo, com pesadas consequências para todos o povos. Ela mal acaba de começar. Nos próximos tempos veremos os seus desenvolvimentos.
    A terceira crise anunciada é a do mundo pós Pico Petrolífero. O Pico já terá sido atingido ou está a sê-lo agora (antes de 2009 ou 2010, seguramente). Como será a conjugação das duas crises? Que consequências trará para a humanidade? Tudo indica que é o momento de tocar todas as campainhas de alarme. Enterrar o neoliberalismo e com ele o capitalismo é uma condição imperiosa de sobrevivência.
    BÉLGICA PROÍBE MUNIÇÕES E BLINDAGENS DE URÂNIO
    A Bélgica foi o primeiro país do mundo a banir as armas de urânio empobrecido!
    A Comissão de Defesa Nacional da Câmara belga votou por unanimidade, a 7 de Março, a proibição da utilização de "munições inertes e placas de blindagem" de urânio empobrecido no território belga. Em 22 de Março a lei foi aprovada pelo Parlamento, com o voto unânime de todo o espectro político.
    Os deputados concordaram em que a fabricação, utilização, armazenagem, venda, aquisição, fornecimento e trânsito destes sistemas de armas convencionais deveria ser proibido. No último minuto a palavra "armas" foi apagada para garantir que a proposta de lei não abrangesse as bombas termonucleares estado-unidenses armazenadas na base da Força Aérea de Kleine Brogel.
    A Assembleia da República e o governo português, que está sempre a louvar as realizações europeias, têm aqui um excelente exemplo a seguir.
    A notícia está em Belgium Bans Uranium Weapons and Armour . A imprensa portuguesa que se diz "de referência" ignorou-a.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


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    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".


    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


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    O resumo das estatisticas que coligiu entre 2002 e 2009 pode ser visto aqui .
    Os pormenores desse período continuam em antigo contador .


    Contador actual:

    Estatísticas
  • O banco dos BRICS , Prabhat Patnaik, 28/Jul

    A ascensão e a queda do sul global , Prabhat Patnaik, 26/Jul

    Alternativas à dívida e sua renegociação , Eric Toussaint, 25/Jul

    Gaza: o genocídio e suas (des)razões , Atilio A. Boron, 24/Jul

    Sobre a questão do Estado , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Jul

    Ordenaram ao MH17 da Malaysian Airlines que voasse sobre a zona de guerra no Leste da Ucrânia , Michel Chossudovsky, 22/Jul

    A destruição do SNS pelo governo , Eugénio Rosa, 09/Jul

    Que fazer com a dívida? , Alejandro Teitelbaum, 09/Jul

    Os perigos da distribuição regressiva do rendimento , Prabhat Patnaik, 08/Jul

    A Shell e a limpeza étnica no Dombass , Olga Chetverikova, 07/Jul

    Os cortes nas pensões nominais ilíquidas , Eugénio Rosa, 07/Jul

    A Rand, consultora das forças armadas dos EUA, planeia campos de internamento e execuções na Ucrânia , 06/Jul

    Ao punir a França os EUA aceleraram a morte do dólar , Tyler Durden, 06/Jul

    A hipocondria da antipolítica , João Carlos Graça, 05/Jul

    Formulário de candidatura para rebeldes sírios moderados , Andy Borowitz, 05/Jul

    Por que razão o desemprego oficial está a diminuir em Portugal? , Eugénio Rosa, 04/Jul

    A crise do processo de acumulação venezuelano e o empobrecimento da classe operária , Juan C. Villegas P., 03/Jul

    A grande reconfiguração geopolítica mundial , GEAB, 02/Jul

    A Ucrânia e a ascensão do euro-fascismo , Sergei Glazyev, 30/Jun

    A destruição da Administração Pública , Eugénio Rosa, 30/Jun

    Todo apoio militante aos antifascistas ucranianos , PCB e EM-CMI, 29/Jun

    TISA, mais um tratado negociado em segredo , 28/Jun

    Poderá a diplomacia de Putin prevalecer sobre a coerção de Washington? , Paul Craig Roberts, 27/Jun

    Os impasses do "europeísmo" face à crise económica:   um regresso à democracia? , João Carlos Graça, 26/Jun

    Resposta ao documento da FIFA "Acabar com mal entendidos" , Eddie Cottle, 25/Jun

    A guerra económica na Venezuela , Luis Britto Garcia, 24/Jun

    Capitalismo, violência e decadência sistémica , Jorge Beinstein, 23/Jun

    Os acontecimentos no Iraque , Tribunal-Iraque, 22/Jun

    O populismo: antecâmara do fascismo (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 21/Jun

    O populismo: antecâmara do fascismo (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Jun

    O escravo da Casa Grande e o desprezo pela esquerda , Mauro Luis Iasi, 19/Jun

    A NATO é a agressora , Associação Alemã de Livres-Pensadores, 18/Jun

    "Impedir o reforço do exército ucraniano" , UNIAN, 17/Jun

    Desporto e mercantilização , Marco A. Gandásegui, 16/Jun

    A Polónia dirige as operações militares na Ucrânia , Andrew Korybko, 15/Jun

    Mobilizações tomam as ruas do Brasil no primeiro dia da Copa do Mundo , Marcela Belchior, 13/Jun

    Sobre a crise económica global , Prabhat Patnaik, 12/Jun

    O discurso insano , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Jun

    Retrocesso social na função pública e arbitrariedades na CGA , Eugénio Rosa, 11/Jun

    Lissabonner Requiem , César Príncipe, 10/Jun

    As caras do golpe de Estado em preparação na Venezuela , Thierry Derone, 09/Jun

    As eleições na União Europeia , John Catalinotto, 08/Jun

    A energia e as rendas excessivas , Eugénio Rosa, 07/Jun

    Nem monarquia nem república espanhola: República Galega , Carlos Morais, 06/Jun

    Brasil: A luta dos trabalhadores triunfa sobre o espectáculo , James Petras, 05/Jun

    O regime de Kiev não é "oficialmente" um governo neo-nazi , Michel Chossudovsky, 04/Jun

    Começou a represssão aberta contra a esquerda ucraniana , Sergueï Kiritchouk, 03/Jun

    A fragilização crescente da economia portuguesa, a perda de competitividade, o aumento da divida e a inutilidade dos sacrifícios , Eugénio Rosa, 03/Jun

    Respostas às perguntas feitas pelo semanário Expresso , Eugénio Rosa, 02/Jun

    Ucrânia: motivação para matar , Anna News, 01/Jun

    A explosão social bate às portas do Brasil , Edmilson Costa, 30/Mai

    Regime de Kiev lança campanha genocida contra o Donbass , Olga Shedrova, 29/Mai

    Smith, Marx e alienação , Prabhat Patnaik, 28/Mai

    Donald Rumsfeld e a demolição do WTC 7 , Kevin Ryan, 27/Mai

    O capital financeiro parasitário , Ismael Hossein-zadeh, 26/Mai

    A tributação da riqueza , Prabhat Patnaik, 24/Mai

    Os mediocres fundadores da União Europeia , Jacques-Marie Bourget, 23/Mai

    A OCDE revela: PIB português diminuirá 0,5% ao ano até 2030 , O Economista Português, 23/Mai

    Ofensiva militarizada com objectivos totalitários na Ucrânia , James Petras, 22/Mai

    Regime de Kiev trava guerra para reduzir a população da Ucrânia , Olga Shedrova, 21/Mai

    Enterro da Europa Connosco , César Príncipe, 20/Mai

    Os tabus e as alternativas , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mai

    Por trás do capuz , Luis Britto García, 19/Mai

    Parlamento Europeu para que? , Bernard Gensane, 19/Mai

    O que o governo quer comemorar em 17/Maio/2014 , Eugénio Rosa, 17/Mai

    A máquina de punir , Serge Halimi, 17/Mai

    Os perigos do fascismo na Europa , Dimitris Koutsoumpas, 16/Mai

    Romper o silêncio: o assomar de uma guerra mundial , John Pilger, 15/Mai

    TTIP: o tratado da capitulação da Europa , Capitaine Martin, 14/Mai

    O golpe de Kiev: Trabalhadores rebeldes tomam o poder no leste , James Petras, 13/Mai

    Programas eleitorais da esquerda acerca da Europa: Pânico e desolação , Pedro Montes, 12/Mai

    Crescimento económico anémico não cria mais emprego , Eugénio Rosa, 12/Mai

    Brasil: Cinquenta anos depois: os comunistas e o golpe de 1964 , Pedro Alves, 11/Mai

    Exercícios militares russos para repelir ataque nuclear , 10/Mai

    Moedas falsas digitais e outras , Claus Peter Ortlieb, 09/Mai

    Força Aérea russa desmoraliza a US Navy , Pavel Zolotarev, 08/Mai

    Livro Branco sobre as violações dos direitos humanos e da regra da lei na Ucrânia , Oriental Review, 07/Mai

    Informação em contínuo, jornalismo ausente , Hassina Mechaï, 06/Mai

    Europa reocupada , César Príncipe, 05/Mai

    O pacote de resgate do FMI coage a Ucrânia à guerra civil , Peter Koenig, 05/Mai

    Avaliando os "avaliadores" da troika , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Mai

    A Estratégia e a Tática da Revolução Socialista no Brasil , PCB, 04/Mai

    Documento de Estratégia Orçamental 2014-2018 , Eugénio Rosa, 02/Mai

    A crise ucraniana acelera a recomposição do mundo , Pierre Charasse, 02/Mai

    Concluído com êxito o XV Congresso Nacional do PCB , 01/Mai

    Uma saída não limpa , Eugénio Rosa, 30/Abr

    Euro eleições: À procura do presidente Nemo , Patrick L. Young, 30/Abr

    O aproximar da guerra , Paul Craig Roberts, 29/Abr

    As mãos sujas do NED na Venezuela , Eva Golinger, 28/Abr

    Como nasceu a camisa de força orçamental da UE , Tom Gill, 27/Abr

    Problema nosso , David Martelo, 26/Abr

    O 25 de Abril e o direito à rebelião , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Abr

    O efeito Strangelove: Como somos levados a aceitar uma nova guerra mundial , John Pilger, 26/Abr

    Portugal: Empresários, agricultores e dirigentes associativos exigem reforma da justiça e da fiscalidade , CNA, CPCCRD, CPPME, 25/Abr

    O que fará o FBI com os activos roubados à Ucrânia? , Valentin Katasonov, 25/Abr

    O ajuste de contas com o 25 de Abril , Daniel Vaz de Carvalho, 24/Abr

    Sair do Euro , Jacques Sapir, 23/Abr

    A teoria da relatividade… do empobrecimento , Daniel Vaz de Carvalho, 22/Abr

    Gabriel García Márquez, in memoriam , FARC-EP, 21/Abr

    A Europa arrastada a uma divisão do mundo entre devedores e credores – as soluções desesperadas dos EUA para não afundarem sós , GEAB, 20/Abr

    A privatização é uma porta para a corrupção e a indiferença uma porta para a guerra , Paul Craig Roberts, 19/Abr

    O combate à ortodoxia e o ataque à desigualdade do Prof. Piketty , Charles Andrews, 18/Abr

