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TERRORISTAS CLIMÁTICOS ASSEVERAM:
TERREIRO DO PAÇO SERÁ INUNDADO PELO MAR

A intoxicação da opinião pública com a arma do terrorismo climático atinge o paroxismo. Hoje, 28/Setembro, o semanário da burguesia portuguesa, o Expresso, põe em título na pg. 18:  "ONU confirma o pior cenário para Portugal" (sic).   A referida pseudo-notícia diz que "A imagem do Terreiro do Paço submerso no final do século não é nova, mas foi esta semana confirmada pelo mais recente relatório do IPCC dedicado aos oceanos e à criosfera (partes congeladas da Terra)" (sic).   E mais adiante assevera que 146 mil portugueses serão afectados pela alta do nível dos mares até 2050, número que sobe para 225 mil em 2100.  Tais enormidades são ditas, em tom sério, por um sr. Carlos Antunes, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.  Ele diz que descobriu esses números através dos seus "modelos semi-empíricos" (sic).
Pelo visto as universidades portuguesas embarcam nesta campanha de estupidificação dos povos.  Depois de um reitor proibir servir carne da vaca nas cantinas da sua universidade a fim de combater o aquecimento global, temos agora um emulo em Lisboa a prometer inundações.
Está em curso uma gigantesca campanha mundial de desinformação dos povos. A impostura global tem livre curso e as classes dominantes deram permissão aos media para propalarem todos os disparates possíveis e imagináveis.  Para esta farsa não recorrem a sábios como Marcel Leroux ou a qualquer cientista sério.  Basta-lhes uma adolescente sueca para promoverem um carnaval mediático mundial.
No momento em que o modo de produção capitalista atinge a sua mais grave crise de sempre, em que guerras criminosas como as do Iémen e Síria continuam a matar milhares de pessoas, em que se avizinham tempestades monetárias e financeiras, em que a situação dos trabalhadores se agrava, as classes dominantes precisavam inventar um problema fictício para distrair os povos dos seus problemas verdadeiros.   A invenção do aquecimento global equivale à invenção do diabo em tempos medievais.   Ambas servem para submeter os oprimidos.
O BESTIALOGIO CLIMÁTICO
A nova religião do aquecimento global, agora alcunhada de "alterações climáticas", continua a provocar asneiradas às catadupas. Elas já atingiram nível universitário com a incorporação do magnífico reitor da Universidade de Coimbra. Este resolveu proibir a carne de vaca nas cantinas da universidade com o argumento de que a mesma provoca muita emissão de CO2 – apesar de este gás, diabolizado pelos aquecimentistas, ser inócuo para a saúde humana e para o ambiente.
No cortejo das asneiras conta-se também uma menina autista sueca que tem a monomania do aquecimento global e que chefes de estado e de governo fingem ouvir atentamente. E agora, para culminar, anuncia-se uma marcha mundial de jovens contra a "crise" climática.
O mass media corporativos colaboram activamente com tais mistificações, promovendo-as. No entanto, vozes sábias e sensatas como as do Prof. Luiz Mollion são praticamente ignoradas. A intoxicação da opinião pública com falsos problemas serve para ocultar os verdadeiros.
O PSICOPATA E O HOMEM DA CIA
Muita gente pergunta porque o sr. Sérgio Moro – ministro da Justiça e Segurança Pública do governo brasileiro – não se demite. Mesmo tendo sido sucessivas vezes humilhado e até enxovalhado pelo psicopata que o convidou para o cargo, o sr. Bolsonaro, ele aferra-se ao mesmo. A explicação do seu comportamento é simples. Moro é um homem da CIA:   ele nada fará sem o consentimento dos que o controlam. Por enquanto, interessa à CIA ter um homem seu no ministério da Justiça e das polícias – mesmo com poderes diminuídos e de candeia às avessas com o PR. Como quadro disciplinado, ele obedece. Só se demitirá quando a CIA autorizar.
AS AGRESSÕES À AMAZONIA
As agressões à Amazonia intensificaram-se de forma bárbara no governo do sr. Bolsonaro, mas não tiveram início com ele.  No tempo da ditadura militar-empresarial, o governo do general Garrastazu Medici (1969-1974) promoveu o projecto absurdo da construção da rodovia transamazonica, com mais de 5000 km.  Por sua vez, no governo da sra. Dilma Rousseff a ministra escolhida para a Agricultura foi uma latifundiária interessada em continuar a expansão do agro-negócio, ou seja, continuar a estender as fronteiras agrícolas através da desflorestação.  Foi também no governo desta sra. Rousseff (dito "progressista") que tiveram início projectos de construção de hidroeléctricas na Amazonia – com as consequentes desflorestações e violações das reservas dos povos ancestrais que ali viviam, os índios.
A indignação com a tragédia que agora se verifica não deveria fazer esquecer o passado recente.  O culpado por este crime ambiental é, em última análise, o capitalismo.
Cartoon de Latuff.
SINCERIDADE EM ÓPTICA DE CLASSE
O Banco Central da Irlanda considera que "não chegam migrantes suficientes para manter baixos os salários" no país. Economistas do Departamento de Finanças do BCI prevêem que este ano não haja um influxo de 50 mil migrantes e isso os preocupa pois obrigaria os salários médios internos a aumentar 3% em 2019 e 3,2% em 2020.   Esta boa notícia para os trabalhadores irlandeses é, pelo visto, péssima para o patronato e os seus representantes no BCI.
O ESPAÇO DE LIBERDADE CONSENTIDO
Assistir aos debates sobre Reforma da Previdência nas duas estações de TV brasileira transmitidas em Portugal (Record e Globo) foi um exercício revelador. Pode-se dizer que na verdade não houve debate real:   todos os intervenientes neles apresentados eram a favor desta Reforma – não apareceu ninguém que falasse contra. Assim, os ditos "debates" circunscreviam-se sempre a questões acessórias da reforma e nunca sobre o mérito da mesma – era uma ilusão de debate.
O principio jornalístico elementar de ouvir todos os lados quando se dá uma notícia ou se promove um debate foi totalmente ignorado. Isto confirma mais uma vez a tese de Noam Chomsky sobre "o espaço de liberdade consentido" (em A fabricação do consentimento ) nos media corporativos. A liberdade de imprensa é realmente a liberdade dos donos dos media.
O SOÇOBRAR DO DEUTSCHE BANK
O soçobrar do Deusthe Bank confirma que a crise do capitalismo está longe de superada. Era o 16º maior banco do mundo (os cinco primeiros são chineses) e certamente um dos cinco maiores bancos europeus. Proporcionalmente, a desintegração do Deutsche Bank – agora uma sombra de si próprio – é tão grave quanto a bancarrota do Lehman Brothers em 2008. O modo de produção capitalista está em metástases e elas já atingiram a sua secção dominante: o capital financeiro. A decomposição agora atinge praticamente todo o sistema bancário europeu e ocidental. É de recordar que povos inteiros, como o grego, foram sacrificados a fim de salvar os seus credores, banksters franceses e alemães . O mundo vive o fim de uma era em que as classes dominantes tentam desesperadamente descarregar todo o peso da sua crise sobre as costas dos povos submetidos. Cabe a eles resistir.
BRASIL: O PRECIPITAR DA CRISE
A crise brasileira precipita-se a um ritmo vertiginoso. Dois factos importantes são de assinalar:   O primeiro foi a Greve Geral de 14 de Junho que pôs em cena os trabalhadores como sujeito da História.  O segundo foram a revelações do Intercept acerca da corrupção e das mentiras do homem da CIA que no Brasil actualmente encabeça o Ministério da Justiça e das polícias. Se o sr. Sérgio Moro tivesse vergonha na cara já se teria demitido após a descoberta da sua trama para, em conluio com procuradores, forjar os processos que conduziram à prisão o ex-presidente Lula.
Neste turbilhão de acontecimentos ocorrem também episódios caricatos, como o da demissão do sr. Joaquim Levy da presidência do banco de fomento do Brasil (BNDES). Se foi absurdo que a social-democracia petista pusesse este banqueiro neoliberal como ministro das Finanças do governo Dilma Rousseff, mais absurdo ainda é o seu afastamento pelo presidente de um governo ultra-neoliberal. Ao forçar a demissão de Levy, o sr. Jair confirmou a sua imbecilidade.
O ESTADO DE SAÚDE DE ASSANGE DETERIORA-SE
Julian Assange no presídio de alta segurança de Belmarsh.
O estado de saúde de Julian Assange deteriora-se a olhos vistos. É o que confirma esta foto, tomada clandestinamente dentro do presídio britânico de Belmarsh. A foto foi tirada por outro prisioneiro com um telemóvel (ilegal), enviada para o exterior e publicada na web . A aparência magérrima de Assange, quase cadavérica, é evidente. As autoridades britânicas, em conluio com as estado-unidenses, estão a fazer todo o possível para matar Assange. Chegam mesmo a criar dificuldades para os cuidados médicos de que precisa.
BRASIL REAGE
No dia 30 de Maio o povo brasileiro reagiu, mais uma vez, à deriva proto-fascista do governo Bolsonaro. Mais de dois milhões de pessoas em 116 cidades manifestaram-se contra os cortes na educação e saúde, assim como contra a tentativa selvagem de privatizar a Previdência. Pode-se dizer desde já que os dias do governo caricato do sr. Jair estão contados. Ainda não se sabe qual será o desenlace, mas é um facto que ele já perdeu o apoio da classe dominante que o ajudou a eleger-se. Isso é verdade tanto em relação à classe dominante interna como à externa (ver The Economist ).
Para o capital financeiro (interno e externo) a saída desejável da crise será um bolsonarismo sem Bolsonaro, que lhe assegure os proveitos de uma Reforma da Previdência e da reforma trabalhista imposta pelo governo Temer. Esta provavelmente seria a "solução" com a simples substituição do sr. Jair pelo vice-presidente, general Mourão. Mas a verdadeira solução para o povo brasileiro será varrer toda a gentalha do governo actual. Isso só poderá ser conseguido com novas eleições, num ambiente democrático, para uma nova Assembleia Constituinte. Para isso será preciso ultrapassar a política conciliadora da social-democracia lulista.
NOVA TRAIÇÃO DO ESTADO COLOMBIANO
30/Maio – O Supremo Tribunal da Colômbia pôs cobro às tramas tecidas pela Embaixada americana e o governo Ivan Duque para extraditar Santrich, ordenando a sua libertação imediata.   Santrich está livre, finalmente, e pode assumir o seu lugar no Parlamento.   Cabe perguntar: até onde irá a sanha persecutória contra um dos homens que assinou o Acordo de Paz?   Que novas tramas não inventarão?   A paz na Colômbia, um país que abriga sete bases militares dos EUA, continua sob ameaça.

18/Maio – Após a sua libertação ordenada pelo JEP , no dia 17 de Maio o comandante Jesus Santrich foi novamente capturado por polícias do governo colombiano.   A sua "liberdade" depois de sair do presídio de La Picota não demorou nem dois minutos.   Com este acto que infringe frontalmente a decisão de um tribunal colombiano o governo de Ivan Duque colocou-se fora da lei.   Trata-se de mais um prego cravado no caixão do Acordo de Paz subscrito pelo Estado colombiano.
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SANTRICH:  JUSTIÇA TARDIA
A libertação do comandante Jesus Santrich é uma notícia alvissareira, mas que peca por tardia. A Jurisdição Especial para a Paz (JEP) da Colômbia levou demasiado tempo para tomar finalmente a decisão que se impunha. Este atraso deveu-se a maquinações do império estado-unidense, que inventou acusações mentirosas a fim de obter a sua extradição para as masmorras dos EUA (onde já padecem Ricardo Palmera e outra antiga combatente das FARC). Enquanto isso, Santrich permaneceu longos meses encarcerado apesar das suas condições de saúde.
A má fé do Estado colombiano quanto ao cumprimento das cláusulas do acordo de paz é manifesta. O Estado assinou um acordo mas não o cumpre. Dezenas de lutadores das FARC foram assassinados após a assinatura do Acordo de Paz, mas o actual governo de Ivan Duque fecha os olhos a estes crimes continuados. A continuar assim não restará outra alternativa aos homens e mulheres das FARC senão retomar a luta .
O FRACASSO DO SENHORITO GUAIDÓ
Após o fracasso da tentativa de golpe de 23 de Fevereiro, em 30 de Abril o senhorito Guaidó fez uma nova tentativa e teve um novo fracasso. Isto revela muito acerca da inépcia dos agentes designados pelo império. Ao referido indivíduo fora ministrado um curso do NED , na ex-Juguslávia, acerca de técnicas para fazer revoluções coloridas. Mas hoje, diante deste novo flop, pode-se verificar que o seu aproveitamento foi pequeno.
A tradição do imperialismo de arrebanhar lumpens, marginais e mercenários para promover tumultos e golpes – tal como fez a CIA em 1953 contra o governo iraniano de Mossadegh – é inútil quando se depara com a coesão das Forças Armadas e a consciência anti-imperialista do seu povo. É o que acontece na Venezuela Bolivariana, apesar de todas as sabotagens e tentativas de desestabilização contra ela.
Registe-se o papel ridículo dos vassalos americanos da UE (governo português inclusive) que servilmente, cumprindo ordens de Washington, reconheceram o governo do supracitado senhorito. Registe-se ainda a actuação repugnante e histérica da TV portuguesa na cobertura dos acontecimentos de hoje na Venezuela.
MORO QUER FAZER ESCOLA EM PORTUGAL
O sr. Sérgio Moro, ministro da Justiça e da Segurança Pública do Brasil, está em Portugal.   Trata-se de um jurista formado pelos cursinhos da USAID em técnicas de lawfare , ou seja, do aparelhamento das instituições e leis do Estado a fim de alcançar selectivamente determinados objectivos políticos. Ele utilizou tais técnicas na célebre operação Lava Jato, destinada a impedir a candidatura de Lula às últimas eleições presidenciais.
Uma das inovações introduzidas pelo sr. Moro no Direito brasileiro foi a instituição da "delação premiada", também aprendida nos cursos promovidos pela Embaixada dos EUA.   Aparentemente, o sr. Moro tenta fazer escola pois teve o atrevimento de insinuar que tal instituição deveria ser aplicada em Portugal a fim de acelerar a velocidade de processos judiciais em curso (como o de Sócrates).  
O sr. Moro não oculta as suas visitas à sede da CIA, em Langley, Virginia, quando vai aos Estados Unidos.   Terá sido uma sugestão ciática a recomendação para a difusão internacional das técnicas de lawfare & delação premiada? O que dirão a isso os juristas portugueses?
COMO DEVE SER UM ANÚNCIO HONESTO


DO SILENCIAMENTO AO ENLAMEAMENTO
Primeiro tentaram ocultar a infame prisão de Julian Assange:   nenhum dos grandes media corporativos internacionais (CNN, BBC, NYT, etc) esteve presente no acto da sua prisão. Só através da RT o mundo pôde ter imagens de Assange, doente e combalido, a ser arrastado por polícias para fora da embaixada onde estava asilado. A seguir, como não puderam ocultar o escândalo, estes media tentam enlamear Assange. Por isso veiculam acriticamente todas as sandices vis propaladas governo equatoriano.
No burgo lusitano, o semanário Expresso faz as duas coisas:  oculta o assunto na pg. 31 da sua edição e em simultaneo calunia Assange. É de se perguntar qual a integridade e decência dos dois sujeitos, Paulo Anunciação e Daniel Lozano, que assinam a nota do Expresso de 13/Abril. Indivíduos venenosos que se lançam contra um homem ameaçado de ser entregue às Guantanamos dos EUA – e que é o maior jornalista de todos os tempos – não merecem o nome de jornalistas. São apenas áulicos do poder.
A INFÂMIA CONSUMADA
Hoje, na manhã de 11 de Abril, o governo do Equador terminou ilegalmente o asilo político concedido a Assange.
Julian Assange recusou-se a sair da embaixada e foi preso pela polícia britânica no seu interior . A polícia britânica entrou na embaixada a convite do governo do Equador.
Prisão de Assange dentro da embaixada do Equador.

MAIS INFÂMIAS CONTRA JULIAN ASSANGE
O twitter da WikiLeaks adverte que Julian Assange será expulso da Embaixada do Equador dentro de horas ou dias .   Acrescenta que o governo equatoriano utilizará o escândalo dos INA papers como pretexto e que já há um acordo com o Reino Unidos para a sua prisão.   Por sua vez, o sítio https://defend.wikileaks.org , citando o New York Times, informa que o presidente Lenine Moreno estaria a tentar "vender" Assange em troca de um alívio de dívidas suas nos Estados Unidos.
Se isto for verdade, estaremos perante uma dupla infâmia:   A primeira é a própria entrega de Assange aos seus algozes no governo trumpiano;   a segunda é a sordidez do presidente equatoriano se fizer isso em troca de um perdão das suas dívidas.
Neste momento uma multidão concentra-se diante da Embaixada do Equador em Londres a protestar contra a expulsão de Assange.
Se existisse um Prémio Nobel de Jornalismo ele sem dúvida teria de ser atribuído a Julian Assange.   Mas o silêncio dos media corporativos que se auto-proclamam como "referência" é ensurdecedor.
NOVO PASSO NA ESCALADA DA AGRESSÃO
Os ciberataques contra o sistema eléctrico da Venezuela constituem um novo passo na guerra suja contra o governo bolivariano. Eles mostram que o imperialismo não olha a meios quando quer impor uma mudança de regime. Com o acto terrorista de ontem conseguiu atingir milhões de pessoas em 18 estados do país. A paralização da quarta maior central hidroeléctrica do mundo, Guri, e o incêndio da subestação Sidor, no estado de Bolivar, foram meticulosamente preparados pela CIA, a NDA e outras agências do governo dos EUA.
A mão do imperialismo sequer é ocultada:   Marco Rubio, senador da Florida, tuitou o apagão minutos após o seu início. Como sabia? Também tuitou que os geradores de back-up do Aeroporto de Caracas foram sabotados antes de esta informação ter sido divulgada.
Neste enfrentamento com o império trumpiano e seus agentes internos (como Guaidó), só com a adopção de medidas muitíssimo firmes o governo bolivariano poderá ter êxito.   Uma revolução que não se defende é uma revolução morta.
MOMENTO DEFINIDOR: O FIM DA REVOLUÇÃO BOLIVARIANA
Hoje, 4 de Março de 2019, foi o grande momento definidor da chamada Revolução Bolivariana. Pode-se afirmar desde já que ela está liquidada.
O governo Maduro não prendeu o agente Guaidó, da NED-CIA, no seu retorno à Venezuela. Esta pusilanimidade é um sinal gritante de fraqueza do governo venezuelano. Tristemente, verifica-se que ele nem teve força para fazer cumprir as leis do país, pois há motivos mais que suficientes para justificar a detenção do referido indivíduo.
Pouco importa as declarações vacilantes da vice-presidente Delcy Rodrigues a dizer que o governo "avalia acções legais sobre Juan Guaidó" , como se a prisão deste agente do imperialismo formado na escola da Otpor fosse uma simples questão jurídica.
Na verdade a não-prisão de Guaidó marca o começo do fim da Revolução Bolivariana, sem honra nem glória.    A dita Revolução Bollivariana constitui uma variante da chamada "terceira via" entre o capitalismo e o socialismo e o seu fracasso anunciado confirma que não pode haver terceiras vias.
Registe-se o magote de embaixadores ocidentais arrebanhados pelo imperialismo que se prestou a receber o sr. Guaidó no aeroporto, tal como um escudo humano.
O SERVILISMO DO GOVERNO PORTUGUÊS
A primeira consequência do servilismo do governo português – que reconheceu o agente Guaidó dos EUA como "presidente" da Venezuela – já se manifestou. O escritório europeu da empresa venezuelana de petróleo (PDVSA) – que era em Lisboa – agora foi transferido para Moscovo.
Para o governo de António Costa, os ditames trumpianos e da UE sobrepõem-se aos interesse nacionais – mesmo que isso possa atingir os emigrantes portugueses na Venezuela e os interesses da Galp naquele país.
O FRACASSO DE UMA ENORME PROVOCAÇÃO
A enorme provocação orquestrada pelo imperialismo no dia 23 de Fevereiro fracassou – a Venezuela venceu.
A CIA, o NED, o Departamento de Estado e o Departamento da Defesa dos Estados Unidos utilizaram todos os meios de que dispunham: provocações torpes no plano diplomático, político, militar e terrorista, com utilização de lumpens e marginais, bem como de governos vassalos da América Latina e da União Europeia. Até um deputadozeco do PSD português, sr. Paulo Rangel, resolveu comparecer ao show mediático da "ajuda alimentar" organizado na fronteira com a Colômbia. Mas nada disso resultou:   as Forças Armadas da Venezuela permaneceram e permanecem firmes e unidas ao lado do governo bolivariano e o regime trumpiano sai desmoralizado disto tudo.
No dia 23 a lavagem cerebral orquestrada nos media corporativos de todo o mundo atingiu o paroxismo, com o descaramento de ocultar os factos reais:   aqueles que agora encenam o show da dita "ajuda" são os mesmos que roubaram milhares de milhões de dólares da Venezuela – desde as barras de ouro depositadas no Banco da Inglaterra até o congelamento de contas da PDVSA e o apresamento da Citgo, distribuidora de refinados nos EUA.
A ruptura de relações diplomáticas com a Colômbia é uma consequência da conivência descarada e activa do governo de Ivan Duque nestas provocações.
O PUTATIVO GUAIDÓ PROMETE SAQUEIO
O sr. Guaidó, putativo presidente da Venezuela, tem uma dívida de gratidão para com Trump, o NED, a CIA e todos os que orquestraram o golpe na Venezuela, o qual incluiu a colaboração de amestrados comissários e governantes da União Europeia. Afinal foram eles que guindaram o rapaz ao estrelato internacional.
Assim, para deixar as coisas claras, o putativo presidente interino acaba de instruir o seu enviado aos EUA a declarar que "As reservas de petróleo da Venezuela seriam abertas aos investidores estrangeiros" .
A mesma fonte acrescenta que "Guaidó pretende derrogar a actual exigência de a PDVSA estatal reter 51 por cento de participação em projectos conjuntos com empresas estrangeiras de petróleo".
Não era preciso dizer!
No entanto, fica aqui registada a falta de pudor deste auto-proclamado "presidente interino".

ROUBO E PILHAGEM DA VENEZUELA
O imperialismo continua o seu saqueio da Venezuela, agora com a apreensão das reservas-ouro do seu Banco Central depositadas em Londres. A medida foi imposta graças à conivência do Banco da Inglaterra, o qual recusa-se a entregar à Venezuela barras de ouro no valor de US$1,2 mil milhões ali depositadas.
O ataque à Venezuela no plano financeiro segue o roteiro praticado na Ucrânia, onde em 2014 – após o golpe de estado do Maidan – os EUA roubaram secretamente 40 toneladas de ouro do Banco Central da Ucrânia .
Este tipo de notícia nunca é dado pelos media corporativos que nos desinformam.

MAIS UM PASSO NA ESCALADA DO ROUBO
A guerra do regime estado-unidense no plano financeiro prosseguiu dia 29/Janeiro quando a sua Secretaria do Tesouro anunciou a apreensão de 7 mil milhões de dólares de activos da PDVSA , a empresa petrolífera venezuelana.   Além disso foi arrestada a Citgo, distribuidora venezuelana de refinados que opera nos EUA.


A DESFAÇATEZ IMPERIAL
A desfaçatez imperial atingiu níveis inéditos com o não reconhecimento do governo venezuelano agora reeleito. Washington erige-se assim em árbitro universal de legitimidades governativas. Nem mesmo no golpe da Ucrânia e nos vários países submetidos às revoluções "coloridas" chegaram a isso. E dos dois lados do Atlântico os vassalos do sr. Trump correm pressurosos a manifestar-se no mesmo sentido. A vocação servil está na alma da UE, dos seus comissários e dos seus acólitos lusitanos (como a eurodeputada Ana Gomes, do PS). A UE desce assim ao nível de títeres como os presidentes da Colômbia, do Brasil, do Paraguai e de Honduras.
É imperioso defender a Venezuela contra esta campanha orquestrada pelo NED, CIA & Departamento de Estado. Tal como no Chile de 1973, trata-se de uma campanha multifacética: de sabotagem económica, financeira, diplomática, terrorista e militar.
Tirem as mãos da Venezuela!
JORGE BEINSTEIN
O grande economista Jorge Beinstein, colaborador e amigo de resistir.info, faleceu no dia 10 de Janeiro de 2019.
Jorge Beinstein.
Doutorado em Ciências Económicas pela Universidade de Besançon (França), era actualmente Professor Emérito da Universiade de La Plata (Argentina) e Director do Centro Internacional de Información Estratégica y Prospectiva da referida universidade. Deixa uma obra notável constituída por várias centenas de publicações científicas e de divulgação, bem como numerosos livros.
Jorge Beinstein foi um combatente infatigável pela causa da emancipação da humanidade e pela libertação dos grilhões do capitalismo. A sua contribuição para o avanço da teoria económica marxista foi original e fecunda. Muitos dos seus escritos encontram-se em http://beinstein.lahaine.org .
Os artigos em português publicados por resistir.info podem ser consultados em search.freefind.com/... (tecle "Jorge Beinstein").
À família, camaradas e amigos resistir.info apresenta as mais sinceras condolências.