    Economia estagnada, finança próspera , Costas Lapavitsas, 17/Abr

    A ligação das pensões à economia e à demografia já existe, mas a politica do governo PSD/CDS e da "troika"está a destruir a Segurança Social , Eugénio Rosa, 17/Abr

    Guerra e morte do dólar americano? , Paul Craig Roberts, 16/Abr

    Tempo de vaquírias , César Príncipe, 15/Abr

    NATO treina terroristas para desestabilizar a Ucrânia , Michel Chossudovsky, 15/Abr

    Sobre as perseguições a cientistas durante o fascismo , Jorge Rezende, 14/Abr

    Se a oposição venezuelana fosse francesa… , Salim Lamrani, 13/Abr

    Sobre a necessidade de uma posição anti-Euro e anti-UE , Panagiotis Sotiris, 12/Abr

    Neoliberalismo e democracia , Prabhat Patnaik, 11/Abr

    A ética do dinheiro e o dinheiro da ética (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 10/Abr

    A ética do dinheiro e o dinheiro da ética (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Abr

    PE: Riscos de uma campanha eleitoral falhada , Octávio Teixeira, 07/Abr

    Os planos da CIA na Venezuela e no mundo , Raúl Capote, 06/Abr

    Sobre a construção do Partido Comunista do Vietnam , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Abr

    Venezuela: Os 1% de privilegiados, com o apoio dos EUA, querem derrubar o governo legal , Nicolás Maduro, 04/Abr

    Acta da Rendição , João Carlos Lopes Pereira, 03/Abr

    Cinquenta anos após o golpe de 1964 , PCB, 02/Abr

    Para lá do euro , João Ferreira, 01/Abr

    O FMI na Ucrânia , Jack Rasmus, 31/Mar

    Política anti-drogas para a soberania e o bem-estar dos pobres do campo , FARC-EP, 30/Mar

    Venezuela: Derrotar o fascismo antes que seja demasiado tarde , James Petras, 29/Mar

    Uma admissão , Jacques Sapir, 28/Mar

    Violência e terror:   A via ucraniana e colombiana para a construção do Império , James Petras, 26/Mar

    A unidade comunista e os seus falsos amigos , Zoltan Zigedy, 25/Mar

    Queremos criar empregos? Saiamos do euro e da UE , Joan Tafalla, 24/Mar

    As micro, pequenas e médias empresas e o 25 de abril , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Mar

    Discurso sobre a Integração da Crimeia , Vladimir Putin, 21/Mar

    Acerca da Ucrânia e do referendo na Criméia , KKE, 20/Mar

    O golpe esquecido , John Pilger, 19/Mar

    50 anos do golpe militar: de tragédias e farsas , Mauro Iasi, 18/Mar

    Os povos da Europa podem quebrar as correntes da UE e dos monopólios , Dimitris Koutsoumpas, 17/Mar

    Reservas-ouro da Ucrânia evacuadas secretamente , Michel Chossudovsky, 16/Mar

    Catherine Ashton:   Vítima do sistema de ensino superior de Bolonha , Dmitriy Sedov, 15/Mar

    Português de Montenegro , César Príncipe, 14/Mar

    Da revolução (mundial e permanente) à reestruturação (honrada e responsável) , João Vilela, 13/Mar

    Não ao nazifascismo na Ucrânia , PCB, 13/Mar

    A promover o império da América:   Golpe, pilhagem e duplicidade , James Petras, 12/Mar

    A Ucrânia e as sanções económicas contra a Rússia , Valentin Katasonov, 11/Mar

    Austeridade e "receita económica" do FMI:   Começou o saqueio da Ucrânia , Paul Craig Roberts, 10/Mar

    Crises, os desenlaces possíveis , Jorge Figueiredo, 09/Mar

    A Grécia encurralada , Jacques Sapir, 08/Mar

    A solidariedade com a Venezuela Bolivariana é uma exigência revolucionária , Miguel Urbano Rodrigues, 07/Mar

    A ligação Clinton-Pinchuk, uma oligarquia ucraniano-americana , Manlio Dinucci, 06/Mar

    FMI / Troika: prosseguir a destruição do país , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mar

    A crise na Ucrânia: O que significa ser saqueado pelo ocidente , Paul Craig Roberts, 04/Mar

    "Ou se desvaloriza a moeda ou se desvalorizam salários. Não há milagres!" , Octávio Teixeira, 03/Mar

    A conspiração na Venezuela, ou a praça Maidan na versão latino-americana , Nil Nikandrov, 03/Mar

    A doença da Ucrânia... e a cura europeia , Eric Draitser, 02/Mar

    Bósnia: UE apoia governo corrupto e dispõe-se a enviar tropas para ajudá-lo , AC, 01/Mar

    Por que caem as taxas de juro das obrigações do tesouro? , Manuel Brotas, 28/Fev

    União Europeia e EUA cúmplices do fascismo ucraniano , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Fev

    Três anos da Troica em Portugal , CGTP-IN, 27/Fev

    Destruir a Revolução Bolivariana, objectivo do imperialismo , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Fev

    Preparar a saída do euro , João Ferreira, 25/Fev

    Tendências, disparadores e tulipas , Michael Roberts, 24/Fev

    Notas sobre a problemática da dívida pública , Octávio Teixeira, 23/Fev

    Protestos na Ucrânia são cuidadosamente orquestrados , F. William Engdahl, 22/Fev

    Falemos a sério sobre a desigualdade , Zoltan Zigedy, 21/Fev

    O necessário debate sobre o Euro , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Fev

    A economia política dos jogos online , Luís Miguel Magalhães, 19/Fev

    "O governo de Maduro deve actuar com mais energia" , James Petras, 18/Fev

    O tacho do dinheiro mal amanhado com cartões de crédito , Ellen Brown, 18/Fev

    Guerra "boa", guerra "má" , John Pilger, 17/Fev

    Capucho e o concerto da direita , Miguel Urbano Rodrigues, 16/Fev

    Protestos orquestrados por Washington desestabilizam a Ucrânia , Paul Craig Roberts, 15/Fev

    A UE e a desindustrialização da França , PRCF, 14/Fev

    O comércio internacional de droga e a lavagem de dinheiro , Valentin Katasonov, 12/Fev

    Crescimento e desenvolvimento , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Fev

    Acerca do desenvovimento industrial , Daniel Vaz de Carvalho, 10/Fev

    Portugal estaria melhor fora do Euro , Bernd Lucke, 10/Fev

    A Ucrânia e o renascimento do fascismo na Europa , Eric Draitser, 09/Fev

    Serão os media apenas uma outra palavra para controle? , John Pilger, 07/Fev

    O movimento anti-UE propaga-se por toda a Europa ... excepto na Ucrânia , Takis Fotopoulos, 06/Fev

    Brasil: É a estrutura, aldrabões , Adriano Benayon, 05/Fev

    Euro: Questões frequentemente perguntadas (II) , Jacques Sapir, 04/Fev

    Euro: Questões frequentemente perguntadas (I) , Jacques Sapir, 03/Fev

    Vésperas de ditaduras do capital? , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Fev

    Ucrânia: "A opção europeia será também a opção militar a favor da NATO" , Jean -Marie Chauvier, 01/Fev

    A repatriação das reservas de ouro alemãs , Michel Chossudovsky, 31/Jan

    Sair do Euro e da União Europeia pela esquerda , PRCF, 30/Jan

    O temor à realidade objectiva e o oportunismo , Rómulo Pardo Silva, 29/Jan

    Sobre a execução orçamental de 2013 , José Alberto Lourenço, 27/Jan

    A classe operária e as camadas populares precisam de um Partido Comunista forte , Dimitris Koutsoumpas, 26/Jan

    Editado o Ato Institucional nº 1 da era petista , PCB, 25/Jan

    Pela Paz na Colômbia , carta aberta, 24/Jan

    As verdadeiras causas da catastrófica crise na Grécia e a "esquerda" , Takis Fotopoulos, 23/Jan

    Como encriptar emails , Friedrich Lindenberg e Christian Stöcker, 22/Jan

    Arábia Saudita: Uma retrógrada ditadura rentista e terrorismo global , James Petras, 20/Jan

    Gestão desastrosa dos recursos humanos na Ciência , Organização dos Trabalhadores Científicos, 19/Jan

    2014: Caos político mundial, "smog" estatístico, risco de explosão do planeta financeiro , GEAB, 18/Jan

    Falácias e mentiras sobre pensões , António Bagão Félix, 17/Jan

    Reindustrializar… dizem eles , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Jan

    Sair do pesadelo do euro , Alberto Montero Soler, 11/Jan

    O tabu do 11 de Setembro à beira do abismo , dedefensa.org, 10/Jan

    Uma estratégia que contemple a saída do euro , Salvador López Arnal, 09/Jan

    A saga da documentarista que respondeu a um email de Edward Snowden , Peter Maass, 08/Jan

    A fuga de Peniche no centenário de Alvaro Cunhal , Miguel Urbano Rodrigues, 07/Jan

    Na Índia, um espectro assombra todos nós , John Pilger, 06/Jan

    "O capitalismo hoje promove uma produção destrutiva" , István Mészáros, 05/Jan

    Uma Europa sem futuro , Vladimir Nesterov, 04/Jan

    As muitas faces da ira saudita (I, II, III) , Melkulangara Bhadrakumar, 03/Jan

    Mandela foi-se, mas o apartheid está bem vivo na Austrália , John Pilger, 02/Jan

    Rememorando cinco anos de perturbação económica:   azia ou ataque de coração? , Zoltan Zigedy, 31/Dez

    Madame Merkel e os seus "contratos" , Jacques Sapir, 30/Dez

    Saudação de fim de ano das FARC-EP aos povos do mundo , 30/Dez

    Sobre ratos, transgênicos e apagamento de pistas , Jean Remy Davée Guimarães, 29/Dez

    No quinto aniversário da operação "chumbo fundido" , MPPM, 29/Dez

    Primeiro-ministro manipula números do emprego , CGTP-IN, 28/Dez

    Federal Reserve: Agonia mortal no seu 100º aniversário , Valentin Katasonov, 27/Dez

    A mentira pela omissão e o papel da desinformação , Jorge Figueiredo, 26/Dez

    Um guião político para as Europeias de 2014 , Alexandre Abreu, João Rodrigues e Nuno Teles, 25/Dez

    Colaboracionismo e traição , Miguel Urbano Rodrigues, 24/Dez

    Ainda não chegámos ao fim da história , Jorge Bateira, 23/Dez

    Sobre o 15º Encontro internacional de Partidos Comunistas e Operários em Lisboa , Giorgos Marinos, 22/Dez

    Hobsbawm, o Marxismo e os intelectuais , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Dez

    2014: a "grande retirada" americana , GEAB, 20/Dez

    Venezuela: não só com eleição se faz revolução! , Ivan Pinheiro, 19/Dez

    O tratado de comércio livre EUA-UE:   a grande golpada , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Dez

    Uma depressão keynesiana ou marxista? , Michael Roberts, 17/Dez

    "Recuperação da nossa soberania": uma impostura do governo irlandês , PCI, 16/Dez

    "As possibilidades de renegociar planos de austeridade são nulas" , Jacques Sapir, 15/Dez

    Mandela: Os elogios dos sem vergonha , Georges Gastaud, 14/Dez

    A reação voltou a perder na Venezuela , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Dez