MÉXICO ROMPE COM O NEOLIBERALISMO
O discurso de Lopez Obrador no dia 1 de Dezembro marca uma ruptura com o neoliberalismo que devastou o México nas últimas décadas. Pronunciado na Praça do Zocalo, na presença de dezenas de milhares de pessoas e durante mais de duas horas, o novo presidente mexicano reafirmou as suas ideias quanto à regeneração do México, ao combate à corrupção e à governação junto com o povo e não contra ele.
Das 100 medidas que preconizou, algumas são simbólicas (venda do avião presidencial, entrega do palácio à comunidade; ...), outras sociais (duplicação do salário-mínimo; redução dos altos salários e aumento dos baixos na função pública; publicação na Internet das folhas de pagamento com as remunerações de todos os funcionários do Estado, inclusive o presidente; ...) e outras ainda que podem ser caracterizadas como nacional-desenvolvimentistas (ferrovia Maia no sul do México a ligar o Pacífico ao Atlântico; aumento da produção de petróleo sem recorrer ao capital estrangeiro; incentivos fiscais para criar um "filtro" junto à fronteira com os EUA, numa faixa de 5 km, a fim de instalar ali indústrias que absorvam mão-de-obra e dissuadam os paisanos a transpô-la para o lado estado-unidense; proibição de sementes transgénicas; ...).
O tom do seu discurso foi sincero e até emotivo, mas não falou em nacionalizações nem mencionou o socialismo. A sua tarefa será ciclópica num país devastado por 30 anos de neoliberalismo e corroido pelo narcotráfico. Se Lopez Obrador conseguir cumprir a metade das suas 100 medidas fará uma obra notabilíssima.
LIBERTAR ASSANGE ANTES QUE SEJA TARDE
Julian Assange está sob a ameaça iminente de ser extraditado para as masmorras estado-unidenses.
O conluio entre o novo governo equatoriano e os governos do Reino Unido e EUA está em andamento acelerado.
Eles pretendem entregá-lo aos carrascos dos tribunais trumpianos.
Os seus advogados foram proibidos de visitá-lo na Embaixada do Equador em Londres, onde está asilado há anos.
O antigo embaixador do Equador acaba de ser removido sem quaisquer explicações.
Assine a petição em favor do fundador da WikiLeaks.
Em francês: N’abandonnons pas Julian Assange aux mains de ses bourreaux
Em inglês: Free Julian Assange, before it’s too late


Julian Assange.
O PRÉMIO DO INQUISIDOR-MOR
O inquidor-mor que impediu o principal adversário de Bolsonaro de concorrer às eleições presidenciais brasileiras, sr. Sérgio Moro, obteve agora o seu prémio:   foi convidado para ser ministro da Justiça do novo governo.   Treinado em procedimentos de law fare pelo Departamento de Estado dos EUA, no âmbito do International Visitor Leadership Program , o sr. Moro ganhará assim mais poderes para continuar a perseguição selectiva às forças progressistas.   A transformação do aparelho judicial numa força política ao serviço da reacção tem sido condenada por centenas de juristas brasileiros .   É assim que juízes reaccionários brasileiros já se atrevem até a mandar a polícia apreender um manifesto apartidário de professores de uma universidade .   Por sua vez, a prática instituída da "delação premiada" nada deixa a desejar aos processos da Inquisição medieval.   A classe dominante brasileira provoca uma regressão civilizacional.
FANÁTICOS DO AQUECIMENTISMO ENTRAM EM FÚRIA
A Universidade do Porto teve o mérito, louvável, de abrigar a conferência intitulada Basic Science of a Changing Climate – How Processes in the Sun, Atmosphere and Ocean Affect Weather and Climate , a realizar-se dias 7 e 8 de Setembro. Foi o quanto bastou para que os fanáticos da ideologia do aquecimento global entrassem em fúria histérica. Numa carta aberta ao reitor da UP, signatários que se pretendem cientistas contestam o direito de aquela universidade abrigar este evento científico. Tais signatários arrogam-se a pretensão de serem donos da verdade e contestam o direito de alguém discutir as "suas" verdades. Nenhum destes 50 signatários é climatologista, mas isso não os impede de terem certezas. Serão baseadas na fé que os inspira? Ou serão baseadas nos polpudos financiamentos que recebem? Já há uma verdadeira indústria do aquecimento global instalada, com o patrocínio da UE.
DEVASSA, FACEBOOK E CENSURA
Se uma polícia política quisesse ter o levantamento de quem conhece quem; quem é amigo de quem; quem gosta de quem, não poderia inventar um instrumento melhor do que o Facebook. Este instrumento de devassa da vida pública dos cidadãos veio potenciar a tarefa da espionagem da NSA e agências quejandas. Mas quem mesmo assim não se importar em ser espionado e insistir em permanecer no Facebook ainda está sujeito à censura dos seus gestores anónimos. E isso não é de agora, como já em 2012 verificou Atilio Boron . Entretanto, com a histeria que grassa no Estado Profundo dos EUA, o imperialismo intensifica a censura contra qualquer voz alternativa. É assim que o Facebook, obedientemente, acaba de encerrar tanto a página da Telesur como aquela em inglês da Venezuela Analysis . Nem mesmo páginas conservadoras, como o InfoWars, escapam aos censores do Facebook. O medo a ouvir verdades paira sobre os EUA. Por isso a censura ali passou a ser uma política de Estado – e o capital monopolista que domina os media colabora nisso.
Ver também:   Campanha Os meus dados são meus .


SOLIDARIEDADE COM JESUS SANTRICH
Na Colômbia, o comandante Jesus Santrich está em greve de fome e sob a ameaça de extradição para os EUA.  O governo colombiano trai assim os compromissos que assumiu ao assinar o acordo de paz com as FARC.  Jesus Santrich é um homem íntegro, um revolucionário e um humanista, como se pode verificar nesta antologia dos seus escritos.
Como foi possível que as FARC – nunca derrotadas no plano militar – tivessem acreditado nas promessas da oligarquia colombiana e aceitado depor as armas?  Tudo indica que este triste acordo "de paz" terá equivalido a uma rendição.  Continua a haver presos políticos na Colômbia, os pontos acordados no acordo não se cumprem e os problemas sociais do povo agravam-se.  E agora, numa vingança covarde, o governo de José Manuel Santos pretende entregar às masmorras do império aqueles que acreditaram na sua boa fé e nas "garantias" dadas.

http://www.santrichlibre.org

www.santrichlibre.org
O EPÍLOGO DE UM PACTO FAUSTIANO
A ordem de prisão contra Lula é o epílogo trágico de um pacto faustiano. Tal como Fausto, Lula está agora a sofrer as agruras de ter vendido a alma a Mefistófeles. Tentou apaziguar as forças do capital e do imperialismo fazendo-lhes toda a espécie de cedências. Mas de nada adiantou. Um juiz familiar da Embaixada dos Estados Unidos e frequentador dos cursinhos de lawfare da USAID – sr. Sérgio Moro – condenou-o em primeira instância. E apressou-se agora a ordenar a sua prisão. A reacção é maximalista e tem pressa.
A corrupção sistémica tem raízes fundas na classe dominante brasileira. Quando se trata de alguém vindo do povo, adopta-se o princípio "para os amigos tudo, para os inimigos a aplicação acelerada da lei". O molho dos argumentos pseudo-jurídicos serve só para dar um verniz à arbitrariedade envolta em sentenças judiciais. Depois das Honduras e do Paraguai, a lawfare é agora aplicada no Brasil. As forças que hoje prendem Lula são as mesmas que levaram Getúlio Vargas ao suicídio. Mas a social-democracia lulista pretendeu com elas conciliar, desarmando política e ideologicamente os trabalhadores. Mesmo agora, in extremis, o espírito conciliador de Lula parece continuar a prevalecer.
DESINFORMAÇÃO POR OMISSÃO
Passou quase em silêncio nos media portugueses o importante discurso de 1 de Março do presidente russo . No burgo lusitano este discurso de 13500 palavras mereceu apenas umas pequenas notas nas páginas internas dos jornais corporativos. Numa delas, O Público, um jornalista simplório sugeria no título que o discurso fora feito "a pensar nas eleições" (sic) – como se Putin precisasse disso!
Esta omissão de informação oculta deliberadamente a gravidade da presente situação mundial e o perigo da guerra nuclear.
As ameaças de guerra por parte do imperialismo intensificam-se, não só na Síria. Na Europa a NATO aumenta orçamentos e planeia transformar o continente em campo de batalha nuclear. Na Ucrânia entrega armamento pesado aos nazis de Kiev. No Báltico, na Polónia e na Roménia instala e reforça bases militares para o cêrco à Rússia. Na Coreia sabota as conversações pacíficas entre o Norte e o Sul.
A advertência feita agora pelo presidente Putin merece ser levada a sério e não deveria ser ocultada. Ele revela novos tipos de armas de que dispõe a Rússia e declara em termos inequívocos a doutrina militar russa:
"A Rússia reserva-se o direito de utilizar armas nucleares unicamente em resposta a um ataque nuclear, ou a um ataque com armas de destruição em massa contra o país ou seus aliados, ou um acto de agressão contra nós com a utilização de armas convencionais que ameacem a própria existência do estado. Tudo isto é muito claro e específico.
"Como tal, considero do meu dever anunciar o seguinte:   Qualquer utilização de armas nucleares contra a Rússia ou seus aliados, armas de curto, médio ou qualquer alcance, será considerado como um ataque nuclear a este país.   A retaliação será imediata, com todas as consequências decorrentes".
Aqueles que muito palram acerca da "liberdade de informação" não a praticam pois escondem o que é importante e desinformam-nos com trivialidades.
O SILENCIAMENTO DOS MEDIA CORPORATIVOS
Os media corporativos portugueses exercem uma censura mais feroz do que a existente antes do 25 de Abril.  As intrigalhadas do PSD, as guerras intestinas do PS, os bilhetes do Centeno para o Benfica, os bizantinismos da pequena política, o jogo da bola e outras trivialidades quejandas merecem-lhe tratamento extenso – é para distrair atenções.  Mas tudo o que é importante e relevante estes media ao serviço do capital evitam cuidadosamente.  É o caso, por exemplo, do surto de cancros na Ilha Terceira , consequência dos produtos tóxicos deixados pelos EUA na Base das Lajes.  A imprensa regional dos Açores tratou deste problema, mas os jornais e TVs do continente preferiram não abordá-lo.  Foi preciso, um media russo (!) noticiar o assunto para os portugueses poderem ter conhecimento do caso.   A voz do dono é quem mais ordena nos media portugueses.
PRISÃO POR DÍVIDAS
No tempo de Charles Dickens, na Inglaterra vitoriana, os devedores que não pagavam as suas dívidas podiam ir para a prisão. Isso deu aso à criação de alguns personagens inesquecíveis de Dickens, como o Mr. Pickwick. Desde então, a maior parte do mundo civilizado aboliu a instituição legal da prisão por dívidas. Mas agora, 150 anos depois, os EUA retomaram esta arcaica instituição restabelecendo de facto a prisão por dívidas . As faces do neoliberalismo vão-se tornando cada vez mais perversas e até os habitantes do centro do império já estão entre as suas vítimas.
14,6 MIL MILHÕES DE EUROS E O NOVO BANCO DOS CTT
Informa o Diário de Notícias que entre 2008 e 2016 o salvamento de bancos (privados, sobretudo) custou 14,6 mil milhões de euros aos contribuintes portugueses , montante que equivale a quase 8% do PIB português.
Este é o triste saldo da re-privatização da banca e demonstra a posteriori a clarividência, lucidez e coragem do grande General Vasco Gonçalves, primeiro-ministro em 1975 que nacionalizou a banca portuguesa. O desastre actual é a consequência directa da reprivatização da banca. A trafulhice e o roubo são inerentes à banca privada.
O trabalho sujo de privatização da banca prosseguiu com o governo do PSD-CDS, que ao privatizar os correios permitiu que a sua administração constituisse um novo banco privado, o Banco CTT. As consequências disso já estão à vista. Os serviços postais degradam-se, trabalhadores são despedidos em massa e esta administração privada dos CTT tenta transformar funcionários de correios em bancários.
O actual governo PS teve e ainda tem uma excelente oportunidade para reverter esta malfeitoria do governo PSD-CDS:   basta devolver os CTT à esfera pública, à qual sempre pertenceu desde há séculos e é onde deve estar.   No entanto, António Costa, declarou na AR que isso não consta na sua agenda.   Se assim for, A. Costa será um simples continuador do governo P. Coelho.   Aquilo de que Portugal menos precisa é de mais um banco privado a pilhar o país.
ARCAÍSMO E DUPLICIDADE HIPÓCRITA
A declaração de independência da Catalunha, em 27/Outubro, põe em evidência alguns fenómenos que merecem ser assinalados.
Em primeiro lugar, mostra o arcaísmo do Estado espanhol, com o seu reizeco imposto pelo franquismo.   A constituição espanhola de 1978 é disfuncional e não consegue sequer dirimir o problema das nacionalidades – que a República Espanhola soube resolver muito bem. Para resolver tal problema o governo reaccionário de Rajoy recorre aos métodos do franquismo, com a repressão policial e militar do movimento pela independência. Para isso escuda-se nos juridicismos de uma constituição caduca.
Em segundo lugar deve-se registar a duplicidade hipócrita da União Europeia. Esta impôs a ferro e fogo a independência do "Estado" do Kosovo, hoje dirigido por um terrorista traficante de estupefacientes . Isto mostra quão baixo chegou nível moral desta UE. Os 78 dias de bombardeamento da Sérvia pelas tropas da NATO receberam o apoio pleno desta repugnante UE. Mas ela, que dilacerou a Constituição Sérvia, vem agora, tal como uma virgem ofendida, proclamar o seu respeito pela unidade do Estado espanhol e da sua constituição.
Em terceiro lugar, deve-se assinalar a matriz burguesa deste movimento pela independência da Catalunha. Foram estes partidos nacionalistas catalães que impuseram recentemente duras medidas anti-sociais contra os trabalhadores da região . Assim, é compreensível que a maior parte do movimento sindical catalão permaneça à margem desta tentativa de "independência" da sua burguesia local. A "independência" nos quadros do capitalismo e sob a ditadura do Euro é-lhe indiferente.
A DESASTROSA PRIVATIZAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL
Palavras do Tenente-Coronel Costa Mota, presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas ( AOFA ), em entrevista à TVI:
É FÁCIL: em vez do negócios de milhões com aluguer de aviões, basta
– dar meios aéreos à Força Aérea (que não os tem)
– dar dinheiro para combustível e manutenção (que não tem)
– dar mais meios humanos (que não tem, nem qualificação para combate a incêndios);
LUCRO PARA PORTUGAL:
– ficamos com os meios para Portugal, 365 dias por ano (e não na fase Charlie ou outra);
– a manutenção é assegurada 365 dias por ano pela Força Aérea (sem custos adicionais);
– os pilotos ganham o mesmo 365 dias por ano (o que ganham agora);
– o Estado deixa de gastar milhões de euros com privados.
PORQUE É QUE A FORÇA AÉREA NÃO FAZ ISTO?
– Porque os sucessivos governos não o quiseram...
O vídeo deste entrevista está aqui (ver entre os minutos 21 e 25).

Os negócios & negociatas com serviços de protecção civil (meios aéreos, Siresp, etc) resultam da desastrosa ideologia privatizadora que impera em Portugal. Esta levou a que o Estado se demitisse das suas funções e despertou a sanha do capital privado interessado em apanhar o botim. As dezenas de mortes verificadas nos incêndios florestais deste ano são consequência do neoliberalismo imposto há muito por governos PS, PSD e CDS.
É preciso dar meia-volta.

INCÊNDIOS FLORESTAIS
Este artigo publicado em 2005 por resistir.info continua plenamente válido:
Como evitar incêndios florestais e produzir energia
Com um aparelho de Estado disfuncional e esclerozado e sempre com as mesmas classes e interesses instalados no poder, pouca diferença há entre governos do PS e do PSD-CDS. Os resultados são os mesmos – desastrosos.
CRISE, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E INGENUIDADE TECNOLÓGICA
Os que defendem a inteligência artificial (IA) como solução para os problemas económicos padecem de uma enorme ingenuidade tecnológica. Alguns chegam até a perguntar como a IA poderia traduzir-se em crescimento económico .   Na verdade, os engenheiros que sabem muito de IA & de robots pouco ou nada sabem de economia política – o que limita o seu entendimento.   Eles Incidem assim em ilusões, como se o progresso tecnológico pudesse resolver a depressão económica actual.   Por isso, convém repetir o b-a-bá do modo de produção capitalista.   A generalização da IA & dos robots significa um aumento da composição orgânica do capital, ou seja, da substituição de trabalho vivo pelo trabalho morto incorporado nos equipamentos.   Ora, o aumento da composição organica, leva inelutavelmente à redução das taxas de mais-valia e de lucro, pois elas só podem ser extraídas do trabalho vivo.   Dessa forma, o incremento da queda da taxa de lucro será um motivo ulterior para agravar ainda mais a crise actual.   É verdade que na concorrência inter-capitalista as empresas que chegam primeiro à IA e aos robots têm uma vantagem acrescida em relação aos seus competidores mais atrasados, os quais podem ser expulsos do mercado.   Mas a generalização da IA e dos robots a todas as empresas poderá significar o dobre de finados do capitalismo, um sistema baseado no lucro.   Não há falta de inteligência entre os tecnólogos da Inteligência Artificial – eles apenas padecem de uma visão em túnel e espalham as suas ilusões entre aqueles que os ouvem.
JORNALISMO DEGRADADO E DEGRADANTE
Houve um tempo em que a distinção enfre factos e opiniões era uma prática bem estabelecida no jornalismo, assim como a distinção entre a mentira e a verdade. Hoje isso não é mais assim e os próprios jornalistas que trabalham nos media corporativos são, em grande medida, responsáveis por esta degradação. Consciente ou inconscientemente, a maior parte destes profissionais perdeu qualquer capacidade de análise ou de juízo crítico. Aceitam como verdadeiras as mentiras mais inverossímeis.
Basta ver, por exemplo, o semanário Expresso de 08/Abril/2017. Nunca, em momento alguns, os vários jornalistas que ali escreveram sobre a agressão à Síria puseram em causa a versão dos EUA de que o governo Assad teria utilizado armas químicas contra o seu próprio povo. Os leitores desse semanário nem sequer tiveram o direito do contraditório, princípio básico do jornalismo. A mentira passa assim por verdade pura e cristalina.
Nenhum destes escrevinhadores que se intitulam jornalistas aprendeu com a História. O cinismo ou a ignorância imperam entre eles. As mentiras sucessivas do governo dos EUA para lançar guerras são pura e simplesmente ignoradas. A mentira do incidente do Golfo de Tonquim, tramada pelos EUA para lançar a guerra do Vietname, não existe para esta gente do Expresso, dos comentaristas da TV ou das folhas de papel corporativas. A mentira de Collin Powell na ONU e das suas "provas" de armas de destruição em massa no Iraque tão pouco. Assim como a mentira da explosão do navio que serviu para os EUA intervirem militarmente em Cuba, no princípio do século XX. Exemplos destes poderiam suceder-se numa longa série.
Verifica-se assim que Goebbels tem émulos à altura nos media portugueses. Como diz John Pilger, tais jornalistas têm uma pesadíssima responsabilidade pelas mortes de milhões de pessoas pois preparam o clima para as guerras de agressão do imperialismo. Eles têm as mãos manchadas de sangue. Crimes monstruosos praticados na Jugoslávia, Iraque, Afeganistão, Líbia, Somália, Iémen, Síria e tantos outros lugares são também da responsalidade dos que escrevem nos media corporativos.
A VITÓRIA DO FUNDO ABUTRE
O primeiro-ministro anunciou em 31 de Março a venda do Novo Banco ao Lone Star.   Esta venda, que é praticamente uma dádiva , só foi possível porque este governo segue submissamente os ditames de Bruxelas.   A UE não quer bancos nacionalizados na Europa e os governos servis seguem o seu diktat.   O historial do fundo abutre Lone Star, especializado em despojos, é notório no mundo todo.   Ele pode ser apreciado aqui e aqui .
COMO A CGD CONTINUA A SER ARRUINADA
A central sindical amarela, conhecida como UGT, recebeu um financiamento de 1,5 milhão de euros da CGD, a ser pago em 25 anos mediante módicas prestações mensais de 7.500 euros . O referido financiamento destina-se a reembolsar dívidas antigas da UGT para com a UE, decorrente das trafulhices cometidas pela mesma com dinheiros do Fundo Social Europeu.
Sabe-se que este banco público atravessa dificuldades devido aos empréstimos ruinosos que efectuou no passado, com incumprimento de credores. Assim, cabe perguntar:   Que garantias tem a CGD de bom pagamento por parte da UGT?   Terá a UGT dado garantias reais?   Como é possível que as tenha dado se até foi despejada da sua sede por falta de pagamento ao senhorio?   Por que a nova administração da CGD resolveu fazer este frete à UGT?   Não será lícito suspeitar que o governo PS a persuadiu a acudir à UGT?   Como é possível agravar ainda mais a saúde financeira do único banco público que ainda resta em Portugal?   Tais questões deveriam ser respondidas.
GUTERRES CONIVENTE COM O APARTHEID SIONISTA
Um relatório da ONU publicado esta semana pela Comissão Económica e Social para a Ásia Ocidental (ESCWA, na sigla em inglês) conclui que "Israel estabeleceu um regime de apartheid que domina o povo palestino como um todo".   O relatório considera "para além de qualquer dúvida razoável que Israel é culpado de políticas e práticas de crimes de apartheid", tal como definido no direito internacional.   Além disso, insta os governos nacionais a apoiarem a campanha por boicote, desinvestimento e sanções (BDS).
Após a publicação do relatório o secretário-geral da ONU, cedendo a pressões dos EUA, ordenou a sua retirada da web.   Em protesto contra o acto de censura de António Guterres a responsável pela ESCWA, Rima Khalaf, renunciou ao cargo.   "Demito-me porque é meu dever não ocultar um crime claro e porque apoio todas as conclusões do relatório", declarou Khalaf.
O texto integral do relatório censurado pode ser lido aqui .
Esta notícia não foi publicada pelos jornais portugueses que se auto-proclamam como "referência".
MEDIA PORTUGUESES SILENCIAM PARLAMENTO HOLANDÊS
Os media corporativos portugueses, inclusive os jornais económicos, fizeram um silêncio quase sepulcral sobre a decisão do Parlamento holandês de rejeitar o Euro . A iniciativa de propor o abandono da Eurozona coube ao maior partido da oposição. A proposta de elaborar um relatório a respeito foi aprovada por unanimidade no parlamento holandês.   Este silêncio dos media locais diz muito quanto à qualidade da informação que administram aos portugueses. Eles fazem desinformação tanto por acção (as historietas mentirosas e diversionistas, agora chamadas de fakenews ) como por omissão.
O NÃO ITALIANO
A vitória do "não" no referendo italiano é mais um passo para a libertação da Europa das garras da UE e do Euro. Pouco importa os motivos formais porque foi convocado o referendo de 4 de Outubro. O que de facto o povo italiano votou foi a ruptura com a submissão à União Europeia e ao Euro. O servilismo dos hierarcas da UE ao capital financeiro e aos monopólios está a chegar ao fim. A política do terror imposta pela UE contra os povos europeus é bem reflectida na frase daquele dirigente de uma companhia de seguros alemã: "Nós torturámos a Grécia para que os seus gritos fossem ouvidos pelos italianos". Agora os italianos deram-lhe uma resposta à altura. O referendo acerca do desligamento da Itália da União Europeia está a caminho. A desagregação da UE já começou.
KILLARY E AS ELEIÇÕES ESTADO-UNIDENSES
Os EUA estão divididos.   De um lado estão os que querem preservar o Império mesmo à custa do seu país – são os neocons.  Do outro lado estão os querem salvar os EUA ainda que seja à custa da perda da sua hegemonia imperial.   A representante dos primeiros é a sanguinária e corrupta Hillary Clinton, responsáveis por incontáveis mortes de civis no Iraque, na Líbia, na Somália, no Iémen e na antiga Jugoslávia (em 1999 apoiou o seu marido na guerra de agressão da NATO).   Ela é a mulher que, tal como uma ave carniceira, deu uma gargalhada ao saber do assassinato de Kadafi ("Viemos, vimos e matámos", berrou ela).   A sua eventual vitória significará uma alta probabilidade de guerra nuclear.
O outro candidato, Trump, é o que aceita o retorno a um mundo multipolar a fim de salvar da derrocada o seu próprio país – uma derrocada económica, financeira, monetária, política e moral.   Apesar da sua vulgaridade, grosseria e algumas ideias tolas ele é certamente o candidato que dá mais garantias à paz mundial e à maioria do povo estado-unidense.   Se estas eleições não forem mais roubadas do que de costume Trump poderá vencer.
Ter ou não um planeta coberto de cinzas radioactivas depende dos resultados de 8 de Novembro.
15º ANIVERSÁRIO DE UM CRIME E DO SEU ENCOBRIMENTO
Em 11 de Setembro de 2001 verificaram-se as demolições controladas de três edifícios do World Trade Center de Nova York; o ataque ao Pentágono através de um objecto voador sem asas e com capacidade perfurante e o desaparecimento de um avião nos EUA. Foi o crime do século.   Os que o planearam e o cometeram eram indivíduos dentro do aparelho de Estado dos EUA – foi um inside job. Os seus executores precisavam forjar uma operação de falsa bandeira – e disseram-no antecipadamente no Project for A New American Century.
Ninguém de bom senso pode ser convencido pelas pseudo-explicações absurdas propaladas pelo governo americano, como se dois edifícios com estrutura de aço pudessem ruir com incêndios provocados por choques de aviões e um terceiro, o de número 7, ruísse "por simpatia" com os outros dois; ou como se um avião que ninguém viu e de que não há vestígios se houvesse chocado com Pentágono.
O segundo capítulo desta história é o encobrimento do crime. Durante 15 anos os media corporativos fizeram e fazem silenciamento ou desinformação. Nenhum dos chamados jornalistas "de investigação" debruçou-se sobre o caso. A censura é total. Para os media corporativos, o 11/Set tornou-se assunto tabu. O seu servilismo face ao poder é absoluto. Todo este caso do 11/Set, das guerras de agressão que se seguiram, da fascistização do regime nos EUA (Patriot Act, novo Ministério da Segurança Interna, leis de espionagem e devassa dos cidadãos, etc) é um "não assunto" para as corporações dos mass media.
Só os media alternativos e investigadores sérios dos EUA – engenheiros, arquitectos, físicos e muitos outros profissionais – analisam e denunciam as mentiras do governo estado-unidense. O avanço do nazismo na Alemanha deveu-se também a uma operação de falsa bandeira:   o incêndio do Reichstag, em 1933, por apaniguados de Goering.
A NUVEM JURÍDICA, O GOLPE E AS REALIDADES DE CLASSE
O jurisdicismo actua como uma nuvem de poeira que obscurece as questões reais. Trata-se de uma prática corrente dos parlamentos corruptos, como se viu durante o espectáculo encenado no senado brasileiro. Ali, um bando de serviçais da oligarquia palrou horas sem fim sobre bizantinismos jurídicos. Tentavam ocultar a questão real, subjacente ao impeachment da sra. Roussef:   quais as classes e sectores de classe beneficiados com a aprovação do impeachment? O grande beneficiário foi o sector financeiro da burguesia – este é o sector hegemónico que está no comando do processo. A posse de H. Meirelles no Ministério das Finanças e de I. Goldfajn como governador do Banco Central, imediatamente após a suspensão do mandato de Dilma, indicam isso. A oligarquia financeira (estreitamente ligada ao imperialismo) é hoje o sector que comanda a burguesia brasileira. Nela se inclui a burguesia rentista, que se locupleta com os altos níveis das taxas de juro brasileira e dos títulos da dívida pública. Mas a burguesia industrial definha pois o país desindustrializa-se a olhos vistos (a indústria transformadora que em 2004 representava 18% do PIB, em 2015 caiu para 9%). O outro grande beneficiado é o sector da burguesia exportadora de produtos primários (agrobusiness e minérios em bruto).
Os sectores prejudicados com a queda final do governo PT, fruto das suas conciliações e política de apaziguamento, são as camadas médias, os trabalhadores assalariados e os enormes segmentos marginalizados da população. Essa será a base social para a construção de um verdadeiro movimento popular a fim de combater a ditadura do capital financeiro.
BRASIL: GOLPE EM ESTILO PARAGUAIO
O fracasso do lulismo, variante brasileira da social-democracia, é da sua própria lavra.  Ele próprio foi responsável pelo impeachment da sra. Dilma Roussef.  Durante 13 anos o lulismo fez quase tudo o que a reacção queria.  A sua estratégia foi dar migalhas insignificantes ao povo brasileiro a fim de apassivá-lo e alcançar a almejada "paz social".  Isso pode acabar hoje, 30/Agosto/2016, após a votação no Senado.  Agora é a reacção pura e dura que dá as cartas.  A classe dominante (brasileira e estrangeira) quer o poder total para fazer os trabalhadores arcarem com a depressão económica que agora se inicia.
O discurso da "presidenta" (como ela diz) no Senado foi patético.   Foi buscar o seu passado remoto para ocultar a actuação do seu passado recente.   Foi ela que, em tentativas vãs de apaziguar a reacção, perdeu a sua base social de apoio. 
Ela pôs banqueiros privados como ministros das Finanças; pôs uma latifundiária como ministra da Agricultura; manteve congelada a Reforma Agrária; teceu compromissos espúrios com corruptos que acabaram por traí-la; tratou de apassivar a CUT e o movimento sindical; aceitou que os seus telefonemas fossem espiolhados pela CIA; aprovou leis contra os movimentos sociais (às quais chamou de "anti-terroristas"); colaborou nas privatizações e dilapidação das riquezas nacionais (pré-sal e não só).   Ou seja, as opções de juventude mencionadas no seu discurso do dia 29 já pouco ou nada têm a ver com as suas opções (de classe) do presente.  
Actualmente ela aceita sem contestar a Lei da Responsabilidade Fiscal, como se esta fosse alguma "Lei de Bronze" – diz apenas que não a infringiu, mas está de acordo com a mesma tal como o PMDB, o PSDB, o capital financeiro e a burguesia rentista.
Com um partido "dos trabalhadores" como o PT os trabalhadores brasileiros já não precisam ter inimigos.   O impeachment da sra. Roussef rasga a máscara da legalidade democrática burguesa.  O modelo de golpe adoptado pelo Senado brasileiro é o do Paraguai e de Honduras.  Tristes modelos.
RETORNO AO PADRÃO OURO, DEFENDE GREENSPAN
Durante anos banqueiros centrais tentaram convencer-nos de que o ouro já não tinha importância, que era um metal desmonetizado e como outro qualquer. Agora, como um raio em ceu azul, o próprio Greenspan vem defender publicamente o retorno ao padrão ouro tal como existia antes de 1913. "Se voltássemos ao padrão ouro e aderíssemos à estrutura real do padrão ouro como existia antes de 1913, estaríamos bem. Recordem que o período de 1870 a 1913 foi um dos mais economicamente agressivos que tivermos nos Estados Unidos e que foi um período dourado do padrão ouro".
Ignorando o seu próprio papel na formação de bolhas, o ex-governador do banco central dos EUA chega a declarar: "Este é o pior período de que me recordo desde que entrei para o serviço público. Não há nada como isto, incluindo a crise de 19/Outubro/1987, quando o Dow teve uma queda recorde de 23 por cento". Ele descartou falsas narrativas de uma "recuperação" e considerou que a economia dos EUA está efectivamente em "estagnação" (sic). E concluiu: "Historicamente, as moedas fiduciárias (fiat money) sempre acabaram assim" (sic).

UM DISCURSO IMPRESSIONANTE
O silenciamento quase total dos media portugueses acerca das eleições sírias só foi rompido por calúnias bolsadas pela RTP2 (programa "Olhar o mundo"). Igualmente silenciado foi o discurso do Presidente Assad perante o Parlamento sírio , hoje reproduzido por resistir.info. Trata-se de uma peça impressionante e mesmo comovente. Este discurso reflecte a tragédia de todo um povo sacrificado barbaramente pelo imperialismo, com a vergonhosa colaboração de uma União Europeia em total degradação moral e política. Mas mesmo neste transe terrível o povo sírio e as suas heróicas forças armadas resistem e lutam. Eles não querem ter o mesmo destino de povos trucidados pelos imperialismo, como os da Líbia, Iraque, Afeganistão, Iémen e tantos outros. Apesar das tragédias humanas provocadas pelo terrorismo patrocinado pelos países da NATO, longe vão os tempos em que os governantes dos EUA e os seus serviçais da UE diziam que o Presidente sírio não duravava mais de seis meses!
A (DES)UNIÃO EUROPEIA
A câmara alta do Parlamento suíço acaba de cancelar o pedido de adesão do país à União Europeia , que fora apresentado em 1992. Vinte e sete senadores votaram pelo cancelamento, 13 foram contra e dois se abstiveram.
E no referendo do proximo dia 23 a Grã-Bretanha irá votar o Brexit, o abandono da UE. Enquanto isso em França, centro da UE, todo o povo está em revolta aberta contra os seus ditames relativos às leis do trabalho e o servilismo do governo Hollande. Qual dos 28 será o próximo a por em causa a pertença à UE?
Na verdade, Portugal tem muito mais razões que a Grã-Bretanha para romper com a UE – esta pelo menos manteve a sua soberania monetária e um certo grau de autonomia em relação a Bruxelas.   Aqui, nem isso.   Portugal está submetido e sufocado pela UE.   O seu presidente e os seus governantes, de modo humilhante, peregrinam pelas capitais europeias a pedirem pelo amor dos deuses para não serem submetidos às sanções de Bruxelas. Eles, e os media corporativos que os servem, instilam falsos medos quanto à ruptura porque não têm dignidade para propô-la.
O GOLPE NO BRASIL
Em 12 de Maio o Senado brasileiro consumou o impeachment da presidente Dilma Ro, com a suspensão do seu mandato. Acerca desse episódio, amplamente noticiado, devem-se destacar alguns pontos:
1) Trata-se de um golpe jurídico e político, sim, mas um golpe intra-burguês.
2) O governo da sra. Rousseff já havia capitulado à reacção em todas as frentes, numa tentativa de apaziguá-la.
3) Nunca se fizeram tantas privatizações e medidas anti-populares como no governo soi-disant "de esquerda" da sra. Rousseff.
4) Em Junho de 2013 o povo brasileiro fez uma fortíssima advertência ao governo da sra. Rousseff , exigindo uma mudança de rumos – mas tal advertência não foi atendida.
5) Por isso mesmo os trabalhadores brasileiros estão a manter-se relativamente passivos diante do golpe do impeachment.
6) O seu sucessor, sr. Temer, é um político do PMDB reconhecidamente corrupto – mas a política económica do seu governo será uma continuidade com a da sua antecessora
7) A falsa imagem "de esquerda" dos governos PT deve ser desmistificada – a verdadeira esquerda brasileira não é encarnada por um partido degenerado como o PT.
8) O golpe foi dado para: a) acelerar as medidas anti-povo, lançando todo o custo da crise sobre os trabalhadores; e   b) barrar investigações de corrupção ("Lava Jato") que atingem 60% dos membros do Congresso.
PORTUGAL, AS GARRAS DA UE E O CRITÉRIO DOS 3%

Anuncia-se agora que Bruxelas iniciou tramitações para suspender fundos europeus a Portugal e ameaça enquadrar o país no Procedimento de Défice Excessivo (PDE) pois de 2013 a 2015 teria ultrapassado o critério dos 3% de défice imposto pelo Tratado Orçamental.   As garras da União Europeia começam assim a apertar-se sobre o pescoço português, tal como na Grécia e nos demais países do sul da Europa.   Consequentemente, a UE ameaça cortar até 50% dos fundos comunitários a Portugal e obrigar o governo português a prestar contas a Bruxelas de três em três meses.

Para apreciar os muito "científicos" critérios impostos pela UE ao adoptar este percentual dos 3% leia-se este artigo em resistir.info: Como nasceu a camisa de força orçamental da UE . O seu criador, sr. Guy Abeille, explica que inventou este número dos 3% em menos de uma hora, fazendo contas "nas costas de um envelope, sem qualquer reflexão teórica".

Tal invenção transformou-se em lei comunitária e agora destroi povos e países.   Só a ruptura com a UE e o Euro poderá libertar os povos europeus desta camisa de força.
MAIS TRÊS BANCOS A SEREM RESGATADOS
Pode haver "mais três bancos na linha para serem resgatados", declarou João Salgueiro em entrevista à Antena 1. O ex-ministro das Finanças e ex-presidente da Associação Portuguesa de Bancos considerou que se trata do BCP, da CGD e de "um banco mais modesto", os quais "podem ficar caríssimos para os contribuintes". João Salgueiro defende a nacionalização do Novo Banco e recusa que sejam aceites ordens de Bruxelas contra a recapitalização da CGD. "Há empresas públicas em França e na Alemanha. Então agora é proibido ter empresas públicas?", questiona Salgueiro.
NÃO AO CETA COMO FACTO CONSUMADO
Assine a petição Pelo debate e decisão sobre a ratificação do CETA na Assembleia da República . São precisas 4.000 assinaturas para que a petição seja discutida na AR.
O Acordo de comércio e investimento CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) entre a UE e o Canadá foi negociado sigilosamente entre a Comissão Europeia e o Canadá, tendo a sua versão final sido tornada pública pela Comissão Europeia em Fevereiro de 2016.
A notória falta de transparência perante os deputados eleitos pelos cidadãos e a sociedade civil que caracterizou o processo de elaboração do texto do Acordo contrasta fortemente com a enorme influência exercida, durante o mesmo, pelos lobistas representantes da Indústria e Instituições Financeiras.
É preciso 1) que o texto do CETA e as suas consequências sejam debatidos publicamente na Assembleia da República; e   2) que a decisão sobre a sua ratificação ou não ratificação tenha lugar na Assembleia da República.
O FRACASSO DA SOCIAL-DEMOCRACIA LULISTA
Ela prosternou-se diante do Capital, seguindo os passos do seu mentor Lula. Fez todas as concessões possíveis e imagináveis à classe dominante, contra os trabalhadores e os pobres que a elegeram. Nomeou um banqueiro neoliberal para o Ministério das Finanças; aprovou em Abril uma lei dita "anti-terrorista" contra o movimentos sociais; manteve congelada a Reforma Agrária; nomeou uma latifundiária para o Ministério da Agricultura; aceitou submissamente que o Império espionasse as suas ligações telefónicas; leiloou ministérios inteiros à reacção em troca do apoio político de um parlamento corrupto — mas nada disso adiantou. Hoje, 17/Abril/2016, num espectáculo pouco edificante um parlamento presidido por um indivíduo arqui-corrupto e dominado por latifundiários, evangélicos, polícias e militares votou pelo impeachment da sra. Dilma Roussef. As suas concessões de nada adiantaram, foi ejectada tal como se cospe o bagaço de uma laranja depois de chupada. O PT é hoje um partido desmoralizado e a democracia burguesa brasileira está podre. Faz falta e é urgente constituir um bloco de forças revolucionário e anti-capitalista que dinamize as lutas que se seguirão. A social-democracia lulista já deu o que tinha a dar.
DERIVA POLICIALESCA INTENSIFICA-SE NA UE
Com o pretexto do "combate ao terrorismo", hoje 14/Abril o Parlamento Europeu aprovou a diretiva "Passenger Name Record" . Esta lei obriga as companhias aéreas a registarem dados pessoais dos seus passageiros, como nome, morada, número de telefone, número do cartão de crédito e forma de pagamento, nome dos acompanhantes (se os houver), bagagem e itinerário da viagem. Os dados serão retidos durante quatro anos. A deriva policialesca da União Europeia segue pari passu a rota traçada pelo seu amo estado-unidense. Lá como cá, estão em causa os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. Eles praticam terrorismo de estado e depois valem-se disso para implantar estados policiais. É necessário abandonar a UE para preservar a democracia.
A ÁUSTRIA FAZ O SEU PRIMEIRO BAIL-IN
A Áustria tornou-se o primeiro país da UE, após Chipre, a recorrer à directiva europeia BRRD, que prevê o salvamento interno (bail-in) dos bancos à custa dos seus depositantes. A notícia está aqui , no entanto provocou uma fraca cobertura mediática. A directiva BRRD foi posta em vigor em Portugal pela Lei 23-A/2015 , de 26/Março.
Ver também A punção das contas bancárias já foi legalizada .
FACTOS OCULTADOS A NÃO ESQUECER
Portugal está agora a pagar o regabofe das privatizações da banca.
As receitas das privatizações do Sector Bancário do período 1989/1997 foram avaliadas em 3,63 mil milhões de euros a preços correntes, ou seja, 3,6% do PIB (1997), como recordou Agostinho Lopes no seminário "Controle público da banca".
Há que comparar este montante e esta percentagem com o que o Estado português já gastou a salvar bancos privados. Segundo o BCE (2015) no período 2008-2014 foram gastos 19,5 mil milhões de euros, ou seja, 11,3% do PIB (e ainda falta contabilizar os custos com o Banif).
Mas os "comentaristas económicos" que peroram na TV & jornais portugueses nunca falam destas coisas – ou seguem a voz do dono ou são dispensados.
BCE REFORÇA AS DOSES DE HEROÍNA E COCAÍNA
A impotência dos bancos centrais confirmou-se dia 10 de Março com o anúncio do BCE de ainda mais facilidades quantitativas (QE) e novas reduções da taxa de juro. A partir de agora o BCE injectará 80 mil milhões de euros por mês (criados ex nihilo) em bancos europeus e entra no perigoso território das taxas de juro zero ou negativas. Trata-se de medidas de desespero que não resolverão o problema sistémico do capitalismo actual:   a gigantesca acumulação de capital fictício . As injecções de QE são como as de heroína e cocaína, como declarou um ex-presidente do Fed dos EUA. Podem dar ao paciente algum alívio momentâneo, mas viciam e não curam a doença.
Na verdade, a economia real pouco ou nada será beneficiada com a nova QE do sr. Mario Draghi. E, significativamente, o preço do ouro começou a subir imediatamente após o anúncio destas medidas.
COCAINA, HEROINA & RITALIN
"Nós injectámos cocaína e heroína no sistema" para criar um efeito riqueza e "agora estamos a mantê-lo com Ritalin" (droga para tratar problemas de défice de atenção).   Quem diz isso é o antigo presidente do Federal Reserve dos EUA, sr. Dick Fischer.   O sr. Fisher, no 7º aniversário da crise, reconhece que o tratamento com cocaína e heroína não funcionou "apesar do seu êxito em elevar preços de activos".   O ex-presidente do banco central dos Estados Unidos confirmou agora sua advertência anterior:   "O Fed é uma arma gigante à qual já não restam munições".   A notícia está aqui .
Notáveis confissões.
OS BAIL-IN CHEGARAM A PORTUGAL
No dia 30 de Dezembro de 2015 os bail-in chegaram a Portugal.   É o salvamento dito "interno" de bancos, em oposição aos bail-outs que são salvamentos externos (geralmente à custa dos contribuintes).   No caso do escândalo do BANIF este governo PS aprovou um bail-out , no qual os contribuintes portugueses ficaram a arder em mais 3 mil milhões de euros (1,1% do PIB do país).   Agora, no caso do Novo Banco, o rombo é de 2 mil milhões de euros – retirados aos obrigacionistas do NB, ou seja, fundos de pensões, de investimento e outros bancos.
O que mais irá acontecer à banca portuguesa em 2016?
Não existe nenhuma solução boa para o povo português no âmbito da União Europeia e do seu Tratado Orçamental.   A libertação das garras do capital financeiro e a recuperação da soberania monetária é condição sine qua non para a sobrevivência da Nação.   A UE é o Comité Executivo dos interesses do capital financeiro transnacional.   Só os que não se movem é que não se sentem tolhidos.
ISLÂNDIA E PORTUGAL
A Islândia já condenou 26 banqueiros à prisão pela crise financeira de 2008. A actuação das autoridades islandesas contrasta agudamente com a das portuguesas. Aqui os banksters permanecem impunes e os culpados nunca aparecem (e muito menos o dinheiro que arrecadaram). O novo escândalo do BANIF – um rombo da ordem dos 3 mil milhões de euros – segue-se aos do BPN, BPP, BES, ...
O que mais irá acontecer com tais supervisores & tribunais?
DINAMARCA DIZ NÃO À UNIÃO EUROPEIA
No referendo do dia 3 de Dezembro o povo dinamarquês disse um NÃO rotundo à integração na União Europeia . No entanto, quem acompanha as notícias através dos media corporativos lusos mal se apercebeu de que houve um referendo na Dinamarca. Hoje, com esta TV e estes jornais que se dizem "de referência", a censura em Portugal é mais feroz do que antes do 25 de Abril.
CONTRATOS SECRETOS DO GOVERNO PSD-CDS
Os portugueses arriscam-se a pagar ainda mais portagens do que já pagam graças aos contratos secretos legados pelo governo do sr. Passos Coelho. Os referidos contratos secretos prevêem a instalação de novas portagens, nomeadamente na A3 e A4 no Porto.   Este novo esqueleto descoberto no armário do governo PSD-CDS vem somar-se ao outro da TAP em que o Estado assume compromissos financeiros vultuosos.   Quantos mais esqueletos terá deixado o governo do sr. Coelho & sr. Portas?
NÃO À HISTERIA COM O TERRORISMO
A campanha de intoxicação colectiva continua. O seu objectivo é criar um clima de histeria para facilitar a eliminação de direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. As restrições e a censura já começaram em França. E agora põem soldados e carros de combate nas ruas de Bruxelas – mas o terrorismo é um assunto de polícia, não de tropa na rua. Essa exibição de força seria ridícula se não fosse sinistra. Os governantes europeus hoje são meros serviçais dos seus amos estado-unidenses. Seguem à risca o script americano do 11/Set.
OS ATENTADOS DE PARIS
Os atentados criminosos de Paris inserem-se numa sequência que vai do 11/Set/2001 aos atentados do Charlie Hebdo. No 11/Set as demolições das Torres Gémeas foram utilizadas para justificar modificações profundas do regime estado-unidense num sentido fascizante (Patriot Act, reforço policialesco, criação do Homeland Dept, mais poderes à NSA, etc).
Em França, após os atentados de 14/Nov, o sr. Hollande decretou o estado de emergência e tenta institucionalizar medidas contra as liberdades individuais e sindicais. Mas é o seu governo que mantém relações indecentes com as petromonarquias integristas – financiadoras do terrorismo fanático – e colabora com os terroristas ditos "moderados" que travam uma guerra de morte contra o Estado laico e soberano da Síria. A História mostra que estes ataques terroristas costumam ser utilizados por aqueles que planeiam intervenções militares imperialistas e novas medidas repressivas contra os povos.
A solidariedade com as vítimas destes crimes odiosos não deve fazer esquecer o contexto em que se dão.   É preciso vigilância em relação à desinformação que os media propalam.
A POBREZA EM PORTUGAL
O INE acaba de divulgar os resultados definitivos do "Inquérito às Condições de Vida e Rendimento", realizado em 2014 com dados de 2013.   Vale a pena examinar o documento síntese do inquérito.   Ele confirma o agravamento tanto da Taxa de Risco de Pobreza; como da Taxa de Intensidade de Pobreza; da Privação Material Severa e da Desigualdade do Rendimento.   As consequências das imposições da troika – a que o governo PSD-CDS se submeteu com entusiasmo – já são mensuráveis ao nível estatístico.   Mesmo assim o PR e o resto da direita querem prolongar indefinidamente a pauperização do povo português.

A GOVERNAÇÃO PSD--CDS
A governação PSD-CDS louvada por Cavaco deu nisto:   o rácio dívida/PIB de Portugal era de 96,2% em 2010. Mas depois pauperização do país imposta a partir de 2011 pela Troika e aplicada com diligência pelo governo PSD-CDS, em 2014 o rácio tornou-se ainda pior: saltou para os 130,2%.   Os sacrifícios do povo português foram inúteis e a dita "recuperação económica" com que eles acenaram antes das eleições é uma miragem.
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A ARROGÂNCIA DE BRUXELAS
Habituada ao servilismo do governo PSD-CDS, neste momento a Comissão Europeia comporta-se de modo ainda mais arrogante do que o habitual.   A procissão ainda vai no adro, mas Bruxelas "exige" e "já" o Orçamento de Estado e ameaça com sanções se não for entregue para exame prévio.   A UE actua como uma potência colonial diante do seu preposto num protetorado.   Os eurocratas parecem contaminados pelo pânico que agora grassa na direita portuguesa diante da perspectiva de perder o poleiro.   Para ela, nada valem as soluções de governo estabelecidas na Constituição da República.
Alguém já disse que para esta direita indígena a formação de governo é como as touradas de Barrancos:   o que conta não são as regras constitucionais estabelecidas e sim a "tradição".

O FASCISMO CLIMÁTICO DE OBAMA
A decadência económica da Grã-Bretanha foi acelerada quando Margaret Thatcher resolveu destruir a sua indústria carbonífera. Foi uma decisão puramente política motivada pela guerra de classes:   ela queria quebrar a força de um dos sectores mais organizados e combativos da classe operária britânica. Em termos de política energética foi uma decisão monstruosa pois o petróleo do Mar do Norte, com que contava Thatcher para substituir o carvão, foi sol de pouca dura (as reservas hoje estão esgotadas).
Nos EUA, o sr. Obama parece decidido a seguir pelo mesmo caminho da sra. Thatcher e as consequência provavelmente serão as mesmas. Ele quer destruir a indústria carbonífera americana , fiado no fracking para extrair hidrocarbonetos de xisto – o qual tem custos de produção incomportáveis e consequências ecológicas e sísmicas desastrosas.
Estes novos pregos no caixão da economia estado-unidense estão a ser cravados em nome da maior impostura de toda a história da ciência , o chamado "aquecimento global". Tal como os demais políticos e jornalistas ignorantes, o sr. Obama confunde ambiente com clima e apresenta como um facto comprovado aquilo que não passa de uma simples hipótese que já deveria ter sido descartada há muito. Hoje não há nenhum climatologista sério no mundo que defenda o dito aquecimento global e o grande cientista Marcel Leroux já desmontou os erros em que repousa a teorização (arcaica) do IPCC.
Tudo indica que para combater os males reais do mundo capitalista a classe dominante inventa terrores fictícios, como o papão do aquecimento global e do efeito estufa provocado pelo dióxido de carbono (CO2) – um gás não poluente, inofensivo para a saúde humana. Cabe recordar, mais uma vez, que o ar que respiramos é composto em 78% por azoto, 21% por oxigênio e apenas 1% por todos os outros gases. Nestes "todos os outros" é que se inclui o CO2 (0,04% do total) e a parte do mesmo de origem antropogénica é absolutamente desprezível. Transformar o CO2 em vilão universal é o maior disparate científico de todos os tempos e mostra bem a irracionalidade do mundo em que vivemos.
Em Portugal o governo P. Coelho segue pelo mesmo caminho, pois endossa a teoria do aquecimento global e do vilão CO2. Asneiradas deste naipe têm consequências económicas pois levam a desperdícios e más aplicações de recursos.
AUMENTAM AS PENHORAS DE PENSÕES DE REFORMA EM PORTUGAL
Em 2014 foram penhoradas 195.800 pensões de reforma em Portugal , o que representa um aumento de 8% em relação ao ano anterior.   O aumento das penhoras deve-se aos "aperfeiçoamentos" da máquina fiscal do governo PSD/CDS, que passaram a permitir penhoras automáticas sem a intervenção de um juiz.   Assim se vê a "recuperação económica" trombeteada pelo sr. Passos Coelho.
IMPORTANTES REVELAÇÕES DO WIKILEAKS
O Wikileaks divulgou hoje (03/Junho/2015) 17 documentos relativos às negociações secretas para Acordo de Comércio e Serviços (Trade In Services Agrement, TISA) entre os EUA, a UE e 23 outros países, incluindo Turquia, México, Canadá, Austrália, Paquistão, Formosa & Israel — os quais representam em conjunto dois terços do PIB mundial. O TISA faz parte da "trindade" estratégica TPP-TISA-TTIP e é provavelmente o mais importante dos três pois inclui os serviços financeiros.   Desta "trindade" estão excluídos os países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
Os media portugueses não deram esta notícia na primeira página.
ENSINAR O ASSASSÍNIO A CRIANÇAS
O estado nazi-sionista ensina o assassínio a crianças de tenra idade. Um infantário de Jerusalém Leste resolveu ensaiar uma peça teatral em que uma criança (vestida como soldado israelense) assassina outra (palestina) a tiros de fuzil . Compreende-se assim porque só em Gaza foram mortos 2270 palestinos no ano passado, incluindo 590 crianças.
DOS BAIL-OUTS AOS BAIL-INS, COMO EM CHIPRE
Os jornais portugueses não deram esta notícia:   A União Europeia está a forçar os países europeus a publicarem legislações nacionais em favor de bail-ins (salvamentos internos) para bancos em apuros.   Ou seja, a UE considera que os bail-outs (salvamentos externos com dinheiros públicos) já não serão suficientes para as crises bancárias que hão de vir.
É espantoso que os media portugueses que se auto-intitulam como "referência" silenciem a directiva BRRD .   No entanto, tal medida está em tramitação desde Abril de 2014, ver EU Bank Recovery and Resolution Directive (BRRD) .   E anteriormente já fora aplicada em Chipre, onde os bancos insolventes foram salvos por meio de um confisco de depósitos.
E ainda há comentaristas que têm o descaramento de dizer que a economia europeia está em recuperação...
Deve-se notar que os milionários geralmente estão mais bem informados que a massa dos depositantes bancários e nesta altura já terão posto o seu dinheiro a bom recato em paraísos off-shore ou em metais preciosos — os outros, a grande maioria dos depositantes, a qualquer momento poderão ter uma surpresa pouco agradável.