    Posição da CGTP-IN sobre a 10ª avaliação da troica , 13/Dez

    O legado económico de Mandela , Michael Roberts, 132/Dez

    O cessar fogo e as hostilidades , Secretariado Nacional das FARC-EP, 12/Dez

    Alguns traços do oportunismo na América , Pável Blanco Cabrera e Héctor Colío Galindo, 11/Dez

    Libertar o País da armadilha da dívida , Octávio Teixeira, 10/Dez

    Propriedade pública , Sandra Monteiro, 09/Dez

    O rei vai nu , PCI, 09/Dez

    A bitcoin e a perigosa fantasia da moeda "apolítica" , Yanis Varoufakis, 08/Dez

    50 verdades sobre Nelson Mandela , Salim Lamrani, 07/Dez

    Prefácio a "O Canto da Sereia" , James Petras, 06/Dez

    É necessária umha política radical para a Galiza , Carlos Morais, 06/Dez

    2013: ponto de inflexão na longa decadência ocidental , Jorge Beinstein, 05/Dez

    Descobrir o poder da história do povo – e porque hoje ela é temida , John Pilger, 04/Dez

    Sintomas de viragem , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Dez

    A escadaria e o Estado de Direito fascista , Luís Alves Fraga, 03/Dez

    O oportunismo na estrada do comunismo , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Dez

    Irlanda: A Ilha Esmeralda permanece nas grilhetas , Yanis Varoufakis, 22/Nov

    "Abrem-se janelas de oportunidades para a emergência do movimento popular" , Edmilson Costa, 22/Nov

    Contra o euro , João Rodrigues, 21/Nov

    Não à diluição dos PCs, pela saída do capitalismo , Giorgos Marinos, 20/Nov

    Economia e democracia na UE – II , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Nov

    Economia e democracia na UE – I , Daniel Vaz de Carvalho, 19/Nov

    Sobre o Irão, a Arábia Saudita e o centenário do Federal Reserve , Valentin Katasonov, 19/Nov

    2014 – Internacionalização do Yuan, abertura da Arábia Saudita, explosão da UE:   os três últimos sustentáculos do dólar entram em colapso , GEAB, 18/Nov

    O acordo secreto de Parceria Trans-Pacífico (TPP) , WikiLeaks, 17/Nov

    O rumo do Brasil na luta pelo socialismo , Miguel Urbano Rodrigues, 15/Nov

    Israel compra o Congresso dos EUA:   Sabotagem das negociações de paz EUA-Irão , James Petras, 14/Nov

    O "May be man" , Mia Couto, 13/Nov

    Carta aberta ao ministro que temos , AOFA, 12/Nov

    "EUA não vão deixar de espionar, vão é tentar evitar outro Snowden" , Hernando Calvo Ospina, 11/Nov

    Seis razões pelas quais privatizações geralmente terminam em desastres , Paul Buchheit, 09/Nov

    Um manifesto pela verdade , Edward Snowden, 08/Nov

    A pirâmide da riqueza global , Credit Suisse Research Institute, 07/Nov

    A "explosão da cidade" e a trajectória do capitalismo , Bruno Lamas, 06/Nov

    Um orçamento imoral , Eugénio Rosa, 05/Nov

    Sair do Euro, para sair do capitalismo , Maurice Decaillot, 04/Nov

    "Dark Mail Alliance" planeia manter a NSA fora da sua caixa de correio , Ryan Gallagher, 03/Nov

    O Brasil está maduro para o socialismo , Edmilson Costa, 02/Nov

    O país "normal" de Cavaco Silva , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Nov

    Grã-Bretanha:   Altas das tarifas de energia exigem nacionalização e ruptura com a UE , AC, 01/Nov

    Como a NSA penetrou as redes de telecomunicações latino-americanas , Wayne Madsen, 31/Out

    A injusta distribuição de alimento: o grão para o "bife" e as pessoas sem grão , Rui Pedro Fonseca, 30/Out

    O jogo especulativo final:   A "paralisação" do governo e o "incumprimento da dívida" , Michel Chossudovsky, 29/Out

    Carta Aberta para Judite de Sousa – Programa Olhos nos Olhos , José Manuel Catarino Soares, 28/Out

    "A luta contra o reformismo e o oportunismo é a principal batalha dos revolucionários na actualidade" , Ivan Pinheiro, 28/Out

    Passos Coelho, personagem das contra-utopias , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Out

    Brasil: Leiloamos um bilhete premiado , Fernando Siqueira, 26/Out

    As inconsistências problemáticas da "reforma" do IRC , Elisabete Miranda, 25/Out

    Linhas Gerais do OE/2014 , José Alberto Lourenço, 24/Out

    A lei fundamental da economia… para não economistas (2ª parte) , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Out

    Colômbia: Estagnação nas conversações de Havana , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Out

    Ferraris para os ricos e nada para os outros , Mike Whitney, 21/Out

    A construção do império, o tecto da dívida, o défice orçamental e a "solução Sansão" , James Petras, 20/Out

    Unir a esquerda e a direita anti-Euro , Jacques Sapir, 19/Out

    Começou a desamericanização do mundo , GEAB, 18/Out

    The Obama regime , Atilio A. Boron, 17/Out

    A nova Roma:   a UE e a pilhagem dos países endividados , C. J. Polychroniou, 16/Out

    Novo jogo, nova obsessão, novo inimigo – agora é a China , John Pilger, 15/Out

    Qual a resposta da classe para a saída da crise? , Nikos Seretakis, 14/Out

    Passos Coelho: da ambição de poder à vocação para a ditadura , Miguel Urbano Rodrigues, 13/Out

    A lei fundamental da economia… para não economistas (1ª parte) , Daniel Vaz de Carvalho, 12/Out

    O PCB e o Movimento de Massas , PCB, 11/Out

    "Os EUA são o pior inimigo da democracia nas Relações Internacionais" , Domenico Losurdo, 10/Out

    A lei marcial e a economia , Ellen Brown, 09/Out

    A Estratégia e a Tática da Revolução Socialista no Brasil , PCB, 07/Out

    A involução do jogo "Monopoly" , Monthly Review, 06/Out

    EUA, estado policial , 05/Out

    Retóricas de exclusão e negação , César Príncipe, 04/Out

    A maldição do Euro , David Cronin, 03/Out

    As falsas esperanças no shale oil , Steve Andrews, 02/Out

    "A austeridade não funciona e só protege os ricos" , Eleonora de Lucena, 01/Out

    Carta aos jovens atletas que sonham vir a Tóquio em 2020 , Takashi Hirose, 30/Set

    As armas químicas e os dadores de lições , Chems Eddine Chitour, 29/Set

    A Síria e os mercenários lituanos , Nikolai Malishevski, 28/Set

    Do derrubamento de Mossadegh à ofensiva contra a Síria , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Set

    Reverter a entrega de Libra , Adriano Benayon, 27/Set

    Dissolver o Euro: uma ideia que se imporá , Jacques Sapir, 26/Set

    A Alemanha engana-se e engana a Europa , Juan Torres López, 25/Set

    A última eleição nacional na Noruega , Asbjørn Wahl e Roy Pedersen, 24/Set

    O espectro da austeridade , Prabhat Patnaik, 23/Set

    Brasil: Romper os acordos militares com os EUA e suspender o leilão do Campo de Libra , PCB, 22/Set

    Razões para optimismo numa era de "realistas" e vigilantes , John Pilger, 22/Set

    Passos – Portas & companhia – um governo Kafkiano , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Set

    A natureza da actual crise capitalista , Prabhat Patnaik, 20/Set

    Nem Cila nem Caríbdis , Elisseos Vagenas, 19/Set

    Finanças, economia, política e a situação mundial no fim de 2013: três fagulhas e um barril de pólvora , GEAB, 18/Set

    "Intransigencias" , Alexandra Nariño, 17/Set

    Desvendar o núcleo financeiro da classe capitalista transnacional , Peter Phillips e Brady Osborne, 16/Set

    O segredo do gás israelense , Thierry Meyssan, 15/Set

    Sobre a proposta de reforma do IRC , CGTP-IN, 14/Set

    De Hiroshima à Síria:  O inimigo cujo nome não ousamos pronunciar , John Pilger, 13/Set

    Neoliberalismo e consumo alienado. O impacto cultural. , José C. Valenzuela Feijóo, 12/Set

    A economia, o capitalismo e a guerra , Juan Torres Lopez, 11/Set

    O direito à cidade nas manifestações urbanas , David Harvey, 10/Set

    Declaração ao povo da Síria , Partido Comunista Sirio, 09/Set

    Síria: Carta de um antigo embaixador francês a François Hollande , Pierre Charasse, 09/Set

    A indústria da mentira, parte da máquina de guerra do imperialismo , Domenico Losurdo, 08/Set

    O Irão defenderá a Síria com todo o seu poder , Nikolai Bobkin, 07/Set

    Capitalismo contemporâneo, imperialismo e agressividade , Edmilson Costa, 06/Set

    Obama aproxima-se do ponto de não retorno , Melkulangara Bhadrakumar, 05/Set

    Ataque unilateral à Síria:   Obama decidiu ser mais seguro comprar o Congresso do que avançar só , Paul Craig Roberts, 04/Set

    Em defesa da paz , Comité de cidadãos para a paz e contra a ingerência, 03/Set

    "Fundos abutre": a dívida em debate e o cerco financeiro à Argentina , Eduardo Lucita, 03/Set

    Síria: As armas químicas foram fornecidas pelos sauditas , Dale Gavlak e Yahya Ababneh, 02/Set

    "Nem terra nem água para os carniceiros dos povos" , KKE, 02/Set

    Capitalismo monopolista:   Da estagnação económica à depressão , Monthly Review, 02/Set

    EUA preparam ataque à Síria , Tribunal-Iraque, 01/Set

    De Carmona a Cavaco e à "salvação nacional" , Daniel Vaz de Carvalho, 31/Ago

    Os cenários de dissolução do Euro , Jacques Sapir, 30/Ago

    O Irão pode ser a mais refinada herança de Obama , Melkulangara Bhadrakumar, 29/Ago

    Síria: Mais um crime de guerra ocidental em preparação , Paul Craig Roberts, 28/Ago

    EUA utilizam crimes passados para legalizar crimes futuros , Diana Johnstone, 27/Ago

    Colômbia: Reflexões elementares perante o projecto de Santos , Timoleón Jiménez, 27/Ago

    As FARC decidem fazer uma pausa nas negociações de Havana , Delegação de paz das FARC-EP, 26/Ago

    Alto risco no sistema financeiro , EKAI Center, 26/Ago

    O Ocidente revida na Síria , Melkulangara Bhadrakumar, 25/Ago

    Base secreta de vigilância da Internet no Médio Oriente , Duncan Campbell, Oliver Wright, James Cusick, Kim Sengupta, 24/Ago

    Desconstrução de alguns "programas informativos" da indústria de exploração de animais , Rui Pedro Fonseca, 24/Ago

    O Estado gangster EUA/Reino Unido , Paul Craig Roberts, 23/Ago

    O Egipto de Sisi expulsa os cães selvagens , M. K. Bhadrakumar, 22/Ago

    "Fomenta-se a luta armada no Egipto" , James Petras, 21/Ago

    A Junta do Egipto não tem nada a perder , Melkulangara Bhadrakumar, 20/Ago

    Zumbis, vampiros e capitalismo global , Jorge Figueiredo, 19/Ago

    O regime Obama inventou uma "conspiração do terror" em defesa da polícia de estado , James Petras, 18/Ago