O MÍTICO FIM DA CRISE
Eles dizem que Portugal já está a sair da crise. Mas, revela-se agora, o número de penhoras duplicou em apenas dois anos . As cobranças coercivas do fisco passaram de 927mil euros em 2013 para mais de dois milhões em 2014.   A voracidade fiscal é tamanha que até clientes de restaurantes e lojas são notificados para penhora dos estabelecimentos onde pedem a e-factura com número de contribuinte (o que é uma razão de peso para nunca informar o número quando se faz uma compra).
Haverá tanta diferença assim entre Portugal e Grécia, como apregoa este governo? Aparentemente a diferença é só de dois anos:   Portugal está hoje na mesma situação em que estava a Grécia dois anos atrás.
Inverter a rota é preciso.
O DEDO DO IMPERIALISMO NO BRASIL
O dedo do imperialismo esteve presente nas manifestações de 15 de Março no Brasil, ainda que de forma discreta. Há precedente. Nos meses que antecederam o golpe de 1964 o imperialismo actuou intensamente para a criação de uma base social de apoio aos golpistas. Organizações como o IPES e o IBAD, dirigidas pelo agente da CIA Ivan Hasslocher, despejaram rios de dinheiro na compra de deputados, em denegrir o governo do presidente João Goulart e em criar o clima adequado para levar o general Castelo Branco (amigo de Vernon Walters, da CIA) a decidir-se pelo golpe.
Hoje passa-se algo semelhante no Brasil. Os métodos utilizados, como o lock-out de camionistas e os panelaços, são os mesmos que o imperialismo utilizou em 1973 para promover o golpe de Pinochet no Chile. A manipulação através de redes sociais das camadas médias e as palavras de ordem moralistas (como se a corrupção fosse uma exclusividade do PT) ocultam o desejo imperial de por no poder agentes directos seus, por meios constitucionais ou não.
Nestes últimos anos o imperialismo desenvolveu uma grande perícia para derrubar governos e criou novas agências especializadas para o efeito, a exemplo do NED . A crise actual é consequência da política capituladora do PT, com constantes e enormes cedências à reacção. As tentativas de conciliação com a direita conduzem a recuos cada vez maiores. O incêndio da sede do PT em Jundiaí e o pedido de intervenção militar de manifestantes no Rio de Janeiro são indícios preocupantes do que pode vir a seguir. A política de "gestor do capitalismo brasileiro" assumida pelo governo Dilma/PT tem pernas curtas. Se não der meia-volta pode ter um triste destino.
A ISLÂNDIA, A UE E A TV PORTUGUESA
A notícia mais importante do dia 12 de Março foi certamente a decisão do governo da Islândia de retirar a sua candidatura a membro da União Europeia. O pedido fora apresentado em Julho de 2009 e as negociações decorriam até agora, quando o governo (conservador) islandês disse um não definitivo à UE. A notícia tem importância internacional e de múltiplos pontos de vista, o que justificaria o destaque devido dos media assim como análises e comentários. No entanto, os noticiários da noite de 12 de Março da TV portuguesa praticamente ignoraram-na. A omissão de informação é a forma de censura preferida do telelixo português.
CRITÉRIOS CAPITALISTAS
Para um país arruinado e em guerra civil como a Ucrânia, governado por uma junta nazi-fascista, o FMI anunciou um empréstimo de US$17,5 mil milhões [€15,6 mil milhões]. O FMI ao conceder este empréstimo gigantesco rompeu os seus próprios estatutos, que proíbem emprestar a países em guerra. Diga-se de passagem que ele será impagável.
Em contrapartida, para a Grécia o Eurogrupo resolveu condicionar os míseros €7,2 mil milhões que já estavam acordados no memorando – a metade do dinheiro dado agora à Ucrânia – ao cumprimento de determinadas condições impostas ao governo Syriza, que a elas se submeteu.
A disparidade de critérios mostra como opera a Elite Transnacional.
QE, UMA MEDIDA DE DESESPERO E UM FRACASSO REENCENADO
A quantitative easing (QE) agora lançada pelo Banco Central Europeu é uma medida de desespêro. Há um par de anos atrás seria impensável que o sr. Mario Draghi se atrevesse a propor, ou sequer a falar nisso. Se o faz agora, é porque todos os outros remédios, receitas & mezinhas fracassaram.   Mesmo analistas conservadores reconhecem-no sem rodeios.   Wolfgang Münchau, escrevendo no Financial Times (19/Jan/15), considera que "Isto não vai ser uma versão preventiva do QE, mas uma versão pós-traumática. As expectativas inflacionárias afastaram-se do alvo faz tempo.   A inflação é negativa. A economia da Eurozona está doente" (sic).
Em tempos normais, a injecção monetária pode ser um estímulo ao investimento produtivo, via concessão de crédito. Mas os tempos actuais não são normais. As taxas de juro estão baixíssimas mas o investimento é mínimo – não por escassez de crédito, mas por falta de procura efectiva.  
No caso de Portugal, desde 2011 a Formação Líquida de Capital Fixo é negativa.   Isso significa que a capacidade produtiva do país não só não está a crescer como está mesmo a contrair. Diante disto, que sentido faz o BCE vir a comprar títulos da dívida pública dos países da Eurozona?   Assim, tudo indica que os 500 mil milhões anunciados pelo sr. Draghi não resolverão a crise das economias reais da zona Euro – apenas alimentarão bolhas nos mercados financeiros.   O fracasso da QE nos EUA – onde permitu o salvamento de bancos mas não o relançamento da actividade produtiva – será agora reencenado na Europa.
CRIMES ECONÓMICOS E CRIMES PENAIS
Os piores crimes que um governante pode cometer não estão capitulados no Código Penal, podem ser cometidos sem infringir nenhum dos seus artigos:   são os crimes de lesa economia nacional.   Desgraçadamente, Portugal tem experimentado uma série contínua deles ao longo das últimas décadas. Começaram pelas privatizações selvagens e pela destruição da Reforma Agrária. Continuaram com a entrada na UE e a adesão ao Euro. Prosseguiram ao longo de anos com projectos absurdos como a rodoviarização acelerada no tempo de Cavaco como primeiro-ministro; com o desbaratar de dinheiros públicos com a construção de estádios no tempo de Guterres; intensificaram-se no governo Sócrates com negócios concebidos ad hoc para o capital financeiro e monopolista como as PPPs, o TGV, o novo aeroporto, os veículos eléctricos e muitos outros.

É por crimes económicos como estes que os governantes deveriam ser julgados. O facto de muitos deles, incidirem também em crimes capituláveis no Código Penal é uma questão a latere. Tomá-la como principal é despolitizar os problemas, abdicar da análise numa óptica de classe e cair numa crítica moralista – como se o desastre a que Portugal foi conduzido fosse devido apenas à "desonestidade" de políticos. As portas giratórias entre governantes e capital monopolista continuam a girar intensamente e isso não é enquadrável no Código Penal. Se e quando alguns políticos são apanhados nas malhas da justiça por questões do dito Código, isso não deve fazer esquecer o principal.
EUA SOLIDÁRIOS COM O NAZISMO
Os Estados Unidos – com os seus acólitos ucraniano e canadiano – foram os três únicos países do mundo que na Assembleia Geral da ONU, em 21/Novembro, votaram contra uma proposta de condenação das tentativas de glorificar a ideologia nazista e de negar os crimes de guerra da Alemanha nazi .
O FIM DO MURO DA PAZ E O QUE SE SEGUIU
Hoje, com o pretexto do Muro de Berlim, a reacção festeja em triunfo e com fanfarras a derrota do socialismo.
Há que dizer que:   1) Hoje o mundo está muito pior do que há 25 anos atras, com guerras incessantes e a ameaça de uma guerra termonuclear;   2) Que a anexação da antiga República Democrática Alemã não beneficiou o seu povo, que hoje lamenta as benesses perdidas com a derrota do socialismo;   3) Que os trabalhadores do ocidente foram prejudicados com o fim do mundo socialista, pois agora os capitalistas consideram-se mais livres para explorá-los;   4) Que o imperialismo adquiriu uma nova agressividade após o desaparecimento do mundo socialista;   5) Que de 1961 a 1989 o Muro de Berlim, ou Muro da Paz, garantiu a tranquilidade na Europa, assim como a defesa da RDA contra a guerra implacável que sempre lhe foi movida com constante sabotagem económica, financeira, tecnológica, militar e psicológica;   6) Que esses clamores triunfantes da reacção fazem todos os possíveis por esquecer os tristes muros que hoje dividem o mundo, como as muralhas que retalham o estado nazi-sionista e encerram o povo palestino em guetos; a muralha mortal, física e electrónica, que assassina mexicanos pobres na fronteira com os EUA; o muro que o regime neo-nazi de Kiev agora está a construir nas fronteiras ucranianas, apesar da ruína económica em que está afundado;   7) Os palradores que hoje peroram na TV portuguesa acerca do Muro de Berlim deveriam meditar, se fossem capazes disso, na desgraçada situação económica, financeira, social, política, ecológica e energética em que está hoje o mundo capitalista – o seu triunfalismo seria arrefecido.
O CAPITALISMO COMO RELIGIÃO
O capitalismo como religião e a teoria económica dominante como teologia é o tema desta aula magnífica do Prof. Fernando López Castellano , da Universidade de Granada.   Vale a pena assisti-la na íntegra (1h27m de duração).   É um verdadeiro antídoto para os comentadores económicos que palram na TV portuguesa.
A VITÓRIA PALESTINA
Quando uma potência militar não consegue subjugar um oponente muito mais fraco, isso constitui uma vitória para o oponente. Os 50 dias de carnificina que o estado nazi-sionista desencadeou contra o povo de Gaza saldaram-se num fracasso. O Hamas – felizmente – manteve e mantém a sua capacidade militar. A única coisa que a tropa nazi-sionista conseguiu foi massacrar população civil, mulheres e crianças, destruir hospitais, escolas e habitações. Massacrar inocentes desarmados é o que eles sabem fazer melhor. Mesmo com uma superioridade esmagadora a tropa sionista não conseguiu derrotar um adversário que não dispõe de força aérea, nem de marinha, nem de mísseis, nem de meios equivalentes em quantidade e qualidade. O mito da invencibilidade da tropa sionista começou a desmoronar-se com os golpes que lhe infligiu o Hezbollah na última guerra no Libano. E continuou agora depois desta nova agressão contra o povo Gaza. Falta saber se o acordo do Cairo de 26 de Agosto será respeitado pelos nazi-sionistas. Os seus crimes contra os direitos humanos continuam diariamente nos bantustões onde arrebanham palestinos. É indispensável continuar a campanha de boicote ao estado nazi-sionista .
Em tempo: Quem permite que a Embaixada de Israel em Portugal feche uma rua com uma cancela, vedando-a ao trânsito? O que tem a dizer acerca disto o Sr. António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa? As ruas da capital portuguesa já não são públicas? A municipalidade lisboeta permite a instalação de check points como na Faixa de Gaza?
R. António Enes, em Lisboa.
O DESCALABRO E AS NACIONALIZAÇÕES NECESSÁRIAS
A insolvência agora revelada do mais poderoso grupo financeiro português, o Espírito Santo, ficará na História Económica de Portugal.   O mito da gestão privada vem à luz do dia de forma gritante.   O descalabro do grupo Espírito Santos é a sequência de uma longa sucessão de escândalos (BPN, BPP, BANIF, BCP, ...) e de conivências numa trama de interesses com os partidos da burguesia, PSD & PS, que têm governado. A contra-revolução por eles promovida resultou nisso:   no descalabro geral e na ruína do país — mas seria inútil esperar qualquer auto-crítica da parte dessa gente.
Grande General Vasco Gonçalves, em 1975 fez o que era necessário: a nacionalização da banca e dos grupos monopolistas.   Aqueles que destruíram a sua obra e depois disso a Lei de Delimitação dos Sectores têm contas a prestar. Refazer o que foi criminosamente desfeito é uma condição de sobrevivência nacional. Portugal é hoje um "protetorado" (palavra utilizada pelo ministro P. Portas, em tom conformista). Para libertar-se, será preciso também recuperar a soberania monetária e romper com a UE.

GENOCÍDIO NA EUROPA
O governo neo-nazi de Kiev deu, dia 12 de Junho, um novo passo na escalada genocida contra o seu próprio povo:   a utilização de bombas incendiárias de fósforo contra a população civil de Slavyansk . Os media corporativos, ditos de "referência", calam-se. Ocultam deliberadamente este novo acto de barbárie dos fascistas ucranianos patrocinados pelo governo Obama. E a União Europeia permanece de cócoras, também calada, subserviente aos EUA e conivente com os seus crimes.
400 MERCENÁRIOS DA BLACKWATER NA UCRÂNIA
A junta neo-nazi de Kiev tem agora 400 mercenários da Blackwater e Greystone a operarem no terreno, anunciam os media alemães . São eles que conduzem os massacres de populações civis no leste da Ucrânia, enquadrando a tropa regular e os paramilitares neo-nazis (Svoboda e Right Sector). A contratação de mercenários estrangeiros constitui uma escalada para uma guerra civil generalizada e uma provocação contra uma potência nuclear. O jogo do imperialismo, ao animar os seus títeres de Kiev, é insano. Registe-se o papel subalterno e servil da UE, caudatária dos EUA mesmo contra os seus próprios interesses.
O SCRIPT UCRANIANO NA VENEZUELA BOLIVARIANA
Três generais da Força Aérea Venezuelana acabam de ser detidos por conspirarem um golpe de estado. Foram entregues a Tribunais Militares, nos termos da lei e da Constituição Bolivariana. Este episódio significa que o imperialismo conseguiu comprar alguns militares de alta patente. Mas significa também que a Revolução Bolivariana e suas Forças Armadas estão vigilantes, pois os conspiradores foram denunciados por outros oficiais. Na Ucrânia o imperialismo gastou (confessadamente) cinco mil milhões de dólares para desestabilizar o país e promover o golpe de estado. Quanto não terá gasto já na Venezuela? O script da desestabilização da Ucrânia está a ser seguido ao pé da letra na Venezuela Bolivariana. Contratação de mercenários, sabotagem económica, destruição de bens públicos, utilização de marginais, grupos fascistas e terrorismo. O assassinato de 35 soldados da Guarda Nacional Bolivariana, 21 deles por armas de fogo, mostra que – tal como na Ucrânia – o imperialismo já recorre a franco-atiradores (snipers). Há uma tentativa clara das agências imperialistas (CIA, NDE, etc) de levar o país à guerra civil. O espectro da intervenção militar directa do imperialismo é uma realidade. A Revolução Bolivariana terá de defender-se com mão dura se não quiser ter o mesmo destino da Ucrânia. A diferença entre a Venezuela e a Ucrânia é que a primeira tem um governo digno, patriota, revolucionário e com apoio do povo, ao passo que a Ucrânia não tinha. Por isso a Venezuela Bolivariana tem condições de vencer.
UE, CAUDATÁRIA DOS EUA
A crise da Ucrânia degradou ainda mais o papel da União Europeia. Antes a UE podia ser classificada como um sub-imperialismo, ou seja, um imperialismo de segunda categoria subordinado ao principal. Mas a partir de agora a Comissão Europeia tornou-se uma simples caudatária do governo americano. Passou a ser um moço de recados tão obediente ao seu patrão americano que até abdica dos seus próprios interesses. A subordinação é total e incondicional. Atiçada pelo governo de Washington, a UE alinhou-se completamente no apoio ao golpe de estado em Kiev e não teve pejo em utilizar os neo-nazis, que agora no governo interino ucraniano dirigem os Ministérios da Defesa, da Segurança Interna e outros mais. Ao embarcar no maximalismo de Washington e na sua geopolítica belicista, a Europa feriu profundamente os seus próprios interesses – que poderiam ter sido melhor atendidos através de um acordo razoável com a Ucrânia e a Rússia. A baronesa Ashton é a alter ego europeia da neocon Nuland.
Quanto à Ucrânia, o seu problema não é a separação da Criméia. O problema verdadeiro é a situação económica terrífica do país e no lado financeiro a perspectiva do incumprimento. Os milhares de milhões prometidos pela UE ainda estão no vamos ver. Se a ajuda da UE for como em Chipre e na Grécia, pobres ucranianos. Quanto aos 5 mil milhões de dólares que o imperialismo confessadamente gastou para derrubar o governo ucraniano, o seu reembolso começou de modo relâmpago: Foi o roubo das 40 toneladas de ouro do Banco Central da Ucrânia , agora "guardadas" nos EUA. Por que é que os media que se auto-proclamam como "referência" e padrão de "bom jornalismo" não mencionam o roubo do ouro ucraniano?
A TROIKA, AS FAMÍLIAS E A PRIVAÇÃO DE ÁGUA
Em 2013 a EPAL cortou o abastecimento de água 11.836 famílias. Este número representa um acréscimo de 15,41% em relação aos cortes verificados em 2012 e de 17,8% em relação aos de 2011. Assim, a pauperização do povo português imposta pelos serviçais da troika, o governo PSD-CDS, já atinge o bem mais vital de todos: a água. A ditadura do capital financeiro sobre Portugal assume aspectos cada vez mais perversos.
A notícia está aqui .
UCRÂNIA: IMPERIALISMO SAQUEIA 40 TONELADAS DE OURO
A pilhagem da Ucrânia intensifica-se em ritmo alucinante. Sexta-feira à noite, dia 7 de Março, um avião misterioso decolou do aeroporto de Boryspil com 40 toneladas de ouro. Essa quantidade corresponde às reservas do Banco Central da Ucrânia. Do golpe de estado em Kiev saiu um governo apoiado pelos EUA e integrado por neo-nazis. Ele está agora a pagar a factura ao imperialismo. Está-se a ver a "libertação" que as potências ocidentais oferecem ao povo ucraniano.
A notícia está aqui .
VITÓRIA DO POVO CIPRIOTA
Chipre derrotou as privatizações imposta pela UE. Sexta-feira, 28 de Fevereiro, o Parlamento de Chipre – após enormes manifestações populares – recusou-se a autorizar as privatizações selvagens impostas pela Troika. O plano de privatizações de três grandes empresas públicas teve 25 votos contra dos comunistas (AKEL) e outros partidos democráticos, 25 votos a favor e 5 abstenções. O plano de privatizações era um elemento chave do acordo com o FMI e a UE. Em consequência, após a rejeição do plano, o governo reaccionário local pediu a demissão. "Não aceitaremos a dilapidação do património nacional" , declara o AKEL. O AKEL recusa com firmeza as privatizações, defende a saída de Chipre do Euro e o abandono da UE.
Notícias como esta não são divulgadas na TV portuguesa...
A ARTE DO ENGANO DOS SUCESSORES DE GOEBBELS
"A arte do engano: treino para uma nova geração de operações encobertas online" é o título de um estudo secreto destinado apenas ao grupo de cinco países que participa em conjunto da operações de espionagem dos EUA (Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá). O dito estudo foi preparado pelo Government Communications Headquarters (GCHQ), o serviço de inteligência britânico. Ele pode ser apreciado aqui .
UCRÂNIA E VENEZUELA, DOIS CASOS ANÁLOGOS
Tanto na Ucrânia como na Venezuela as perturbações que estão a decorrer têm as mesmas raízes: as actividades deliberadamente provocatórias dos EUA para desestabilizar esses países. Através de suas organizações especializadas, como a NED , a fundação do sr. Soros e outras, o imperialismo procura activamente não só derrubar os respectivos governos como mudar o regime. Foi o que fez em 1973 no Chile, em 1964 no Brasil e em muitos outros países. No caso da Ucrânia, os EUA agem (ou agiam?) em colaboração com a UE. A sra. Noland, da Secretaria de Estado dos EUA, reconheceu que chegaram a gastar US$5 mil milhões para promover as actuais perturbações na Ucrânia, as quais fazem parte do desígnio estratégico de cercar a Rússia. No caso da Venezuela, algum dia se saberá quanto o imperialismo tem gasto para derrubar o governo constitucional de Nicolas Maduro por meio de grupos paramilitares e grupos fascistas, agentes pagos que executam acções de violência.
A diferença entre a Ucrânia e a Venezuela é que a primeira tem um governo reaccionário e indeciso, ao passo que a Venezuela tem um governo bolivariano comprometido com o socialismo. O governo e o povo venezuelano têm portanto melhores condições para defender o seu país do que o governo e o povo ucraniano.
ECOSSISTEMA POLÍTICO-EMPRESARIAL
Uma aplicação interactiva permite examinar o ecossistema político-empresarial português. Foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra e mostra o transito frenético entre os políticos da burguesia e o tecido empresarial, desde 1975 até 2013. Pode-se apreciá-la aqui:
http://pmcruz.com/eco/
O BOM EXEMPLO DA ISLÂNDIA
O governo da Islândia anunciou que cancelará 24 mil euros de cada hipoteca familiar, cumprindo a sua promessa eleitoral, apesar da crítica esmagadora das instituições financeiras internacionais. A medida foi apresentada pelo primeiro-ministro Sigmundur David Gunnlaugsson, do Partido Progressista (conservador) que ganhou as eleições de Abril deste ano com a promessa de aliviar a dívida familiar. Segundo a sítio web do governo islandês, a dívida familiar será reduzida uma média de 13 por cento. "Esta medida promoverá o rendimento disponível das famílias e estimulará as poupanças", afirma o governo. A notícia está em Russia Today .
Enquanto isso, em Portugal, há 636 mil portugueses em situação de incumprimento com o crédito bancário. Deste total, segundo o Banco de Portugal, 128 mil referem-se ao crédito à habitação.
A TEIMOSIA NO FRACASSO
A carta de demissão do ex-ministro das Finanças, Vitor Gaspar, era uma confissão do fracasso da política que seguira sob o diktat da troika. No entanto, apesar daquela confissão, manteve-se a mesma política como se nada se tivesse passado. E agora as troikas, nacional e estrangeira, anunciam que têm a intenção de continuar exactamente a mesma política, como se verifica na nova carta de intenções subscrita por P. Portas, M. L. Albuquerque e C. S. Costa. Estes três capatazes nacionais dos três funcionários da troika estrangeira cometem assim um acto de traição nacional:   esforçam-se por eternizar a servidão do país aos ditames do capital financeiro internacional.
O restabelecimento de um governo digno em Portugal é a condição prévia necessária para que o povo recupere a soberania nacional, com a ruptura em relação à zona euro, à UE, ao FMI, ao BCE, à NATO, à OMC. Retomar o destino nas suas mãos é a tarefa histórica que se depara ao povo português e a todos os povos oprimidos da Europa.
ALEMANHA EXPORTA BANCARROTA E DESEMPREGO
"Mas um grande país [a Alemanha] com um enorme excedente estrutural de transacções correntes não exporta apenas produtos. Exporta também bancarrota e desemprego, particularmente se o fluxo de capital correspondente consiste em dívida a curto prazo". Quem o diz é Martin Wolf, colunista do Financial Times, a propósito da política económica do sr. Schäuble, ministro das Finanças alemão. Ver o seu artigo "O estranho universo paralelo da Alemanha – Plano de Merkel para a zona Euro é profundamente depressivo" .
Com tal política a sobrevivência da zona Euro é impossível. Donde se conclui que, para os países do Sul da Europa, o melhor caminho para evitar serem arrastados no naufrágio do Euro (e da UE) é a saída unilateral. Quanto mais cedo melhor.
FORAM OS SAUDITAS QUE ENTREGARAM ARMAS QUÍMICAS
Foram os serviços secretos da Arábia Saudita, dirigidos pelo príncipe Bandar, que entregaram armas químicas ao grupo "Jabhat al-Nusra", ligado à Al-Qaeda. Este bando terrorista actua na Síria por conta da Arábia Saudita e com salários pagos pelos seus serviços secretos.
A revelação está no sítio web da jornalista Silvia Cattori .