    A CIA e a guerra fria cultural , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Ago

    Reforma Política:  Tática oportunista para as eleições de 2014 e diversionista para as lutas de massa , Ivan Pinheiro, 16/Ago

    Grécia: A troika transforma a recessão em depressão , Jérome Duval, 15/Ago

    O fim do Minotauro e a bancorruptocracia , David Laibman, 14/Ago

    Quatro caminhos para reduzir a espionagem da NSA , Nick Pearson, 13/Ago

    SWAP: Consistências tóxicas , Sandra Monteiro, 12/Ago

    O amuo de Obama com Putin , Thierry Meyssan, 12/Ago

    "Não confiem dados privados a uma companhia com laços físicos aos EUA" , Ladar Levison, 11/Ago

    A verdade sob a mira , John Pilger, 10/Ago

    XKeyscore: A ferramenta da NSA que colecta "quase tudo o que um utilizador faz na internet" , Glenn Greenwald, 09/Ago

    A cura , Mauro Iasi, 08/Ago

    A campanha eleitoral australiana é conduzida pela barbárie , John Pilger, 08/Ago

    A institucionalização e a hegemonia reformista no Foro de São Paulo , PCB, 07/Ago

    O mundo sob a vigilância do governo estado-unidense e dos bancos , Valentin Katasonov, 06/Ago

    Ocultando a depressão económica com conversa fiada , Paul Craig Roberts, 05/Ago

    Reforma do IRC é um embuste , CGTP-IN, 04/Ago

    "Somos optimistas: é o momento de buscar a paz" , Hernando Calvo Ospina, 03/Ago

    Brasil: extraordinária jornada de lutas , Edmilson Costa, 02/Ago

    Bradley Manning sentenciado em corte marcial , Julian Assange, 01/Ago

    Os "incentivos" e os "estímulos" da política de direita , Daniel Vaz de Carvalho, 31/Jul

    As contradições da União Europeia face ao Hezbolá , Thierry Meyssan, 30/Jul

    Brasil: O capitalismo extractivo e o grande salto para trás , James Petras, 29/Jul

    Inversão da espada , César Príncipe, 28/Jul

    Como estamos empobrecidos, aburguesados e silenciados , John Pilger, 27/Jul

    Pôr a austeridade em causa , Louis Gill, 26/Jul

    Israel nuclear: a arma clandestina , Frederico Carvalho, 25/Jul

    Nuvens tempestuosas? , Zoltan Zigedy, 24/Jul

    Venezuela termina conversações para regularizar relações diplomáticas com os EUA , MPPRE, 23/Jul

    Carta a José Gomes Ferreira , Agostinho Lopes, 22/Jul

    Brasil: Na contramão das ruas , Correio da Cidadania, 22/Jul

    Europa em crise , Joseph Halevi, 21/Jul

    Henri Alleg (1921-2013): Um Comunista e Revolucionário exemplar , Miguel Urbano Rodrigues, 20/Jul

    O artigo da Reuters sobre Snowden , Glenn Greenwald, 19/Jul

    Mercosul, a nova Alca e a China , Samuel Pinheiro Guimarães, 18/Jul

    A crise sistémica do euro , Heiner Flassbeck e Costas Lapavitsas, 17/Jul

    O legado manchado de Mandela , John Pilger, 16/Jul

    As forças por trás deste ambientalismo centrado no carbono , James F. Tracy, 15/Jul

    Prémio Nobel da Paz para Snowden , 14/Jul

    Uma decisão moral , Edward Snowden, 14/Jul

    Brasil: Por um plebiscito popular! , PCB, 13/Jul

    Chipre: AKEL defende a saída do Euro , AC, 12/Jul

    Um apelo às armas da codificação , Julian Assange, 11/Jul

    A NSA e os seus prestativos ajudantes , Edward Snowden, 10/Jul

    Pensa que o seu dinheiro está seguro numa conta bancária? Pense bem , Ellen Brown, 09/Jul

    O triunfo da revolução do grande povo egípcio , PCE, 09/Jul

    Resolução:   Evitar o colapso político e social do país;   Demissão do governo, eleições antecipadas já! , CGTP-IN, 08/Jul

    A ilegalidade é a nova normalidade , Paul Craig Roberts, 07/Jul

    Pátria, lugar de exílio , César Príncipe, 06/Jul

    Declaração de Cochabamba , UNASUL, 05/Jul

    Demissão do Governo, Eleições antecipadas já! , CGTP-IN, 05/Jul

    Caso Evo Morales/Edward Snowden: 25 verdades , Salim Lamrani, 04/Jul

    Declaração da Segunda Cimeira do Gás , GECF, 03/Jul

    A quebra do investimento em Portugal , Eugénio Rosa, 02/Jul

    Equador: fim da política da amnésia , Hernando Calvo Ospina, 01/Jul

    Declaração após um ano na Embaixada do Equador , Julian Assange, 30/Jun

    O assalto do Fed ao ouro – A "venda a descoberto" e a falsificação do mercado do ouro , Paul Craig Roberts, 29/Jun

    Brasil: Pode ser a gota d'água:   enfrentar a direita avançando a luta socialista , Mauro Iasi, 28/Jun

    Capitalismo, democracia e eleições , Richard D. Wolff, 27/Jun

    Brasil: Frente anticapitalista para avançar! , PCB, 26/Jun

    Turquia: "Derrotar o AKP é justo e mobilizador" , Aydemir Güler, 26/Jun

    Greve Geral , César Príncipe, 25/Jun

    O PCF e o mito do "outro euro" , Jacques Sapir, 25/Jun

    Raízes históricas da crise social no Brasil – O papel do FMI , Michel Chossudovsky, 24/Jun

    O PRISM e a ascensão de um novo fascismo , John Pilger, 23/Jun

    O marxismo e o carácter social da China , Fred Goldstein, 22/Jun

    Pico da produção petrolífera:   Os países que já o ultrapassaram e aqueles que ainda não , Steve Andrews e Randy Udall, 21/Jun

    Presidente da Síria põe os pingos nos i's , Bashar Al-Assad, 21/Jun

    Com Bangladesh no horizonte , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Jun

    Brasil: Não basta se indignar: é preciso mudar o sistema! , PCB, 19/Jun

    Alerta no 2º semestre de 2013: Crise sistémica global II , GEAB, 19/Jun

    Mais importante que pensar no pós-troika é impedir que a "troika" e este governo destruam ainda mais a economia e a sociedade portuguesa , Eugénio Rosa, 18/Jun

    O significado mais profundo da espionagem em massa nos EUA , James Petras, 17/Jun

    A verdade proibida: Os EUA estão a canalizar armas química para a Al Qaeda na Síria , Michel Chossudovsky, 16/Jun

    A crise do euro e a crise sistêmica global , Edmilson Costa, 15/Jun

    Origem e declínio do capitalismo , Jorge Beinstein, 13/Jun

    América Latina: Ofensiva imperialista em grande escala , Carlos Aznárez, 12/Jun

    O aprendiz de "Harry Potter" e a Turquia , KKE, 12/Jun

    Dilma vai às compras em Portugal , PCB, 11/Jun

    Da diferença entre rebelião e revolução , Kemal Okuyan, 11/Jun

    A cegueira e a incapacidade de Vitor Gaspar e do governo para compreender o funcionamento da economia real e os problemas do país , Eugénio Rosa, 11/Jun

    Revolucionar é preciso: a crise portuguesa (e nós?) , Marcelo Badaró Mattos, 10/Jun

    O que os media corporativos não contam acerca da explosão social na Turquia , LibreRed, 09/Jun

    Olli Rehn deveria demitir-se por crimes contra a Grécia e a teoria económica , Ambrose Evans-Pritchard, 08/Jun

    A "democracia para o povo dos senhores", no passado e no presente , Domenico Losurdo, 07/Jun

    Turquia: A alternativa para a classe trabalhadora certamente será criada , TKP, 06/Jun

    Sobre a Cimeira Alternativa em Atenas e os seus perigosos propósitos , KKE, 06/Jun

    Austeridade, desemprego maciço e emigração na UE – Irlanda e País Basco , James Petras, 05/Jun

    Sobre a situação econômica e sócio-política da Grécia , KKE, 04/Jun

    Basta de exploração e empobrecimento – GOVERNO RUA! , CGTP-IN, 03/Jun

    As FARC-EP, meio século de luta pela paz , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Jun

    Um ardil da razão internacionalista , Cédric Durand, 02/Jun

    Definir austeridade , Yanis Varoufakis, 01/Jun

    Contra a Exploração e o Empobrecimento – Governo Rua! , Arménio Carlos, 31/Mai

    Vindo do Iraque, um trágico apelo ao processo dos criminosos de guerra , John Pilger, 30/Mai

    Declaração da delegação das FARC em Havana , 29/Mai

    O sistema bancário em resumo , Rudo de Ruijter, 29/Mai

    Que cenários para uma dissolução da Zona Euro? , Jacques Sapir, 28/Mai

    Electro-DECO , Demétrio Alves, 27/Mai

    Novo corte de 152 milhões € nas remunerações dos trabalhadores da função pública e nas pensões dos aposentados , Eugénio Rosa, 27/Mai

    Como pássaros da mesma plumagem , KKE, 26/Mai

    Ao povo de 1383 , César Príncipe, 25/Mai

    A falácia dos "cortes na despesa" , Vaz de Carvalho, 24/Mai

    Ameaça à hegemonia do US Dólar? – O mercado manipulado do ouro , Paul Craig Roberts, 23/Mai

    O leilão do petróleo, parte do maior processo de privatizações na história do Brasil , PCB, 22/Mai

    Sair do euro e desvalorizar, a opção , Octávio Teixeira, 21/Mai

    Após recordes nas bolsas, o mergulho iminente na recessão económica , GEAB, 20/Mai

    Governo & troika pretendem cortes na despesa pública em 2014 e 2015 que agravarão a recessão económica em 4 pontos percentuais , Eugénio Rosa, 19/Mai

    Obituário de um povo , Paulo Metri, 12/Mai

    Instituições financeiras reconhecem que a austeridade fracassou , Ken Klippenstein, 11/Mai

    O aumento do horário de trabalho na função pública , Eugénio Rosa, 10/Mai

    Porque devemos sair do Euro, um livro indispensável , José Ferrer, 09/Mai

    Combustíveis fósseis e nuclear – a perspectiva da oferta , Dr. Werner Zittel, Dipl.-Ing. Jan Zerhusen, Dipl.-Ing. Martin Zerta, Ludwig-Bölkow, 08/Mai

    Bombas de Boston: Detonador para mobilizar todo o aparelho de segurança dos EUA , James Petras, 07/Mai

    Precisamos restaurar o Sistema Monetário Europeu , Oskar Lafontaine, 06/Mai

    Rendas (lucros) excessivas da EDP à custa dos consumidores , Eugénio Rosa, 04/Mai

    Conexões perigosas: a vigilância oculta na grande rede , Marcos Dantas, 03/Mai

    Recuperação para os 7 por cento , Paul Craig Roberts, 02/Mai

    As eleições paralisantes da Islândia , José M. Tirado, 01/Mai

    Rumo ao fim do euro? , Jacques Sapir, 30/Abr

    Portugal 2013, o direito à rebelião , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Abr

    Mais uma manipulação , José Alberto Lourenço, 29/Abr

    A montanha pariu um rato , CPPME, 29/Abr

    O golpe de Thatcher , John Pilger, 27/Abr

    Nenhum depósito bancário será poupado ao confisco , Matthias Chang, 26/Abr

    Mais trampas do Banco Central Europeu para encobrir Merkel , Juan Torres López, 25/Abr

    A economia estado-unidense hoje: Entre a crise sistémica e a guerra permanente , Rémy Herrera, 24/Abr

    Quatro sinais de que o neoliberalismo está (quase) morto , Sameer Dossani, 23/Abr

    Sobre o imperialismo e a pirâmide imperialista , Aleka Papariga, 22/Abr

    Um passo para o precipício , Jacques Sapir, 21/Abr

    Declarada a guerra entre o mundo económico-político e a esfera financeira-bancária , GEAB, 20/Abr

    De paraíso fiscal em paraíso fiscal, fazem frutificar o seu capital , Robert Bibeau, 19/Abr

    Máquinas de controlo social , César Príncipe, 18/Abr

    Reflexões acerca da conferência "Pico Petrolífero: Desafios e oportunidades para os países do CCG" , Robert L. Hirsch, 17/Abr

    Não é fechando o país que se resolvem os problemas do país , António Sampaio da Nóvoa, 16/Abr

    Porque devemos sair do euro , João Ferreira do Amaral, 15/Abr

    A desindustrialização de Portugal e da União Europeia , Eugénio Rosa, 14/Abr

    A crise na Islândia, a recuperação e os actuais desafios , Már Guðmundssoni, 13/Abr

    A ganância do deus mercado , Beatriz Paganini, 12/Abr

    O que preocupa os norte-coreanos? , Gregory Elich, 11/Abr

    Os mitos e as mentiras da direita no ataque ao "estado social" , Eugénio Rosa, 08/Abr

    O assalto ao ouro , Paul Craig Roberts, 08/Abr

    Brasil: Seria bom se fosse verdade , Henrique Júdice Magalhães, 07/Abr

    O confisco de poupanças bancárias para "salvar os bancos" , Michel Chossudovsky, 06/Abr

    Isto pode acontecer aqui , Ellen Brown, 05/Abr

    Rutura democrática e República Galega , Carlos Morais, 05/Abr

    A tragédia da Grécia: Uma acusação à teoria económica neoliberal, à elite política interna e ao duo UE/FMI , C. J. Polychroniou, 04/Abr

    Uma importante inflexão do DKP , Günter Pohl, 04/Abr

    A água está ameaçada de privatização em Portugal , Luísa Tovar, 03/Abr

    Lições da crise cipriota , Jacques Sapir, 03/Abr

    Denunciar a decisão do Eurogrupo sobre Chipre , KKE, 02/Abr

    Mélenchon: o Euro e a insensatez , Jacques Sapir, 01/Abr

    O preço da gasolina 95 e do gasóleo sem impostos em Portugal continua a ser superior ao da União Europeia, enquanto a carga fiscal sobre os combustíveis em Portugal é inferior à da UE , Eugénio Rosa, 01/Abr

    O terrorismo de estado da administração Obama , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Abr

    Portugal, o aluno que aprende bem as más lições , Alexandre Afonso, 31/Mar

    Banco Central Europeu: o enrascanço e a defesa secreta , Yéti, 30/Mar

    Algo de podre no estado de Israel , Lawrence Davidson, 29/Mar

    Chipre sob a mira:   A morte através do salvamento , Mike Whitney, 28/Mar

    Álvaro Cunhal , Pedro de Pezarat Correia, 28/Mar

    Chipre: Resgatada e atacada. Quem está por trás? , Pyotr Iskenderov, 27/Mar

    Chipre: Sobre o acordo com o Eurogrupo , AKEL, 26/Mar

    Debate "O Euro e a dívida – Défices estruturais" , PCP, 26/Mar

    Chipre: Intensificar a campanhar pela ruptura com a UE e as políticas do capital , KKE, 25/Mar

    O estudo da Mercer sobre remunerações , Eugénio Rosa, 24/Mar

    Chipre: Draghi utiliza o bloqueio monetário – Medida equivale a um "acto de guerra" , Jacques Sapir, 22/Mar

    Declarações em tribunal militar em que explica as suas acções como actos de consciência , Bradley Manning, 22/Mar

    A Grande Névoa Estatística , GEAB, 21/Mar

    O Iraque foi ocupado há 10 anos , Tribunal-Iraque, 21/Mar

    Censura e manipulação , César Príncipe, 20/Mar

    Descalabro económico e social em Portugal , Eugénio Rosa, 19/Mar

    Temas proibidos na TV portuguesa , Jorge Figueiredo, 18/Mar

    O "tributo da estabilidade" de Chipre: Outro triste eufemismo , Yanis Varoufakis, 17/Mar

    A nova propaganda é liberal. A nova escravidão é digital. , John Pilger, 17/Mar

    Marx e a crise:   os fantasmas, agora, são eles , Mauro Luís Iasi, 16/Mar

    Hugo Chávez , Paul Craig Roberts, 15/Mar

    Francisco I vem disputar o consenso social , Julio C. Gambina, 14/Mar

    A morte suspeita do Presidente Hugo Chávez , William Blum, 13/Mar

    A ilusão do metacontrole imperial do caos , Jorge Beinstein, 12/Mar

    Chavez, o desafio e a esperança , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Mar

    Um modelo da actual crise da Zona Euro:   Do contágio à incoerência , Yanis Varoufakis, 10/Mar

    Por que os cortes nos salários e nas pensões atingem em 2013 níveis confiscatórios e chocantes? , Eugénio Rosa, 09/Mar

    A participação de PCs nos governos: Seria esta uma forma de sair da crise capitalista? , Herwig Lerouge, 08/Mar

    Muchas gracias y hasta siempre , Henrique Júdice, 07/Mar

    A catástrofe grega , James Petras, 06/Mar

    A dívida absurda ou a aberração da dívida , Guilherme da Fonseca-Statter, 05/Mar

    A economia grega está kaput , Mike Whitney, 04/Mar

    Ditadura na Europa , Juan Torres López, 03/Mar

    Sobre as eleições italianas , Jacques Sapir, 02/Mar

    Bradley Manning e os crimes de guerra dos EUA , Michael Ratner, 01/Mar

    A necessária saída da zona euro , João Carlos Graça, 28/Fev

    As ideias transformam-se em forças quando as massas as assumem , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Fev

    Eleições na Itália: a degenerescência da vida política continua , AC, 27/Fev

    Informação aos associados do Montepio sobre a transformação do conselho geral em assembleia geral da Caixa Económica Montepio Geral , Eugénio Rosa, 27/Fev

    A permanência no Euro não é um desastre irreversível , Octávio Teixeira, 26/Fev

    O crescimento e a inflação contra a dívida , Jacques Sapir, 25/Fev

    O investimento afunda-se em Portugal , Eugénio Rosa, 24/Fev

    Como se gera e quem beneficia da privatização da saúde? , Ángeles Maestro, 23/Fev

    Governo continua a atacar os MPME , CPPME, 23/Fev

    Por que lutavam eles na defesa de Madrid em 1936? , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Fev

    Segundo semestre de 2013: A realidade ou a antecipação do colapso do dólar obriga o mundo a reorganizar-se sobre novas bases , GEAB, 21/Fev

    Comunismo: um gigantesco processo de emancipação ainda longe de concluído , Domenico Losurdo, 20/Fev

    A história secreta da renúncia de Bento XVI , Eduardo Febbro, 19/Fev

    Desemprego e destruição de emprego aceleram, economia afunda-se e entra em espiral recessiva , Eugénio Rosa, 18/Fev

    O culminar da mutação: PCF renega a foice e o martelo , KKE, 18/Fev

    O papel dos EUA no Golpe de Estado na Guatemala , Rui Pedro Fonseca, 17/Fev

    Mentiras, cortinas de fumo e a vergonhosa difamação de Julian Assange , John Pilger, 16/Fev

    Prejuízo da Petrobrás: a grande mentira! , Emanuel Cancella, 15/Fev

    Equador:   Regimes políticos de centro-esquerda versus movimentos sociais radicais , James Petras, 14/Fev

    A austeridade é uma impostura: Legislação de crise e esquemas de reembolso da dívida trapaceira , Caoimhghin Ó Croidheáin, 13/Fev

    É preciso romper com o euro , Alberto Montero Soler, 12/Fev

    Proposta para o desenvolvimento rural com democratização, paz e justiça social na Colômbia , Delegação de paz das FARC-EP, 11/Fev

    As FARC-EP em Havana - A verdade e a mentira sobre uma guerrilha heróica , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Fev

    Alternativas perante aceleraçom da crise do regime espanhol , Carlos Morais, 10/Fev

    O PCF e a guerra no Mali , Greg Oxley, 09/Fev

    Turismo en Espanha , Luis Sepùlveda, 08/Fev

    O fundo para a corrupção criado pela UE , Pyotr Iskenderov, 07/Fev

    A invasão real da África não está nos noticiários , John Pilger, 06/Fev

    Entender a crise e submeter o sistema à crítica , NL, 05/Fev

    A propósito do confisco fiscal , Guilherme da Fonseca Statter, 04/Fev

    Os lucros do BPI , José Alberto Lourenço, 03/Fev

    As bases americanas na Alemanha e a base ouro , Antal E. Fekete, 02/Fev

    Princípios elementares da propaganda de guerra , Michel Collon, 01/Fev

    Por que a Islândia experimentou uma forte recuperação económica após o colapso financeiro de 2008? , Martin Zeis, 31/Jan

    A razão à prova das grandes crises históricas , Domenico Losurdo, 30/Jan

    Sobre o euro , Vaz de Carvalho, 29/Jan

    A propósito da descida dos juros , Guilherme da Fonseca-Statter, 28/Jan

    Um jornal para nossa classe: dez anos do Brasil de Fato , Milton Pinheiro, 28/Jan

    O falso dilema de Vitor Gaspar , Eugénio Rosa, 27/Jan

    Portugal 2013 , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Jan

    A ideologia do aquecimento global , Daniela de Souza Onça, 25/Jan

    Flexibilidade e desvalorização interna: Ideias perigosas na moda , Jacques Sapir, 24/Jan

    Reflexões sobre a crise , Remy Herrera, 23/Jan

    A ignorância sobre Portugal revelada por Selassie, chefe da missão do FMI na "Troika" , Eugénio Rosa, 22/Jan

    Os verdadeiros rostos do terrorismo em África , Komla Kpogli, 22/Jan

    Estados Unidos, Março-Junho de 2013:  Desligamento do doente e última fase de impacto da crise sistémica global , GEAB, 21/Jan