Acerca da Organização da ONU para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), ver em resistir.info:
  • O Brasil, os EUA, a OPAQ e Bustani , 27/Abril/2002
  • Como Washington destruiu a OPAQ , 28/Maio/2004
    A HISTERIA BELICISTA CONTRA A SÍRIA
    Em 2003 o imperialismo promoveu uma campanha histérica acerca de supostas armas de destruição maciça possuídas pelo Iraque. Como se viu, aquela mentira flagrante, cínica e deliberada do governo dos EUA destinou-se a justificar a invasão e ocupação daquele país. Hoje, mais uma vez, o imperialismo encena uma campanha mundial acerca de supostas "armas químicas" que teriam sido utilizadas pelas Forças Armadas sírias. Obama não apresentou uma única prova que corroborasse tal afirmação, mas a campanha prossegue. Destina-se a preparar a opinião pública para uma eventual agressão directa contra a República Síria à semelhança daquela desencadeada contra a Líbia. Diz-se a agressão directa porque a indirecta começou há vários anos com o armamento, treino e incentivo a bandos terroristas, os quais estão a ser derrotados pela Forças Armadas sírias. Tal como em 2003, os cães amestrados de Londres, Paris e Ancara ladram furiosamente a atiçar.
    Por outro lado, a crise financeira capitalista intensifica-se. O seu sistema bancário está em ruínas, tanto nos EUA como na Europa. Os monstruosos resgates governamentais com o dinheiro dos contribuintes e com emissões monetárias (bail-outs) fracassaram, tendo desaparecido no buraco negro da banca – agora já planeiam resgates internos (bail-ins) com o dinheiro dos depositantes. O que tem isto a ver com uma eventual agressão à Síria? Muito. Historicamente o imperialismo sempre procurou na guerra a saída para as suas crises.

    SWAPS: UM CASO DE POLÍCIA
    Destruir provas é crime. Pode-se presumir que os mandantes de uma destruição são presumíveis criminosos que procuram apagar o seu rastro. Assim, se a ministra das Finanças manda destruir documentos relativos aos swaps da Refer, Metro de Lisboa, Metro do Porto e TAP é lícito considerar que tais documentos a incriminariam. O agente que efectuou a destruição, sr. Heitor Agrochão, inspector geral da IGF, é um mero executor. Os/as responsáveis têm de ser procurados/as mais acima na hierarquia do governo PSD/CDS.
    A impudência desta gente não tem limites.
    O ÚLTIMO ACTO DE V. GASPAR FOI UM ROUBO
    O último acto de Vitor Gaspar como ministro das Finanças foi um roubo a todos os trabalhadores portugueses. A Portaria 216/A/2013 foi publicada em 2 de Julho, no mesmo dia em que V. Gaspar se demitiu do Ministério das Finanças. É assinada tanto por ele como por Mota Soares, que na altura também considerava demitir-se. Essa portaria passou quase desapercebida em meio a crise política que se seguiu. No entanto, é gravíssima pois concretiza as ameaças do governo ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS). O referido diploma ordena ao Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo. Ou seja, o dinheiro pertencente aos trabalhadores, acumulado naquele Fundo para servir a Segurança Social, será lançado à voragem do financiamento da impagável dívida pública portuguesa. Este governo moribundo até o último minuto cumpre as imposições da Troika. E o governo recauchutado que eles pretendem seria a continuação deste.
    PORTUGAL, UM POVO ESPOLIADO E SAQUEADO
    Não há dinheiro? Mas o rombo fraudulento do BPN está a custar 9 mil milhões de euros ao erário público; o défice da Madeira mais 5,8 mil milhões; o escândalo dos swaps monta a 3 mil milhões; e as PPPs rodoviárias a bagatela de 9 mil milhões de euros. Só estas quatro coisas significam um prejuízo de 26,8 mil milhões de euros para o Estado português – sem falar nas muitas outras que pejam a vida pública do país. Mas não passa pela cabeça deste serviçal da troika, o governo P.Coelho/P.Portas cortar em nada disso. O que eles querem é cortar mais 4,0 a 4,8 mil milhões de euros, até 15 de Julho próximo, nas pensões de reforma e nas remunerações de funcionários públicos.
    Por este governo na rua é um imperativo de sobrevivência nacional.

    OS COMPROMISSOS DELES
    Os compromissos assumidos pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal estão aqui exarados: Letter of Intent, June 12, 2013 e memorandos que a acompanham.
    Mais vale ler a carta deles, com os compromissos reais, do que ouvir os discursos públicos em que frequentemente se contradizem ou dão o dito por não dito. Dentre outras coisas, no ponto 5 afirmam que "no fim da sessão legislativa (15/Julho/2013), finalizaremos todas as mudanças chave exigidas para implementar a revisão da despesa pública, através de aprovação pelo Conselho de Ministro ou submissão ao Parlamento se necessário, como especificado no anexo MEFP".   Recorde-se que a 8ª missão de revisão da Troika está prevista para meados de Julho.
    A carta conclui a afirmar que "Estamos prontos a tomar medidas adicionais se forem necessárias para atender aos objectivos do programa económico e consultaremos o FMI, a Comissão Europeia e o BCE antes de quaisquer revisões necessárias às políticas contidas nesta carta e no Memorando anexo". Servilismo q.b.

    DEMAGOGIA E REALIDADE
    Subitamente o governo Coelho-Portas descobriu que era preciso desenvolver a economia do país. Assim, no dia 23 de Abril, apregoou mais um pacote demagógico de medidas destinadas a incentivar os empresários a investirem e com isso aumentar o nível de emprego. É claro que já poucos acreditam nisso, mas sempre fica bem aos prepostos da troika fingirem que, além das finanças, também se interessam pela economia real. Mas a realidade desmente tais fantasias incentivadoras. Agora anuncia-se que a Salvador Caetano inaugura uma nova fábrica de carrocerias para autocarros, a qual criará 300 novos empregos.
    Onde será ela? Na China!
    MAIS UM CRIME DE LESA ECONOMIA NACIONAL
    O governo Coelho-Troika-Portas acaba de cometer mais um crime de lesa economia nacional com a extinção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, agora anunciada . As conversas balofas do Presidente República acerca de uma "economia do mar" resultam nisso, num país em que a marinha mercante está de rastros e a frota pesqueira mal consegue sobreviver. Os crimes de lesa economia nacional deste governo sucedem-se em catadupa. Agora é o semanário Expresso que anuncia a intenção de fechar a Siderurgia Nacional e mudar as suas fábricas da Maia e do Seixal para Espanha . O que está a suceder no país é um genocídio industrial, um genocídio da sua economia real. O famoso "consenso" com o PS que tanto desejam deve ser para melhor destruir a economia portuguesa. Um consenso na traição.
    IMPÉRIO PROMOVE A DESESTABILIZAÇÃO DA VENEZUELA
    Inconformadas com a derrota eleitoral, as agências do governo estado-unidense trabalham agora a todo o vapor para desestabilizar a situação na Venezuela. O objectivo último é desencadear um golpe fascista, como já tentaram antes. A situação evolui hora a hora. Ela pode ser acompanhada em:
  • Venezuelana de Televisão (VTV), canal estatal: www.vtv.gob.ve/en-vivo
  • Telesur: www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo
  • Ciudad de Caracas, jornal: www.ciudadccs.info/
  • Correo del Orinoco, jornal: www.correodelorinoco.gob.ve/
  • APORREA, sítio web: www.aporrea.org/
  • Resumen, sítio web: www.resumenlatinoamericano.org/
    AGENDA OCULTA E DESINFORMAÇÃO
    A campanha de desinformação acerca da Coreia continua intensa nos media que se auto-proclamam como "referência". A generalidade deles recorre a explicações do foro psico-patológico para definir o comportamento do governo norte coreano. Contudo, nenhum deles sequer aflora a agenda oculta do imperialismo. O objectivo não confessado do governo Obama é efectuar uma mudança de regime na Coreia do Norte – tal como as mudanças de regime que os EUA efectuaram no Iraque, na Líbia e na Jugoslávia e tal como as que está a tentar efectuar na Síria, Irão e Venezuela. Daí toda a série de provocações deliberadas, cuidadosamente medidas e calculadas, efectuadas pelo governo Obama. Elas estão a ser feitas nos planos económico, bancário, diplomático e militar. O objectivo é arruinar a economia coreana e fazer sofrer o seu povo a fim de gerar insatisfação contra o regime. Recorde-se que no momento da criminosa invasão do Iraque, em 2003, aquele país já havia sofrido dez anos de sanções económicas que o debilitara profundamente. Já não tinha meios nem forças para resistir. Por isso foi invadido e ocupado. Assim, o comportamento corajoso e combativo do governo e do povo norte-coreano tem lógica e racionalidade. Eles estão a lutar pela sobrevivência. Os coreanos sabem bem das atrocidades de que foi capaz de cometer o imperialismo na década de 1950, quando aviões da USAF espalhavam tapetes de napalm sobre aldeias camponesas, quando as cidades coreanas foram arrasadas, quando efectuaram ensaios de guerra bacteriológica e quando o general MacArthur ameaçou recorrer à bomba atómica para vencer a guerra (só por isso é que foi demitido por Truman, não pelos crimes anteriores).
    A solidariedade para com os países agredidos pelos imperialismo é um dever.
    O REEMBOLSO ADIADO
    Vai um grande alarido nos media porque o sr. Olli Rehn defende o adiamento dos reembolsos da dívida portuguesa . Manifestam-se exultantes e aliviados. Mas é preciso que se diga:   1) O Sr. Rehn não podia fazer outra coisa senão defender o adiamento dos reembolsos pois a perspectiva de um incumprimento seria muito pior para a UE;  2) Nenhum dos problemas portugueses fica sanado com tal adiamento e a dívida até é agravada;   3) O que o capital financeiro europeu pretende é transformar Portugal num eterno escravo da dívida;   4) Não existe qualquer solução real para os problemas económicos portugueses enquanto o país não recuperar a sua soberania monetária – a saída do euro é a condição necessária e indispensável, além obviamente do repúdio ao memorando de entendimento com a Troika.
    GOVERNO SABOTA A ECONOMIA NACIONAL
    Só a ligação ferroviária para um futuro terminal de contentores na Trafaria custaria 150 milhões de euros , anunciou o presidente da Refer. Além disso há que contabilizar o custo de construção do futuro porto (que ainda não existe) e do próprio terminal a ser construído. Por outro lado, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) estão a pedir emprestado ao governo modestos 14 milhões de euros para poder efectuar a construção de um navio já encomendado.
    Destes dois episódios podem-se tirar algumas conclusões:
    1) Com este governo, tal como no socratismo, continua a mania dos projectos gigantes, de rentabilidade duvidosa e, em caso afirmativo, só a longo prazo.
    2) A opção pelos projectos gigantes prejudica as PMEs, que asseguram o maior número de postos de trabalho em Portugal. Tal como num jogo de soma zero, se há financiamento para projectos gigantes deixa de haver para o tecido de industrial e comercial português constituído por micros, pequenas e médias empresas.
    3) O fanatismo ideológico deste governo prejudica a economia nacional. O caso dos ENVC é exemplar:   a empresa é sabotada por este governo por ser estatal (ainda). O governo prejudica assim o nível geral de emprego e até mesmo as exportações nacionais (o cliente que encomendou o navio é estrangeiro).
    4) Factos como estes aparentemente não preocupam os comentaristas que peroram na TV acerca da situação económica portuguesa.
    O DESCALABRO
    O descalabro das finanças públicas continua. Revela-se agora que a arrecadação fiscal caiu 5,8% entre Janeiro e Novembro de 2012 – consequência inelutável do pacote da troika. Além de levar o país à ruína, este governo de traição nacional continua o seu programa de privatizações selvagens. O cancelamento da venda da TAP a um suspeitíssimo sionista-colombiano constitui uma vitória parcial dos trabalhadores e da maioria do povo português. Mas a intenção de privatizá-la ainda continua de pé, assim como de privatizar a ANA, ENVC, RTP, as Águas de Portugal e o pouco que resta do sector empresarial do Estado. Um tal governo compromete não só as gerações presentes como também as futuras. Deitá-lo abaixo, com o seu Orçamento de 2013, é uma tarefa urgente. Figurinhas como o sr. Relvas, P. Coelho, António Borges e quejandos não são próprias de um país decente.
    SOLIDARIEDADE COM O POVO DE GAZA
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    Notícias em:
  • Maan News Agency
  • Press TV
  • Resumen
  • FDLP
  • Electronic Intifada
  • Guerra e gás natural
    O FIM DO EURO E AS NOVAS PRIVATIZAÇÕES
    Este governo ao serviço da troika anuncia novas privatizações. Trata-se de vender a preço vil o que resta do sector empresarial do Estado (ANA, TAP, etc). Tudo é efectuado de forma altamente opaca, com tramas nos bastidores e em meio a negociatas suspeitas (exemplo: a mal explicada venda pela Câmara Municipal de Lisboa dos terrenos do aeroporto da Portela).
    Deve-se registar que isto ocorre no momento em que já se antevê o fim do euro e, talvez antes disso, o fim da presença de Portugal na zona euro. Assim, as novas privatizações agora em curso resultam na alienação de activos que serão preciosos quando o país estiver fora do euro. Sendo a dívida externa bruta portuguesa de mais de 200% do PIB, é ridículo dizer que os encaixes destas privatizações permitiriam reduzi-la qualquer coisa que se visse e tivesse algum significado.
    Estamos na fase em que o país é sugado ao máximo. Depois, quando não restar senão bagaço, será relegado ao seu destino. De pés e mãos atados, com a propriedade dos seus activos entregue aos novos rentistas que agora os compram ao desbarato.
    O TERRORISMO CLIMÁTICO CONTINUA
    Acaba de ser lançado em Lisboa o filme "4:44 Último Dia na Terra" , dirigido pelo sr. Abel Ferrara. Trata-se de mais uma obra mistificatória construída para espalhar o pânico com o mítico aquecimento global. No momento em que o modo de produção de capitalista estala por todas as juntas, a classe dominante tem de inventar terrores fictícios a fim de disfarçar aqueles que são bem reais. A arte da desinformação tem muitas facetas.
    Mais esclarecimentos em:
  • Acerca da impostura global
  • Aquecimento global: uma impostura científica
    ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL
    A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme "La memoria del saqueo" , de Fernando Pino Solanas.
    Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento.
    REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS
    A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da "Aliança Esquerda Unida" e alguns independentes.
    Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios .
    MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE
    Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente .
    Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para "salvar" a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto.
    De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro.
    Subscreva a
    Acção colectiva contra o
    Mecanismo Europeu de Estabilidade,
    o novo ditador europeu

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    OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA
    A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma "reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia" [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de "uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida". E acrescenta que "Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível".
    A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE.
    A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca.
    A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO
    Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ?
    A DEMOCRACIA COMO FARSA
    A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia.
    Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok).
    Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la.
    Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum.
    MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE
    Abaixo a ditadura da União Europeia dos monopólios.
    EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO
    "O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa" (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz.

    Assine a petição:
    Parar os preparativos de guerra!
    Acabar com o embargo!
    Solidariedade com os povos iraniano e sírio!

    PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE
    Rendimento familiar disponível em países submetidos a medidas de austeridade.
    De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco" (sic).
    Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries, publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia.

    A ESTRATÉGIA DA TENSÃO
    A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos "de referência". Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira "bomba atómica" do Irão:   a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial.

    Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes.

    Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra.
    DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE
    A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.
    O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.
    A VIDA APÓS O EURO
    Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal .
    O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL
    Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos "salvadores" será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida.
    A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro.
    NOVOS NEGÓCIOS GREGOS
    O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE.
    A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL
    Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios:   existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma.
    Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia.
    PORTUGAL ENREDADO
    "O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?
    11/SET DEZ ANOS DEPOIS

    As demolições controladas do WTC e o ataque ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de "século americano". Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam.

    Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao "incidente do Golfo de Tonquim", uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname.

    Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem "referência" (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen).

    O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER
    Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição.
    O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL
    Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são.
    A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas.
    Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades...
    O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP
    Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro).
    Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores?
    NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS
    Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER, a empresa pública responsável por este elefante branco.
    Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração.
    Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros.
    É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração.
    Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto .
    IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO
    Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser "queimados" (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo.
    "Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada", informa o Independent. .
    RUPTURA COM A AMAZON
    Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.
    Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.
    Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA.
    Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.

    IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL
    Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
    A manobra decorreu em vários passos:  1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);  2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;  3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".  4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).
    Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:  1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;  2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;  3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;  4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;  5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.   6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.
    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS
    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.
    UMA EUROPA ASQUEROSA
    A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas.
    Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise.
    Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários.
    Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave.
    A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA
    A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez.
    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
    .
    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


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    O PREÇO DO PETRÓLEO

    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".


    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


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    Estatísticas
  • "Estamos assistindo a uma ofensiva final contra os povos indígenas" , Eduardo Viveiros de Castro, 14/Out

    O agravamento da crise económica, financeira e de governo no Grupo Montepio, o risco de despedimentos e a passividade dos supervisores que assim se tornam coniventes , Eugénio Rosa, 13/Out

    A disputa intra-burguesa nos EUA , Richard Becker, 11/Out

    Equador: Lenine contra Lenine , Carlos Aznárez, 10/Out

    Trump ordena retirada de tropas na Síria , M.K. Bhadrakumar, 09/Out

    Não à renovação do Acordo Grécia-EUA sobre bases militares , KKE, 08/Out

    Um encontro com Julian Assange na prisão , Felicity Ruby, 08/Out

    OIT, o antes e o depois , George Mavrikos, 07/Out

    Ofensiva devastadora dos Houthis: Três brigadas sauditas aniquiladas , Federico Pieraccini, 06/Out

    Acerca do chamado "aquecimento global" , Jorge Figueiredo, 05/Out

    Gelo do Árctico aprisiona navio "ecologista" , MPR, 04/Out

    Itinerário de uma infâmia: os EUA contra a colaboração médica cubana , Rosa Miriam Elizalde, Flor de Paz, Víctor Martínez, 03/Out

    A questão nuclear iraniana em ponto de inflexão , M. K. Bhadrakumar, 01/Out

    O establishment e os media simpatizam com o movimento "Fridays for Future". Será ele realmente um "protesto"? , RT, 28/Set

    Como a pseudo-ciência das alterações climáticas tornou-se aceite publicamente , Nir Shaviv, 27/Set

    "Vigilância massiva, registo permanente", de Edward Snowden , Jorge Figueiredo, 26/Set

    O homem invisível: o novo consultor de segurança nacional de Trump , Martin Sieff, 24/Set

    Macron confessa-se ou as angústias da burguesia francesa ...e alemã , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Set

    Roubo ou exploração? , Michael Roberts, 21/Set

    Paulo Guedes põe o Brasil à venda:   É preciso resistir nas ruas para deter a destruição do País , Edmilson Costa, 20/Set

    Porque Julian Assange está a ser torturado até à morte , Karen Kwiatkowski, 18/Set

    A desinformação dos media dominantes acerca da vida internacional: Mentiras, manipulações, silêncios , Investig'action, 17/Set

    Sim, eu apoio a Coreia do Norte! , Jones Manoel, 16/Set

    PCV defende política revolucionária contra a crise e o imperialismo , Tribuna Popular, 13/Set

    Resposta do Hezbollah faz recuar Israel , Richard Lavébière, 12/Set

    O 11/Setembro dezoito anos depois , Paul Craig Roberts, 11/Set

    O milagre do carro eléctrico na Noruega é uma fraude nacional presunçosa, criada por meio de subsídios aos ricos para comprarem Teslas , Igor Ogorodnev, 10/Set

    Criptomoedas: do fetichismo do ouro ao hayekgold , Paulo Nakatani e Gustavo Moura de Cavalcanti Mello, 09/Set

    O investimento directo estrangeiro e os recursos exauríveis , Prabhat Patnaik, 08/Set

    O poder da diplomacia e da parceria no Fórum de Vladivostok , Strategic Culture Foundation, 07/Set

    A esquerda ausente , Domenico Losurdo, 06/Set

    O Ocidente oprimiu o Terceiro Mundo por tanto tempo que ele próprio se tornou Terceiro Mundo , Andre Vltchek, 05/Set

    Na rota das contra-revoluções "coloridas" , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Set

    "Todos nós estamos em perigo":   John Pilger transmite uma gélida advertência de Julian Assange , 03/Set

    Colômbia: A paz não existe sem justiça social , PCPE, 02/Set

    O entretenimento e a defesa nacional , Tim Kirby, 02/Set

    Os últimos ataques de Israel foram demasiado longe , Andre Vltchek, 01/Set

    Manifesto, objectivos, unidade do povo, aliança com o ELN, paz com justiça social, Assembleia Constituinte , FARC-EP, 30/Ago

    A crise sistémica do capitalismo mundial , Prabhat Patnaik, 29/Ago

    Subitamente o ocidente já não consegue derrubar "regimes" , Andre Vltchek, 28/Ago

    Proletariado digital, serviços e valor , Ricardo Antunes, 27/Ago

    Mobilização popular para derrotar Bolsonaro-Mourão e reconstruir o Brasil , PCB, 26/Ago

    Lavar as mãos da Amazónia , Ricardo M Santos, 25/Ago

    Um controle médico da ONU para Julian Assange , Aymeric Monville, 23/Ago

    Recessões, flexibilização monetária e estímulo orçamental , Michael Roberts, 22/Ago

    As origens anglo-americanas das revoluções coloridas & da NED , Matthew Ehret, 21/Ago

    Alucinações circulatórias da moeda e do capital fechando o ciclo , José Martins, 20/Ago

    Muralha sino-russa contra a intromissão dos EUA , M.K. Bhadrakumar, 19/Ago

    Os jornalistas e os camionistas em Portugal , João Ramos de Almeida, 18/Ago

    As contradições de Christine Lagarde , Alejandro Nadal, 17/Ago

    Colômbia sob a pressão de "criminosos de paz" (2) , Maurice Lemoine, 16/Ago

    Colômbia sob a pressão de "criminosos de paz" (1) , Maurice Lemoine, 15/Ago

    O fracasso total da diplomacia de Washington , Strategic Culture Foundation , 14/Ago

    O imperialismo, estado supremo da fome , Jimmy Dalleedoo, 13/Ago

    Assange na prisão é "tratado pior do que um assassino" , John Pilger, 12/Ago

    Hong Kong, Caxemira: um conto de duas ocupações , Pepe Escobar, 10/Ago

    O mundo, a América Latina e o Brasil , Ivan Pinheiro, 09/Ago

    Estará o Federal Reserve a perder o controle do preço do ouro? , Paul Craig Roberts, 08/Ago

    Economia política para trabalhadores , Edmilson Costa, 07/Ago

    UE assume-se como campo de batalha , Manlio Dinucci, 06/Ago

    As cidadelas das elites da América:   fracturadas e em conflitos entre si , Alastair Crooke, 05/Ago

    Um contraste gritante , Prabhat Patnaik, 04/Ago

    "O bolsonarismo é o neofascismo adaptado ao Brasil do século 21" , Manuel Loff, 03/Ago

    Guerra económica dos EUA e prováveis defesas externas , Michael Hudson, 02/Ago

    Marxistas somos todos nós , Atílio Bóron, 01/Ago

    Para quem é a entrega? , Henrique Júdice Magalhães, 31/Jul

    Os aproveitadores da guerra e o fim do complexo militar-industrial dos EUA , Dmitry Orlov, 30/Jul

    A fraqueza da ilusão democrática:  um ensaio político não sentimental , Jones Manoel, 29/Jul

    O calor extremo domina as manchetes, mas a meteorologia das oscilações violentas deveria preocupar-nos mais , RT, 27/Jul

    Os media alternativos podem derrotar os media "de referência" , Ron Unz, 26/Jul

    Em defesa de Julian Assange , Tarik Ali, 25/Jul

    Se provocar o mundo inteiro, algo pode acontecer , Andre Vltchek, 24/Jul

    Pirataria ou guerra? , Christopher Black, 23/Jul

    A tecnologia e a decadência do liberalismo , B. Arjun, 22/Jul

    A inacreditável eutanásia da produção industrial brasileira , José Martins, 20/Jul

    Por que Trump cedeu à China e à Huawei? , Vijay Prashad, 19/Jul

    A energia de fusão é uma prioridade nacional para a Rússia , Matthew Ehret, 18/Jul

    EUA despejam óleo no incêndio do Golfo, Índia fica em silêncio , M. K. Bhadrakumar, 17/Jul

    Bolsonaro é o racista-chefe da Ku Klux Klan e do lixo branco brasileiro , Jessé Souza, 16/Jul

    Desdolarizando o império financeiro americano , Michael Hudson, 15/Jul

    O poder contra a imprensa: Os casos de extradição de Pinochet e de Assange , Elizabeth Vos, 14/Jul

    França: A greve nas urgências hospitalares continua a estender-se , Rémy Herrera, 12/Jul

    Derrotar o governo Bolsonaro-Mourão e seus aliados! , PCB, 11/Jul

    UE submete-se ao gás natural mais caro imposto pelos EUA , Federico Pieraccini, 10/Jul

    A situação da Associação Mutualista Montepio, as contas consolidadas de 2018 e a Assembleia Geral de 15 de julho de 2019 , Eugénio Rosa, 09/Jul

    As eleições de 7 de Julho para o Parlamento grego , KKE, 09/Jul

    Papel do US dólar como moeda de reserva está em risco , Paul Craig Roberts, 08/Jul

    Falar de fascismo no Brasil , Vladimir Safatle, 06/Jul

    O mundo em realidade paralela , José Goulão, 05/Jul

    Novos hierarcas não eleitos da UE darão continuidade à desordem actual , John Laughland, 04/Jul

    "O que aprendemos com o Maio de 68?" , Makis Papadopoulos, 03/Jul

    Brasil: A vertigem democrática , Juliano Medeiros, 01/Jul

    "Perseguição colectiva" a Assange deve cessar, afirma perito da ONU , Gabinete do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, 29/Jun

    A Huawei e as bolsas de valores: Trump brinca com fogo , Juan Torres López, 28/Jun

    Brasil: Um novo pacto empresarial-militar? , Daniel Fabre, 27/Jun

    O Brazilgate transforma-se no Russiagate 2.0 , Pepe Escobar, 25/Jun

    O Censo viciado em Portugal , Jorge Fonseca de Almeida, 24/Jun

    O mundo ocidental está sem liderança no momento em que enfrentamos o Armagedão , Paul Craig Roberts, 24/Jun

    A estratégia dos EUA para a "mudança de regime" na Rússia , Ollie Richardson, 23/Jun

    Sanções económicas dos EUA: sabotagem económica mortífera, ilegal e ineficaz , Medea Benjamin e Nicolas J. S. Davies, 21/Jun

    Erros militares crassos , Jorge Figueiredo, 20/Jun

    Intervenção no Fórum Económico Internacional de São Petersburgo , Vladimir Putin, 19/Jun

    Trump pensa que o petróleo dos EUA é a sua força – mas é o seu calcanhar de Aquiles , Tom Luongo, 18/Jun

    Trabalhadores de todo o Brasil foram à greve e às ruas , O Poder Popular , 17/Jun

    As ameaças comerciais de Trump são a Guerra Fria 2.0 , Michael Hudson, 17/Jun

    As eleições da UE provam a sua decadência irreversível , Andre Vltchek, 07/Jun

    Ecologia e eleições , Daniel Vaz de Carvalho, 06/Jun

    O fantasma comunista no seu labirinto , Néstor Kohan, 05/Jun

    A propósito dos resultados das eleições europeias , Rémy Herrera, 04/Jun

    Julian Assange está a ser assassinado , Craig Murray, 04/Jun

    Declaração do Comité WikiJustice Julian Assange , 03/Jun

    A mudança global para a direita , Prabhat Patnaik, 02/Jun

    Anatomia de um desastre: a noite em que a CDU perdeu 188 mil votos , João Pedro Henriques, 01/Jun

    Há negócios que são uma tragicomédia , João Rodrigues, 31/Mai

    Os empregos dos EUA foram deslocalizados, não roubados pela China , Paul Craig Roberts, 31/Mai

    Por uma agricultura patriótica, popular e (portanto) ecológica! , Guillaume Suing, 30/Mai

    A nova religião do suposto aquecimento global de origem humana , cientistas signatários, 29/Mai

    Carta do cárcere , Julian Assange, 28/Mai

    Acumulam-se nuvens tempestuosas de recessão , Prabhat Patnaik, 27/Mai

    Após o congresso da CGT, a luta (interna) continua , Rémy Herrera, 26/Mai

    Um acto sem precedentes de ataque à liberdade de imprensa , WikiLeaks, 25/Mai

    Dois marxismos? , Greg Godels, 24/Mai

    Estados Unidos e Venezuela:   Um contexto histórico , James Petras, 23/Mai

    Avançar a luta popular para derrotar Bolsonaro e sua política de terra arrasada , PCB, 22/Mai

    As relações comerciais com os EUA , Prabhat Patnaik, 21/Mai

    Apelo urgente à Comunidade Internacional , Comité Santrich Libre, 20/Mai

    Comunicação ao Presidente Maduro , PCV, 19/Mai

    Povo brasileiro enfrenta o bolsonarismo , O Poder Popular, 17/Mai

    A degradação do governo Syriza não tem fim , KKE, 16/Mai

    Assange revolucionou o jornalismo e a elite nunca o perdoará , Robert Bridge, 15/Mai

    Portugal participa no confisco de bens à Venezuela , José Goulão, 14/Mai

    A águia, o urso e o dragão , Pepe Escobar, 13/Mai

    Guerra na Venezuela , Marcelo Zero, 10/Mai

    Insanidade e decadência do imperialismo (2ª parte) , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Mai

    Claros-escuros, sfumato e bastonadas macronianas no 1º de Maio , Rémy Herrera, 08/Mai

    Os EUA precisam desesperadamente de um novo secretário de Estado , Paul Craig Roberts, 07/Mai

    Insanidade e decadência do imperialismo (1ª parte) , Daniel Vaz de Carvalho, 06/Mai

    EUA irresponsavelmente agravam crise na Venezuela e caluniam a Rússia , Strategic Culture Foundation, 05/Mai

    Branqueamento de capitais , José Belmiro Alves, 04/Mai

    Muito barulho para quase nada… , Rémy Herrera, 03/Mai

    A língua bífida de Washington , Paul Craig Roberts, 02/Mai

    Venezuela: Esmagar a conspiração desestabilizadora da ultra-direita , PCV, 01/Mai

    A perseguição a Julian Assange é infinitamente maior que o próprio Assange , Caitlin Johnstone, 01/Mai

    A entrevista de Lula:  entre a crítica e a conciliação , Rodrigo Lima, 30/Abr

    Capitalismo progressista – um paradoxo , Michael Roberts, 30/Abr

    A histeria do Russiagate:   Um caso de russofobia aguda , Serge Lavrov, 29/Abr

    A guerra ao Irão e o bluff dos EUA , Pepe Escobar, 26/Abr

    "As acusações suecas":   Contestação de Julian Assange em 14-15/Novembro/2016 , Daniel Vaz de Carvalho, 25/Abr

    Notre-Dame e os bombardeamentos imperialistas , Cecilia Zamudio, 24/Abr

    O Estado Profundo contra a WikiLeaks , Pepe Escobar, 23/Abr

    Após o tempo das catedrais, o tempo da indecência, da hipocrisia e da incompetência , Rémy Herrera, 22/Abr

    Washington monta guerra colonial na América Latina , José Goulão, 21/Abr

    O lumpesinato no poder:   os 100 dias de Bolsonaro , Gilberto Maringoni e Artur Araújo, 20/Abr

    Liberdade para Julian Assange:   Devemos erguer nossas vozes contra a tirania dos EUA , Prabir Purkayastha, 19/Abr

    UE conivente com a propaganda de guerra contra Cuba e Venezuela , Ramón Pedregal Casanova, 17/Abr

    Tens o direito de te manteres em silêncio , Pepe Escobar, 16/Abr

    Prisão de Assange, uma advertência da História , John Pilger, 15/Abr

    Assembleia dos coletes amarelos:   "Será preciso sair do capitalismo" , Rémy Herrera, 14/Abr

    Director do WikiLeaks: "Assange pode enfrentar décadas de prisão nos EUA" , Natalia Viana, 13/Abr

    A era da injustiça , Paul Craig Roberts, 13/Abr

    Assange expôs a democracia burguesa e o estado burguês , Farooque Chowdhury, 12/Abr

    Uma intervenção militar não pode derrubar o governo venezuelano , Valentin Vasilescu, 11/Abr

    Liberdade para Lula. Unidade para barrar os retrocessos! , PCB, 10/Abr

    A ordem executiva da Casa Branca sobre pulsos electromagnéticos , Donald Trump, 08/Abr

    A suja história de corrupção de um oligarca americano , F. William Engdahl, 07/Abr

    Argélia: Levantamento popular contra o regime , Alger Républicain, 05/Abr

    Da "explosão demográfica" ao "envelhecimento populacional": 220 anos de falácias , Henrique Júdice Magalhães, 04/Abr

    1964: a infâmia, a cicatriz e o bufão , Mauro Luis Iasi, 03/Abr

    Furiosos, mas não desesperados! , Carolus Wimmer, 02/Abr

    Uma forma de sabedoria... , Rémy Herrera, 01/Abr

    Brasil: A burguesia bate continência para o General Mourão , Gabriel Landi Fazzio, 31/Mar

    Os EUA e a mudança de regime na Venezuela (I) , Carlos Fazio, 30/Mar

    Elliot Abrams, o novo Cantinflas , Tribuna Popular, 29/Mar

    Benvindos ao inferno: A cidade mineira de La Rinconada, no Peru , Andre Vltchek, 27/Mar

    A crise económica e os bancos centrais , Eric Toussaint, 26/Mar

    Paulo Guedes, um assassino social a serviço dos rentistas, grandes empresários e do imperialismo! , Edmilson Costa, 25/Mar

    "Nitro Zeus" e o apagão na Venezuela , Whitney Webb, 23/Mar

    Brasil: Banqueiros são os maiores defensores da Reforma da Previdência , Maria Lucia Fattorelli, 22/Mar

    Brasil: RUMO À GREVE GERAL! , PCB, 21/Mar

    "A água não deve ser um produto mercantil" , Associação Água Pública, 21/Mar

    Porque o PCB não assinou o apelo comum de apoio à EUE nas eleições para o PE , PCB, 20/Mar

    "Será muito difícil muito vencerem-nos" (II) , Stalin Pérez Borges, 20/Mar

    "Será muito difícil muito vencerem-nos" (I) , Stalin Pérez Borges, 19/Mar

    Teoria económica e imperialismo , Prabhat Patnaik, 18/Mar

    Vectores do desenvolvimento da estratégia militar russa nas condições actuais , Valeriy Gerasimov, 16/Mar

    Este movimento climático não menciona a guerra , Michel Chossudovsky, 15/Mar

    O ciberataque como guerra de baixa intensidade , Rodrigo Benedith, 14/Mar

    Coletes amarelos: "odiosos", "depredadores", "anti-semitas"... o que mais ainda? , Rémy Herrera, 13/Mar

    Elliott Abrams, o homem que dedicou a sua vida a destruir a democracia , John Schwarz, 12/Mar

    Portugal: Coluna vertebral precisa-se , José Goulão, 11/Mar

    O regresso benvindo da teoria do Capitalismo Monopolista do Estado , Greg Godels, 10/Mar

    Assange, o prisioneiro que diz não ao big brother , John Pilger, 08/Mar

    Dar a bomba nuclear à Arábia Saudita , Chris Hedges, 07/Mar

    O euro do nosso descontentamento , João Rodrigues, 04/Mar

    Maduro 1, Abrams 0:   Mas a partida está longe de terminada... , The Saker, 02/Mar

    Recuo dos direitos humanos em França , Remy Herrera, 01/Mar

    Banqueiros assaltam a regulação bancária , Pilar Camacho, 28/Fev

    Banqueiros assaltam a regulação bancária , Pilar Camacho, 28/Fev

    O regulamento terrorista que tramita no Parlamento Europeu , La Quadrature du Net, 27/Fev

    Ataque à Previdência no Brasil:   A farsa que antecede a tragédia , Henrique Júdice Magalhães, 26/Fev

    Anatomia da intervenção imperialista , Prabhat Patnaik, 25/Fev

    Enfim (um dia de) greve geral! , Rémy Herrera, 23/Fev

    Pombas no monturo: evangélicos, obras faraônicas e favelas , Raúl Zibechi, 22/Fev

    Sábado, 23: Um guião para a invasão da Venezuela , Juan Martorano, 20/Fev

    A fase predatória do capitalismo , Jorge Figueiredo, 20/Fev

    5G: Apelo à ONU, OMS, UE, Conselho da Europa e governos de todas as nações , 19/Fev

    O que o Pentágono oculta sobre uma possível intervenção militar na Venezuela , José Negrón Valera, 18/Fev

    Manual da OCDE para governos neoliberais , Rui Viana Pereira, 17/Fev

    Quem é o golpista Juan Guaidó , Max Blumenthal e Dan Cohen, 16/Fev

    Esfaimar a Venezuela para levá-la à submissão , Israel Shamir, 15/Fev

    O testemunho de Yanis Varoufakis esmaga a ele próprio , Eric Toussaint, 13/Fev

    Privatização: mito vs. realidade , Pablo Lima, 12/Fev

    Acerca da Venezuela , Michael Hudson, 11/Fev

    A brilhante estratégia de Trump para desmembrar a hegemonia do dólar americano , Michael Hudson, 10/Fev

    Sacrifício não global , José Ferrer, 08/Fev

    O enigma aparente do crescimento , Prabhat Patnaik, 30/Jan

    Venezuela: O que eles esquecem , Romain Migus, 29/Jan

    A estratégia perdedora de Trump , James Petras, 29/Jan

    Democracia francesa, morta ou viva? , Diana Johnstone, 28/Jan

    O golpe estado na Venezuela , PCV, 27/Jan

    O reconhecimento por Trump de um governo venezuelano rival desencadeará uma avalanche diplomática , Wayne Madsen, 26/Jan

    A urgência de um "Grand débat" quanto à União Europeia , Rémy Herrera, 25/Jan

    "Quintal das traseiras" a ferro e fogo , José Goulão, 24/Jan

    Frente Ampla e Estratégia Revolucionária: questões preliminares , Cezar Lucho, 23/Jan

    "O jornalismo real atua como agente do povo, não do poder" , John Pilger, 22/Jan

    Entender a nova ofensiva contra a Venezuela , Romain Migus, 21/Jan

    Os satélites estão a mudar de sol , Ángeles Maestro, 19/Jan

    Análises lacrimosas da "extrema-direita" , Elissaios Vagenas, 18/Jan

    "O projeto de conciliação de classes do PT faliu" , Ricardo Antunes, 17/Jan

    Venezuela: Pela dissolução da Assembleia Nacional pró-imperialista , PCV, 16/Jan

    A recusa a defender Assange mostra a verdadeira natureza dos media corporativos , Caitlin Johnstone, 15/Jan

    Reviravolta no caso do MH17: Comprovada a culpa da Ucrânia , Eric Zuesse, 14/Jan

    O euro de Mário Centeno como "veículo de prosperidade" , Eugénio Rosa, 12/Jan

    A mobilização dos coletes amarelos não amortece , Rémy Herrera, 11/Jan

    O aprisionamento dentro de um discurso , Prabhat Patnaik, 10/Jan

    UE, "Nós somos o povo!" , Pierre Levy, 09/Jan

    A Comissão Europeia é ele , José Goulão e Pilar Camacho, 08/Jan

    Discurso de Ano Novo do líder da RDPC , Kim Jong-un, 07/Jan

    Washington está insolvente , Doug Bandow, 05/Jan

    Nova guerra fria e ameaças que emergem , John Pilger, 04/Jan

    Bolsonaro e o fascismo , Atilio A. Boron, 03/Jan

    Brasil: Por um 2019 de muita luta e resistência! , O Poder Popular, 02/Jan

    Crítica e crítica , Prabhat Patnaik, 01/Jan/2019

    A humanidade no limiar do Pico Petrolífero , Matthieu Auzanneau, 31/Dez

    Mas onde estão os líderes da esquerda francesa nas lutas actuais? , Rémy Herrera, 29/Dez

    O México e o governo de López Obrador – Desafios políticos e económicos , José Valenzuela Feijóo, 28/Dez

    Entre as mandíbulas da extrema-direita , Rémy Herrera, 26/Dez

    Como se reconhece uma revolução em França? , Fabrice Aubert, 21/Dez

    De Goebbels a Bolton: velhos e novos fascismos , Francisco Arias Fernández, 19/Dez

    A vigarice de Macron não funciona! , Rémy Herrera, 18/Dez

    Tudo o que pensava acerca da civilização ocidental está errado , John Siman, 17/Dez

    O movimento dos coletes amarelos , Prabhat Patnaik, 16/Dez

    Brasil: Meio século do Acto Institucional nº 5 , Edmilson Costa, 15/Dez

    A emergência do movimento dos "coletes amarelos" em França , Alger Republicain , 14/Dez

    A concentração do proletariado nas grandes cidades , Gabriel Landi Fazzio, 13/Dez

    A existência do euro, causa primária dos "coletes amarelos" , Todd, Sapir, Gomez, Rosa, Hureaux, Werrebrouck, …, 11/Dez

    Coletes amarelos, "IV acto": reina a ordem na Macrónia , Rémy Herrera, 10/Dez

    O regime internacional que emerge , Prabhat Patnaik, 10/Dez

    França:   E agora, os alunos dos liceus... , Rémy Herrera, 08/Dez

    Reflexões acerca do futuro da produção petrolífera mundial , Jean Laherrère, 07/Dez

    A falência do império americano aproxima-se , Hunter DeRensis, 06/Dez

    Aviltando a intelligentsia , Prabhat Patnaik, 05/Dez

    Neoliberalismo, o caminho sombrio para o fascismo , Chris Hedges, 04/Dez

    México: Os projectos e os desafios da esquerda , Laila Porras, 03/Dez

    O pesadelo de Polanyi , Alejandro Nadal, 02/Dez

    França:   Ao lado dos "coletes amarelos", coletes... vermelhos! , Rémy Herrera, 30/Nov

    A luta dos emigrantes e da classe trabalhadora, uma única , PCM, 29/Nov

    Comunismo na Constituição ou uma Constituição com comunismo? , Javier Gómez Sánchez, 27/Nov

    Coreia: Unificação, mas não ao "estilo alemão" , Andre Vltchek, 26/Nov

    A guerra dos metais raros , José Ferrer, 24/Nov

    França:   A mobilização dos "coletes amarelos" , Rémy Herrera, 23/Nov

    "Duas coisas salvariam o Brasil: interpretação de texto e consciência de classe" , Jessé Souza, 22/Nov

    Criminosos de guerra em altos cargos comemoram o fim da I Guerra Mundial , Michel Chossudovsky, 21/Nov

    O modelo "Ocean" e o fascismo , Rosana Bond, 20/Nov

    O neoliberalismo e a difusão do desenvolvimento , Prabhat Patnaik, 19/Nov

    Brasil: Toda solidariedade aos médicos cubanos! , PCB, 18/Nov

    O Reino Unido viola flagrantemente as normas de um comportamento decente , Peter Korzun, 17/Nov

    A crucificação de Julian Assange , Chris Hedges, 15/Nov

    Dois projetos para o Brasil , Samuel Pinheiro Guimarães, 14/Nov

    Brasil: Manter os pobres "no seu lugar" , Elaine Tavares, 13/Nov

    O sujeito oculto: ao vencedor as batatas , Mauro Luis Iasi, 12/Nov

    O regime saudita sobrevive, mas entra em tempos perturbados , Melkulangara Bhadrakumar, 11/Nov

    O big business volta a atacar:   a luta de classes a partir de cima , James Petras, 09/Nov

    Quando um colonialismo oculta outro , Bruno Guigue, 08/Nov

    Táticas militares exóticas do mundo contemporâneo , Andrew Korybko, 07/Nov

    A perda da supremacia militar e a miopia do planeamento estratégico dos EUA (II) , Daniel Vaz de Carvalho, 06/Nov

    A perda da supremacia militar e a miopia do planeamento estratégico dos EUA (I) , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Nov

    Bem-vindos à selva , Pepe Escobar, 04/Nov

    Por que o Pentágono está a armar insetos? , F. William Engdahl, 03/Nov

    Um manual de segurança digital para tempos sombrios , Anarco Esporte Fino, 02/Nov

    Bolsonaro será um Pinochet ou um populista? , George Galloway, 01/Nov

    Os ratos que saem dos porões da civilização , José Martins, 31/Out

    Organizar a resistência e unir as forças populares, democráticas e patrióticas contra o fascismo! , PCB, 29/Out

    No Brasil a justiça eleitoral toma partido a favor de Bolsonaro , 27/Out

    "A Justiça reconhece o fascismo em meu adversário" , Brasil de Fato, 27/Out

    WhatsApp, sozinho, não muda o mundo , Elaine Tavares, 27/Out

    A cusparada premonitória de Jair Bolsonaro , Chico Paiva Avelino, 26/Out

    A histeria do aquecimento global:   juízes holandeses substituem-se ao poder político , Pierre Lévy, 26/Out

    Dentro das redes do fascismo:   duas semanas entre os grupos de WhatsApp de eleitores do Bolsonaro , Sebastián Valdomir, 25/Out

    Brasil: A censura à imprensa já começou , Leonardo Fernandes, 24/Out

    O capitalismo e o desenvolvimento do Terceiro Mundo , Prabhat Patnaik, 23/Out

    Triste povo brasileiro , Paulo Metri, 22/Out

    Superar a dispersão para resistir ao fascismo , PCB, 21/Out

    O fascismo e os "homens bons" , Mauro Luis Iasi, 19/Out

    O Che e a economia mundial , Rémy Herrera, 19/Out

    As mentiras do Financial Times , James Petras, 18/Out

    Bem-vindo ao inferno do G-20 , Pepe Escobar, 17/Out

    Existe ameaça fascista? , Anita Leocadia Prestes, 16/Out

    É tudo um embuste , Paul Craig Roberts, 15/Out

    O plano econômico de Jair Bolsonaro , Alexandre Andrada, 13/Out

    O complexo militar-industrial-humanitário:   A expansão da hegemonia ocidental com o pretexto da virtude , Tomasz Pierscionek, 12/Out

    O futuro da democracia ocidental está em jogo no Brasil , Pepe Escobar, 11/Out

    Capital e classe: desigualdade após a crise , David Ruccio e Jamie Morgan, 10/Out

    Assange revela a maior ameaça à humanidade , 09/Out

    Brasil: Derrotar Bolsonaro! , PCB, 08/Out

    A próxima depressão , Chris Hedges, 08/Out

    O Marxismo, crítica da economia política ou economia política? , Rémy Herrera, 07/Out

    Eleições brasileiras: De susto, de bala ou vício , Dóris Castro e Ana Araújo, 06/Out

    Brasil: Não pode haver ilusões com nenhum governo e aos trabalhadores resta a resistência , Paulo Passarinho, 06/Out

    O Departamento de Estado desvenda abertamente seus planos para garantir a supremacia global dos EUA , Sergey Latyshev, 06/Out

    Clima, energia e políticas públicas , Demétrio Alves, 05/Out

    Bolsonaro diz que ideologia é mais grave que corrupção , Hora do Povo, 04/Out

    Brasil: Todas unidas contra o fascismo! , CNCFCAM, 03/Out

    A ONU assegura que a situação na Venezuela se deve a uma guerra económica , Telesur/Tvnet, 26/Set

    Aonde vai o Brasil? , Gabriel Landi Fazzio, 25/Set

    Ponha na primeira página: Já não há repórteres , John Pilger, 24/Set

    O caminho para a estagnação em Portugal , Eugénio Rosa, 23/Set

    Solidariedade com as universidades brasileiras , Jean-Paul Lainé, 20/Set

    EUA: O século de guerras perdidas , James Petras, 19/Set

    Brasil: A armadilha do voto útil e o desafio da esquerda , Mauro Luis Iasi, 18/Set

    Reflexões sobre a terra , Jeremy Cronin, 17/Set

    Como Putin virou o jogo:   a paz através força , Andrei Martyanov, 16/Set

    Fazer atoleiros na Síria é um passo rumo à "mudança de regime" em Washington DC , Alastair Crooke, 14/Set

    EUA esforçam-se por alcançar a tecnologia hipersónica russa , Andrei Akulov, 13/Set

    Um apelo para fazer Julian Assange regressar ao seu país , John Pilger, 12/Set

    "Moscovo aumentou a aposta na Síria" , Veteran Intelligence Professionals for Sanity, 11/Set

    A supremacia militar perdida dos EUA , Jorge Figueiredo, 10/Set

    A universidade brasileira sem reforma e o seu atraso renovado , Henrique Júdice Magalhães, 08/Set

    O gato e o cozinheiro , Andrei Martyanov, 07/Set

    Notas de Dmitri Rogozin, um embaixador russo junto à NATO (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 06/Set

    Destruição do Museu Nacional: crime contra a Humanidade , Jornal O Poder Popular , 05/Set

    Notas de Dmitri Rogozin, um embaixador russo junto à NATO (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Set

    Operários e camponeses , Prabhat Patnaik, 03/Set

    Também sou uma naxalita urbana , Arundhati Roy, 02/Set

    O estertor final da hegemonia do dólar? , Peter Koenig, 01/Set

    Governos de membros do Conselho de Segurança da ONU abusam da declaração de Guterres sobre Idleb , SANA, 31/Ago

    Para Lavrov, Guterres não passaria de um pau-mandado à frente da ONU , Thierry Meyssan, 31/Ago

    Segundo o New York Times, Putin domina a América , Paul Craig Roberts, 30/Ago

    As finanças contra o povo , Prabhat Patnaik, 29/Ago

    A batalha de Idleb que Washington, Paris & Londres querem impedir , Kharroubi Habib, 28/Ago

    E se não houver energia suficiente daqui em diante? , Adam Taggart, 27/Ago

    Um Estado gangster , Craig Murray, 26/Ago

    A declaração de Tsipras:   A suposta "nova era" baseia-se nas ruínas dos direitos populares , KKE, 24/Ago

    Toda solidariedade aos imigrantes venezuelanos! , PCB, 23/Ago

    O desafiante Erdogan obtém apoio político da Rússia, China e Qatar , Ivan Danilov, 22/Ago

    O capitalismo mata-nos , Paul Craig Roberts, 21/Ago

    Brasil: Um idiota perigoso , Cid Benjamin, 20/Ago

    Comércio mundial e imperialismo , Michael Roberts, 18/Ago

    Guerra económica ao Irão é guerra à integração euro-asiática , Pepe Escobar, 17/Ago

    Crise monetária na Turquia , TKP, 16/Ago

    A impotência da UE face às sanções americanas contra o Irão , John Laughland, 15/Ago

    A impotência auto-imposta dos governos russo e chinês , Paul Craig Roberts, 14/Ago

    Classificação de universidades , Prabhat Patnaik, 13/Ago

    "Desobedeçamos à União Europeia!" , 12/Ago

    Rostos da Coreia do Norte , Andre Vltchek, 10/Ago

    O imperialismo do capital financeiro e as "guerras comerciais" , Prabhat Patnaik, 09/Ago

    Venezuela: "Devemos preparar-nos" , Carolus Willer, 06/Ago

    O novo empréstimo do FMI à Argentina foi concebido para reencenar a crise de 2001 , Michael Hudson, 05/Ago