    Histeria no mercado de ouro , Michel Chossudovsky, 20/Jan

    Sair do euro, a melhor opção , Pedro Montes, 19/Jan

    Conseguiria Keynes evitar o colapso? , Guglielmo Carchedi, 18/Jan

    A guerra no Mali , R. Teichman, 17/Jan

    Cuba: as armadilhas no caminho , Frank Josué Solar Cabrales, 17/Jan

    A recessão é quase o dobro da previsão do Governo , CGTP-IN, 16/Jan

    Que alternativa à não saída do euro? , Octávio Teixeira, 15/Jan

    O FMI, utilizando dados incorretos, defende medidas neoliberais que destruiriam as funções sociais do Estado e lançariam o país numa recessão maior , Eugénio Rosa, 15/Jan

    10 de Janeiro de 2013:   Uma vitória dos povos da América Latina , Ivan Pinheiro, 14/Jan

    O valor do dinheiro , Prabhat Patnaik, 14/Jan

    "Reforma do estado" promove terrorismo social , CGTP-IN, 13/Jan

    Os erros da austeridade , Binoy Kampmark, 12/Jan

    Os Hamlets portugueses e a saída do Euro , João Carlos Graça, 11/Jan

    Acerca dos custos e benefícios da saída do euro , Jorge Figueiredo, 10/Jan

    A armadilha do crescente endividamento do Estado, das empresas e do país com o governo PSD/CDS e com a "troika", e a opção de sair do euro , Eugénio Rosa, 09/Jan

    ANA, grávida da nova Lisboa , Daniel Deusdado, 08/Jan

    O enganoso abismo orçamental dos EUA (4) , Michael Hudson, 07/Jan

    Governo mente quando afirma que todas as pensões mínimas foram atualizadas , Eugénio Rosa, 05/Jan

    O enganoso abismo orçamental dos EUA (3) , Michael Hudson, 04/Jan

    O enganoso abismo orçamental dos EUA (2) , Michael Hudson, 03/Jan

    O ouro e o "fim do mundo" , Valentin Katasonov, 02/Jan

    2012, um ano de muitas lutas , André Levy, 01/Jan/2013

    Sustentabilidade do SNS – Não há dinheiro? , Jorge F. Seabra, 31/Dez

    O enganoso abismo orçamental de 2012 dos EUA (1) , Michael Hudson, 30/Dez

    Brasil 2012: Tombo na economia e aumento dos conflitos sociais , Correio da Cidadania , 29/Dez

    As crises religiosas e sociais e suas consequências políticas , James Petras, 28/Dez

    Presente de "Ano Novo" para os pensionistas:   440 mil vão pagar IRS sobre um rendimento que não recebem , Eugénio Rosa, 27/Dez

    Os fracassos de Gaspar nas previsões não começaram agora , Vanessa Cruz, 27/Dez

    O papel da social-democracia na luta de classes , Francisco José Soares Teixeira, 26/Dez

    Acordo ultrajante com o HSBC prova que a guerra à droga é uma piada , Matt Taibbi, 24/Dez

    A Arábia Saudita envia para a Síria os seus condenados à morte a fim de travarem a "jihad" , 22/Dez

    Síria: Quais são as verdadeiras intenções dos Estados Unidos? , Amin Hoteit, 21/Dez

    Não foi para isto que se fez o 25 de Abril; foi por causa disto , Guilherme Alves Coelho, 20/Dez

    Não à Privatização da ANA e da TAP , 20/Dez

    2013, os primeiros passos num "mundo de amanhã" em pleno caos , GEAB, 19/Dez

    "A UE é uma união inter-estatal imperialista" , Giorgos Marinos, 18/Dez

    A análise económica da realidade , Michael Hudson, 17/Dez

    Acima do bem e do mal , Carlos Morais, 16/Dez

    Não seremos enganados outra vez?   O golpe da "ameaça" síria com ADMs , David Edwards, 14/Dez

    Troika & governo ignoram sistema de aposentação da função pública , Eugénio Rosa, 14/Dez

    Sair do euro? , Vicenç Navarro, Juan Torres López e Alberto Garzón, 13/Dez

    Espiral descendente:   Não há saída da crise da dívida , Claus Peter Ortlieb, 12/Dez

    A luta anti-imperialista é anticapitalista , Aleka Papariga, 11/Dez

    Os colégios para nobres e o elitismo no ensino , Vaz de Carvalho, 11/Dez

    "Imperialismo legal" e direito internacional , James Petras, 10/Dez

    Eleições no Montepio:   Lista C quadruplica votação e triplica número de eleitos , Eugénio Rosa, 09/Dez

    O alfaiate do nazismo , 08/Dez

    Oscar Niemeyer: uma legenda comunista para a história , PCB, 07/Dez

    Avaaz: uma cortina de fumo que esconde as bombas de urânio empobrecido , Dominique Guillet, 07/Dez

    O Povo Grego caluniado , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Dez

    A identificar o "petróleo" que mais preocupa , Robert L. Hirsch, 05/Dez

    OE 2013: Para este governo os cidadãos não são todos iguais perante a lei , Eugénio Rosa, 04/Dez

    Manifesto:   Em defesa das funções sociais do Estado consagradas na Constituição da República , CGTP, 03/Dez

    Colômbia: Conversações de Paz em meio a bombardeios e guerra suja , Azalea Robles, 02/Dez

    Os motivos da operação israelense Pillar of Cloud , Rui Pedro Fonseca, 30/Nov

    Aprovação não é fim do processo , Octávio Teixeira, 29/Nov

    Primeiros elementos de análise sobre a ofensiva israelense contra Gaza , Julien Salingue, 29/Nov

    Desequilíbrios comerciais mundiais e no seio da UE contribuem para as crises e para a desindustrialização de muitos países , Eugénio Rosa, 28/Nov

    Resolução aprovada na concentração junto à Assembleia da República , 27/Nov

    "Não há mais espaço para ilusões reformistas" , Ivan Pinheiro, 27/Nov

    Obama II: o expurgo e o pacto , Thierry Meyssan, 27/Nov

    A explosão do desemprego na zona euro , Domenico Moro, 26/Nov

    Quando Gaza é trucidada outra vez é vital entender o papel histórico da BBC , John Pilger, 25/Nov

    Ilusão cruel , José Goulão, 24/Nov

    Intrigas da elite e expurgos militares: não se trata de sexo, estúpido! , James Petras, 23/Nov

    Produção de petróleo: Os retornos decrescentes e as previsões irrealistas da AIE , Gail Tverberg, 22/Nov

    Felizmente tudo vai bem , Octávio Teixeira, 22/Nov

    Fundos europeus: milhões ou tostões? , Demétrio Alves, 21/Nov

    FARC-EP decidem cessação unilateral de operações ofensivas , FARC-EP, 20/Nov

    Apelo aos associados do Montepio: Votem na Lista C para o Conselho Geral , Eugénio Rosa, 20/Nov

    O fim da América tal como era conhecida , GEAB, 19/Nov

    Aquele Tratado de Maastricht ! , Juan Torres López, 18/Nov

    Taxa de desemprego em Portugal atinge 23,7% , Eugénio Rosa, 17/Nov

    A ditadura militar no Brasil (1964-1985) e o massacre contra o PCB , Milton Pinheiro, 16/Nov

    A Irlanda nas garras da austeridade , Caoimhghin Ó Croidheáin, 15/Nov

    Um programa de emergência para a Grécia , Yannis Varoufakis, 14/Nov

    Auto-destruição sistémica global, insurgências e utopias , Jorge Beinstein, 13/Nov

    Sair do euro é preciso , Octávio Teixeira, 12/Nov

    Funções sociais do Estado:   Como o governo e a "troika" estão a procurar destrui-las , Eugénio Rosa, 12/Nov

    Petição Pela liberdade de investigação académica;   A tese "A implementação da Televisão Digital Terrestre em Portugal" , Sérgio Deniccoli dos Santos, 11/Nov

    São os juros, estúpido!   Porque os banqueiros dominam o mundo , Ellen Brown, 10/Nov

    Recepção da chanceler , César Príncipe, 09/Nov

    Travar o Governo, enquanto é tempo , Octávio Teixeira, 08/Nov

    EUA: O que nenhum dos candidatos disse acerca da energia e da economia , Charles A. Hall e Jan Lars Mueller, 07/Nov

    Eleições nos EUA: do mal menor ao mal maior , James Petras, 06/Nov

    Uma coisa é eliminar o desperdício, outra é destruir as funções sociais do Estado como quer o governo & a troika , Eugénio Rosa, 05/Nov

    As FARC-EP lutam pela Paz, o governo simula negociar , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Nov

    Lições de manipulação , José Manzaneda, 04/Nov

    Refundição do Estado social , Octávio Teixeira, 03/Nov

    Incoerências estatísticas – A falta de rigor do Ministério das Finanças gerido por Vitor Gaspar , João Martins, 02/Nov

    Plano épico do FMI para eliminar dívida e destronar banqueiros , Ambrose Evans-Pritchard, 30/Out

    O OE 2013 e a isenção de IMI para "comunidades religiosas" , Ricardo Alves, 30/Out

    CIA procura afundar Correa , Craig Murray, 29/Out

    A Síria defende-se da agressão imperialista , John Catalinotto, 29/Out

    O estado policial nos EUA:   Na Amerika nunca haverá um debate real , Paul Craig Roberts, 28/Out

    As FARC-EP nas negociações de Oslo , Iván Márquez, 27/Out

    A proteção à infância e às famílias pobres no Brasil e na Argentina , Henrique Júdice Magalhães, 26/Out

    A propósito do Fiscal Multiplier , João Martins, 25/Out

    Os juros dos empréstimos bancários: que justificação têm e porque não deveríamos pagá-los? , Juan Torres López, 24/Out

    A salvaguarda das famílias de mais baixos rendimentos e a progressividade dos impostos de Vítor Gaspar não existem no OE-2013 , Eugénio Rosa, 23/Out

    Luiz Carlos Prestes, num livro de Anita Leocádia Prestes , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Out

    Irlanda: Os trabalhadores precisam ter cuidado para não caírem na armadilha , PCI, 22/Out

    Sair da "Crise" , Adriano Benayon, 22/Out

    Outubro ou nada , Mauro Luis Iasi, 21/Out

    Outono de 2012: Bem-vindo às semanas da grande transição , GEAB, 20/Out

    Exposição enviada em 17/Outubro/2012 ao Banco de Portugal e à CMVM sobre o processo de alteração dos estatutos da Caixa Económica - Montepio , Eugénio Rosa, 19/Out

    O que fazem membros do PCP no "Congresso das Alternativas"? , Américo Nunes, 19/Out

    Omissões e rupturas , Miguel Urbano Rodrigues, 19/Out

    Cardeal da Troika , César Príncipe, 18/Out

    Crime financeiro no "Paraíso dos Parasitas" de Londres, ou o melhor santuário que o dinheiro pode comprar , James Petras, 17/Out

    O IMI comporta regras iníquas que perduram há nove anos , João Martins, 16/Out

    5ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 15/Out

    Predadores financeiros contra o trabalho, a indústria e a democracia , Michael Hudson, 15/Out

    A Islândia mostrou o caminho: recusar a austeridade , Salim Lamrani, 14/Out

    A atribuição do Nobel da Paz à União Europeia , CGTP-IN, 14/Out

    Para uma melhor compreensão da crise do capitalismo , Manuel Brotas, 13/Out

    O novo pacote de medidas do governo contra os trabalhadores da Função Pública , Eugénio Rosa, 12/Out

    Líbia: A compra do silêncio , José Goulão, 12/Out

    Denúncia do "Memorando de Entendimento", renegociação da dívida… e depois, o quê? , João Carlos Graça, 11/Out

    A propósito do regresso aos mercados , João Martins, 10/Out

    Assimilação ou Rotura , Aleka Papariga, 09/Out

    Os "êxitos" de Vitor Gaspar , Eugénio Rosa, 08/Out

    Curso de chiens de garde , César Príncipe, 06/Out

    Texto da moção de censura ao governo apresentada pelo PCP , 05/Out

    O nó górdio , Octávio Teixeira, 04/Out

    Grécia: Grande participação na greve de 26 de Setembro , KKE, 04/Out

    Drones subaquáticos para as guerras dos EUA , Julie Lévesque, 03/Out

    4ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 02/Out

    "É sempre perigoso dialogar debaixo de fogo" , Rodrigo Granda, 02/Out

    António Borges mentiu descaradamente quando afirmou que as despesas com pessoal na Administração Pública representam 80% das despesas totais , Eugénio Rosa, 01/Out

    Os Bolcheviques e a Revolução de Outubro , Miguel Urbano Rodrigues, 30/Set

    A narrativa ocidental sobre a Síria está em desintegração , Tony Cartalucci, 29/Set

    Acumulam-se as nuvens da guerra , KKE, 28/Set

    Escritórios de advogados e expansão do capital monopolista , Victor Paulo Gomes da Silva, 27/Set

    A indignação popular e o coro do medo , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Set

    Irão e Israel: A dupla face dos media e do Conselho de Segurança da ONU , Rui Pedro Fonseca, 26/Set

    Ouro é dinheiro , Washington's Blog, 25/Set

    A economia da bolha e a deflação da dívida , Michael Hudson e Dirk Bezemer, 24/Set

    Propostas para evitar sacrifícios e a destruição da economia , CGTP-IN, 23/Set

    Manifesto em defesa da Cultura , 22/Set

    3ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 21/Set

    O milagroso "reajustamento externo" do governo & da troika , Eugénio Rosa, 21/Set

    Outubro 2012: A economia global aspirada num buraco negro e a geopolítica mundial ao rubro , GEAB, 20/Set

    Friedmanitas à portuguesa , Guilherme Coelho, 18/Set

    A dissolução da zona euro e o futuro das divisas de reserva , Jacques Sapir, 16/Set

    A linguagem da verdade na luta de massas , Miguel Urbano Rodrigues, 15/Set

    2ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 15/Set

    29 SETEMBRO: TODOS A LISBOA – TODOS AO TERREIRO DO PAÇO , CGTP-IN, 14/Set

    Algumas palavras sobre Enquanto a Memória Responde,de Miguel Urbano Rodriges , José Casanova, 14/Set

    O declínio do ocidente: Tragédia ou comédia? , Paul Craig Roberts, 13/Set

    Pela ruptura com o poder dos monopólios e as peias da UE, por um rumo vitorioso para as lutas populares , KKE, 12/Set

    A subida de 7 pontos percentuais na taxa de contribuições em 2013 , Eugénio Rosa, 12/Set

    PET: A terapia da cura por emagrecimento , João Cerqueira, 11/Set

    Mudanças climáticas e governação global , Luiz Carlos Baldicero Molion, 10/Set

    As medidas anunciadas por Passos Coelho para 2013 , Eugénio Rosa, 09/Set

    Os salvamentos da Grécia e o desastre económico e social , C. J. Polychroniou, 08/Set

    PCB saúda a militância do PCP e deseja êxito para a Festa do Avante , Comissão Política Nacional do PCB, 07/Set

    Obama pretende reescrever a história da Guerra do Vietname , Monthly Review , 06/Set

    Um lembrete enquanto se aguarda a declaração de 6 de Setembro do sr. Draghi:   "São os bancos alemães, estúpido!" , Yannis Varoufakis, 05/Set

    Energia & transportes:   Esperanças frustradas? , Jorge F. G. de Figueiredo, 05/Set

    Levantamento do cerco de Lisboa , César Príncipe, 04/Set

    Carta aberta a todos os associados do Montepio , Eugénio Rosa, 04/Set

    Colômbia: Acordo Geral para o término do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura , 03/Set

    A guerra da Wall Street às cidades , Michael Hudson, 03/Set

    Romper a opressão do poder ocidental , Ismail Salami, 02/Set

    Diálogo com as FARC pode vir a ser uma vitória do povo colombiano , Ivan Pinheiro, 01/Set

    Uma nova arma na tentativa de banalizar a imagem de Luiz Carlos Prestes , Anita Leocadia Prestes, 01/Set

    É "pecado imperdoável" o uso de armas de destruição maciça , Aiatolá Ali Khamenei, 31/Ago

    Responder às novas medidas anti-povo com uma greve geral , KKE, 30/Ago

    A Cimeira de Teerão do Movimento dos Não Alinhados , Mahdi Darius Nazemroaya, 29/Ago

    A descida da América para a pobreza , Paul Craig Roberts, 28/Ago

    Porque a Síria não cairá:   A derrota esmagadora do chamado "Exército Sírio Livre" , Ghaleb Kandil, 27/Ago

    Um canhão no cu , Juan José Millás, 27/Ago

    Uma história em fascículos , Manuel Loff, 26/Ago

    Fundos comunitários não são utilizados, apesar da crise , Eugénio Rosa, 25/Ago

    A perseguição de Assange é um assalto à liberdade e um insulto ao jornalismo , John Pilger, 24/Ago

    Planos de guerra de Israel para atacar o Irão "antes das eleições nos EUA" , Michel Chossudovsky, 23/Ago

    Brasil: Um governo a serviço do grande capital , PCB, 23/Ago

    A promessa vazia do euro e os sado-monetaristas de Bruxelas , Brian Denny, 22/Ago

    O capital e a sua consciência do ambiente , Inny Accioly, 22/Ago

    Autores e directores ocultos do drama sírio , Olga Chetverikova, 21/Ago

    O Reino Unido como "estado canalha" , Atilio A. Boron, 21/Ago

    "Unir contra a opressão" , Julian Assange, 20/Ago

    Novos aumentos no preço dos combustíveis , Eugénio Rosa, 20/Ago

    Hillary, missionária na África , Manlio Dinucci, 19/Ago

    Depois da Europa connosco , César Príncipe, 18/Ago

    Presidente do Equador enfrenta a brutal Gestapo britânica , Paul Craig Roberts, 17/Ago

    Romney escolhe Ryan, a Wall Street quer a guerra de classe , Deirdre Griswold, 17/Ago

    Desemprego já atinge 1,3 milhão de portugueses , Eugénio Rosa, 16/Ago

    O desemprego aumenta inexoravelmente na Grécia , Capitaine Martin, 15/Ago

    Hillary Clinton em Ancara: arrogância & realidades duras , Louis Denghien, 13/Ago

    A situação na Colômbia e o projecto das FARC-EP , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Ago

    São as armas; mas, não só as armas , Michael Moore, 11/Ago

    O fim do euro em Portugal , Pedro Braz Teixeira, 10/Ago

    EUA: A taxa de emprego agora é inferior à da recessão de 2008-2010 , Michael Snyder, 10/Ago

    A crise não está a atingir todas as empresas , Eugénio Rosa, 09/Ago

    A ascendência de uma elite financeira criminosa , James Petras, 09/Ago

    Pacto de agressão ou memorando de ajuda? , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Ago

    Risco de convertibilidade: Reconhecido mas não tratado , Yannis Varoufakis, 07/Ago

    Dia da infâmia na Assembleia-Geral da ONU , Stephen Lendman, 06/Ago

    Mesmo na silly season, asneiras são asneiras , Filipe Diniz, 05/Ago

    O lançamento de uma "guerra humanitária" contra a Síria , Michel Chossudovsky, 04/Ago

    Escapar da teoria económica , Paul Craig Roberts, 03/Ago

    A esperança não morre , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Ago

    A indústria petrolífera relança o conto falso da abundância , Kurt Cobb, 01/Ago

    EUA: A ascensão do estado policial e a ausência de oposição em massa , James Petras e Robin Eastman Abaya, 31/Jul

    A terceira onda da crise:   O capitalismo no olho do furacão , Edmilson Costa, 30/Jul

    O aumento da pobreza e das desigualdades em Portugal , Eugénio Rosa, 30/Jul

    A guerra dos EUA-NATO contra a Síria:   Forças navais do ocidente frente às da Rússia ao largo da Síria , Michel Chossudovsky, 29/Jul

    A situação actual da Colômbia , FARC-EP, 28/Jul

    O único meio que resta para salvar o euro , Paul Jorion, 27/Jul

    I have a dream:   a queda dos EUA , Manlio Dinucci, 27/Jul

    Meditar e inverter é preciso , Octávio Teixeira, 26/Jul

    Tráfico & corrupção: Doença genética do capitalismo , César Príncipe, 26/Jul

    Rumo à desintegração do euro , Council on the Euro Crisis, 25/Jul

    Síria: A 'mudança de regime' e o smart power de Hillary Clinton , M K Bhadrakumar, 25/Jul

    "O Euribor é um roubo monumental" , Moreno Yagüe, 24/Jul

    Blair, guerra, negócios olímpicos e o vislumbre de uma outra Grã-Bretanha , John Pilger, 23/Jul

    Síria: Àqueles que tocam os tambores da guerra , Bachar al-Jaafari, 22/Jul

    Doutoramento de Eugénio Rosa , Jorge Figueiredo, 22/Jul

    Por que o Brasil se atrasa , Adriano Benayon, 21/Jul

    Como a definição cambiante de petróleo tem enganado tanto o público como os decisores políticos , Kurt Cobb, 20/Jul

    Estados Unidos, Venezuela e Paraguai , Samuel Pinheiro Guimarães, 19/Jul

    Não se iludam, nem iludam , Octávio Teixeira, 19/Jul

    Agora é oficial:   O sistema de transmissão monetária da Eurozona está arruinado , Yannis Varoufakis, 18/Jul

    KKE apresenta projecto de lei para a abolição do memorando da troika, do acordo de empréstimo, das leis que o aplicam e do programa de médio prazo , KKE, 18/Jul

    As rupturas revolucionárias não são pré-datadas , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Jul

    A Grande Transformação:   Do Estado previdência ao Estado polícial imperial , James Petras, 16/Jul

    O KKE continuará a luta pelo derrube da barbárie capitalista , Giorgios Marinos, 15/Jul

    Petrolíferas cobram aos portugueses preços sistematicamente superiores aos preços médios da UE , Eugénio Rosa, 14/Jul

    Crise na Zona Euro , Jorge Figueiredo, 12/Jul

    Cimeira da UE:   O novo compromisso significa intensificação da ofensiva anti-povo , Delegação do KKE no Parlamento Europeu, 07/Jul

    Governo e ERSE aumentam preço do gás às famílias quando o preço em Portugal é já bastante superior à média da UE , Eugénio Rosa, 06/Jul

    O SNS na mira , Octávio Teixeira, 05/Jul

    Governo pelos bancos e para os bancos , Ellen Brown, 04/Jul

    A história da dívida pública europeia:  Como os bancos privados enriqueceram às custas da população , Salim Lamrani, 03/Jul