    Está no campo de Trump a bola para aliciar o Irão , M K Bhadrakumar, 04/Ago

    Argentina: Duas tendências convergentes , Jorge Beinstein, 03/Ago

    O discurso do capitalismo sobre o "desenvolvimento" , Prabhat Patnaik, 02/Ago

    Como foi conseguida a redução do défice no 1º semestre de 2018 , Eugénio Rosa, 01/Ago

    França: Da repressão ao escândalo de Estado , Rémy Herrera, 31/Jul

    A comunidade de inteligência dos EUA como propulsora do colapso , Dmitry Orlov, 30/Jul

    Nicarágua:   A menina no bote , Atilio A. Boron, 29/Jul

    A China e o seu campesinato , Rémy Herrera, 28/Jul

    Robótica:   Mais mentiras da elite corrupta , Paul Craig Roberts, 27/Jul

    Grécia: Acerca dos incêndios desastrosos , KKE, 26/Jul

    O triângulo EUA-Rússia outra vez em movimento , M K Bhadrakumar, 26/Jul

    Bélgica: Mais um abandona o Partido da Esquerda Europeia , PCB, 24/Jul

    O golpe em marcha para o derrube do presidente Trump:  Sedição aos mais altos níveis , Paul Craig Roberts, 23/Jul

    Demência em massa no establishment ocidental , Diana Johnstone, 22/Jul

    Gulliver no país da macroeconomia , Alejandro Nadal, 21/Jul

    A América anula Trump:   Nenhuma paz com a Rússia , Paul Craig Roberts, 20/Jul

    A marcha errática de Donald Trump , James Petras, 19/Jul

    Será o presidente Trump um traidor por pretender a paz com a Rússia? , Paul Craig Roberts, 18/Jul

    Trump, NATO e "agressão russa" , Pepe Escobar, 17/Jul

    A grave situação da Associação Mutualista Montepio , Eugénio Rosa, 16/Jul

    Ciência e tecnologia na Coreia do Norte, Parte 4 , Kim Soobok, 16/Jul

    E se em França a luta social estivesse apenas a começar? , Rémy Herrera, 15/Jul

    Brasil: uma classe dominante truculenta, reacionária e entreguista , Edmílson Costa, 13/Jul

    Pormenores tramados , João Ramos de Almeida, 12/Jul

    As Honduras são um inferno: quem é responsável? , Justin Raimondo, 11/Jul

    Pela imediata libertação do ex presidente Lula, contra a insurreição judicial do juiz Sergio Moro! , PCB, 10/Jul

    Como nasceu e como morreu o "marxismo ocidental" , Domenico Losurdo, 10/Jul

    A China e a restauração do capitalismo , Michel Chossudovsky, 09/Jul

    França:   As lutas prosseguem, cada vez mais , Rémy Herrera, 05/Jul

    Os cobiçados metais raros: A peça que falta no puzzle coreano , Pepe Escobar, 04/Jul

    Por quanto tempo o banco central dos EUA poderá adiar o inevitável? , Paul Craig Roberts, 03/Jul

    Como socializar o sector bancário , Eric Toussaint, Patrick Saurin, 02/Jul

    Teoria marxista da dependência , Mathias Seibel Luce, 01/Jul

    O Mago de Oz vai ao banco central , Alejandro Nadal, 28/Jun

    Todo o mundo ocidental vive em dissonância cognitiva , Paul Craig Roberts, 27/Jun

    George Soros e a presente conjuntura , Prabhat Patnaik, 26/Jun

    O custo do trabalho em Portugal e na UE (2) , Eugénio Rosa, 25/Jun

    O custo do trabalho em Portugal e na UE (1) , Eugénio Rosa, 25/Jun

    França:   Até onde e até quando? , Rémy Herrera, 24/Jun

    Itália: Contra o Euro e a União Europeia , Fosco Giannini, 22/Jun

    EUA: a armadilha da dívida conduz à espiral da morte , F. William Engdahl, 22/Jun

    Brasil:  A cruenta implosão de uma sociedade condenada , Henrique Júdice Magalhães, 21/Jun

    Rússia liquida montante recorde de Títulos do Tesouro dos EUA , Arkady Savitsky, 20/Jun

    Os "euroinómanos" já não podem ocultar a decomposição da UE , Jacques Sapir, 19/Jun

    Trump contra todo o resto , Prabhat Patnaik, 18/Jun

    Um conto de duas cimeiras , Finiam Cunningham, 17/Jun

    França:   Greve em todas as frentes , Rémy Herrera, 16/Jun

    O curioso caso do silêncio da esquerda sobre Julian Assange , John Pilger e Dennis J Bernstein, 15/Jun

    Emissão monetária só pelo banco nacional! , PST-POP, 14/Jun

    A Cimeira Kim-Trump:   factos, fantasias e perspectivas , Tim Beal, 13/Jun

    O ataque de raiva de Trump e a economia mundial , Michael Roberts, 12/Jun

    A pressão para privatizar bancos , Prabhat Patnaik, 10/Jun

    Da arte de romper um acordo , Pepe Escobar, 07/Jun

    A recuperação imperial e os trabalhadores , James Petras, 06/Jun

    Questões chave para entender a situação venezuelana (II) , Maria Páez Victor, 05/Jun

    Carta de Kim a Trump , Michel Chossudovsky, 04/Jun

    Seja jovem e cale a boca! , Rémy Herrera, 03/Jun

    Questões chave para entender a situação venezuelana (I) , Maria Páez Victor, 01/Jun

    O golpe de Estado do presidente Mattarella , Jacques Sapir, 30/Mai

    A ingovernabilidade burguesa do Brasil , José Martins, 29/Mai

    O "Golpe de Mestre" dos Estados Unidos contra a Venezuela , Stella Calloni, 29/Mai

    A acumulação de nuvens tempestuosas , Prabhat Patnaik, 28/Mai

    Operações "Robin dos bosques" e tartarugas militantes , Rémy Herrera, 27/Mai

    Um império de absolutamente nada? , Tom Engelhardt, 24/Mai

    Comissão Europeia toca o dobre de finados para o gasóleo , Nicolas Meilhan, 22/Mai

    O chamado "interesse dos consumidores" , Prabhat Patnaik, 21/Mai

    Diplomatas russos expulsos poderão voltar depois de matarem alguns palestinos , Waterford Whispers, 21/Mai

    Cimeira EUA-Coreia do Norte está em risco , Gregory Elich, 19/Mai

    A autodestruição da esquerda contaminada pelo lulismo , Hamilton Octavio de Souza, 18/Mai

    Tentará John Bolton repetir o seu feito? , Moon of Alabama, 17/Mai

    Carta aberta aos ex-combatentes , FARC-EP, 16/Mai

    Geopolítica da saída de Trump do acordo com o Irão , Melkulangara Bhadrakumar, 15/Mai

    A ofensiva imperialista e o golpe de 2016 no Brasil , Luís Eduardo Fernandes, 14/Mai

    Um antídoto à propaganda ocidental sobre a Coreia , Gregory Elich, 13/Mai

    O golpe de Trump ao acordo do Irão expõe o banditismo dos EUA , Strategic Culture Foundation, 12/Mai

    Revolução colorida no Cáucaso coloca a Rússia num dilema , M.K. Bhadrakumar, 11/Mai

    O Che e a economia mundial , Rémy Herrera, 10/Mai

    Marx e o capitalismo , Prabhat Patnaik, 09/Mai

    Como a China se torna o primeiro financiador mundial , Valentin Katasonov, 08/Mai

    Os fazedores da guerra , The Saker, 07/Mai

    Será que o domínio é dos administradores e não dos capitalistas? , Michael Roberts, 05/Mai

    EUA fornecem armas letais à Ucrânia , Arkady Savitsky, 04/Mai

    Nós sabemos fazer um país , Mauro Luís Iasi, 03/Mai

    O que pode ser feito? , Paul Craig Roberts, 02/Mai

    Ferramentas para compreender o século XXI , Michel Husson, 01/Mai

    Acerca da natureza do sistema económico chinês , Rémy Herrera, 30/Abr

    O risco de desequilíbrio financeiro na ADSE , Eugénio Rosa, 30/Abr

    Macron no beija-mão de Trump , Rémy Herrera, 29/Abr

    Infrastruturas e vidas destruídas são os feitos da Coligação contra o Daech , Bachar al-Jaafari, 27/Abr

    O ouro abandona os cofres dos EUA , Peter Korzun, 26/Abr

    Oito mentiras de Theresa May , Alexander Shulgin, 25/Abr

    Ciência e Tecnologia na Coreia do Norte, Parte 3 , Kim Soobok, 24/Abr

    Como os EUA ocupam 30% da Síria e roubam o seu petróleo, água e gás , Whitney Webb, 23/Abr

    Guerra social e guerra imperialista , Rémy Herrera, 22/Abr

    Brasil: Manifesto em defesa das liberdades democráticas e dos direitos sociais , O Poder Popular, 21/Abr

    Acerca da escassez de alimentos , Prabhat Patnaik, 20/Abr

    Programa de Estabilidade 2018-2022 , Eugenio Rosa, 19/Abr

    Agressão de 14/Abril à Síria:   Quem saiu vitorioso? , Coronel Cassad, 18/Abr

    Outrora, faz muito tempo, a verdade era algo importante , Paul Craig Roberts, 17/Abr

    Vergonha e desonra para os agressores imperialistas , PCS, 17/Abr

    Trump abre uma caixa de Pandora no Médio Oriente , M K Bhadrakumar, 16/Abr

    Degenerescência e perda de controle dos media ocidentais , Andre Vltchek, 16/Abr

    Síria:   Informação aos media do chefe do Directório Operacional Principal do Estado Maior russo , Sergei Rudskoy, 15/Abr

    Les animaux de la Macronésie , César Príncipe, 14/Abr

    O regime Trump é insano , Paul Craig Roberts, 14/Abr

    Está aberta para Trump a porta de saída quanto ao ataque à Síria , M K Bhadrakumar, 13/Abr

    As novas armas da Rússia: Implicações para o Brasil , Ruben Bauer Naveira, 12/Abr

    Moscovo adverte Trump contra ataque à Síria , M K Bhadrakumar, 11/Abr

    Brasil:   Sobre a conjuntura, fascismos e golpes , Elaine Tavares, 10/Abr

    Macron, o que quer dizer isso em francês? , Rémy Herrera, 10/Abr

    De Skripal a ataque químico: Qual será a próxima acusação? , Paul Craig Roberts, 10/Abr

    FSM: Ativismo social financiado pelo capitalismo global , Michel Chossudovsky, 09/Abr

    As perigosas versões rascas dos novos 007s , Manuel Augusto Araújo, 08/Abr

    Repúdio à prisão do ex-presidente Lula , PCB, 07/Abr

    O enigma do crescimento chinês , Rémy Herrera e Zhiming Long, 06/Abr

    A mercantilização e a esfera pública , Prabhat Patnaik, 05/Abr

    A França no rumo do modelo colonial latino-americano , Philippe Chatelin, 04/Abr

    A uberização económica:   nova forma de servidão , Chris Hedges, 03/Abr

    A China enceta o longo caminho para resolver o puzzle do petro-yuan , Pepe Escobar, 02/Abr

    Catorze perguntas simples que a Grã-Bretanha precisa responder , Embaixada da Rússia em Londres, 01/Abr

    Acerca da assembleia do Montepio realizada em 28/03/2018 , Eugénio Rosa, 01/Abr

    O proteccionismo de Trump , Prabhat Patnaik, 31/Mar

    Um mês realmente histórico para o futuro do nosso planeta , The Saker, 30/Mar

    Expulsão de diplomatas russos anuncia tempos perturbados , M K Bhadrakumar, 29/Mar

    À beira da guerra nuclear , Paul Craig Roberts, 28/Mar

    A integridade desapareceu do ocidente , Paul Craig Roberts, 27/Mar

    Mudança tecnológica e empobrecimento , Prabhat Patnaik, 26/Mar

    Água é direito universal, não é do capital , Eduardo Grandi, 25/Mar

    Quatro dias para declarar uma Guerra Fria , Thierry Meyssan, 24/Mar

    Ensaio de guerra no Mediterrâneo Oriental , KKE, 23/Mar

    Porque o Reino Unido, a UE e os EUA atacam a Rússia , James Petras, 22/Mar

    As novas ditaduras latino-americanas , Jorge Beinstein, 21/Mar

    De um tipo desenvolvido por mentirosos , Craig Murray, 20/Mar

    Responsável russo responde ao "cale a boca e suma" britânico , Igor Konashenkov, 20/Mar

    Revisitação à perversidade da "avaliação de desempenho" , Jorge Seabra, 19/Mar

    Novichok: Caem por terra as alegações de Theresa May , Moon Of Alabama, 18/Mar

    Marielle, uma voz , Mauro Luis Iasi, 17/Mar

    Situação da Associação Mutualista Montepio Geral , Eugénio Rosa, 16/Mar

    A Itália nas garras dos EUA/NATO , Manlio Dinucci, 15/Mar

    O BE e as agressões imperialistas , Jorge Cadima, 14/Mar

    Brasil:   Unir a esquerda socialista com as pré candidaturas populares de Guilherme Boulos e Sônia Guajajara! , PCB, 13/Mar

    Relações de intimidação: Austrália, Timor-Leste e recursos naturais , Binoy Kampmark, 12/Mar

    As implicações dos novos sistemas de armas da Rússia , Andrei Martyanov, 11/Mar

    Acordo unitário estruturante PSUV-PCV , PSUV-PCV, 10/Mar

    O colapso do media e o que podemos fazer , Nafeez Ahmed e Andrew Markell, 09/Mar

    O mergulho da galinha , Eleutério F. S. Prado, 07/Mar

    Tribunal da UE legaliza o despedimento de trabalhadoras grávidas , KKE, 06/Mar

    O discurso de Putin , Paul Craig Roberts, 05/Mar

    Mercado mundial e "globalização" capitalista , Carlos Carvalhas, 04/Mar

    Despesas de guerra levam os EUA à bancarrota , John W. Whitehead, 02/Mar

    O Petro: solução para a crise económica da Venezuela? , Andrés Villadiego, 01/Mar

    A NATO está a transformar a Europa num campo de batalha contra a Rússia , Manlio Dinucci, 28/Fev

    EUA recusam-se a limpar os resíduos cancerígenos deixados na Base das Lajes , RT, 27/Fev

    "Nossos gritos de indignação acerca do sítio de Ghouta soam ocos pois nada faremos para salvar os civis" , Robert Fisk, 26/Fev

    Brasil: O falacioso discurso da segurança pública , Vera Malaguti Batista, 26/Fev

    A agressão dos EUA na Síria – um plano imperialista , Strategic Culture Foundation, 25/Fev

    "O Rio não precisa de intervenção. O Rio precisa de uma Revolução". , Mauro Luis Iasi, 24/Fev

    Síria: Intensificação súbita da rivalidade EUA-Rússia , M K Bhadrakumar, 23/Fev

    A Europa dança ao ritmo dos EUA , Alex Gorka, 22/Fev

    Bolhas, acções e crashes , Prabhat Patnaik, 21/Fev

    O papel da NATO no surgimento de mercados de escravos na Líbia , Ben Norton, 20/Fev

    Irrigar os campos – uma luta de duas décadas , Kim Soobok, 19/Fev

    Ciência e tecnologia como o caminho para o progresso económico , Kim Soobok, 18/Fev

    Ciência e tecnologia como o caminho para o progresso económico, Introdução , Zoom in Korea, 17/Fev

    Fazer a América grande através da exploração, servidão e abuso , James Petras, 15/Fev

    O mito da Bitcoin como moeda , Prabir Purkayastha, 14/Fev

    A reestruturação violenta do mercado de trabalho em Portugal , Eugénio Rosa, 13/Fev

    O mundo arde enquanto a esquerda ocidental anda em querelas , Andre Vltchek, 12/Fev

    Washington ameaça a América e o mundo , Paul Craig Roberts, 09/Fev

    O boom do shale não pode perdurar por longo tempo , Nick Cunningham, 08/Fev

    Reciclagem da Dívida Ativa: um esquema altamente fraudulento , Poder Popular, 07/Fev

    Feudalismo bancário , Alejandro Nadal, 06/Fev

    O projecto do novo Código Mutualista, agora em discussão pública , Eugénio Rosa, 06/Fev

    A ascensão dramática da desigualdade de riqueza , Prabhat Patnaik, 04/Fev

    Brasil:  Para onde vamos? , Plinio Arruda Sampaio Jr., 02/Fev

    Indústria do petróleo:  Fim da crise e emergência da Rússia , Jacques Sapir, 01/Fev

    Tio Sam descarta os curdos (mais uma vez) , The Saker, 31/Jan

    O modelo da propaganda revisitado , Edward S. Herman, 30/Jan

    Segredos das operações israelenses de assassínio , Ethan Bronner, 29/Jan

    Brasil: E agora? É hora de chutar o tabuleiro! , Mauro Iasi, 28/Jan

    A conspiração genocida contra a Coreia do Norte , Christopher Black, 27/Jan

    O efeito Seneca , Jantje Hannover, 26/Jan

    A miséria do agronegócio brasileiro , José Martins, 25/Jan

    Sobre o julgamento, em segunda instância, do ex-presidente Lula , PCB, 24/Jan

    Coreia do Norte, um agente da paz , Peter Koenig, 22/Jan

    EUA apanhados em situação difícil no norte da Síria , M K Bhadrakumar, 21/Jan

    A calúnia das alegadas "perdas de água" no abastecimento público , Luísa Tovar, 19/Jan

    O governo anti-popular do SYRIZA-ANEL "semeou ventos e colherá tempestades" , KKE, 17/Jan

    Cuba e sua economia: 2017-2018, uma avaliação preliminar , José Luis Rodríguez, 17/Jan

    Tiramos conclusões, tornamo-nos mais fortes , Dimitris Koutsoumpas, 16/Jan

    "Eu, neocon" – a política externa do imperador Trump , Wayne Madsen, 15/Jan

    EUA e Israel intensificam a guerra híbrida na Síria , M K Bhadrakumar, 13/Jan

    Descobrir a resposta para uma charada envolta num mistério , Pepe Escobar, 11/Jan

    O problema com a esquerda indiana , Prabhat Patnaik, 10/Jan

    Uma nova reviravolta na investigação do Voo MH17 , Oriental Review, 09/Jan

    O desmoronar dos balanços das multinacionais petrolíferas , Manuel Peinado Lorca, 08/Jan

    Sobre o julgamento, em segunda instância, do ex-presidente Lula , PCB, 07/Jan

    O discurso de Ano Novo de Kim Jong-un e a perspectiva para a paz , Hyun Lee, 06/Jan

    Pavel Groudinine, candidato do PCFR às presidenciais de 2018 , Guillaume Suing, 05/Jan

    Quanta morte e destruição nos aguardam em 2018? , Paul Craig Roberts, 04/Jan

    Haiti: do tráfico de escravos à escravatura económica da dívida , Jérôme Duval, 03/Jan

    "Força alguma prevalecerá sobre a independência e a justiça" , KCNA, 31/Dez/2017

    Quer guerra com a Coreia do Norte? Peça-a ao Congresso , Daniel L. Davis, 31/Dez

    Os melhores livros de 2017 , Michael Roberts, 29/Dez

    Um comboio descontrolado rumo à digitalização total da moeda e do trabalho , Peter Koenig, 28/Dez

    "Caminhamos para uma 'indianização' do Brasil" , Ricardo Antunes, 27/Dez

    As novas sanções à Coreia do Norte , Peter Koenig, 26/Dez

    Reflexões sobre a crise atual e as tarefas da esquerda revolucionária no Brasil , Edmilson Costa, 25/Dez

    Acerca do imperialismo em Marx , Prabhat Patnaik, 24/Dez

    Fantasma georgiano , César Príncipe, 20/Dez

    "O bloqueio naval é um acto de guerra" , KCNA, 15/Dez

    Turquia reivindica a liderança muçulmana , M K Bhadrakumar, 14/Dez

    Coreia: A mais mortífera campanha de bombardeamento da história , Ted Nace, 12/Dez

    Santinho de Donskoi , César Príncipe, 11/Dez

    "Pela ruptura com a submissão ao Euro e à UE" , Paula Santos, 11/Dez

    "O preço do ouro explodirá & o dólar será liquidado" , Peter Schiff, 10/Dez

    Os meus meninos de Gaza , João Carlos Lopes Pereira, 09/Dez

    Viva a Grande Revolução de Outubro, contra 100 anos de agressão imperialista! , Andre Vltchek, 08/Dez

    A intensificação da militarização e da agressividade da UE , CWPE, 04/Dez

    Será que não conseguem perceber a guerra a surgir no horizonte? , Paul Craig Roberts, 03/Dez

    O engodo e o dinheiro do engodo , Pierre Lévy, 01/Dez

    Para onde tem ido todo o excedente? , David Ruccio, 30/Nov

    "Como se pode ser norte-coreano?" , Robert Charvin, 28/Nov

    "Problemas económicos do socialismo na URSS", o autor e a obra (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 27/Nov

    "Problemas económicos do socialismo na URSS", o autor e a obra (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 26/Nov

    Ameaças militares dos EUA são provocações para a guerra nuclear , Carla Stea, 25/Nov

    Como a Coreia do Norte rastreia seus mísseis de longo alcance? , Chad O'Carroll, 23/Nov

    E tudo o Espírito Santo levou , Soares Novais, 22/Nov

    Ishiguro, a Nova Guerra Fria e o labirinto da memória , M K Bhadrakumar, 21/Nov

    Será que a América sobreviverá a Washington? , Paul Craig Roberts, 20/Nov

    O pior que há em nós , João Carlos Lopes Pereira, 20/Nov

    Consumidores de combustíveis pagam em Portugal preços superiores aos da UE , Eugénio Rosa, 14/Nov

    Clinton, Assange e a guerra à verdade , John Pilger, 13/Nov

    Carta de Marx a Stuart:   Sobre a natureza do Estado , César Príncipe, 12/Nov

    A conjuntura leninista , Prabhat Patnaik, 10/Nov

    Alta dos preços do petróleo em consequência do expurgo saudita , Alexander Mercouris, 09/Nov

    "Enfrentar as ilusões do reformismo" , PCB, 08/Nov

    A Revolução de Outubro, normal ou monstruosa? , Annie Lacroix-Riz, 07/Nov

    A intriga no cerne do triângulo Pequim-Riad-Washington , Valentin Katasonov, 06/Nov

    O capitalismo neoliberal e a sua crise , Prabhat Patnaik, 04/Nov

    Coreia do Norte: Uma vítima, não uma ameaça , Felicity Arbuthnot, 03/Nov

    Argentina: a instalação da ditadura mafiosa , Jorge Beinstein, 02/Nov

    O que não aprendemos com a Revolução Russa , Mauro Luis Iasi, 31/Out

    O governo burguês e a monarquia procuram superar a crise económica de estado com um auto-golpe , PCPE, 30/Out

    Adeus civilização ocidental , Paul Craig Roberts, 27/Out

    Catalunha: nacionalismo burguês, ressurgências franquistas , Andres B. Alonso, 26/Out

    Washington proíbe a Sérvia de desminar a Síria , Daniel McAdams, 25/Out

    Brasil: Por uma frente de esquerda socialista , PCB, 24/Out

    Independência e auto-determinação:   Armas para a construção do império ou para a libertação nacional? , James Petras, 23/Out

    O abismo brasileiro , Guilherme Boulos, 22/Out

    O petrodólar e a nova divisa chinesa com lastro ouro , Paul Craig Roberts, 20/Out

    Contributos para a luta contra incêndios florestais em Portugal , Armando José Pereira Marcelino, 18/Out

    Acerca da guerra bacteriológica durante a Guerra da Coreia , Jeffrey Kaye, 18/Out

    Mudanças estruturais no interior do imperialismo , Prabhat Patnaik, 16/Out

    Como a administração Trump está a travar uma guerra feroz à Coreia do Norte , Gregory Elich, 14/Out

    BCE ganhou quase 8 mil milhões de euros com a crise financeira grega , 13/Out

    A ascensão da "Nova política" da Grã-Bretanha , John Pilger, 11/Out

    "Não matem em prol de Trump e do Pentágono!" , Kermit Leibensperger, 10/Out

    A esquerda diante da lição de dignidade e democracia na Catalunha , Oskar Matute e María del Río, 09/Out

    Demissões na TAP-ME do Brasil , Luís Eduardo Gomes, 06/Out

    O recanto dos cretinos , Carlo Frabetti, 04/Out

    A encruzilhada da Venezuela , Edmilson Costa, 03/Out

    A RDPC explica que a ONU traiu a sua missão , Ri Yong Ho, 02/Out

    A crescente desigualdade de rendimento , Prabhat Patnaik, 01/Out

    Perante a repressão na Catalunha , PCPE, 29/Set

    A guerra de Trump ao povo norte-coreano , Gregory Elich, 28/Set

    A morte da história , John Pilger, 26/Set

    O cartel dos negócios da água em campanha autárquica , Luisa Tovar, 25/Set

    A senilidade do presidente Trump , Kim Jong-Un, 24/Set

    A guerra dos cruzeiros , César Príncipe, 22/Set

    Venezuela rompe com o petrodólar , Manlio Dinucci, 21/Set

    A ofensiva do Outono:   EUA, França e Brasil , James Petras, 20/Set

    Os EUA não ouvem "palavras educadas" , KCNA, 19/Set

    A Google é a NSA , Phil Butler, 18/Set

    Respeito aos direitos humanos na República Bolivariana da Venezuela , CETIM, 17/Set

    Governos europeus investem no tráfico de refugiados , José Goulão, 16/Set

    Forças Armadas e polícias numa pseudodemocracia agonizante , Henrique Júdice Magalhães, 15/Set

    Uma lição económica para a China e a Rússia , Paul Craig Roberts, 14/Set

    A viragem da América rumo ao fascismo e suas contradições , Prabhat Patnaik, 13/Set

    Os "aristocratas" da Autoeuropa , Soares Novais, 12/Set

    Quem domina a América? , James Petras, 11/Set

    EUA: a crise e seu impacto sobre a classe trabalhadora , José C. Valenzuela Feijóo, 09/Set

    EUA: origens dos lucros e parasitismo crescente , José C. Valenzuela Feijóo, 08/Set

    FARC, um novo partido para uma nova Colômbia , Edmilson Costa, 07/Set

    Ensaio nuclear norte-coreano:   legítimo e necessário , Ruptures, 06/Set

    EUA: uma contradição peculiar e novíssima , José Valenzuela Feijóo, 05/Set

    Venezuela e Angola, história de duas eleições , João Carlos Graça, 04/Set

    A Revolução de Outubro e a sobrevivência do capitalismo , Prabhat Patnaik, 03/Set

    Como acabar com o terrorismo – 10 receitas fáceis de aplicar , Purificación González de la Blanca, 02/Set

    Washington parece um jardim-de-infância sob o efeito de LSD , The Saker, 31/Ago

    O Afeganistão e a rota da CIA para a heroína , Pepe Escobar, 30/Ago

    O bitcoin e as tulipas digitais , Alejandro Nadal, 29/Ago

    Novo estudo climático desmente a teorização aquecimentista , Tyler Durden, 28/Ago

    Como é belo o mundo livre! , Bruno Guigue, 26/Ago

    Coreia do Norte, ou o fim do mito da Nova Ordem Multilateral , Alberto Cruz, 25/Ago

    Operação militar do Brasil com EUA na Amazônia tem Venezuela como alvo , Brasil 247, 24/Ago

    O "rastro ucraniano" dos mísseis norte-coreanos , Eduard Popov, 23/Ago

    Malorússia, o novo Estado que substituirá a Ucrânia , DONI News, 22/Ago

    Portugal devastado: rotina ou terrorismo? , José Goulão, 21/Ago

    Que emprego está a ser criado em Portugal? , Eugénio Rosa, 20/Ago

    Relações EUA-Rússia destinadas a uma viragem incrível , M K Bhadrakumar, 19/Ago

    Tirem as mãos da Venezuela! , PCB, 18/Ago

    A auto-defesa e a RDPC , Workers World, 17/Ago

    Comunicado da FANB perante a nova ameaça imperialista do governo norte-americano , Força Armada Nacional Bolivariana, 16/Ago

    Coreia do Norte: Sanções mortíferas impostas pela instituição que diz defender a paz e a justiça, o Conselho de Segurança da ONU , Peter Koenig, 15/Ago

    O império ataca de novo , Neil Clark, 14/Ago

    Venezuela: Rupturas na narrativa , Thierry Deronne, 13/Ago

    Brasil, o paraíso dos rentistas , Ana Araujo e José Martins, 11/Ago

    Venezuela: As reservas internacionais e o serviço da dívida externa , PCV, 10/Ago

    Vinte anos após a crise financeira asiática , Prabhat Patnaik, 09/Ago

    Cinco mentiras do BE sobre a constituinte venezuelana , António Santos, 08/Ago

    O chamamento da guerra nuclear , John Pilger, 07/Ago

    Brasil: O calendário e a marcha dos acontecimentos , Mauro Luis Iasi, 06/Ago

    As consequências da destruição da URSS , Juozas Ermalavichyus, 05/Ago

    Dumbo, uma das (muitas) ferramentas da CIA , WikiLeaks, 04/Ago

    Mrs. Janet Yellen não piscou , Fábio Magalhães e José Martins, 02/Ago

    O que significa a vitória do chavismo na Constituinte? , Victor Hugo Majano, 02/Ago

    UE quer congelar contas para travar corridas bancárias , Tyler Durden, 01/Ago

    Não há quem possa com o povo de Hugo Chávez , Carlos Aznárez, 31/Jul

    Estará a Coreia do Norte a derrotar as sanções? , Henri Féron, 31/Jul

    Venezuela: O ABC da Assembleia Nacional Constituinte , Pablo Siris Seade, 29/Jul

    A CIA e a contra-revolução na Venezuela , Atilio A. Borón, 28/Jul

    A ignorância, a preguiça e o preconceito , Agostinho Lopes, 27/Jul

    O que significa CIMA? , Néstor García Iturbe, 26/Jul

    Um antídoto para o vocabulário de duplo sentido em teoria económica , Jamie Morgan, 25/Jul

    Venezuela: Frente Popular anti-imperialista e antifascista , PCV, PPT, REDES, PRT, BRAVO SUR, VOCES y GAYONES, 18/Jul

    EUA, estado das guerras , Nicolas J. S. Davies, 17/Jul

    Despedir trabalhadores, fechar agências, vender ativos e transformar a CGD numa "Caixinha" , Eugénio Rosa, 16/Jul

    Sociedade moçambicana põe em causa legalidade de empréstimos "odiosos" , Jubilee Debt Campaign, 15/Jul

    PCB repudia condenação de Lula e política petista de conciliação de classe , 14/Jul

    O estado do Estado , Demétrio Alves, 11/Jul

    Denunciar o desastre social e o vocabulário do engano (2) , Michael Hudson, 10/Jul

    Denunciar o desastre social e o vocabulário do engano (1) , Michael Hudson, 09/Jul

    Primeira reunião Putin-Trump:   resultados quase nulos , The Saker, 08/Jul

    Porque Washington está preocupada com o ICBM norte-coreano , Stephen Gowans, 07/Jul

    O desenvolvimento acelerado dos mísseis da Coreia Norte , Gregory Elich, 03/Jul

    A má fé do governo colombiano , KKE, 02/Jul

    A intervenção do banco central serve os Um Porcento , Paul Craig Roberts, 30/Jun

    "No Brasil, a barbárie tem a cara de um processo de reversão neocolonial" , Plínio de Arruda Sampaio Jr, 28/Jun

    Como as classes populares fizeram história , Marcus Rediker, 27/Jun

    Síria: o fim da guerra agora está à vista , Moon of Alabama, 26/Jun

    Para onde vamos: socialismo ou barbárie? , Anita Leocadia Prestes, 26/Jun

    É Nato o neonazismo na Europa , Manlio Dinucci, 25/Jun

    Cada vez mais próximos da guerra , Brian Cloughley, 24/Jun

    Novo choque petrolífero em 2020, afirma o presidente da Total , Charles Sannat, 23/Jun

    Pedrógão, uma raiva sem fim... , Agostinho Lopes, 22/Jun

    Todo apoio à greve geral do dia 30 de junho! , Frente de Esquerda Socialista, 22/Jun

    Por trás do alarde quanto ao e-comércio , Rahul Varman, 21/Jun

    Após as legislativas francesas , Ruptures, 20/Jun

    Cresce a resistência de classe à "globalização" , Prabhat Patnaik, 19/Jun

    Brasil:   Meirelles, tão sujo quanto Temer , Osvaldo das Neves, 16/Jun

    Venezuela, entre o chavismo e a restauração colonial , Jorge Beinstein, 15/Jun

    A crise no Qatar , The Saker, 14/Jun

    O confronto petrolífero e as novas rotas mundiais , Rui Namorado Rosa, 13/Jun

    O baile dos bancos zumbis , Simone Wapler, 12/Jun

    Brasil: Uma reforma trabalhista feita pelos parasitas , Crítica da Economia, , 11/Jun

    Contra a transformação da Grécia num centro de operações da NATO , KKE, 07/Jun

    Brasil:  Temer estará no fim? , Michael Roberts, 06/Jun

    A Miguel Urbano, um comunista , Ángeles Maestro, 05/Jun

    Terrorismo na Grã-Bretanha:   O que é que a primeira-ministra sabia? , John Pilger, 04/Jun

    Uma guerra curta e vitoriosa: A varinha mágica do presidente dos EUA , Andrei Akulov, 02/Jun

    Documentos de identificação descobertos no rastro de ataques terroristas , Michel Chossudovsky, 01/Jun

    Como os media inventam a "repressão" na Venezuela , Thierry Deronne, 31/Mai

    Miguel Urbano Rodrigues e o PCB , 30/Mai

    Miguel Urbano Rodrigues,   02/08/1925 – 27/05/2017 , 29/Mai

    Orhan Pamuk e as duas Turquias , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Mai

    "Ao aprofundar seu programa, as classes dominantes aprofundam a própria ingovernabilidade do Brasil" , José Antônio Martins, 25/Mai

    História da guerra da Coreia , Eric Struch, 24/Mai

    Como manter comunicações privadas na era do Big Brother , The Saker, 23/Mai

    "A melhor solução para Portugal é a saída unilateral do Euro" , Octávio Teixeira, 22/Mai

    A luta de classes em França, século XXI , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mai

    Brasil: Ocupar as ruas para derrubar Temer e derrotar as contra-reformas! , PCB, 19/Mai

    A resolução firme da Coreia do Norte é legítima, não temerária , Finian Cunningham, 18/Mai

    O crescimento exponencial da insegurança , Paul Craig Roberts, 17/Mai

    O engano, a traição e a esquerda:   O prémio "Traidor do Ano" , James Petras, 16/Mai

    Kadima!   En Marche! , Thierry Meyssan, 15/Mai

    As eleições em França:   Vitória do 'centro' ou da extrema-direita? , João Carlos Graça, 13/Mai

    Trump, na Coreia do Norte estará a assassinar seres humanos! , Andre Vltchek, 12/Mai

    A tentativa de golpe dos EUA na Venezuela , Misión Verdad, 11/Mai

    Secessões , Jacques Sapir, 06/Mai

    Mélenchon, a boiada e a dignidade política , Jacques Sapir, 05/Mai

    Foi bonita a luta, pá! Agora, é seguir na ofensiva até a derrubada do governo usurpador! , Edmilson Costa, 04/Mai

    Brasil: A saída está nas ruas , Afonso Costa, 02/Mai

    Lutas ideológicas no capitalismo contemporâneo , Prabhat Patnaik, 01/Mai

    28 de Abril: dia histórico de luta da classe trabalhadora brasileira , PCB, 29/Abr

    A revolução tecnológica, o impacto no emprego e na repartição da riqueza criada , Eugénio Rosa, 29/Abr

    O consumo na Coreia do Norte , Ruediger Frank, 28/Abr

    França: Dois mapas e uma eleição , Jacques Sapir, 27/Abr

    A desintegração europeia está em marcha , Pierre Lévy, 26/Abr

    Argentina em contra-revolução (acidentada) , Jorge Beinstein, 25/Abr

    A guerra afegã forjada por Svetlana Alexievich , Miguel Urbano Rodrigues, 24/Abr

    Crítica a certas visões oportunistas contemporâneas sobre o estado , KKE, 23/Abr

    Estará o império americano à beira do colapso? , John W. Whitehead, 19/Abr

    Quando Portugal ardeu , Miguel Carvalho, 18/Abr

    Estará à vista o fim do mundo? , Paul Craig Roberts, 17/Abr

    Bolo de chocolate: o novo normal da política externa de Trump , Pepe Escobar, 16/Abr

    Manifesto do PCB aos trabalhadores e à juventude , 15/Abr

    RDPC: "Política de Trump mais viciosa que a de Obama" , Associated Press, 14/Abr

    Recuperar a soberania monetária , Octávio Teixeira, 10/Abr

    Pentágono treinou "rebeldes" da Al Qaeda na Síria na utilização de armas químicas , Michel Chossudovsky, 08/Abr

    Coreia do Norte: O grande embuste revelado , Christopher Black, 07/Abr

    A UE tenciona recorrer a Israel para assegurar seu abastecimento de gás , Ruptures , 05/Abr

    Os pobrezinhos , António Lobo Antunes, 04/Abr

    "O problema do poder na Venezuela não está resolvido" , Carlos Aquino, 03/Abr

    Intervenção na Assembleia-geral do Montepio Geral – Associação Mutualista, em 30/3/2017 , Eugénio Rosa, 01/Abr

    Brasil: O melancólico retorno dos órfãos da burguesia nacional , Edmilson Costa, 30/Mar

    Bancos privados é que criam 97 por cento de todo o dinheiro – não os governos ou os bancos centrais , George Washington, 29/Mar

    Álvaro Lins , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Mar

    A revisão da reforma antecipada feita pelo governo , Eugénio Rosa, 27/Mar

    A reserva de soberania e o futuro de Portugal , João Ferreira do Amaral, 26/Mar

    CIA: Matérias escuríssimas , WikiLeaks, 25/Mar

    MPPM condena actuação de António Guterres , MPPM, 24/Mar

    Informação aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 22/Mar

    A maré crescente do militarismo no século XXI , James Petras, 21/Mar

    Tecnocracia e ilusão tecnológica , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mar

    Por uma abordagem objetiva, aberta e contraditória da Revolução Russa , Annie Lacroix-Riz, Georges Gastaud e Jean Salem, 16/Mar

    Brasil: Intensificar as lutas nas ruas para derrotar o governo golpista , PCB, 15/Mar

    Novas formas de produção ou um novo modo de produção , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Mar

    Porque Trump quer manter Andrew Jackson na nota de 20 dólares , Valentin Katasonov, 13/Mar

    Governo PS faz crescer a pobreza em Portugal , Eugénio Rosa, 13/Mar

    Taxas de juro e utilização de papel-moeda , Prabhat Patnaik, 06/Mar

    A digitalização da indústria e dos serviços , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mar

    Endividamento externo cubano:   o caminho rumo à normalização , Marlén Sánchez Gutiérrez, 03/Mar

    A renegociação da dívida pública é indispensável , Octávio Teixeira, 02/Mar

    "Governo através da discussão" , Prabhat Patnaik, 28/Fev

    Presidente Trump: Diplomacia e democracia na América , James Petras, 27/Fev

    As relações dos EUA com a Coreia do Norte em tempos de mudança , Gregory Elich, 26/Fev

    Como foi conseguida a redução do défice em 2016 , Eugénio Rosa, 24/Fev

    Conceitos divergentes de populismo , Prabhat Patnaik, 23/Fev

    Os media corporativos dos EUA fazem campanha golpista , Tyler Durden, 22/Fev

    Os riscos para Trump e todos nós , Paul Craig Roberts, 20/Fev

    A destruição do Brasil e sua decomposição moral , Aldo Fornazieri, 19/Fev

    Portugal:   Investimento em queda mas Fundos Comunitários não foram utilizados , Eugénio Rosa, 18/Fev

    A economia milagreira , Carlos Carvalhas, 14/Fev

    Os laços de Trump ao passado e a ressurreição da esquerda , James Petras, 13/Fev

    O centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro , KKE, 09/Fev

    Estará liquidada a administração Trump? , Paul Craig Roberts, 08/Fev

    Médio Oriente aprofunda rejeição a Trump após a "proibição muçulmana" , Melkulangara Bhadrakumar, 07/Fev

    Trump: capitalismo nacionalista, uma alternativa à globalização? , James Petras, 06/Fev

    Não é a NATO e sim certa esquerda que está "obsoleta" , Manlio Dinucci, 04/Fev

    Tecnologia: uma questão política central , Daniel Vaz de Carvalho, 02/Fev

    Será que Trump pode cumprir? , Paul Craig Roberts, 01/Fev

    Cuidado com os zumbis , Michael Roberts, 31/Jan

    O legado de bombardeamentos deixado por Obama , Nicolas J. S. Davies, 30/Jan

    Atuação das Forças Armadas em presídios apaga incêndio com gasolina , Nadine Borges, 29/Jan

    EUA, o titã epiléptico , Christophe Trontin, 27/Jan

    Pânico geral entre os euro-atlantistas , Pierre Lévy, 26/Jan

    Resposta a Tomás Correia , Eugénio Rosa, 25/Jan

    Os desafios à nova administração do "bloco central" da CGD e ao próprio governo , Eugénio Rosa, 24/Jan

    O esgotamento da actual fase histórica do capitalismo , Guglielmo Carchedi, 23/Jan

    A questão não é Donald Trump – somos nós , John Pilger, 22/Jan

    Losurdo e a atualidade da luta de classes , Miguel Urbano Rodrigues, 20/Jan

    Trump apavora burguesia mexicana , José Valenzuela Feijóo, 19/Jan

    Da finança de casino à servidão das elites , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Jan

    As 10 vitórias do Presidente Nicolás Maduro em 2016 , Ignacio Ramonet, 17/Jan

    A declaração de guerra dos neocons contra Trump , The Saker, 16/Jan

    Sobre o Novo Banco , Carlos Carvalhas, 14/Jan

    Obama, o criminoso de guerra carrasco de mulheres e crianças , Paul Craig Roberts, 13/Jan

    Denúncia é um ato de resistência política , Edward Snowden, 12/Jan

    O fim da União Europeia , Jacques Sapir, 10/Jan

    A atualidade de Marx face à financeirização: capital fictício, divida e juro , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Jan

    A desmonetização e a questão da inflação , Prabhat Patnaik, 08/Jan

    Poderá Trump reparar a economia em 2017? , Paul Craig Roberts, 06/Jan

    Os segredos dos abutres que rondam o Novo Banco , 05/Jan

    Assange: Caso encerrado , Rixstep, 04/Jan

    Os povos da ex-URSS , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Jan

    O que estará a tramar o regime Obama? , Paul Craig Roberts, 02/Jan

    O futuro pertence-lhe, Comandante Fidel , Rémy Herrera, 31/Dez

    Portugal: um país de pensões e salários mínimos promovido pelos governos , Eugénio Rosa, 30/Dez

    A dialéctica do autoritarismo , Prabhat Patnaik, 29/Dez

    ONU condena o estado nazi-sionista , MPPM, 27/Dez

    A vergonha, a cólera e a traição de Tsipras , Jacques Sapir, 26/Dez

    O aumento incomportável dos juros com a divida pública , Eugénio Rosa, 24/Dez

    Mais um avião caiu: somos todos Chapecó , Mauro Luis Iasi, 23/Dez

    Os melhores livros de 2016 , Michael Roberts, 22/Dez

    A um passo da guerra comercial global , Valentin Katasonov, 20/Dez

    EUA: A impressionante audácia do golpe em andamento , Paul Craig Roberts, 19/Dez

    A crise sistémica global e algumas bofetadas desesperadas , Jorge Beinstein, 19/Dez

    As assimetrias regionais em Portugal e a situação no Montepio , Eugénio Rosa, 17/Dez

    A má fé da Amnistia Internacional em relação a Cuba , Maxime Vivas, 16/Dez

    Desfazer o sofrimento , Sandra Monteiro, 15/Dez

    Chubais – A próxima cabeça neoliberal a rolar na Rússia? , F. William Engdahl, 14/Dez

    Quão vil é o fracassado Obama? , M K Bhadrakumar, 13/Dez

    Desmonetização e taxas de empréstimos bancárias , Prabhat Patnaik, 12/Dez

    A baixa escolaridade dos patrões portugueses , Eugénio Rosa, 12/Dez

    O ano em que o globalismo estourou , Pål Steigan, 10/Dez

    A revolução esquecida de 1383 , António Santos, 09/Dez

    Um por cento dos adultos possui 51% da riqueza mundial; 10% possuem 89% e os 50% de baixo possuem apenas 1% , Michael Roberts, 08/Dez

    O referendo italiano, o Euro e a soberania... (2) , Jacques Sapir, 06/Dez

    O referendo italiano, o Euro e a soberania... (1) , Jacques Sapir, 05/Dez

    ONU rejeita apelo do governo britânico sobre Assange , Christoph Peschoux, 04/Dez

    O que pode sair errado? , William Blum, 03/Dez

    O papel da social-democracia na destruição do social e da democracia , Daniel Vaz de Carvalho, 02/Dez

    Acordo de Paris sobre o clima: uma nova fonte de lucro para os monopólios , KKE, 30/Nov

    A guerra do ocidente à verdade , Paul Craig Roberts, 29/Nov

    Sobre as "alterações climáticas" , João Lopes, 28/Nov

    Fidel, um Aquiles comunista , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Nov

    O monstro eléctrico ao vivo , Clemente Pedro Nunes, 26/Nov

    Brasil: As eleições municipais e a grande derrota do PT , Edmilson Costa, 24/Nov

    A escolaridade da população empregada aumentou, mas o PIB real por habitante e os salários não aumentaram , Eugénio Rosa, 21/Nov

    A desmonetização de notas de dinheiro , Prabhat Patnaik, 19/Nov

    "Efeito Trump" divide a opinião europeia , M K Bhadrakumar, 16/Nov

    Combate à pobreza em Portugal está nas declarações de intenção , Eugénio Rosa, 15/Nov

    Daniel Ortega traiu a Revolução sandinista , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Nov

    Crise capitalista e ofensiva imperialista , Giorgos Marinos, 13/Nov

    A transformação da Caixa Económica Montepio Geral numa S.A. , Eugénio Rosa, 11/Nov

    Que espécie de administração Trump? , Paul Craig Roberts, 10/Nov

    Trump, riscos e oportunidades , Saker, 10/Nov

    O derrube do muro de Berlim (09/Nov/89) , Daniel Vaz de Carvalho, 9/Nov

    Será que a oligarquia ainda pode roubar a eleição presidencial? , Paul Craig Roberts, 7/Nov

    Brasil: Truculência policial concertada contra o MST , MST, 5/Nov

    Assange:   Clinton & ISIS financiados pelo mesmo dinheiro; não permitirão a vitória de Trump , John Pilger, 5/Nov

    Brasil: Após as eleições, céu escuro e nuvens pesadas , Ronald Santos Barata, 4/Nov

    Como as máquinas de votar são programadas a fim de roubar eleições , Paul Craig Roberts, 3/Nov

    Rússia homenageia ícone americano à véspera da eleição , M K Bhadrakumar, 2/Nov

    Por dentro do governo invisível:  guerra, propaganda, Clinton & Trump , John Pilger, 1/Nov

    Urge alterar a situação da Administração Pública , Eugénio Rosa, 1/Nov

    Léxico imperial , Duran, 31/Out

    Como funciona a máquina de propaganda do ocidente , Nikolai Starikov, 30/Out

    A mitificação e a mistificação do capitalismo , Daniel Vaz de Carvalho, 26/Out

    Desenvolver "infraestrutura" , Prabhat Patnaik, 25/Out

    Reflexão sobre histórias polémicas do PCUS, da Revolução de Outubro e da URSS , Miguel Urbano Rodrigues, 24/Out

    Eleições aldrabadas são uma tradição americana , Paul Craig Roberts, 23/Out

    Colaborador de resistir.info ascende a secretário-geral do PCB , 19/Out

    Marxismo e crises capitalistas , Science & Society, 18/Out

    O Orçamento de Estado para 2017 , Eugénio Rosa, 17/Out

    Sobre os acordos de paz na Colômbia , Rizospastis, 15/Out

    O mito de uma Europa em paz , Nadine Rosa-Rosso, 14/Out

    A migração como revolta contra o capital , Prabhat Patnaik, 11/Out

    Pentágono começa guerra furtiva na Síria , Mike Whitney, 10/Out

    As aflições de Kerry são indescritíveis , M K Bhadrakumar, 09/Out

    EUA e Rússia comunicam-se apesar da disputa síria , M K Bhadrakumar, 08/Out

    As pensões da Segurança Social e da CGA em 2017 , Eugénio Rosa, 08/Out

    O ultimato de Putin aos Estados Unidos , Rostislav Ishchenko, 07/Out

    Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de "desastre nuclear" , Tyler Durden, 05/Out

    Eleitorado colombiano rejeitou o acordo de paz com as FARC , odiario.info, 03/Out

    Taxas de juro negativas ou reservas de 100%:   a alquimia versus a química , Herman Daly, 03/Out

    A infindável espiral descendente do oportunismo europeu , Rizospastis, 02/Out

    Que futuro para as FARC? , Miguel Urbano Rodrigues, 30/Set

    Crise: algumas perguntas e respostas , Jorge Figueiredo, 29/Set

    A dimensão da evasão e fraude fiscal em Portugal , Eugénio Rosa, 28/Set

    Quem hesita está perdido e a Rússia hesitou , Paul Craig Roberts, 26/Set

    O suicídio do FMI , Valentin Katasonov, 24/Set

    Silas continua entre nós , José Goulão, 22/Set

    O capitalismo Drácula , Jorge Beinstein, 21/Set

    Humboldt e o descobrimento da natureza , Miguel Urbano Rodrigues, 20/Set

    O Federal Reserve e o seu papel sombrio nas eleições dos EUA , Valentin Katasonov, 19/Set

    A posição provocadora da UE e do governo Tsipras acerca das reparações de guerra da Alemanha , KKE, 17/Set

    Enganados novamente… , Chris Hedges, 15/Set

    Portugal: O golpe em curso , Carlos Carvalhas, 14/Set

    As falsas esperanças da conferência da Europa do "Sul" , 14/Set

    O Movimento 9/11 Truth 15 anos depois: onde estamos? , The Saker, 13/Set

    O 15º aniversário do crime e do encobrimento do século , Gary G. Kohls, 11/Set

    Empréstimos secretos do Credit Suisse a Moçambique , Jonathan Stevenson, 10/Set

    Acerca de "comentadores" e "analistas" , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Set

    A subversão de conceitos , Prabhat Patnaik, 07/Set

    Fora Temer: intensificar a luta contra o Estado Burguês , PCB, 06/Set

    NED, a janela legal da CIA , Thierry Meyssan, 06/Set

    A necessária superação da esquerda decorativa , Daniel Correa da Silva, 05/Set

    Serás um pateta com a mente controlada pela CIA? , Paul Craig Roberts, 04/Set

    Um desfecho melancólico: notas sobre o momento histórico e os desafios da esquerda , Plínio de Arruda Sampaio Junior, 03/Set/2016


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