    O KKE perdeu uma eleição, não a perspectiva revolucionária , Ivan Pinheiro, 03/Jul

    Crise na Zona Euro , Jorge Figueiredo, 02/Jul

    Economia política do "sistema euro" , Michel Husson, 01/Jul

    A provocação turca , César Príncipe, 30/Jun

    Espanha: "Um mau resgate que nos empurrará para o abismo" , Juan Torres López, 29/Jun

    A realidade não mente , Octávio Teixeira, 28/Jun

    Quando banqueiros se tornam ladrões, a economia desmorona , Devinder Sharma, 28/Jun

    A conclusão da ofensiva contra-revolucionária em Portugal e o seu significado , Pedro Miguel Lima, 27/Jun

    A Grécia é ingovernável (e o descarrilamento do euro continua) , Yanis Varoufakis, 27/Jun

    "Somos governados pela política de fascismo económico" , Agostinho Lopes, 26/Jun

    A "ajuda" à Grécia nada custa à Alemanha (e muito pouco à França) , Isabelle Couet, 25/Jun

    Entrevista a Rafael Correa, presidente do Equador , Julian Assange, 24/Jun

    Um ano de Programa de Assistência Financeira , Eugénio Rosa, 24/Jun

    A história é o inimigo quando as psy-ops se tornam notícia , John Pilger, 23/Jun

    Alerta vermelho para Set-Out/2012: Quando as trombetas de Jericó soarão sete vezes , GEAB, 22/Jun

    "Vocês podem cancelar a dívida" , Eric Toussaint, 21/Jun

    Os bancos ocidentais ganham milhões com a cocaína colombiana , Ed Vulliamy, 20/Jun

    O resultado da eleição grega: Uma avaliação , Yanis Varoufakis, 19/Jun

    Sobre os resultados das eleições de 17 de Junho de 2012 , KKE, 18/Jun

    Para que não se percam os frutos da civilização , Manuel Raposo, 18/Jun

    Guiné-Bissau resiste à "tropacracia" , Carlos Lopes Pereira, 18/Jun

    Desmontar a mentira para combater a alienação e dinamizar a luta , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Jun

    O prémio Nobel da morte , José Miguel Arrugaeta, 17/Jun

    11/Setembro: novos indícios desmentem a versão oficial , Giulietto Chiesa, 16/Jun

    Saída do Euro? , Alberto Montero Soler, 15/Jun

    Banco de Portugal entra na campanha ideológica pela baixa dos salários em Portugal e no ataque aos sindicatos , Eugénio Rosa, 14/Jun

    Soluções que se afastem do poder popular servem o capital , Elisseos Vagenas, 14/Jun

    Rio + 20: A cimeira da hipocrisia global , Fausto Arruda, 13/Jun

    "Impulso jovem", mais uma trama do governo & troika , Eugénio Rosa, 12/Jun

    "A Grécia tem de sair do euro e declarar a moratória da dívida" , Costas Lapavitsas, 12/Jun

    Urgente: Iminente golpe de Estado na Síria , Thierry Meyssan, 11/Jun

    Federalismo: o plano B para a UE — qual será o plano C? , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Jun

    Homenagem a dois homens , César Príncipe, 11/Jun

    Colapso financeiro à vista: Quando é o "mais cedo ou mais tarde"? , Paul Craig Roberts, 10/Jun

    O SYRIZA apresenta as suas "credenciais" aos EUA e à UE , KKE, 09/Jun

    Solidariedade estilo euro , Yanis Varoufakis, 08/Jun

    O fortalecimento do KKE determinará a posição do povo no dia seguinte às eleições , KKE, 08/Jun

    A continuar a actual politica de destruição de emprego Portugal arrisca-se a ter 1.383.000 desempregados no fim deste ano , Eugénio Rosa, 07/Jun

    Grécia: o caminho é e não é sempre em frente , Miguel Queiroz, 07/Jun

    O massacre Houla:   Terroristas da oposição mataram famílias leais ao governo , Marat Musin, 06/Jun

    O Governo prepara-se para desencadear a destruição integral do SNS , Federação Nacional Dos Médicos, 05/Jun

    Será que uma depressão induzida pela austeridade descerá a cortina final sobre o drama grego? , C. J. Polychroniou, 04/Jun

    FARC: 48 anos de luta revolucionária , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Jun

    Intimidação e chantagem asseguram a vitória de um governo em bancarrota , PCI, 02/Jun

    A NATO e a UE preparam um banho de sangue , KKE, 01/Jun

    A Espanha é o 4º estado membro caído da Eurozona , Yanis Varoufakis, 31/Mai

    As condições políticas para o belicismo do capital , Milton Pinheiro, 30/Mai

    "A opção salvadorenha para a Síria" , Michel Chossudovsky, 29/Mai

    Vergonha da Europa , Günter Grass, 29/Mai

    A desinformação dos media "de referência" , James Petras, 28/Mai

    Investimento estrangeiro em Portugal e de Portugal no estrangeiro , Eugénio Rosa, 26/Mai

    Entre duas árduas batalhas , KKE, 25/Mai

    "Unidos" eles caem: A Grexit assombra a eurozona em conflito , Farooque Chowdhury, 24/Mai

    Nunca esqueça: a questão é Bradley Manning, não o casamento gay , John Pilger, 23/Mai

    A política da linguagem e a linguagem da regressão política , James Petras, 22/Mai

    Sim, há a Grécia... Mas e a Espanha? , Yanis Varoufakis, 21/Mai

    Um ano de "troika" e de governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 20/Mai

    2º semestre 2012 – Convergência de quatro factores explosivos:   Bancos, Bolsas, Reformas, Dívidas , GEAB, 19/Mai

    A aprender com a eurocrise , Michael Hudson, 18/Mai

    A actuação sem princípios do PcdoB , Paulo Schueler, 17/Mai

    Irlanda: Abaixo o Tratado de austeridade permanente! Vota Não , EMC, 16/Mai

    A cólera quando conduzida ao longo de caminhos militantes sempre proporciona algo melhor , KKE, 15/Mai

    Actualidade de Marx num mundo caótico à beira da barbárie , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Mai

    Grécia: O chefe do SYRIZA oferece-se para colaborar com a UE , AC, 14/Mai

    Quase a metade dos fundos do QREN ficou por utilizar , Eugénio Rosa, 13/Mai

    O que é o factor limitativo? , Herman Daly, 12/Mai

    A divergência crescente das taxas aplicadas prenuncia a explosão monetária , François Asselineau, 11/Mai

    Um governo "de esquerda" é um bote furado para o povo que sofre , KKE, 10/Mai

    Acerca do resultado eleitoral de 6 de Maio de 2012 , KKE, 09/Mai

    Austeridade ou crescimento, a alternativa que não resolve os problemas da Europa , Juan Torres López, 08/Mai

    Acerca dos resultados das eleições de 6 de Maio de 2012 , Aleka Papariga, 07/Mai

    Quem foi Osama? Quem é Obama? , Michel Chossudovsky, 07/Mai

    Governo & troika dizem-se "surpreendidos" com o aumento do desemprego , Eugénio Rosa, 06/Mai

    CO2: O novo tráfico de indulgências , Umberto Mazzei, 05/Mai

    FMI & Banco Mundial não pedem perdão , Rubens Ricupero, 04/Mai

    A crise recorrente da dívida europeia , Satyajit Das, 03/Mai

    Entrevista ao Diário Liberdade , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Mai

    As alterações das leis da administração pública e a destruição das funções sociais do estado , Eugénio Rosa, 02/Mai

    Nação valente e imortal , António Lobo Antunes, 01/Mai

    A colónia Europa submete-se às vontades de Washington , Capitaine Martin, 30/Abr

    Sem mais cartas na manga, Santos! , Timoleón Jiménez, 30/Abr

    Brasil: Estado máximo, só para os bancos , Maria Lucia Fattorelli, 29/Abr

    Protesto gigantesco na República Checa , 28/Abr

    O resto do que resta , Demétrio Alves, 27/Abr

    Agora todos vocês são suspeitos , John Pilger, 27/Abr

    O que o capitalismo proporciona , Richard D. Wolff, 26/Abr

    Preservativo económico aprisiona jornalistas , Soares Novais, 25/Abr

    Sobre as eleições presidenciais francesas , Aleka Papariga, 24/Abr

    Crise da eurozona 2.0 , C. J. Polychroniou, 24/Abr

    Dívidas à Segurança Social , Eugénio Rosa, 24/Abr

    Os desafios da nova YPF , Claudio Katz, 23/Abr

    Sobre os 90 anos do Partido Comunista Brasileiro , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Abr

    Como se calcula a pensão de reforma da Segurança Social e a reforma antecipada no caso de desemprego de longa duração , Eugénio Rosa, 22/Abr

    O Mecanismo Europeu de Estabilização, ou como a Goldman Sachs capturou a Europa , Ellen Brown, 21/Abr

    Os preços voláteis do petróleo , Ali Kadri, 20/Abr

    Crónica de um naufrágio anunciado , Octávio Teixeira, 19/Abr

    França 2012-2014: O grande sismo republicano e o seu impacto internacional , GEAB, 19/Abr

    O mundo é finito, não é? , Tadeusz Patzek, 18/Abr

    Brasil redescoberto , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Abr

    Já é tempo de abrir as caixas negras , Yanis Varoufakis, 16/Abr

    A traição , Juan Torres López, 15/Abr

    Ascensão e morte do capitalismo extractivista , James Petras e Henry Veltmeyer, 14/Abr

    Porque estou contra a proposta de revisão dos estatutos do Montepio apresentada pelo presidente do Conselho de Administração , Eugénio Rosa, 13/Abr

    Tratado estúpido , Octávio Teixeira, 12/Abr

    Governo de "esquerda plural": Uma perspectiva perigosa para o povo grego , KKE, 12/Abr

    Para Portugal, o tempo está a esgotar-se , Costas Lapavitsas e Nuno Teles, 11/Abr

    Os atingidos pela austeridade são os que menos têm , Eugénio Rosa, 10/Abr

    Os movimentos sociais e os processos revolucionários na América Latina: Uma crítica aos pós-modernistas , Edmilson Costa, 10/Abr

    Petróleo: Riscos globais no início do século XXI , Dean Fantazzini; Mikael Höök; André Angelantoni, 09/Abr

    A guerra dos EUA-Israel ao Irão: O mito de uma campanha limitada , James Petras, 08/Abr

    Obama prepara os EUA para uma nova guerra , Atilio A. Boron, 07/Abr

    Carta a um senador do PcdoB , Anita Leocádia Prestes, 06/Abr

    Timor Leste: porque o mais pobre é ameaça para o poderoso , John Pilger, 06/Abr

    O que há a dizer , Günter Grass, 05/Abr

    Prioridades de crédito , Octávio Teixeira, 05/Abr

    A tendência para a estagnação no capitalismo monopolista , Monthly Review, 04/Abr

    ONU desmente troika e retira credibilidade às suas exigências , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Abr

    Nao ao tratado fiscal , 03/Abr

    O primeiro orçamento rectificativo de 2012 , Eugénio Rosa, 02/Abr

    Uma crise estrutural exige uma mudança estrutural , István Mészáros, 02/Abr

    Acerca da criação de campos de concentração para imigrantes , KKE, 01/Abr/2012


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